Repórter chora com situação do Paraná Clube

Por Rodney Brocanelli

O Paraná Clube, um dos grandes do futebol paranaense, vive uma situação difícil no campeonato local e luta para fugir do rebaixamento. Neste sábado, antes da partida contra o Operário, o repórter Williams Lima, da Rádio Banda B, não conseguiu controlar a emoção com a perspecitiva de o time cair para a segunda divisão e chorou quando foi dar a escalação do time que iria entrar em campo para disputar a partida. Ouça no player abaixo com a introdução de André York.

Atualização (13.04.2011): O áudio de Willians Lima foi assunto no programa Redação Sportv. Ele entrou por telefone para conversar com o apresentador André Risek.

Além disso, o repórter da Banda B também concedeu uma entrevista à Rádio Globo, do Rio de Janeiro.

Morre Reali Júnior

da Rádio Jovem Pan

Morreu na manhã deste sábado, por conta de uma parada cardíaca, o jornalista da Jovem Pan Elpídio Reali Júnior, ou simplesmente Reali Júnior. Durante mais detrês décadas, ele foi a cara e a voz da JP na Europa, falando diretamente da Maison de la Radio, em Paris, na França, sobre política, economia, esportes e todos os acontecimentos que mobilizavam o Velho Continente.

Reali, que também trabalhou em O Estado de S. Paulo e nos Diários Associados, além de passagens pelos mais importantes veículos de comunicação do Brasil, começou na Jovem Pan em meados da década de 1950, atuando como repórter esportivo, e mudou-se para a França em 1973, durante o regime militar, e sua casa na capital francesa foi, durante anos, uma espécie de embaixada informal dos brasileiros que visitavam a cidade.

Ele recebeu os troféus Comunique-se e Roquete Pinto e, em março de 2009, foi agraciado com o título de professor Honoris Causa da FMU, por conta de sua dedicação e importância para o jornalismo. Em 2007, Reali Júnior lançou o livro Às Margens do Sena, em que contava suas experiências ao longo de 50 anos de profissão.

Ele deixa a mulher, Amélia, e quatro filhas. O velório, que começa no final da tarde de hoje, ocorre no Funeral Home, que fica na Rua São Carlos do Pinhal, 376, perto da Avenida Paulista, e o corpo será cremado neste domingo, no cemitério de Vila Alpina.

Médico de Reali Júnior, o cardiologista Cláudio Alberto Pastore, do Instituto do Coração, lembrou que o jornalista teve um infarto no começo da década de 1990, no Brasil, datando deste período seu convívio com o jornalista. Recentemente, o correspondente da JP teve um câncer de fígado e, dois anos atrás, teve diagnosticada a necessidade de realizar um transplante de fígado.

Ontem, ele realizou uma nova consulta, para o acompanhamento do câncer e, durante a manhã, a situação piorou. Pastore concluiu que, quando chegou à casa de Reali, ele já havia falecido, salientando que o câncer, mesmo controlado após o transplante, acabou desgastando o jornalista.

 

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Encontro de Reali Junior, jornalista brasileiro do jornal Estado de São Paulo, com Alan Riding (que fala um excelente português), jornalista americano do jornal New York Times, organizado para a série TV Boulervard Brasil durante o ano do Brasil na França em 2005

Abaixo, trecho de uma entrevista de Reali concedida a Juca Kfouri na ESPN. O ano é 2007.

Na parte final deste vídeo, Reali Junor aparece entrevistando (ou tentando entrevistar) os vencedores de mais um festival de música da TV Record, o de 1967. Cidinha Campos está a seu lado, mas age muito mais como tiete.

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Reali Junior também participou das transmissões esportivas da TV Record, nos anos 60, como repórter de campo. Infelizmente, não existem mais registros disso. Na Jovem Pan, ele particiou de coberturas eventuais, como Copas do Mundo. Na de 1998, disputada na França, ele teve participação bastante ativa. No palyer abaixo um rápido registro de sua atuação na partida entre Estados Unidos x Irã, que teve um enorme pano de fundo político na ocasião.

Exclusivo: João Lara Mesquita fala das mudanças nas emissoras do Grupo Estado

Por Rodney Brocanelli

Autor de uma pequena revolução nas emissoras de rádio do  Grupo Estado no começo dos anos 80, João Lara Mesquita é hoje um homem mais ligado à televisão. “Ela tem sido generosa comigo”, diz satisfeito por conta da receptividade do veículo em relação aos seus documentários, cujos focos principais são a natureza e o meio ambiente. Ainda assim, ele teve participação decisiva nas recentes mudanças pelas quais passaram a Eldorado FM, hoje transmitindo em 107,3Mhz, e a Estadão/ESPN, que opera tanto no AM (700Khz) e FM (92,9Mhz). “No geral gostei do que vi”, afirma sobre o projeto que lhe foi apresentado.

Entretanto ele lembra que todo acordo como esse tem um custo, especialmente o da questão do alcance de sinal. A frequência do 107,3Mhz, que hoje abriga a Eldorado Brasil 3000 não tem boa propagação em muitos pontos da cidade. Vários leitores têm reclamado disso no sistema de comentários do blog. João Lara diz que todas as emissoras tem um “lapso técnico”. Contudo, o mais importante, segundo ele,  é que o canal estava disponível.

