Mooca ganha parque de 21 mil m² e faz homenagem a Fiori Gigliotti

Da Aceesp:

Os 75 mil habitantes da Mooca, um dos mais tradicionais bairros de São Paulo, vão, finalmente, realizar o sonho de ter sua própria área verde. Será inaugurado no próximo dia 13 de setembro, às 11h, o Parque Sabesp Mooca “Radialista Fiori Gigliotti”, um espaço público de 21,2 mil m² localizado no coração do bairro, na Avenida Paes de Barros, 2.107, entre as ruas Sebastião Preto e Terenas.

Para Fabio Lepique, presidente do Conselho do novo Parque, a inauguração é motivo de felicidade dupla para os mooquenses. “É a realização de um sonho antigo dos moradores da Mooca e também uma oportunidade muito feliz de homenagearmos o radialista Fiori Gigliotti, que foi morador de nosso bairro e é reconhecido como uma das vozes mais importantes da história do rádio.”

A homenagem faz Justiça a um nome ligado à paixão pelo bairro, a cidade e o esporte. Fiori Gigliotti, narrador dos momentos mais emocionantes do futebol ao longo de mais de cinco décadas, morou na Mooca por 12 anos, logo após sua chegada a São Paulo. Seu apartamento ficava na própria Avenida Paes de Barros, próximo à esquina com a Rua Jumana, a cinco quadras do parque que agora leva seu nome.

Fiori nasceu em Barra Bonita, em 27 de setembro de 1928, e faleceu em São Paulo, no dia 8 de junho de 2006. Começou sua carreira em 1947, na Rádio Clube de Lins (SP). Trabalhou também na Rádio Cultura de Araçatuba (SP), Rádio Bandeirantes, Rádio Panamericana (atual Jovem Pan), Rádio Tupi, Rádio Record e Rádio Capital de São Paulo. Só na Bandeirantes, foram quatro décadas de transmissões. Recebeu cerca de duzentos títulos de cidadão honorário e participou da cobertura de dez copas do mundo.

Deixou marcadas expressões famosas, que até hoje permanecem na memória dos amantes do futebol, como: “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”, “E o tempo passa.”, “Tenta passar, mas não passa!”, “Aguenta coração!”, “Crepúsculo de jogo”, “Agora não adianta chorar”, “É fogo, torcida brasileira”, “Uma Beleeeeza de Gol!” e “Um beijo no seu coração”.

O Parque

O Parque Sabesp Mooca “Radialista Fiori Gigliotti” está sendo construído na área do maior reservatório da América Latina, conhecida como a “Torre da Caixa D’Água”, na Avenida Paes de Barros. No local, serão expostas peças do acervo do radialista, que estão sendo catalogadas no Clube Atlético Juventus. Segundo o presidente do clube, Rodolfo Cetertick, “são verdadeiras relíquias da história das transmissões esportivas por rádio, que estão sendo catalogadas pela equipe do Juventus para estarem à disposição dos frequentadores do Parque”.

Os moradores da Mooca ganharão um espaço construído com os mais modernos equipamentos e tecnologias. Seus frequentadores terão acesso a:

206 novas árvores (50 de pequeno porte nas calçadas e 156 dentro do parque);
cerca de três mil novos arbustos e trepadeiras;
rotas acessíveis;
playground;
ecoposto para coleta seletiva;
programação de atividades para a Terceira Idade;
bicicletário;
utilização de equipamentos e estrutura sustentáveis;
variadas atividades esportivas e culturais;
espelho d’água;
rampa acessível;
restauração de instalações erguidas no início do século passado, que passarão a oferecer exposição permanente sobre saneamento (para informação e conscientização da população).

Serviço:

Inauguração do Parque Sabesp Mooca “Radialista Fiori Gigliotti”

Quando: dia 13 de setembro (sábado), às 11h

Local: Avenida Paes de Barros, 2.107 – entre as ruas Sebastião Preto e Terenas

fiori

Transamérica apoia o Jovem Festival 2014

A Transamérica POP, que apoia importantes iniciativas voltados para o público jovem, é a rádio oficial do 13º Prêmio Jovem Brasileiro, a maior premiação desse segmento do mundo, que acontece no dia 11 de novembro. Antes disso, no próximo dia 21, o PJB vai realizar o Jovem Festival 2014, evento que tem como objetivo fomentar ações artísticas, esportivas e culturais. 

