Neste vídeo, Rodney Brocanelli destaca alguns aspectos históricos da Rádio Capital. A emissora, depois que mudou de nome em 1978 (antes era Novo Mundo) teve duas fases. A primeira, com programas mais jornalísticos, muito futebol e dedicada a eventos para se integrar ao dia-a-dia da cidade de São Paulo. A segunda marca virada radical, deslocando-se para o segmento popular, com a contratação de comunicadores de sucesso, exemplos de Zé Béttio e Oswaldo Bettio e, posteriormente, Paulo Barboza e Eli Corrêa.
A partir desta segunda-feira, a rádio EP FM Araraquara 95,7 FM, emissora do Grupo EP, maior conglomerado de mídia do interior de São Paulo e Sul de Minas, amplia o formato de mesa redonda no Jornal da EP e passa a contar com o reforço do jornalista Chico Lourenço no time do programa, exibido de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h. O comunicador integra o “mesão”, comandado por José Carlos Magdalena, em um modelo que promove análises aprofundadas dos principais assuntos do dia e tem como objetivo ampliar a pluralidade de opiniões, enriquecer o debate e fortalecer ainda mais a conexão com o público da região.
Com quatro horas de duração diária, o Jornal da EP vai além da cobertura factual, promovendo debates consistentes sobre temas locais, estaduais e nacionais em um formato de mesa redonda que permite análises mais aprofundadas das notícias e as conecta à realidade e aos interesses da população de Araraquara e região.
Transmitido pela EP FM Araraquara, o programa também ultrapassa as ondas do rádio e pode ser acompanhado ao vivo em diferentes plataformas digitais, como o canal oficial no YouTube, a página no Facebook, o portal acidade on Araraquara e o site da emissora, ampliando seu alcance e garantindo acesso à informação de qualidade de forma prática e acessível, onde quer que o público esteja.
José Carlos Magdalena, apresentador do Jornal da EP, explica que a novidade representa um avanço importante na proposta editorial do programa. “A expectativa é muito positiva, porque o programa sempre buscou estimular o olhar crítico sobre os fatos. Tenho certeza de que será uma experiência muito rica e que vai fortalecer ainda mais o Jornal da EP FM.”
Desde 2024, o Jornal da EP conta com uma equipe liderada por José Carlos Magdalena, jornalista com o maior tempo de liderança em rádio no interior paulista e mais de 40 anos à frente das manhãs informativas na região de Araraquara. Ao lado de Luís Antônio e Fernando Ferreira, Magdalena fortalece a tradição do rádio regional, enquanto as reportagens externas ficam a cargo de José Roberto Ferrari. Completam a equipe a locutora comercial Gabi Rossaboni e o produtor Lucas Molinari, garantindo uma cobertura jornalística robusta e de qualidade para o público local.
Para Eliel Almeida, gerente de rádios do Grupo EP, a novidade fortalece o posicionamento do Jornal da EP como um espaço de debate qualificado e plural, além de valorizar uma trajetória marcante da rádio local. “O programa vem se consolidando como o mais ouvido da cidade, e o nosso objetivo é reforçar um jornalismo feito para a população, com pluralidade de opiniões. Aqui, a mesma notícia é analisada sob diferentes perspectivas, ampliando o debate e aprofundando a análise, indo além da superficialidade”.
Pluralidade de opiniões
A chegada de Chico Lourenço resgata uma parceria de sucesso com Magdalena no rádio local e marca sua integração ao time do Jornal da EP, onde passa a contribuir com seus 15 anos de experiência para enriquecer as discussões. A novidade também reforça a estratégia da EP FM de investir em um jornalismo cada vez mais analítico, relevante e conectado com o público, consolidando o programa como referência na região.
“Conheço de perto o compromisso do Grupo EP com a apuração jornalística séria e responsável, que garante aos profissionais liberdade para investigar, checar e divulgar os fatos com independência, independentemente de quem esteja envolvido. Para mim, esse novo momento representa um desafio importante na carreira, mas também uma grande satisfação por voltar a integrar uma equipe tão qualificada. O Magdalena é um profissional experiente, e estou muito feliz em fazer parte de um time que carrega tanta credibilidade e história no jornalismo de Araraquara e região”, conta Chico Lourenço, jornalista e novo apresentador da EP FM Araraquara.
José Carlos Magdalena também destaca a parceria de longa data com o novo integrante, o que contribui para uma dinâmica mais fluida e entrosada no ar. “A chegada do Chico traz uma nova perspectiva e isso contribui diretamente para ampliar a pluralidade de opiniões. A gente já trabalhou junto por cerca de 12 anos, então existe uma sintonia construída ao longo do tempo, o que torna essa integração ainda mais natural.”
A força do Jornal da EP acompanha o desempenho da emissora como um todo. A EP FM lidera o ranking de audiência na cidade e região, segundo dados mais recentes da Kantar IBOPE Media, alcançando mais de 178 mil ouvintes únicos por mês e uma média de 22 mil ouvintes por minuto.
Neste sábado (4), estreia na Rádio Nacional, às 8h, o Frequência Nacional, uma nova atração semanal com foco em aprofundar os principais fatos da semana por meio de entrevistas, matérias e debates. O programa da emissora pública será comandado pelos apresentadores Valter Lima e Miguelzinho Martins.
