Por Rodney Brocanelli
Nessa semana, o site Laboratório Pop destacou a demissão de Bruno Levinson, que estava ocupando o cargo de gerente artístico da Rádio MPB FM, do Rio de Janeiro. O motivo? Uma entrevista dele ao jornal O Globo. Nela, Levinson disse, entre outras coisas, que não havia mais jabá na emissora. Informou também que todas as propostas do “pagar para tocar” vinham sendo sistematicamente recusadas. “A matéria foi linda, mas incomodou a vaidade da dona da rádio”, escreveu Levinson em seu perfil no Twitter.
Para ler a nota do site Laboratório Pop, clique aqui.
E aqui, a reprodução da reportagem publicada em O Globo.
Independente da veracidade do conteúdo da entrevista dada ao Jornal O Globo, o fato (triste) que constatamos no meio Rádio é que o JABÁ foi literalmente institucionalizado. Já me contaram que tem Rádio até com Tabela de Preços. Lamentável!!! Estou no meio desde 1969. Fazia programação para mais de 100 emissoras AM/FM em todo o Brasil. Imaginem como eu era paparicado. Recebi inúmeras ofertas em $$ para tocar isso ou aquilo. Mas na REDE L&C de Emissoras nós mantínhamos o profissionalismo com Pesquisas de Opinião Pública (ouvintes de todo o Brasil) e nossa avaliação. De lá pra cá, muita gente cedeu ao “jabá”. As grandes emissoras inclusive. São raras as exceções. Por tudo isso, criamos a nossa própria Rádio Web CLASS FM. E como resultado desse profissionalismo e seriedade (repudiamos o jabá) somos ouvidos em todo o Brasil e em mais 85 PAÍSES em todo o mundo – veja aqui: http://classfm.com.br/class_no_mundo.html .
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