Além do show da banda Cine, o festival contará com oficinas de DJ’s, esportes, batalhas de MC’s, exposições de artes, fotografias e outras intervenções culturais. A equipe de promoções da Transamérica também estará presente no evento para interagir com o público e entregar brindes. 

O festival será realizado no Parque da Juventude, zona norte de São Paulo, das 9h às 17h. O público que participar do evento conhecerá quem são os artistas mais votados em todas as categorias e concorrerão aos primeiros convites vips para assistir ao vivo o Prêmio Jovem Brasileiro 2014.

Serviço

Jovem Festival 2014
Data: 21/09
Local: Parque da Juventude

Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Carandiru
Horários: das 9h às 17h

Informações: www.premiojovembrasileiro.com.br

transamérica

O debate sobre a narração esportiva

Por Rodney Brocanelli

O grande amigo e pensador do rádio Flávio Guimarães publicou em seu blog sobre a questão da renovação da narração esportiva pelo rádio.

O link é esse http://fg-news.blogspot.com.br/2014/09/jose-silverio-jose-carlos-araujo-e.html?spref=fb

Ele se baseou em uma notícia que demos aqui no blog sobre as negociações de José Silvério com a Rádio Bandeirantes para a renovação de contrato.

Ao programa Estádio 97, além de outras coisas, Silvério disse que se sentia fracassado na missão de procurar novos talentos na narração esportiva.

O link é esse aqui:

https://radioamantes.wordpress.com/2014/08/27/no-estadio-97-jose-silverio-anuncia-que-esta-em-processo-de-renovacao-de-contrato-com-a-bandeirantes/

A partir da pergunta que eu fiz no post (“será que ele procurou nos lugares certos?”), Flávio desenvolveu seu raciocínio. Ele nota que houve um aumento na quantidade, devido à proliferação de novas emissoras de rádio e da explosão do rádio pela internet. Mas seu diagnóstico é duro:

Em sua esmagadora maioria, os locutores esportivos que surgem são réplicas de veteranos ainda em atividade. Isto é fácil de ser explicado, pois todo novato se inspira em modelos consagrados e, mesmo inconscientemente, passa a narrar “em cima” do ídolo. Assim, como cópia é cópia e não permite que façamos juízo de valor sobre ela, fica difícil avaliar se o trabalho do narrador que copia outro é fruto de talento inato ou, apenas, habilidade para imitação. Tom Cavalcante seria bom narrador esportivo? Esse é o caso.

Concordo com o caso das imitações descaradas. Neste blog, eu até trouxe o caso de um profissional do Vale do Paraíba que imita José Silvério no tom de voz e quase todos os seus maneirismos vocais. Veja no link abaixo.

https://radioamantes.wordpress.com/2013/01/04/jose-silverio-e-imitado-por-narrador-esportivo-de-sao-jose-dos-campos/

A cópia pela cópia tem que ser objeto das críticas mais severas.

Agora, o que acontece na maioria dos casos não é a imitação do estilo de um narrador esportivo, mas sim a adesão à escola da qual ele vem, especialmente aqui em São Paulo. Explicando melhor: José Silvério é um dos herdeiros diretos da linhagem que começou com Nicolau Tume e desembocou em Pedro Luiz, um de seus expoentes, com forte atuação entre as décadas de 1950 e 1970, em emissoras como Panamericana, Bandeirantes, Tupi, Gazeta e Nacional (hoje Globo). A escola da qual  Pedro Luiz vinha e consagrou consistia na descrição pura e simples dos lances que aconteciam dentro de campo. Pedro era tão obcecado com a precisão que ele, na época do grande Santos dos anos 1960,  chegou a pedir para o atacante Coutinho usar uma munhequeira da cor branca para que não houvesse confusão nos lances dos quais ele participava com os que envolviam outro astro máximo daquela equipe: Pelé.

Por isso e muito mais, Pedro Luiz virou um mito da narração esportiva, e seu estilo passou a ser seguido por dezenas de profissionais que surgiram nos anos seguintes.

Um outro exemplo mais recente: Osmar Santos também adotou um outro tipo de estilo, com mais descontração, o uso de um linguajar mais jovem. Na verdade, foi a adaptação de uma escola da qual Joseval Peixoto foi  precursor na Jovem Pan, entre o final dos anos 1960 e 1970. Peixoto fazia muitas brincadeiras no ar com o repórter Geraldo Blota. Dentro desta escola, Osmar fez os ajustes necessários para se transformar em um mito nas décadas de 1970 e 1990 até parar de forma prematura.

