Neste vídeo, Rodney Brocanelli analisa os primeiros dias de cobertura da Copa do Mundo pelas emissoras de rádio brasileiras e ainda fez uma observação sobre a televisão.
Entre os destaques, Brocanelli ressaltou que a Rádio Bandeirantes reforçou sua equipe para o Mundial com profissionais da praça de Porto Alegre. Já a BandNews FM contou com jornalistas de Fortaleza para a transmissão de algumas partidas.
Na distribuição de conteúdo dentro do grupo, a Band FM retransmitiu o sinal da Rádio Bandeirantes durante o confronto entre Brasil e Marrocos. A Nativa FM, por sua vez, veiculou a transmissão da BandNews FM, repetindo a estratégia adotada durante a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
Outro ponto destacado foi a atuação da Rádio Z FM, definida como “a verdadeira rádio do esporte”. Além da cobertura da Copa do Mundo, a emissora também transmitiu o torneio de Roland Garros e as finais da NBA.
Não foi esquecida a transmissão alternativa realizada pela Rádio Guaíba, baseada nos comentários de seus profissionais durante as principais partidas da competição. Um esquema que foi usado pela Rádio Jovem Pan em 2002 e fez escola
O vídeo ainda levanta uma curiosidade envolvendo dois dos mais conhecidos narradores esportivos do país: Oscar Ulisses e Nilson Cesar. Até o momento, nenhum dos dois tem em seu currículo a narração de um título mundial da Seleção Brasileira, o que mantém a expectativa para as próximas edições do torneio.
Já no trecho dedicado à televisão, por volta dos 19 minutos e 13 segundos do vídeo, Brocanelli criticou a Band por informar que a Copa do Mundo de 1986 teria sido o primeiro Mundial transmitido pela emissora. Segundo ele, a afirmação desconsidera a cobertura realizada pela rede na Copa de 1978.
Rodney Brocanelli volta a falar sobre o fim da Eldorado destacando algumas coisas:
-André Gois lança site A Hora da Vitrola e manifesta estranhamento com o pedido de socorro da Eldorado em forma de comunicado lido em seu último dia no ar. -E por falar em comunicado, o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo explicou como foi a homologação trabalhista dos funcionários da Eldorado. -Dica: o mini webdoc de Felipe Tellis mostrando os últimos dias da emissora. -Enquanto uma Eldorado sai do ar, outra (a de Criciúma) comemora 80 anos de existência.
Morreu neste sábado (16) o narrador esportivo Milton Naves, um dos nomes históricos do futebol na Rádio Itatiaia, A causa da morte não foi divulgada até o momento da publicação deste texto. O velório acontece ainda hoje, entre 15h e 19h no Funeral House, na Avenida Afonso Pena, nº 2.158, em Belo Horizonte. Depois, seu corpo será cremado. Ele tinha 67 anos.
Naves nasceu em Ilicínea, mas logo depois mudou-se para Alfenas. Foi nesta cidade em que ele começou sua carreira, trabalhando na Rádio Cultura. Transferiu-se para a capital mineira, assumindo uma vaga na Rádio Cultura. Em 1980, ingressou na Itatiaia, onde trabalhou na Rádio Itatiaia. Nesta emissora, destacou-se pela apresentação de programas e cobertura de Copas do Mundo (só não esteve na cobertura do mundial do México, em 1986). Deixou a emissora em 2022.
Ouça abaixo sua narração para Brasil 2 x 0 México, partida válida pela Copa de 2018.
Da mesma Copa, Brasil 2 x 0 Costa Rica.
E ainda a desclassificação brasileira com a derrota para os belgas pelo placar de 2 a 1.
Ouça Brasil 3 x 1 Croácia, partida válida pela Copa do Mundo de 2014
Brasil x Chile, partida emocionante da Copa de 2014.
Um comunicado lido por Emanuel Bonfim por volta das 17h do dia 14 de maio marcou uma mudança de discurso do Grupo Estado em relação a um de seus ativos, a Rádio Eldorado. O texto explica que a emissora vai encerrar as suas atividades porque o atual dono da frequência dos 107,3Mhz, a Fundação Gamaro, decidiu encerrar uma parceria de 15 anos e fazer um acordo com outro grupo. A Bandeirantes não foi citada.
