Informações sobre Wilson de Freitas

por Edemar Annuseck

Uma das figuras mais expressivas do rádio e da televisão brasileira está hospitalizado desde Novembro de 2010. Vítima de um AVC, Wilson de Freitas, o moço de Taquaritinga se recupera com o carinho da esposa Laura e de seus familiares. Wilson de Freitas e eu sempre tivemos um ótimo relacionamento, embora nunca tivéssemos trabalhado no mesmo prefixo. Foi integrante da Famosa Equipe 1040 comandada por Milton Camargo que tinha entre outros Haroldo Fernandes (estufou os cordéis da meta de Gylmar, deu de taquito), Alfredo Orlando (manda pro centro Ado), Wilson de Freitas, Mário Garcia (essa não deu Leão), Antonio Rangel (narradores), Ávila Machado, Milton Camargo, Cícero Motta, Vitor Moran (tem tatu na meta de Mão de Onça), José Góes (comentaristas), Lucas Neto, Juarez Soares, Otávio Pimentel, Marco Antonio, Oswaldo Mesquita (repórteres), Manoel Ramos, José Roberto Ramos, José Ribeiro (Plantão) e Antonio Eurico (Coordenação). Tempos maravilhosos do futebol pelo rádio nos anos 60. Ao microfone da Tupi, Wilson de Freitas dizia “tem gente mexendo no placar do Pacaembu”. Era um dos seus bordões na transmissão, após a marcação de um gol.

Quem éWilson de Freitas ou melhor Dr. Wilson de Freitas formado em Odontologia em 1965 é natural de Taquaritinga onde deu os primeiros passos no rádio. Começou narrando na Rádio Imperial. Já em 1957 a convite de Pedro Luiz Paolielo veio trabalhar na Rádio Bandeirantes. Depois passou pela PRA-7 de Ribeirão (onde estudou Odontologia), Cultura de Araraquara e na famosa equipe 1040 comandada por Pedro Luiz e mais tarde por Milton Camargo. Wilson de Freitas trabalhou também nas tevês Gazeta, Cultura, Sportv e Rede Vida.

Em recuperação

Wilson de Freitas ainda não tem data para deixar o Hospital Paulistano onde se encontra internado. Aproveito para agradecer a dona Laura, sua esposa, pela atenção e com a qual falei muito sobre a passagem de Wilson de Freitas no rádio e na televisão. Oro a DEUS que você se restabeleça logo meu caro Wilson de Freitas para alegria de todos os seus familiares e amigos.

Comentário: Eu já tive oportunidade de ver Wilson de Freitas em ação. Em 1983, a cabine da Rádio Bandeirantes ficava bem no meio das numeradas cobertas. A da Jovem Pan também. Os mais antigos devem lembrar disso. No final daquele ano, fui assistir, levado pelo meu pai, a uma final de Copa São Paulo de Futebol Junior, a popular copinha. Jogavam Atlético-MG e Botafogo-RP. Wilson de Freitas estava lá, transmitindo essa partida pela Bandeirantes. Eu e meu pai sentamos lá perto. Eu não sabia se olhava para o jogo ou se ficava prestando atenção no jeito em que Wilson narrava os lances. (Rodney Brocanelli)

Por que as emissoras de rádio tem a mesma cara?

por Antonio Edson

Se existe uma coisa que faço diariamente é ouvir rádio. Isso desde criança. Gosto de ouvir emissoras AMs e FMs da capital e do interior. Mas atualmente está difícil ser ouvinte.
Todas as emissoras são iguais de manhã tarde e noite. São cópias fieis e o que muda são apenas os nomes dos programas. Os roteiros são os mesmos: “Carta do ouvinte”, Hora do Amor”, “Show da manhã”, Hora da Meditação”, “Especial Sertanejo”, “As 3 mais pedidas”, ”Programa do Zezão”, “Roberto Carlos em Desfile”,” A receita do Dia”, “ Clube do Ouvinte”, etc. etc. etc.
Será que não está na hora de começar a exigir coisa melhor e até criar um PROCON para defender os interesses dos ouvintes?
Salvo raras exceções de rádios musicais e as emissoras jornalísticas, todas as outras  tem a mesma cara.
Parece que não existe qualquer compromisso com a cultura, com a formação intelectual da população. As músicas são sempre as mesmas, (porque só quem paga tem sua música no ar) e os ouvintes que participam por telefone também são sempre os mesmos.

DETALHE: Vovó Donalda disse que há bons profissionais no mercado, mas os empresários de radiodifusão não investem na qualidade e valorização de seus funcionários, principalmente no interior.

Os leitores comentam

Luis Daniel no post: Algumas vinhetas da Rádio Bandeirantes 

Oi, Rodney
Me tornei fã da Rádio Bandeirantes em 2001, quando passou a retransmitir em rede aqui em São José dos Campos de seus jornais. Mas pricipalmente em 2005, ao ter praticamente a programação local praticamente como espelho da de São Paulo.

Dois registros: nas transmissões locais de futebol, o pós-jogo ainda é o “Jogo Aberto”, com essa mesma vinheta disponibilizada peelo Edu. Ao Emilio, se quiser matar as saudade de Haisem Abaki, convido-les para acompanhar o “Jornal Gente” da RB de São José dos Campos, das 8:30 às 10h de segunda a sexta, onde ele é apsentador ao lado de Cláudio Nicolini. O site é http://www.radiobandeirantes1120.com.br/ Além de apresentar, ele é o chefe de jornalismo das rádios do grupo Bandvale.