Algo de curioso que deve ser notado: outra das escolas da narração esportiva de São Paulo não teve seguidores conhecidos: a de Fiori Gigliotti. Ele fazia uso de imagens poéticas em suas narrações na Rádio Bandeirantes. “Balão subindo” e  “balão descendo” usado para os cruzamentos na grande área nada mais eram que uma citação às grandes festas juninas do interior.

Mais adiante, Flávio dá o seu recado.

Por quê? A resposta talvez, exija refazer a pergunta de Rodney Brocanelli. Eu sugiro esta formulação: “O que estão fazendo, de fato, os jovens narradores, enquanto desperdiçam a chance de mostrar serviço?”

Em vez de ridicularizar, que tal trabalhar com seriedade, dedicação e originalidade? O caminho que leva a bom destino, geralmente começa com o viajante abastecendo a mochila com um razoável estoque dessas virtudes. Sem elas o caminho torna-se longo, cansativo e, quase sempre, leva a lugar nenhum.

Dedicação e honestidade, sim. Nisso, eu concordo. Entretanto, irei implicar com outro dos termos usados pelo Flávio: originalidade.

Não se trata de uma implicância gratuita. Vou ficar muito feliz se eu estiver enganado, mas assim como em várias manifestações artísticas como o teatro, o cinema e a música, creio que toda a cota de originalidade na narração esportiva já foi gasta. Não há para onde ir. Dá para fazer adaptações pontuais, mas não na essência.

Acho que a dica aos amigos narradores esportivos (e convivo com vários de muito talento) é essa: siga a escola que for mais adequada à sua personalidade. E fuja da imitação dos grandes narradores que estão em atividade.

 

fiori

osmar

José Silvério empunhando o microfone da Rádio Bandeirantes em 1985

pedro luiz

flavioaraujo

 

joseval

CCRFM 107.5 NovaDutra completa um ano de prestação de serviço aos usuários, com informações sobre a rodovia Presidente Dutra

A CCRFM 107.5 NovaDutra completa um ano de prestação de serviço aos usuários no dia 3 de setembro, com informações em tempo real sobre as condições de tráfego nos 402 quilômetros da rodovia Presidente Dutra. Com o mesmo prefixo 107.5 ao longo de toda a extensão da via Dutra, o serviço de transmissão oferece, ao vivo, 24 horas de programação exclusiva, que também abrange informações sobre obras na rodovia, campanhas de segurança e de direção defensiva, notícias gerais, além de informações sobre as 36 cidades localizadas às margens da rodovia que liga as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. 

Desde março de 2014, o serviço também é oferecido pela internet, por meio do site da Concessionária: www.ccr.com.br/novadutra. Dessa forma, os motoristas podem conferir as condições de tráfego ao vivo, antes de sair de casa. 

Instrumento operacional previsto no contrato de concessão da rodovia Presidente Dutra, a CCRFM 107.5 é o primeiro serviço de FM sincronizado via satélite dedicado a uma única rodovia. Para Ascendino Mendes, diretor-presidente da CCR NovaDutra, a iniciativa é de fundamental importância para aumentar a comunicação da Concessionária com seus usuários. “A CCRFM 107.5 NovaDutra é um marco positivo na história das concessões de rodovias no Brasil. Tínhamos a necessidade de falar diretamente com os usuários da Rodovia Presidente Dutra para oferecer as informações de tráfego em tempo real. Esse serviço de transmissão em FM veio suprir essa demanda. É um trabalho pioneiro, de extremo sucesso”, avalia. 

A Pesquisa de Imagem e Satisfação 2014, realizada pelo Instituto Datafolha, mostrou que a CCRFM 107.5 NovaDutra é uma ferramenta positiva de prestação de serviço: 76% dos caminhoneiros e 53% dos motoristas de automóveis já ouviram a sua programação, que foi aprovada por 88% dos usuários. Além disso, 26% dos caminhoneiros sintonizam a CCRFM durante todo o percurso de sua viagem. Esses dados foram obtidos por meio de pesquisa quantitativa aplicada entre 23 de abril a 17 de maio, com a participação de 418 usuários. A margem de erro da pesquisa é de cinco pontos percentuais, considerando-se intervalo de confiança de 95%. 

No mês de aniversário, a programação da CCRFM reforça sua programação com novidades, como dicas de cultura e turismo sobre as 36 cidades lindeiras à rodovia, apoio à Campanha Setembro Vermelho, do Instituto Lado a Lado pela Vida, e dicas de saúde e qualidade de vida aos motoristas da Via Dutra, transmitidas pela professora de Educação Física Juliana Corsini, com sugestões de exercícios simples para realização no dia a dia. Durante a comemoração, também serão veiculadas mensagens dos usuários e representantes de projetos sociais apoiados pela Concessionária. 