Em seguida, ele fez um breve histórico informando que a emissora não ficou parada e houve a busca de parceiros para a continuidade da Eldorado. No entanto, os valores praticados no mercado inviabilizaram por ora a continuidade das operações.
Segue a nota: “Evidentemente que o Grupo Estado não gostaria de encerrar as operações da Eldorado. O grupo tem plena consciência do valor da Eldorado para a comunicação, para a cultura, para a arte e para a democracia do país. Por isso, transmito aqui um recado muito importante ainda mais para você, melhor ouvinte que faz parte de uma comunidade tão forte e tão qualificada, que demonstrou nessas últimas amor absoluto pela Eldorado. Não queremos encerrar essa história aqui. Ela pode continuar”.
A partir daqui, o texto ganha um tom de um pedido de socorro ao mercado publicitário: “O Grupo Estado está em busca de marcas e parceiros que, juntos com a Eldorado, queiram fazer um investimento que permita essa tão sonhada migração de dial. Você pode então fazer parte dessa história e manter a Eldorado viva(…) Marcas, empresas e agências interessadas é só nos procurar. Podemos construir algo muito forte juntos e amparar milhares de ouvintes e agora ficam orfãos aqui da programação da Rádio Eldorado”.
O comunicado encerra dessa forma: “O Grupo Estado espera que hoje seja apenas um até logo porque a Eldorado vive”.
Obviamente, o teor é bem diferente do primeiro comunicado divulgado no dia 23 de abril em que o Grupo Estado culpa joga a culpa do encerramento da emissora no “crescimento acelerado das plataformas de streaming musical e a transformação no uso dos meios lineares”.
O Fim de Tarde, revista eletrônica da Eldorado FM, se despediu hoje de seus ouvintes. A última edição foi dedicada aos colunistas que estão ou já passaram pela atração. Eles tiveram a oportunidade de dividir experiências com os ouvintes.
Essa edição derradeira se justifica porque o dia de amanhã, 14 de maio, o derradeiro da emissora, está reservado para a programação musical, com As 100 mais da Eldorado, que vai das 13h às 20h. com locução ao vivo.
No encerramento Leandro Cacossi, um dos apresentadores ficou emocionado ao fazer um agradecimento a Emanuel Bonfim, que também é o diretor artístico da Eldorado. “O Fim de Tarde é uma virada na minha vida (…) carreguei esse programa como um filho nas últimas, todas 1898 edições com essa e…brigado. Não consigo falar mais nada”, disse. Ouça abaixo.
O Radioamantes Entrevista, novo projeto digital do Radioamantes e do canal Feras do Rádio no Youtube, estreia trazendo a palavra do jornalista Marcus Aurélio de Carvalho. Homem de rádio com passagens por Roquette Pinto, Tupi, CBN, Globo e MEC, hoje ele é gestor de comunicação da ONCB (Organização Nacional dos Cegos do Brasil). A organização tem como objetivo os direitos das pessoas cegas e com baixa visão e existe desde 2008 e atualmente tem uma parceria com a Uninove, dentro de um projeto de responsabilidade social.
Braço radiofônico da ONCB, a Rádio ONCB, cuidada por ele, conquistou o prêmio de rádio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) na subcategoria Grande Prêmio da Crítica em 2025. Segundo Marcus, foi um prêmio que “lavou a alma de toda a equipe de comunicação”, formada por 11 pessoas cegas e 4 com baixa visão. O jornalista fez questão de destacar a competência de sua equipe e lamenta o fato de não terem mais espaço no mundo corporativo: “gente talentosa que é desperdiçada pelo mercado de trabalho”, disse.
A Rádio ONCB já havia sido finalista do mesmo Prêmio APCA em 2020, e só agora que conseguiu conquistar o troféu.
A programação totalmente voltada para pessoas cegas e com baixa visão, tem uma programação musical de bom gosto. O jornalismo se faz presente em duas ocasiões: no Redação ONCB, que traz informações sobre acessibilidade e inclusão e o ONCB Informa, com o noticiário geral.
Outro programa, com alcance mais geral, é o De Olho na Inclusão, que pode ser acompanhado pelo YouTube (clique aqui para assistir uma das edições mais recentes).
Outra característica marcantes da emissora são os shows com audiodescrição. Durante a pandemia, a Rádio ONCB fez parcerias com alguns artistas que se apresentaram naquele período em vídeo, sem a presença de público e respeitando os cuidados sanitários da época. Além das músicas, o público da emissora teve como saber como os artistas estavam vestidos, como foi a movimetação de palco, entre outros aspectos, graças a narração de profissionais preparados para isso.