O Frequência Nacional dedicará sua primeira hora, das 08h às 09h, aos temas de maior destaque no país, em transmissão conjunta com as rádios Nacional da Amazônia e Nacional do Alto Solimões. Neste bloco, o foco será sobre análises detalhadas de assuntos quentes, entrevistas sobre os assuntos elencados e informações das rodadas esportivas do fim de semana.
Já a partir das 09h, a transmissão segue exclusivamente pela Nacional de Brasília AM, com enfoque nas iniciativas, na arte e na cultura da capital federal. Com a presença de artistas ao vivo no estúdio, a programação conta com os quadros “Entre Eixos e Histórias”, que resgata personagens marcantes da cidade, e “Sem Diferenças”, focado na inclusão de pessoas com deficiência.
Estreia
Na edição de estreia, Thiago Pádua, doutor em Direito e especialista em Direito Constitucional, debaterá as novas regras e atualizações das eleições de 2026, trazendo esclarecimentos para o processo eleitoral com foco no eleitor.
Já na segunda hora, exclusiva para a Nacional de Brasília AM, o programa vai receber o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Thiago Perpétuo. Em celebração aos 66 anos de Brasília, o convidado discute os desafios do tombamento e da preservação urbanística diante do constante crescimento da cidade.
Sobre a Rádio Nacional
A marca faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.
Serviço
Frequência Nacional – Sábado, dia 4/4, às 8h, na Rádio Nacional AM, AS e Rádio Nacional Brasília AM
A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) lança nesta quarta-feira (1º) o Edital de Chamada Pública com o objetivo de selecionar propostas de programas radiofônicos independentes para compor a programação das emissoras de rádio da EBC e das integrantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). Confira o edital.
Podem participar do Edital de Chamada Pública as emissoras integrantes da RNCP. Também é permitida a inscrição de mais de uma proposta por proponente, desde que submetidas separadamente. As inscrições devem ser encaminhadas até 30 de abril, por meio do e-mail: radios@ebc.com.br.
Entre os focos dessa iniciativa estão a ampliação e a pluralidade na programação das emissoras; o fomento à produção independente e regional; o fortalecimento da integração entre as emissoras da RNCP; e a promoção de conteúdos de interesse público, com caráter educativo, cultural e informativo.
Avaliação das propostas
Após o período de submissão dos conteúdos, que devem seguir as orientações para cada veículo de acordo com o proposto no edital, os projetos serão analisados por uma comissão composta pelas equipes das rádios MEC e Nacional, além de representantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), e aprovados pelo Comitê de Programação e Rede (CPR) da EBC.
Resultado
O resultado do Edital de Chamada Pública tem data prevista para 18 de maio, durante o Encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), no Rio de Janeiro. Posteriormente, os contemplados serão divulgados nos canais oficiais da EBC.
A veiculação inicial dos programas selecionados será a partir de 1º de julho. Fica a cargo da EBC a definição da grade, dos horários e da periodicidade das atrações.
O Edital de Chamada Pública é produzido pela Gerência Executiva de Rádios, em parceria com a Gerência Executiva de Integração de Conteúdos e Rede. A iniciativa também faz parte das ações que compõem o aniversário de 90 anos da Rádio Nacional, celebrado em setembro de 2026.
Por Edu Cesar, do Papo de Bola, especial para o Radioamantes
Neste sábado, o futebol brasileiro teve a despedida dos gramados de um importante atacante das décadas de 2000 e 2010: Vagner Love, o “Artilheiro do Amor”, que surgiu no Palmeiras e ainda defenderia Flamengo, Corinthians, Sport, Atlético Goianiense e Avaí, falando apenas de clubes brasileiros – sem contar os estrangeiros, especialmente o CSKA Moscou.
O último clube dele foi o Retrô de Camaragibe, que ganhou do Ceará por 3 x 1 nos Aflitos pela segunda rodada da Copa do Nordeste. O jogador deixou sua marca pela última vez ao fechar o placar aos 49 minutos do segundo tempo, sendo muito celebrado pelos companheiros da Fênix.
Mas aqui, quero lembrar dois episódios que ligam o “Artilheiro do Amor” ao rádio esportivo de Porto Alegre, mesmo que Vagner nunca tenha atuado nem pelo Grêmio e nem pelo Internacional. São episódios referentes aos clubes paulistas pelos quais foi campeão e que marcaram emissoras da capital rio-grandense.
O primeiro é de 2003 e remete à Série B do Campeonato Brasileiro, quando as primeiras rodadas não tiveram televisionamento e foram exclusivas do bom e velho rádio. Um jogo assim aconteceu em 24 de maio, no Centenário, entre Caxias e Palmeiras. É ele que começa um expediente ainda hoje adotado: o intercâmbio de repórteres da Bandeirantes na matriz de São Paulo e na filial de Porto Alegre.
Naquele ano, a RB porto-alegrense fez os jogos da dupla Grenal em tubo total, sem repórter fora de casa (exceção ao interior gaúcho e a Santa Catarina) – consequentemente, não estava em SP para Santos x Internacional no dia seguinte. Desta forma, foi retransmitida a matriz no sábado para Corinthians x Juventude, que teria posto no jogo alviverde em Caxias do Sul. O posto coube a Cristiano Silva.
Dali por diante, praticamente todos os repórteres da Bandeirantes de Porto Alegre fariam jogos para a matriz nos anos seguintes, da mesma forma que repórteres de São Paulo transmitiriam para a filial (o que começou também naquele 2003, nas duas últimas rodadas, com Estevan Ciccone cobrindo Santos 2 x 2 Grêmio e São Caetano 5 x 0 Inter).