Até mais…

Silvia Coli Nogueira em Alexandre Machado comanda novo jornalístico na Rádio Cultura FM

Queria registrar minha insatisfação pelo novo programa da Radio Cultura, “Começando o Dia”, conduzido pelo jornalista Alexandre Machado, que vai ao ar das 8:00h as 9:00h da manhã. Sou amante da musica clássica, e sempre ouço a radio cultura, pois é a única rádio onde podemos ouvir este tipo de música. No entanto, o programa acima citado, destoa dos demais programas da radio, pois trata-se na verdade, de um programa de noticias e entrevistas, que deixa de lado a veiculação da música clássica. Em um período de 30 minutos, por exemplo, que é o tempo de duração do meu percurso matinal ao trabalho, consigo ouvir apenas 2 peças curtas, pois o resto do tempo é tomado pelas entrevistas e noticias. Observo que também aprecio os programas informativos, e que o jornalista Alexandre Machado é um ótimo profissional desta área. Minha insatisfação, no entanto, reside no fato de que acredito que outros canais de radio e TV são espaços adequados para este formato de programa, mas não a Radio Cultura, que como dito acima, é a única radio que se destina à música erudita. Gostaria assim de pedir, uma reavaliação do “Começando o Dia”, com maior veiculação de música e menos de noticia, pois do contrário, serei obrigada a ouvir meus CDs durante meu trajeto para o trabalho.

Milton Neves, o DJ desastrado

Por Rodney Brocanelli

Em mais um Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes, Milton Neves apronta uma das suas e prova que é um DJ muito desastrado. Ele anunciou uma cantora, a quem ele aponta ser uma nova Elis Regina. Logo de cara, ao anunciar a duração da faixa, ele manda um “4 minutos e 25 centavos”. Mauro Beting não perdoou. Já com a faixa em andamento, o vocal não entra, para constrangimento de Milton e chacotas de Mauro e PH Dragani. Muito tempo depois, ele, com o auxílio do mesmo Mauro, descobre que a faixa é instrumental, para gagalhadas de todos os que estavam no estúdio. Só depois, na faixa seguinte é que se pode ouvir a voz da moça. Ouça no player abaixo.

Sons de mais um Gre-nal

Por Rodney Brocanelli

Disseram que esse seria o “Gre-nal da depressão”, depois da dupla desclassificação na Copa Libertadores. Mas, ao contrário do que se esperava, a partida foi animada e teve cinco gols. O Grêmio venceu essa que é a primeira partida da final do Gauchão 2011 em pleno Beira Rio. Placar final: 3 a 2. Deixo aqui os regitros de dois camaradas craques na narração esportiva do Rio Grande do Sul. Ouça abaixo.

Daniel Oliveira, da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre

Marcos Couto, da Rádio ABC 900, de Novo Hamburgo

José Silvério e equipe explicam expulsão do jogador Roger

Por Rodney Brocanelli

Durante a jornada esportiva de São Paulo x Avaí, na última quarta-feira, José Silvério e equipe da Rádio Bandeirantes explicaram o motivo pelo qual o jogador Roger, do Cruzeiro, foi expulso da partida contra o Once Caldas, deixando sua equipe na mão. Ouça no player abaixo. Silvério, mais uma vez, teve de se segurar para não rir descontroladamente.

Nando Gross inicia o debate sobre o rádio esportivo

 Comentário: Para quem não sabe, Nando Gross é atualmente comentarista da Rádio Gaúcha, de Porto Alegre.  Com relação ao que ele disse, concordo plenamente. O rádio esportivo precisa reciclar sua linguagem ainda mais que a concorrência aumenta cada vez mais. Antes, existia a vantagem da portabilidade. Hoje, já existem televisões portáteis (acoplados ao celular ou não) e, em dias de jogos, tenho visto muita gente dentro do ônibus com seus aparelinhos tentando driblar os problemas de sinal, que ainda existem, para acompanhar seu time de coração.

No entanto, vejo um problema. Não será fácil convencer os narradores a abrir mão do protagonismo na jornada esportiva, pelo menos enquanto a bola rolar. De qualquer forma, é um debate que precisa acontecer e Nando sai na frente ao iniciá-lo (Rodney Brocanelli).

Willians Lima , repórter que chorou por causa do Paraná, frila para a Jovem Pan

Por Rodney Brocanelli

O repórter Willians Lima, da Rádio Banda B, de Curitiba, que ficou famoso pelo choro quando foi dar a escalação do hoje rebaixado Paraná Clube (saiba mais aqui), fez um free lance para a Rádio Jovem Pan reportando a já histórica partida entre Coritiba x Palmeiras. Desta vez, ele não derramou nenhuma lágrima, mas bem que poderia: o futebol palmeirense foi de amargar.

Quase, hein Milton Neves…

Durante o Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes, no dia 05 de maio, Milton Neves quase errou o nome da emissora onde trabalha. Ouça no player abaixo.

Jovem Pan AM migrando para o FM?

por Flávio Ricco

Possibilidade
Toda a programação da rádio Jovem Pan AM, segundo entendimentos de bastidores, muito em breve será transmitida também pela sua emissora de FM, em São Paulo.

Medida que atenderá, ao mesmo tempo, ouvintes e o mercado publicitário.