Alguns exemplos de shows foram os de Marília Mendonça, Bruno e Marrone, Paralamas do Sucesso e o que reuniu Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevendo. Não houve custos adicionais para os dois lados: os dos respectivos produtores e o da ONCB. Durante a conversa, o jornalista informou que essa foi a primeira iniciativa do gênero no mundo, documentada a partir de um trabalho acadêmico assinado por Ana Júlia Perotti.
Um dos projetos futuros da emissora é apresentar um passeio pelos pontos turísticos de São Paulo com audiodescrição. Reuniões estão programadas para definir se esse evento será ao vivo ou gravado para ser veiculado em drops durante a programação.
Durante a conversa, o jornalista informou que essa foi a primeira iniciativa do gênero no mundo
Carioca radicado em São Paulo há vários anos, Marcus diz que São Paulo é uma cidade referência no que diz respeito á acessibilidade. Ainda há muito a se avançar em alguns aspectos, em especial a empregabilidade. “São Paulo tem um longo caminho pela frente, mas o longo caminho das outras cidades ainda é bem mais longo”, disse.
A entrega do APCA
Marcus falou sua participação na cerimônia de entrega dos prêmios, realizada em 4 de maio último no palco do Teatro Sergio Cardoso, em São Paulo. Disse ter levado numa boa a participação dos personagens interativos, interpretados por Bárbara Salomé e Daniel Warren, que estavam no palco não apenas para entregar os troféus, mas, com suas intervenções, avisar de forma discreta que os discursos estavam se estendendo.
Durante a entrevista ao Radioamantes, o jornalista revelou que não costuma ler papel e que sempre fala de improviso. Como aquela era uma ocasião institucional, ele fez um texto previamente combinado com Beto Pereira, o presidente da ONCB. Eram duas laudas, com letras grandes, adaptação necessária para quem tem baixa visão, como é o caso de Marcus.
No entanto, um problema inesperado fez com que o papel fosse deixado de lado: a luz dos refletores gerou um clarão no papel onde o texto estava impresso. Não houve outro jeito a não ser improvisar.
Tirando essas dificuldades. Marcus esteve bastante a vontade na cerimônia. Reviu colegas, como Haisem Abaki, com quem quase trabalhou na Rádio Globo. Só não houve acerto porque não havia uma janela na programação da época para um perfil mais jornalístico, onde Haisem poderia se encaixar. Além disso, Marcus também reencontrou profissionais com quem trabalhou na EBC que subiram ao palco para devido a conquista do troféu pelo programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional, de São Paulo.
Além disso, sua esposa, Luciana, gerente de parcerias e novos negócios do Theatro Muncipal (SP) também esteve na premiação. Ela subiu ao palco para receber o troféu como melhor ópera, por uma adaptação de Porgy and Bess. Uma noite de pura alegria.
E a entrevista promete ainda uma segunda parte para falar muito mais de rádio e da passagem de Marcus Aurélio pela Rádio Globo. Aguardem.
Comandado por André Barcinski e veiculado pela Rádio Cultura Brasil, em 2025 o programa Dissonantes saiu do ar devido a uma mudança de diretoria. A revelação foi feita pelo próprio apresentador em uma live no YouTube. “Como em toda mudança de diretoria, eles (a nova diretoria) acabam com tudo o que a diretoria anterior fez”, disse Barcinski ao responder o questionamento de um internauta. “Impressionante, era o programa que dava mais audiência no horário da rádio”, afirmou.
Barcinski ainda disse que todos os programas que tinham menos de um ano (ou dois) no ar foram tirados da grade. Ele ainda declarou que houve uma promessa do tipo “depois a gente volta”, o que não aconteceu. “Eu adorava fazer, mas é impressionante como durou pouco tempo”, falou.
O programa Dissonantes marcou o retorno do jornalista André Barcinski ao rádio anos depois de sua experiência como um dos apresentadores do Garagem, que começou na Gazeta FM e marcou época na hoje extinta Brasil 2000 FM.
Este Radioamantes dedicou algumas linhas sobre o programa. Veja abaixo.