O auge viria em três jogos narrados e comentados pela filial para a rede: Holanda 3 x 2 Austrália na Copa do Mundo de 2014 e Argentina 2 x 0 Catar na Copa América de 2019, narrados por Daniel Oliveira e comentados respectivamente por Luiz Carlos Reche e Cláudio Duarte; e Uruguai 1 x 0 Arábia Saudita na Copa de 2018, com Claudião junto de Marco Antônio Pereira.
Neste jogo exclusivo do rádio em Caxias do Sul, Cristiano Silva informaria (durante a transmissão de Dirceu Maravilha para os 3 x 0 corintianos) dois gols de Vagner Love na vitória palmeirense por 4 x 1. O atacante seria o grande nome daquela campanha de retorno à primeira divisão no ano seguinte.
Aliás: aquele fim-de-semana seria horrível pro futebol gaúcho, pois quatro times enfrentaram os quatro maiores paulistas entre Séries A e B e todos perderiam (Caxias 1 x 4 Palmeiras, Corinthians 3 x 0 Juventude, Grêmio 1 x 2 São Paulo e Santos 3 x 0 Internacional).
Aliás: esse Corinthians x Juventude teria como curiosidade na Gaúcha a presença da mesma equipe enviada para Santos x Inter. Os dois jogos contariam com Pedro Ernesto Denardin, Ruy Carlos Ostermann e Sílvio Benfica, sábado no Pacaembu e domingo na Vila Belmiro.
O segundo episódio referente a Vagner Love e o rádio esportivo porto-alegrense acontece em abril de 2019, quando a final do Campeonato Gaúcho acontece não no domingo 21 e sim na quarta 17 pois o Grêmio teria compromisso pela Libertadores no Paraguai na terça 23, diante do Libertad.
Isso até proporciona algo curioso, que é a Rádio Globo SP narrar com Oscar Ulisses os pênaltis decisivos do título sobre o Inter logo após Chapecoense 1 x 0 Corinthians, pela Copa do Brasil.
Desta forma, Gaúcha e Guaíba preencheram o domingo de finais estaduais com a decisão do Campeonato Paulista em Itaquera – feitas de Porto Alegre, evidentemente. O Corinthians derrotou o São Paulo por 2 x 1 e o gol decisivo foi do “Artilheiro do Amor”, pegando de primeira um lançamento de bem longe.
Na Guaíba, apenas o narrador Luís Magno fez este jogo pois o “Carrossel Guaíba” também acompanhou o Flamengo campeão carioca com 2 x 0 sobre o Vasco, este narrado por Bruno Ravazzolli. Já a Gaúcha transmitiu na íntegra a final paulista com Gustavo Manhago narrando, Douglas Demoliner reportando, Rafael Colling comentando e Raphael Gomes no plantão.
Em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Rádio Universitária 99,7 FM da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) retomou as suas atividades nesta quinta-feira (26), no município de Diamantina (MG). O canal passa a integrar a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e deve alcançar cerca de 30 mil ouvintes do município e de cidades vizinhas.
O evento de lançamento reuniu a gerente da RNCP Rádios na EBC, Luciana Couto; o reitor da UFVJM, Heron Laiber Bonadiman; a diretora de Comunicação Social da UFVJM, Marina Lindsay; entre outras autoridades estaduais e municipais.
“Essa parceria da EBC com a UFVJM reflete a convergência entre educação e informação, um marco da expansão da RNCP nos últimos anos, que vem atuando de forma prioritária com as instituições de ensino”, afirmou a gerente Luciana Couto.
A Rádio Universitária 99,7 FM foi criada em 2014 e funcionou até 2019 como canal público de caráter exclusivamente educativo, voltado à difusão do conhecimento científico, cultural e institucional produzido pela universidade. Em 2024, com objetivo de viabilizar a sua retomada, a UFVJM firmou termo de cooperação com a EBC para a operação conjunta da rádio pública. Com a parceria, a emissora passou a integrar a RNCP, ampliando a presença da comunicação pública no estado de Minas Gerais.
No ato de inauguração, o reitor da UFVJM agradeceu a EBC pela parceria na operacionalização da emissora universitária e comentou a importância do veículo para a localidade. “Hoje, a nossa comunidade tem esse dia de muita honra, de levar para a região do Vale do Jequitinhonha informação de qualidade. Isso foi sonhado por nós. A rádio universitária vai novamente cumprir esse papel de levar conhecimento de qualidade à população”, ressaltou.
Além da veiculação de conteúdo próprio, a Rádio Universitária 99,7 FM, como integrante da Rede, acorda retransmitir quatro horas diárias da programação da Rádio Nacional. A medida assegura a circulação de conteúdos jornalísticos, culturais e educativos de interesse público em âmbito nacional.
Na fase inicial de implantação da emissora, em 2014, o investimento aproximado da universidade foi de R$ 1,2 milhão em equipamentos e estrutura técnica, sem considerar as adequações físicas realizadas nos estúdios. Ainda de acordo com a UFVJM, na etapa de retomada os investimentos somaram R$ 46 mil, destinados à aquisição e atualização de equipamentos e serviços essenciais, como nova antena de transmissão, sistema de climatização, software de automação e taxas administrativas. Também houve a contratação preliminar de dois postos de técnico em gravação de áudio, com custo anual estimado de R$ 95 mil em despesas de custeio.