O início

Após obter aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar em caráter experimental e científico, a CCRFM107.5 iniciou sua operação piloto em julho de 2013, em apoio à operação especial de atendimento, preparada pela CCR NovaDutra durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A programação destacou as condições de tráfego, os melhores horários para viajar e os locais dos bolsões de estacionamento de ônibus.  

O estúdio da CCRFM 107.5 está localizado na Sede da Concessionária, no município de Santa Isabel (SP), de onde o sinal é emitido via satélite a 40 antenas de transmissão, localizadas ao longo da via Dutra. Ao todo, 15 profissionais, entre técnicos, radialistas e jornalistas, atuam diretamente na operação do serviço.  

Faixas afixadas ao longo da rodovia e painéis eletrônicos informam a existência da FM e seu prefixo aos cerca de um milhão de usuários que trafegam diariamente pela Rodovia Presidente Dutra. Sugestões ou comentários sobre a programação podem ser feitos por meio do Disque CCR NovaDutra, o 0800 0173536.

08 - Adesivo CCRFM 1 ano

Jovem Pan News estreia sua primeira afiliada em Vitória (ES)

Por Rodney Brocanelli

A Jovem Pan News, braço all news da Rede Jovem Pan, começa a ampliar seu alcance. Neste primeiro dia de setembro, foi ao ar a afiliada no município de Vitória (ES), nos 640Khz. É a  primeira afiliada da JP News fora de São Paulo, conforme informações do site oficial da emissora. A freqüência pertence à Rede Vitória, um grupo de comunicação muito forte no estado do Espírito Santo.

 

 

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Como é o nome da professora do Charlie Brown?

Por Rodney Brocanelli

Durante a transmissão da partida entre Corinthians x Fluminense pela web rádio Premium Esportes, surgiu uma dúvida relacionada ao mundo dos quadrinhos: qual é o nome da professora que faz parte do universo das histórias de Snoopy e sua turma. O narrador Sidney Botelho bem que tentou arriscar a resposta, mas sem sucesso. Ouça no player abaixo.

PREMIUM

Rádios do Grupo Bandeirantes marcaram presença com estúdio na Bienal do Livro

Durante os dez dias da 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada entre os dias 22 e 31 de agosto, os visitantes da feira conferiram de perto a programação da rádios do Grupo Bandeirantes em um estúdio exclusivo montado no pavilhão.

A Rádio Bandeirantes apresentou o “Jornal em Três Tempos”, o programa “Concentração” e Milton Parron ancorou o “Ciranda da Cidade”. Já a Rádio BandNews FM transmitiu o “BandNews SP”, “Jornal do Meio Dia” e o programa “Alta Frequência” com  Néli Pereira, que entrevistou grandes nomes da literatura brasileira como Ziraldo e Mary Del Priore, autora do livro “A Carne e o Sangue”. O cantor Péricles esteve na feira para apresentar o “Band Brasil” da Band FM, que também agitou a feira com o “Axé Band”, que teve participação especial do grupo “É o Tchan”.  E o programa “Bicho Vai Pegar” da Rádio Bradesco Esportes FM animou os fãs de esporte.

Segundo a Reed Exhibition, organizadora do evento, 720 mil pessoas visitaram a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo em dez dias. Entre o público, 120 mil foram estudantes de duas mil escolas. Mais de 400 mil pessoas visitaram os espaços culturais da Bienal, que receberam 186 autores brasileiros e 22 internacionais. A próxima edição da Bienal deve acontecer em agosto de 2016, mas sem data prevista.

Milton Parron apresenta o Ciranda da Cidade

Foto: Divulgação

Memória: reportagem sobre rádios piratas na Globo na década de 1990

Por Rodney Brocanelli

Há alguns posts abaixo, publicamos aqui uma reportagem da TV Cultura na metade da década de 1990. Agora é a vez de trazermos aqui neste espaço uma matéria veiculada na Rede Globo, cuja autoria é do repórter Marco Antônio Uchôa (precocemente morto em 2005). Nela, são mostradas emissoras que na época operavam em lugares distantes da periferia de São Paulo. Em muitos dos casos, elas até se transformavam na voz da comunidade. Outro aspecto abordado é a relação comercial. A reportagem mostra o exemplo de uma emissora em que o programador tinha de pagar pelo horário a ser ocupado na grade de programação. A exemplo do anterior, esse vídeo tem problemas de sincronia com o áudio, mas novamente nada que prejudique a compreensão. Agradeço novamente ao dexista Sergio Partamian por mais esse registro precioso.