Veja abaixo o trecho em que Barcinski falou sobre o Dissionantes. Aproveite para também ver uma entrevista bem bacana com o músico Miguel Barella sobre o pós-punk.
Ribeiro Neto deixou o Grupo Bandeirantes, de Porto Alegre. O anúncio oficial aconteceu durante a edição local do Manhã Bandeirantes nesta quinta (30). Desta vez, foi ele mesmo que pediu para sair colocando fim a uma passagem de cinco anos. Em 2018, foi a própria Bandeirantes que encerrou o vínculo, iniciado em 1995. Ribeiro participava da versão de Os Donos da Bola no rádio. O futuro do profissional ainda não é conhecido, mas a se julgar pela mensagem deixada no Instagram, ele deverá se encaixar em algum projeto digital. Façam suas apostas.
A Rádio Guaíba comemorou nesta quinta (30) 69 anos no ar. A efeméride foi amplamente comemorada no ar e o Ganhando o Jogo, principal programa futebolístico da emissora, veiculou mensagens gravadas por grandes personalidades da comunicação esportiva, entre eles Cleber Machado (tudo em casa, uma vez que ele é narrador da TV Record, praticamente do mesmo grupo), Mílton Jung (âncora da CBN, que iniciou sua carreira na emissora porto-alegrense como Milton Júnior) e Oscar Ulisses (narrador titular da CBN).Veja abaixo.
A Vip FM fez sua primeira manifestação oficial acerca de seu futuro desde que começaram as notícias relacionadas as grandes mudanças do dial na Grande São Paulo. Uma postagem no Instagram reconheceu a importância da parceria com a Radio Bandeirantes desde 1999 informa que uma nova programação está sendo desenhada e novos colaboradores estão chegando. Em paralelo, ouvintes organizam evento no vão livre do Masp, programado para o próximo dia 3 de maio pela Eldorado FM. Saiba mais no vídeo abaixo, com Rodney Brocanelli.
A Rádio Eldorado ocupa, há décadas, um lugar singular na vida cultural de São Paulo. Referência em curadoria musical, jornalismo e programação de qualidade, tornou-se um patrimônio afetivo e intelectual de gerações de ouvintes, contribuindo de forma decisiva para a formação de repertório, a difusão de artistas e o fortalecimento da cena cultural da cidade.
Nos últimos anos, sobretudo após a pandemia, entretanto, observamos mudanças profundas nos hábitos de consumo de áudio. O crescimento acelerado das plataformas de streaming musical e a transformação no uso dos meios lineares têm impactado de forma estrutural o papel das rádios FM tradicionais.
Atento a essas tendências, o Estadão vem revendo sua estratégia no segmento de áudio. Em função do término da parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM, a operação de radiodifusão da Eldorado será encerrada no próximo dia 15 de maio.
Essa decisão se insere em um movimento mais amplo de reposicionamento estratégico do Estadão, que vem ampliando de forma consistente sua presença digital. Nos últimos dois anos, a companhia intensificou sua produção audiovisual, por exemplo, com a contratação de 14 colunistas com atuação multiplataforma, responsáveis por conteúdos em texto e vídeo. Esse esforço permitiu expandir de maneira significativa a presença do Estadão em suas plataformas próprias — site e aplicativo —, bem como em redes sociais e canais de vídeo.
A aquisição da NZN, em outubro de 2025, reforçou essa trajetória. Os ativos digitais do TecMundo ampliaram a capacidade de distribuição e produção audiovisual, enquanto a sede da empresa foi convertida em um hub de criação na região de Higienópolis — a “Blue House” — dedicado ao desenvolvimento de novos formatos e linguagens.
O encerramento da operação de radiodifusão da Eldorado não representa o fim de sua marca. A Eldorado seguirá presente em projetos especiais e eventos, preservando seu papel como referência cultural. Alguns de seus principais programas, incluindo iniciativas como Som a Pino e Clube do Livro, serão redesenhados e adaptados para novos formatos, com ênfase em vídeo e distribuição digital. Esta transição permitirá ao Estadão oferecer aos seus parceiros comerciais formatos mais segmentados, mensuráveis e aderentes aos novos hábitos de consumo de conteúdo.
O Estadão expressa seu profundo reconhecimento a todos os profissionais que construíram a história da Rádio Eldorado, bem como aos ouvintes que, ao longo dos anos, fizeram dela um espaço de encontro, descoberta e valorização da música de qualidade.