O retorno das transmissões reforça o compromisso com a comunicação pública e com a valorização da cultura regional e da produção acadêmica, conforme enfatiza a diretora Marina Lindsay. “A retomada da rádio universitária representa um avanço na comunicação pública, tanto para a nossa instituição quanto para a população de Diamantina, que vai ter acesso a uma programação com conteúdos de qualidade. Estamos falando de dar vazão à produção que é feita em nossa universidade, à pesquisa, à extensão e também a própria valorização da cultura da região onde estamos inseridos”, diz.
O Grupo RBS estreia, em abril, o novo projeto de entretenimento Inesperadas, comandado por Alice Bastos Neves e Rodaika. A série parte de um encontro improvável entre as comunicadoras para gerar conversas sobre o universo feminino com leveza, autenticidade e sem roteiro engessado.
Na atração, Alice e Rodaika exploram diferentes temas do cotidiano das mulheres a partir de suas próprias vivências, criando um espaço de troca, identificação e escuta. A primeira temporada terá oito episódios, com lançamentos semanais às quintas-feiras, às 19h, nos perfis oficiais do programa no YouTube e no Spotify.
O nome Inesperadas nasce justamente do encontro fora do óbvio entre duas trajetórias distintas — Alice, à frente do Globo Esporte RS, da RBS TV, e Rodaika, integrante do Pretinho Básico, da Atlântida — que se conectam pelo desejo comum de provocar conversas que, muitas vezes, ficam sem espaço.
— Queremos falar sobre todos os assuntos que fazem parte da vida das mulheres, trazendo nossas experiências, histórias e reflexões, criando conexão com nossa audiência. Acreditamos que nosso produto vai trazer muito do que as mulheres estavam esperando e nem sabiam — destaca Rodaika.
Mocita Fagundes atua como diretora e participa da dinâmica da temporada, interagindo com as apresentadoras ao longo dos episódios. O público entra na conversa por meio de enquetes no quadro Fala Povo. Já no encerramento, o Inesperadonas traz histórias e experiências de mulheres 60+ que são referência em suas áreas.
— A ideia não é dar resposta nem apontar caminhos. É estar junto. É a conversa que acontece em uma mesa de bar, na casa de uma amiga, ou em um parque, tomando um chimarrão. Queremos que as mulheres se sintam parte disso — reforça Alice.
Os episódios estarão disponíveis no canal oficial do programa no YouTube e no Spotify. Bastidores e conteúdos exclusivos podem ser acompanhados nos perfis @canalinesperadas no Instagram e no TikTok.
O projeto conta com patrocínio de PUCRS, Melnick e Banrisul.
A Rádio Voz da Terra apresenta uma programação diversificada, que reúne músicas sertanejas atuais, sucessos nacionais e internacionais, além de canções que marcaram diferentes épocas. A emissora também inclui, em sua grade, quadros voltados ao bem-estar animal, bem como conteúdos de reflexão, informação e qualidade de vida.
O espaço radiofônico contempla ainda temas relacionados ao autoconhecimento, à saúde emocional e à espiritualidade. Os ouvintes têm acesso a reflexões, entrevistas e conversas com especialistas e convidados, em uma proposta que busca promover diálogo, aprendizado e troca de experiências.
A programação abre espaço para a participação do público, fortalecendo a conexão com a comunidade e incentivando a interação dos ouvintes com os conteúdos apresentados.
Com essa proposta, a Rádio Voz da Terra se posiciona como um canal de comunicação voltado a inspirar, acolher e conectar pessoas.
Morreu neste sábado (21) o dramaturgo e ator Juca de Oliveira. Segundo o site G1, ele estava internado no hospital Sírio-Libanês há aproximadamente sete dias devido a um quadro de pneumonia associado a problemas cardiológicos. O velório acontece ainda neste sábado no Funeral Home, no centro de São Paulo, entre 15h e 21h. O local do enterro não foi divulgado até a publicação deste texto. Ele tinha 91 anos.
Um dos grandes nomes das artes cênicas, Juca teve passagens marcantes no teatro, primeiramente integrando a equipe do Teatro Brasileiro de Comédia e depois ajudando a fundar o Teatro de Arena, grupo teatral fundado em 1953, que foi inovador em sua época, privilegiando os textos nacionais.
Em televisão, atuou em novelas da Bandeirantes, SBT e Globo. Nesta última, fez personagens marcantes e até hoje o Albieri, de O Clone, faz parte do imaginário popular.
No ano de 2009, Juca de Oliveira foi contratado pela BandNews FM para ser a voz da coluna Devaneios (ouça abaixo). Sua proposta, conforme divulgado na época, era a leitura e a interpretação de textos da literatura mundial, desde os mais consagrados, àqueles mais contemporâneos, incluindo alguns de autoria do próprio ator. “Assim como no teatro e na televisão, só escolho os textos que falam à minha alma”, declarou
“O rádio é da maior importância, ele está cada vez mais vivo. Vamos levar o devaneio e o apaziguamento para os ouvintes através da poesia e da literatura universal”, afirmou.