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Expressão “cama de gato” gera debate interessante na Bandeirantes, de Porto Alegre

Por Rodney Brocanelli

Durante a transmissão de Palmeiras x Internacional, na Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, o narrador Daniel Oliveira e o comentarista Luiz Carlos Reche, começaram a questionar sobre uma expressão “cama de gato”, muito popular no futebol, na qual um jogador se abaixa para fazer o outro se desequilibrar. Daniel tentou recuperar a origem da expressão, mas sem sucesso. O solerte Edu Cesar, do Papo de Bola, bem que tentou ajudar, mas o plantão esportivo Saimon Bianchini, levou uma “cama de gato” da palavra “espalhafatosamente”. Além disso, a explicação não tão convincente assim encaminhada por Edu fez com que Daniel e Reche não segurassem o riso durante boa parte da transmissão. Ouça no player abaixo.

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Aviso sobre o Radioamantes no Ar

Por motivos técnicos, hoje não tivemos a veiculação da edição do Radioamantes no Ar, pela web rádio Showtime. O programa voltará ao ar na semana que vem.

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Em Curitiba, Rádio Evangelizar é a segunda colocada na pequisa de audiência

Por Rodney Brocanelli

No noticiário envolvendo a briga (mais uma) entre José Luiz Datena e Milton Neves, uma rádio de Curitiba ganhou destaque em nível nacional: a Evangelizar AM 1060Khz. Foi nela que o Capitão Hidalgo, pivô involuntário da discórdia, fez uma de suas primeiras manifestações sobre o assunto (saiba mais aqui). Para quem não sabe, a emissora assumiu a segunda colocação nas pesquisas oficiais de audiência. O horário do Padre Reginaldo Manzotti, entre 10h e 11h é o primeiro lugar em audiência na cidade. O programa Nosso Mundo Esportivo, do qual o Capitão Hidalgo participa ao lado de Jaques Santos, Felipe Alves e Luiz Claudio Nobilo, é outro sucesso. Com dois meses no ar, já fez subir os índices da emissora no horário.

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Mario Lima se recupera de problema de saúde

Por Rodney Brocanelli

O narrador Mario Lima, da Rádio Guaíba, está se recuperando bem de um problema de saúde que assustou a todos na noite da última quinta. No começo, pensou-se que se tratava de um aneurisma ou um derrame, mas tudo não passou de um pequeno sangramento que, felizmente, não evoluiu. Toda energia positiva e orações para o Amigão dos Pampas.

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Foto: Nando Gross

Memória: uma reportagem sobre rádios piratas exibida pelo Vitrine, em 1995

Por Rodney Brocanelli

Em 1995 (portanto há dezenove anos), o programa Vitrine, da TV Cultura (SP), então apresentado por Maria Cristina Poli, veiculou uma reportagem sobre o movimentos de rádios piratas que teve uma grande explosão na metade da década de 1990. O repórter James Capelli (hoje sumido) visitou três emissoras que operavam em São Paulo, em diferentes pontos da cidade: Conexão, a Free e a Onze. A primeira procurava dar espaço os problemas do bairro, além de dar vez a pessoas que nunca tiveram experiência em rádio. A segunda era uma emissora ligada a igrejas. Já a terceira, era uma experiência que misturava pessoas ligadas ao Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da USP e moradores do centro de São Paulo. Na ocasião a reportagem divulgou que o governo da época (FHC) iria enviar ao Congresso uma lei para regulamentar essas rádios sem concessão. Depois de muito tempo e muita discussão, saiu a lei das rádios comunitárias. Eu sou um dos personagens desta reportagem. Apareço da metade para o final, no espaço dedicado à Rádio Onze, operando pick up e até dando um depoimento pessoal. Tirando esse lado pessoal, vale como um registro de um momento em que para cada espaço vazio no dial, existiam até três emissoras clandestinas operando. O vídeo vai ter um problema de sincronia com o áudio, mas nada que comprometa sua compreensão. Agradecimentos especiais ao dexista Sergio Partamian pela recordação.