O Grupo Bandeirantes de Comunicação expandiu sua operação no interior paulista com a estreia da Play FM, em Campinas, na ultima quinta-feira (9). A emissora contará com uma programação adulto-contemporânea, combinando repertório musical refinado e produção de alto nível.
Dedicada aos grandes sucessos dos anos 70, 80 e 90, a frequência 99,7 MHz prioriza a excelência sonora e o rigor informativo. O dial trará ainda um time de colunistas que irá mergulhar em temas cotidianos, como qualidade de vida, saúde mental, lifestyle, vinhos e viagens.
A iniciativa ocupa um espaço estratégico no mercado local. “O projeto preenche uma lacuna no segmento qualificado que não possuímos na cidade. Agora, com a Band FM, Nativa, Rádio Bandeirantes, Educadora e Play, conseguimos oferecer opções para todos os perfis de audiência”, destaca Rodolpho Neves, diretor-executivo da Band Campinas.
Amanda Andrade, diretora-geral de Rádios do Grupo Bandeirantes de Comunicação, ressalta como a novidade incrementa o portfólio do conglomerado de mídia. “Essa chegada fortalece a presença da rede em diversas frentes de atuação. Com uma proposta premium e conteúdo cuidadosamente curado, ampliamos nossa capacidade de conectar a marca a diferentes públicos, com consistência, alcance e valor”, afirma a executiva.
Com abrangência em 62 municípios, a nova estação somará mais de 5 milhões de ouvintes potenciais na área de cobertura.
Luana Pistore e Amanda Costa/Crédito: Mayara Nascimento
Em reunião virtual, por videoconferência, tomou posse no primeiro dia do mês de abril a nova diretoria da Associação de Cronistas Esportivos do Brasil – ACEB – para o mandato de dois anos. O novo presidente Rogério Amaral, do Rio Grande do Sul dirige a Entidade até 31 de março de 2028, com direito a uma reeleição.
Na sua apresentação Rogério Amaral agradeceu a confiança dos presidentes das dezoito associações estaduais filiadas à ACEB e prometeu todo o empenho junto à CBF e Conmebol para fazer valerem os direitos dos cronistas esportivos, direitos esses expressos na Lei Geral do Esporte, artigo 212, que garante às Associações credenciar pelo menos 80% dos cronistas esportivos nas competições em todo o território nacional.
A nova Diretoria da ACEB tem a seguinte composição:
Presidência: Presidente Rogério Amaral (ACEG-RS)
1º Vice-presidente Eduardo José Cavalcanti Monteiro de Paula (ACLEA-AM)
2º Vice- presidente Adaelson Vilela da Silva (ACEA-AL)
Diretoria ACEB: Martha Maria Ferreira Esteves (ACERJ-RJ) Diretora Secretária
Eraldo Luís T. B. Leite (ACERJ-RJ) Diretor Financeiro
Greyson Assunção (ACEP-PR) Dir. de Assuntos Nacionais MKT e Credenciamento
José Odoraldo (José Aldo) Medeiros Pinheiro (ACEG-RS) Diretor de Assuntos Internacionais
Conselho Fiscal: Luiz Ademar Campos Júnior (ACEESP-SP) Ivanildo Leandro dos Santos (AMCE-MG) Gesiel Lopes da Silva (ACLEP-PA)
Suplentes: Wpresley Jorge de Sousa (ACETO-TO) Bruno Cabral (ACDP-PE) Édson da Silva Marinho Júnior (ABCD-BA)
A Associação de Cronistas Esportivos do Brasil (ACEB) realizará, entre os dias 12 e 15 de março, em Porto Alegre, o 7º Congresso Nacional da entidade. O encontro reunirá representantes das associações filiadas de todo o país e convidados especiais para debater pautas estratégicas da categoria.
O evento terá como sedes a Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (ACEG) e a Federação Gaúcha de Futebol (FGF), consolidando o protagonismo do Rio Grande do Sul no fortalecimento institucional do jornalismo esportivo brasileiro.
Durante o encontro, os integrantes da diretoria irão participar do processo eleitoral da administração para o biênio 2026-2027. O congresso promoverá debates sobre os desafios contemporâneos da profissão, a valorização do exercício ético do jornalismo esportivo, inovação tecnológica na cobertura esportiva e estratégias de integração entre as entidades estaduais.