O investimento em cultura foi reconhecido pela APCA, Associação Paulista dos Críticos de Arte, que concedeu o prêmio de revelação do rádio naquele ano. Na ocasião Juca estava satisfeito com a repercussão junto ao público. “Fico feliz quando os ouvintes conversam comigo sobre o ‘Devaneio’. Creio que conseguimos alcançar o objetivo da coluna, que é dar uma pausa de alguns minutos em meio ao noticiário deste conflagrado mundo contemporâneo, levando ao ar o devaneio e a fantasia”, falou.
Ainda em 2009, Juca de Oliveira foi o personagem da coluna 4 Paredes, que era publicada exclusivamente no site da revista Época São Paulo e comandada por mim. Na ocasião, ele falou um pouco mais sobre o Devaneios. De quebra, ele ainda deu várias dicas de lazer para se fazer dentro de casa (livros, séries, música), que fazia parte da proposta daquela seção (uma reedição talvez de algo que fazia sucesso no Jornal do Brasil nos anos 1980: o Perfil do Consumidor). Para horror de muitos puristas, a entrevista foi pelo e-mail. Mas já uma justificativa. Ele estava afônico e ainda estava viajando com uma peça intitulada Happy Hour. Veja abaixo.
É a sua primeira experiência em rádio?
Juca – Sim, é a primeira vez.
O que te levou a aceitar este convite?
Juca – A idéia foi do André Luiz Costa, do Jornalimo da BandNews. Depois da morte do Paulo Autran ele me procurou para estudarmos a possibilidade de eu continuar com o “Quadrante”. Não me pareceu bem, na época, “substituir” uma personalidade insubstituível com o Paulo e acabei recusando. O André deve ter captado meu interesse, apesar da recusa, e continuou insistindo. Até que, recentemente num encontro num restaurante, voltamos a nos falar. Nesse dia já marcamos um encontro, conversamos, trocamos muitas idéias, mantivemos o título “Quadrante” apenas na lembrança eterna do Paulo Autran e partimos para o “Devaneio”.
Como se dá a escolha dos textos que você interpreta no ar?
Juca – O critério da escolha é a qualidade, o mérito, algo tão esquecido atualmente, sobretudo em nosso país onde só se premia diariamente o vício e a incapacidade em detrimento da qualificação e do talento. A idéia do devaneio é repousar o espírito ao som das palavras dos grandes criadores espirituais da humanidade, os grandes poetas e cronistas de todos os tempos e de todos os cantos da terra, nos incutindo paz, ânimo, beleza, solidariedade, altruísmo e muito humor.
Como está a turnê da peça Happy Hour? Existe uma possibilidade de retorno à São Paulo?
Juca – Sim, devemos voltar pra São Paulo no começo do ano, para um teatro que ainda estamos negociando. Pra você ter uma ideia, saímos do Teatro Jaraguá com casas lotadas, estreamos nossa turnê em São Caetano com casas absolutamente lotadas todos os dias e estamos numa excursão de sucesso incomum: Porto Alegre, Curitiba, Salvador, casas totalmente lotadas, gente voltando da bilheteria e pedidos de sessões extras ou temporadas mais longas no ano que vem.
As dicas de lazer
Internet: (quais os sites que você gosta de navegar, redes sociais, sites de notícias, enfim, vale tudo)
Juca – Eu uso tudo que há de disponível para pesquisas, Google, Yahoo etc. etc. Meu trabalho hoje depende fundamentalmente disso. Consulto a Amazon, compro quase tudo sobre técnica de construção dramática, playwriting and screenwriting, visito sites sobre atores, busco e coleciono TIPS, faço downloads no SCRIBD, enfim uso o que encontro.
Tv aberta ou tv a cabo: (quais os programas que você gosta de assistir, seja em tv aberta ou na tv a cabo)
Juca – Todos os jornais nas TVS abertas ou a Cabo. Vejo policiais, ainda hoje acompanho lançamentos do Law and Order”. Vejo filmes quando tenho tempo, quando relaxo.
Rádio
Juca – Estou sempre ligado nas rádios, sobretudo no noticiário. Ouço a minha, claro, a Band News, mas também CBN, Eldorado. Ouço música na Cultura, sobretudo música clássica e ópera
Livros: (qual é o livro que você está lendo atualmente. ou então qual foi o último livro que você leu. serve também um livro marcante que você tenha lido)
Só agora acabei de ler os Contos de Isaac Babel. Ruben Fonseca foi quem me desvendou esse gênio através do seu policial “Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos”. Me apaixonei por Isaac Babel. Nenhum outro escritor mexeu tanto comigo. Além de figurar entre os maiores autores russos de todos os tempos pesa ainda sobre ele a tragédia de ter sido fria e covardemente assassinado por Stalin. Ainda jovem, aos 47 anos, implorando para que não o fuzilassem, que lhe permitissem completar a sua obra… Já li o “O Velho Shloyme”, um pequeno conto que abre suas obras completas, umas vinte vezes. E chorei todas elas.
DVDs (quais os DVDs que você viu ultimamente. podem ser filmes ou shows ao vivo)
Minha filha Isabella é quem me fornece uma infinidade de DVDs sobre tudo. Filmes, Shows, One Men Shows, etc. etc.
Games (você gosta de jogar? Se sim, quais são os seus preferidos? Não precisam ser os games eletrônicos)
Juca – Não, não ataco de games. No computador apenas xadrez . Há muito uso o Chessmaster. Agora deve andar pelo número 10. É fantástico. Você pode jogar com o próprio Kasparov, em pessoa… Pra quem não sabe Kasparov é o campeão do mundo.