rádiopirata

Vereadores de Porto Alegre aprovam a Avenida da Legalidade

do site da Câmara dos Vereadores de Porto Alegre

O projeto de lei que altera o nome da Avenida Presidente Castelo Branco para Avenida da Legalidade e da Democracia foi aprovado, na tarde de hoje (27/8), na Câmara Municipal de Porto Alegre. A proposta, aprovada por 21 votos a favor e 5 contrários, é assinada pelos vereadores Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, ambos do PSOL. Quatro vereadores estavam ausentes e outros cinco não votaram. Para tornar-se lei, o projeto aprovado ainda depende da sanção do prefeito José Fortunati.
“Entre outros atos contrários ao Estado Democrático de Direito brasileiro, o presidente Castelo Branco determinou o fechamento do Congresso Nacional em outubro de 1966 e editou o Ato Institucional nº 2 – que extinguiu os partidos políticos e cassou os seus registros – e a Lei de Segurança Nacional, que possibilitava julgamentos de civis por militares. A alteração do nome da Avenida Presidente Castelo Branco para Avenida da Legalidade garantirá, no mínimo, uma reflexão da sociedade sobre as violações perpetradas pelo regime civil-militar”, dizem os autores.

O novo nome proposto por Ruas e Fernanda é uma homenagem ao movimento liderado pelo ex-governador Leonel Brizola em 1961. “Sob a liderança do saudoso governador Leonel Brizola, o movimento permitiu a posse de João Goulart na presidência da República. Naquele período, forças militares, apoiadas por aliados estrangeiros, almejavam usurpar o poder legalmente constituído pelo povo brasileiro, impedindo a posse do vice-presidente eleito João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros. Diante dessa grave ameaça à ordem democrática, o povo gaúcho fez um verdadeiro levante popular de resistência em favor da legalidade constitucional, que foi, no Brasil, o ato propulsor da manutenção dos ditames democráticos vigentes à época”, lembram os vereadores.

Projeto com o mesmo teor foi apresentado em 2011 e rejeitado pelo plenário em 14 de dezembro do mesmo ano, por 16 votos contrários e 12 favoráveis.

Comentário: O que essa notícia tem a ver com rádio? Simples: o rádio teve um importante papel no movimento liderado por Brizola. Ele usou os microfones da Rádio Guaíba, de Porto Alegre,  para fazer seus discursos. Um estúdio foi improvisado nos porões do Palácio Piratini,  sede do governo do estado para essa finalidade.  Usando as ondas curtas da Guaíba, a mensagem de Brizola foi se propagando entre o povo gaúcho e ultrapassou as fronteiras do país. Outras emissoras entraram naquela que ficaria conhecida como a Rede da Legalidade e, dessa forma, as negociações foram avançando ate que foi possível fazer com que Jango Goulart voltasse ao Brasil e pudesse assumir a presidência da República (Rodney Brocanelli)

Saiba mais nos links abaixo:

Programa Memória, da Rádio Bandeirantes, de São Paulo, com registros sonoros da Rede da Legalidade:

http://radiobandeirantes.band.uol.com.br/conteudo.asp?ID=651305

Um post do blog de Milton Parron contando toda a história

http://blogs.band.com.br/miltonparron/rede-de-radio-evitou-uma-guerra-civil/

brizola

Datena: “sou equilibrado, mas não se mexe com família”

Por Edu Cesar, do site Papo de Bola

Depois do episódio tenso ocorrido no último “Domingo Esportivo” da Rádio Bandeirantes, quando foi ao estúdio e disparou palavrões de brabeza com Milton Neves após este contar uma história sua em Curitiba na década de 80, quando foi hospedado pelo ex-jogador e comentarista Capitão Hidalgo (…), José Luiz Datena cumpriu dois dias de suspensão, dois na TV Band e um na Rádio Bradesco Esportes, à qual voltou ao ar nesta manhã com o “Nossa Área”, por ele feito da sua residência em Barueri com participações de Beth Romero em São Paulo e Fernanda Maia no Rio.

Nomes não foram citados, mas quem sabe da história nem precisava deste acréscimo para entender o dito pelo Datenão antes de tocar o programa em si: que sempre foi e é um cara equilibrado, mas que este equilíbrio só é perdido quando inverdades sobre sua família são faladas, e que é “meio bandido” falar da família dos outros de forma “inverídica, mentirosa e canalha”. Completou que talvez devesse perder o equilíbrio em locais que sejam mais adequados, mas que não respeita quem fala da família dos outros pois “nem bandido faz isso” e que tem bandidos mais honrados que muita gente que conhece. A fala do Zé Luiz pode ser escutada no player abaixo.