Por Rodney Brocanelli
Algo que tem chamado a atenção em torno do recente noticiário sobre a Super Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, é que nenhum grande jornal de circulação nacional ou portal de internet tem dado espaço ao movimento grevista ou mesmo ao provável futuro comprador da emissora.
Nem mesmo o surgimento do nome de Paulo Masci de Abreu, apontado por muitos como o novo dono da Tupi, sensibilizou os grandes veículos. E notem que volta e meia o nome de Abreu aparece no noticiário, seja as voltas com problemas jurídicos envolvendo suas emissoras na grande São Paulo ou como um braço amigo a dar um emprego a uma das personalidades políticas mais controversas dos últimos anos.
Como diria (ou escreveria) Joelmir Beting, é algo para pensar na cama.