Hobbies em geral (se você gosta de fazer algo dentro de casa que não esteja enquadrado nos itens acima)
Eu vivo numa fazenda há 37 anos. Quando estou em casa meu hobby é floresta e os animais. O habitat natural do homem é a floresta, não a cidade. Nesse caso o hobby são as capivaras, lagartos, jacus, lobos guarás, maritacas, tucanos, morcegos, etc. etc. As cachoeira, o lago, as jabuticabeiras, mangueiras…Esses itens não são totalmente fechados. Por exemplo, se você não gosta de ver tv (um exemplo), cabe uma explicação do motivo (insatisfação com o que passa na tv aberta, por exemplo). Eu gosto muito de ver TV. É que estou permanentemente trabalhando. Se não estou no palco, estou escrevendo ou pensando, criando a próxima peça, o próximo espetáculo. Minhas escolhas na TV, portanto, são muito dirigidas. Se estou escrevendo sobre uma mulher que teve seu marido assassinado pela ditadura em 72, foi torturada, – é um exemplo – todo meu interesse pelo cinema, TV ou literatura será desviado pra esse drama. Nesse período não há como ver outra coisa. Apenas pra descansar. Aí, os policiais…
A Rádio Nacional FM 96,1 MHz de Brasília, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), iniciou 2026 com resultados históricos de audiência no Distrito Federal. Dados do Kantar IBOPE Media indicam que a emissora alcançou, no primeiro bimestre deste ano, a maior participação de mercado (share) de toda a série histórica de medições, iniciada em 2010.
Em fevereiro de 2026, a Rádio Nacional FM 96,1 atingiu 2,27% de participação de audiência (share), a maior já alcançada em todos os anos anteriores. Em janeiro, a participação já havia sido recorde, de 2,19%.
O resultado é uma consolidação do crescimento que vem sendo registrado nos últimos anos. Em 2025, a Rádio Nacional FM de Brasília já havia batido o recorde de participação de mercado desde o início da série histórica, na época com uma média de 1,49% de share, porcentagem do total de ouvintes da praça. A emissora mantém uma curva contínua de crescimento: os anos de 2023, 2024 e 2025 concentram três das quatro melhores performances da rádio nos últimos 15 anos, com participações de 1,36%, 1,42% e 1,49%, respectivamente.
No primeiro bimestre de 2026, no período das 7h às 19h, a rádio registrou 4.263 ouvintes por minuto (OPM) em janeiro e 4.153 em fevereiro. Esse desempenho também é histórico, sendo o maior patamar de audiência média por minuto desde abril de 2020.
“Os números confirmam o fortalecimento da programação da emissora, reconhecida pela curadoria musical voltada à música brasileira, pela programação cultural e por conteúdos de qualidade, além de transmissões especiais e projetos dedicados à valorização da produção artística nacional”, diz Thiago Regotto, Gerente-Executivo de Rádios da EBC.
“Esse resultado mostra que a rádio pública tem um papel fundamental na promoção da cultura brasileira e no acesso da população a conteúdos de qualidade. O crescimento da audiência da Rádio Nacional FM em Brasília demonstra que a aposta em uma programação musical qualificada, diversa e comprometida com a valorização da nossa música tem encontrado cada vez mais ouvintes”, avalia a diretora de Conteúdo e Programação (Dicop) da EBC, Antonia Pellegrino.
O VII Congresso da Associação de Cronistas Esportivos do Brasil (ACEB) foi realizado nesta sexta-feira (13 de março), no auditório da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), em Porto Alegre. O encontro reuniu presidentes ou representantes das 18 associações estaduais filiadas, além de convidados, para discutir pautas estratégicas do jornalismo esportivo.
Organizado pela ACEB com apoio da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (ACEG), o congresso abordou temas como a relação entre entidades do futebol e a imprensa, o credenciamento de profissionais da mídia e a aplicação da Lei Geral do Esporte.
Durante o evento, o diretor de Comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Fábio Seixas, apresentou o tema “Os novos rumos das relações entre a CBF e a imprensa”, sob a visão do presidente da entidade, Samir Xaud.
Representantes da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) também participaram do congresso. O Coordenador de Relações com a Imprensa da entidade, Ariel Ramirez, e o assessor de imprensa da Conmebol no Brasil, Roberto Falcão, falaram sobre a relação da entidade continental com a imprensa esportiva e os avanços da entidade no processo de credenciamento.
Outro assunto debatido foi a Lei Geral do Esporte, com destaque para o artigo 212, que trata do credenciamento de cronistas esportivos. Diz o texto da Lei:
“Art. 212. Os profissionais credenciados pelas associações de cronistas esportivos, quando em serviço, têm acesso a praças, estádios, arenas e ginásios esportivos em todo o território nacional, assegurando-se a eles ocupar, pelo menos, 80% (oitenta por cento) dos locais reservados à imprensa pelas respectivas organizações que administram e regulam a modalidade.
“Parágrafo único: os demais credenciamentos deverão ser disponibilizados a profissionais do jornalismo esportivo que estejam vinculados a veículos de rádio, TV e jornalismo impresso e digital dedicados à comunicação esportiva”.
CBF estuda limitar presença de influenciadores digitais à beira do campo de jogo, após debate com cronistas esportivos.
Um dos pontos sensíveis levado a debates no congresso foi a presença crescente de influenciadores digitais no gramado durante partidas de futebol, numa realidade em que os repórteres tradicionais de rádio e televisão sofrem grandes restrições.
A CBF estuda estabelecer novas regras para esse tipo de acesso após críticas de presidentes de associações de cronistas esportivos de todo o Brasil, que apontaram excesso de pessoas não credenciadas em áreas destinadas à imprensa. Fábio Seixas afirmou que a entidade reconhece a preocupação dos profissionais da cobertura esportiva.
Segundo ele, em alguns jogos foi possível observar muitos influenciadores dentro de campo, inclusive em estádios importantes do país, como o Maracanã.
“Vimos um grande número de influenciadores no gramado do Maracanã e em outros estádios. Entendemos a importância dos patrocinadores e das ações de marketing, mas a CBF tem regras rígidas para permitir a entrada de fotógrafos no campo. Precisamos garantir que o trabalho da imprensa não seja prejudicado”, afirmou.
Entre as medidas discutidas está a limitação deste número de influenciadores digitais no gramado, permitindo no máximo dez por partida, sendo cinco posicionados atrás de cada gol. Os nomes deverão ser informados previamente para análise da entidade, que pretende avaliar critérios como relevância, vínculo com ações oficiais e impacto de mídia antes de autorizar o acesso.
Credenciamento e acesso da imprensa
O vice-presidente da Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (ACERJ) e diretor da ACEB, jornalista Eraldo Leite, lembrou que já ocorreram reuniões com o setor de comunicação da CBF para discutir o tema.
Segundo ele, uma das principais preocupações é evitar que pessoas sem vínculo com veículos de comunicação, interessadas apenas em produzir conteúdo para suas redes sociais, ocupem espaços destinados ao trabalho jornalístico.
“Tivemos boas reuniões com a comunicação da CBF e levamos nossa preocupação com a presença de pessoas não capacitadas para exercer o jornalismo nos estádios. Queremos alinhar uma forma mais eficaz de filtrar a lista da imprensa que irá trabalhar nos jogos”, explicou.
Uma sugestão apresentada pelos jornalistas e prontamente aceita por Fábio Seixas é que as associações de imprensa encaminhem à CBF a lista sempre atualizada de profissionais registrados em seus quadros, ajudando a diferenciar jornalistas credenciados de criadores de conteúdo presentes apenas em ações promocionais.
Durante o congresso também foram discutidas propostas para ampliar o acesso da imprensa aos clubes e à seleção brasileira, como a abertura de um treino semanal para jornalistas e a retomada de coletivas de imprensa regulares, e efetivação da zona mista antes e depois dos jogos, prática adotada nas competições promovidas pela Fifa e pela Conmebol.
A expectativa é que essas mudanças possam ser incluídas no próximo Manual de Competições da CBF, com regras mais claras para credenciamento e acesso às áreas restritas dos estádios.
Conmebol também discute o tema
O Coordenador de Relações com a Imprensa da Conmebol, Ariel Ramirez, afirmou que a entidade também enfrenta situações semelhantes em suas competições.
Segundo ele, um influenciador chegou a ser suspenso após se comportar como torcedor durante um jogo do Flamengo.
“Tem gente que vai aos jogos por meio de promoções comerciais e já tivemos algumas situações problemáticas nesse sentido”, afirmou.
Ramírez diz que ainda é preciso aperfeiçoar a relação de confiança com os jornalistas, devendo existir respeito de parte a parte. E apresentou um dado que mostra que as críticas da imprensa brasileira à Conmebol caíram de 45% para 2.5% em 4 anos. Isso tem a ver com a designação de um jornalista brasileiro integrando a comunicação da Conmebol, hoje o experiente jornalista Roberto Falcão.
Seguindo o que já tinha sido criado pela Fifa, a entidade constituiu o seu “Media Hub Conmebol” que facilita o cadastramento dos jornalistas na hora de credenciamento para os jogos de futebol (“mediahub.conmebol.com). Neste quesito Ariel Ramírez ressaltou a importância do jornalista estar associado à entidade nacional do Brasil: “Ter a carteira ACEB é garantia de que ele é jornalista e pode ser credenciado pela Conmebol”, disse ele.
Eraldo Leite defendeu que CBF, Conmebol e associações de cronistas esportivos trabalhem em conjunto para padronizar o credenciamento no futebol brasileiro.
“Seria importante um trabalho conjunto para garantir que somente jornalistas participem das coberturas jornalísticas”, disse.
Fábio Seixas afirmou que as sugestões serão analisadas pela entidade.
“Vamos avaliar a melhor forma de melhorar esse trabalho e tentar padronizar o credenciamento em todo o Brasil”, concluiu.
Presidente da ACEG, Rogério Amaral, presidirá a ACEB no biênio 2026-2027, sucedendo a gestão de Erick Castelhero, que presidiu a entidade nos últimos quatro anos.
Neste sábado (14 de março), ocorreu na sede Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (ACEG), em Porto Alegre, a Assembleia Ordinária da Associação de Cronistas Esportivos do Brasil (ACEB). A reunião fez parte do VII Congresso da entidade nacional. Os representantes das associações filiadas de todo o país se reuniram para apreciar as contas do período 2024-2025, e para eleger a nova diretoria para o biênio 2026-2027.
O presidente da ACEG, Rogério Amaral, é um comunicador com larga atuação no jornalismo esportivo, acumulando experiências em importantes emissoras de rádio e televisão do Rio Grande do Sul e do Brasil. Atualmente é comentarista na Rádio Guaíba e na Rede RS, em Porto Alegre.
A nova direção da ACEB é composta pelos seguintes integrantes:
A Rádio Bandeirantes anuncia a chegada de Ana Martins ao seu time esportivo. A jornalista estreia neste sábado (14), às 17h, no programa Concentração, passando a integrar também as transmissões e atrações semanais, fortalecendo a presença feminina na emissora.
A comentarista retorna ao Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde já atuou pela Nativa FM. “Minha família sempre respirou esporte na Bandeirantes e vivi isso desde a infância. Estar aqui é um presente especial, ainda mais em ano de Copa do Mundo Fifa. É uma honra estar ao lado de profissionais que são referência e entregam um trabalho de credibilidade e respeito ao ouvinte”, celebra.
Com 28 anos de carreira, a locutora irá reforçar a cobertura do mundial de futebol e de outras grandes competições nacionais e internacionais.
Morreu nesta quinta (12) o humorista e radialista Nelson Tatá Alexandre. com passagem por emissoras de rádio como Jovem Pan, Globo, Excelsior e Bandeirantes, e televisão como Gazeta, Record e Bandeirantes. Rodney Brocanelli relembra a passagem dele por programas que fizeram sucesso no rádio e na televisão como Balancê e Perdidos na Noite. Rodney Brocanelli relembra a passagem dele por programas que fizeram sucesso nos dois veículos como Balancê e Perdidos na Noite.
Preciosidades do repertório popular de autoria de compositores praticamente desconhecidos inspiram a nova série inédita da Rádio MEC sob o comando de Ruy Castro. Em cinco edições de uma hora, o escritor revela a história de sucessos do cancioneiro nacional e associa as obras aos compositores desses títulos na produção “De quem é a música?” que estreia neste domingo, dia 15 de março, às 22h.
Cada um dos episódios é dedicado a um grande ícone brasileiro, autor de inúmeras canções, mas cujo nome nem todos reconhecem. A sequência de programas destaca a trajetória de personalidades como o multimídia Haroldo Barbosa, o militar Luiz Antonio, o cronista Antonio Maria e os pianistas Alcyr Pires Vermelho e Newton Mendonça. Alguns deles viviam quase no anonimato e fizeram clássicos, seja em parceria com outro compositor ou de maneira solo.
Os compositores apresentados no seriado da emissora pública raramente são lembrados na memória afetiva. O especial intercala hits cuja letra ou música foi criada por esses artistas com relatos de Ruy Castro que assina “De quem é a música?” junto com Heloisa Seixas e Julia Romeu. O prefixo da série utiliza uma versão reduzida da canção “Samba de Orfeu”, de Antonio Maria e Luiz Bonfá.
“Sabe aquela música que você escuta e ela lhe é familiar – você já a ouviu muitas vezes – e, ao tentar se lembrar de quem é, não consegue identificar o autor? E a culpa não é sua. Nem de ninguém. Há compositores assim – muito menos conhecidos do que as canções que eles fizeram. E é sobre isso a nova série musical da Rádio MEC“, explica o imortal Ruy Castro sobre o conteúdo exclusivo da emissora.
Episódios
A atração resgata diversas marchas e sambas históricos. Na estreia, o programa sobre Haroldo Barbosa executa 16 composições do letrista que teve a obra interpretada pelo conjunto vocal Os Cariocas, além de nomes como Nora Ney, Miltinho, Elizeth Cardoso, Elza Soares, João Gilberto e João Donato, entre outros.
O repertório inicial do “De quem é a música?” inclui canções diversas como “Nossos Momentos”, “Meu nome é ninguém”, “Adeus, América”, “Bar da Noite”, “De Conversa em Conversa” e “Tango Valentino”. Cronista musical das boates, Haroldo era um mestre da bossa nova e do balanço.
Na temporada, a série contempla hits como a marchinha “Sassaricando” e os sambas de conteúdo social como “Lata d’água” e “Sapato de Pobre”, de Luiz Antonio. Os clássicos “Manhã de Carnaval”, “Se eu Morresse Amanhã” e “Ninguém me Ama” do jornalista Antonio Maria também têm espaço.
Entre as obras de Alcyr Pires Vermelho, destaque para “Tic-tac do meu coração”, “Canta Brasil”, “Dama das Camélias” e “Sandália de Prata”. Já as canções de Newton Mendonça reúnem parcerias com Tom Jobim como “Desafinado”, “Samba de uma nota só”, “Caminhos Cruzados”, “Discussão” e “Meditação”.
Plataformas
A nova produção original de Ruy Castro, Heloisa Seixas e Julia Romeu fica disponível em várias plataformas. Além de ouvir pelo dial, a audiência pode acompanhar “De quem é a música?” no app Rádios EBC e conferir a transmissão em streaming no site da emissora pública.
Como em todas as séries produzidas pelo trio para a Rádio MEC, a produção veiculada pela emissora pública traz sempre a gravação completa da obra utilizada como prefixo. A versão integral celebra a canção “Samba de Orfeu”, de Antonio Maria e Luiz Bonfá com a orquestra de Paul Desmond.
Serviço
De quem é a música? – Estreia – Domingo, dia 15/3, às 22h, na Rádio MEC