Com relação a parceria que deu origem a Rádio Estadão/ESPN, João Lara diz que é uma excelente oportunidade para a emissora ter um futuro promissor. A Disney, que hoje controla a ESPN, adquiriu 30% das ações da Rádio Eldorado.

Uma das grandes campanhas em  que a Eldorado de João Lara Mesquita entrou foi a que pregava a extinção da Voz do Brasil. Contudo, a guerra está perdida. O 107,3 Mhz hoje transmite o programa obrigatório, algo que deixou os tradicionais ouvintes insatisfeitos. Resignado, ele se diz triste em ter que engolir aquilo que chama de engodo.

Acompanhe a íntegra da entrevista concedida por e-mail ao blog Radioamantes

Qual a participação atual do senhor nas emissoras de rádio do Grupo Estado?

Desde que saí da direção executiva, em Abril de 2003, participo como acionista.

O senhor foi consultado de alguma forma a respeito das atuais mudanças tanto no AM, como no FM?

O projeto nos foi apresentado, a mim, e aos meus irmãos, pelos gestores, Silvio Genesini, e o presidente do Conselho, Aurélio Almeida Prado Cidade. No geral gostei do que vi. E demos nosso voto favorável.

Qual a sua opinião acerca da mudança da Eldorado FM para a frequência dos 107,3Mhz, que possui 30 mil watts de potência, contra os 60 mil watts dos 92,9Mhz?

Tudo tem um custo. A emissora, do ponto de vista da transmissão, pode ter algum lapso técnico. É comum no meio. Umas mais, outras menos. Mas quase todas têm. O importante, num mercado rarefeito, é que a 107,3 Mhz estava disponível e disposta.

O que o sr. pensa a respeito das atuais transmissões de futebol nas rádios do Grupo Estado?

O acordo de venda de 30% das ações da Rádio Eldorado para um dos maiores grupos de comunicação do planeta, a Disney, é uma excelente oportunidade  para a emissora ter um futuro promissor. Através do braço da companhia, a ESPN, que chega com seus equipamentos, grande equipe, e notória competência no trato da matéria, a nova rádio entra no mundo do futebol com o pé direito. O esporte nacional é apoiado por verbas publicitárias vultuosas, e crescentes, com as quais, até então, a Eldorado não contava. Fechar este acordo no mesmo ano em que o país ganha o direito de sediar a próxima Copa do Mundo é uma senhora virada. Necessária, oportuna e bem-vinda, para que a Eldorado perenize o cumprimento de seu papel social: entrando no futebol através desta porta peculiar, e aliando o esporte à massa de informações, equipe, e credibilidade do jornal O Estado de S. Paulo, a rádio Estadão/ESPN, AM e FM, nasce ousando. Ela agora tem as condições para atingir o pleno vigor financeiro, condição essencial para remunerar o capital investido, continuar gerando empregos, e participar ativamente, sempre em alto nível, da vida da comunidade.

O senhor ouve as rádios do Grupo Estado? E outras rádios?

Sim, ouço as rádios do Grupo Estado. E frequêntemente ainda mantenho o hábito de xeretar a programação das  outras.

A atual Eldorado FM, nos 107,3 Mhz, está transmitindo A Voz do Brasil. Não deixa de ser uma derrota numa campanha contra a obrigatoriedade do programa que foi proposta pelo senhor?

Infelizmente, sim. É incrível, e muito triste, ser obrigado a engolir este engôdo. Filho da ditadura de Getúlio Vargas, é anacrônico e chato. Ruim pra dedéu! Entramos no terceiro milênio e acompanhamos, ávidamente, os saltos tecnológicos diários, especialmente agudos nas comunicações. Mas, no caso do enfadonho programa, andamos pra trás. E põe atrás nisto!

E por falar na Voz do Brasil, como o senhor tem acompanhado as atuais movimentações no Congresso em torno da flexibilização de horário, em vez da simples extinção?

Como disse, acompanho um engôdo. Os maus politicos, aqueles que não têm o que oferecer para a sociedade, se apegam à ela. Fingem que acreditam na Voz. E nos igualam a Cuba, China, Coréia do Norte e que tais. Me sinto particularmente triste, e decepcionado, pela surpreendente decisão judicial que nos obrigou a voltar a transmitir um programa inútil, que bem pode ser considerado uma “jóia da cafonice” do rádio brasileiro. Não há nada tão brega, e atrasado, como a obrigação da Voz.

O senhor tem algum projeto atual relacionado ao rádio?

Por falta de espaço no dial, não. Decidi guinar para outras mídias. A TV tem sido generosa comigo. A concorrência é enorme. Tem muita gente boa. Mesmo assim, depois de 20 anos fazendo rádio, já consegui produzir e apresentar duas séries de documentários. Uma bem longa, com dois anos de duração, e 90 episódios, mostrando as virtudes e mazelas da costa brasileira. O público, parece, gostou. A série Mar Sem Fim, no ar entre Abril de 2005, e Abril de 2007, foi um dos programas de maior audiência da TV Cultura, atingindo três pontos de média, com picos de até 4.6. Foi uma honra trabalhar, e ter esta audiência, na TV Pública brasileira. Um raro privilégio que procurei aproveitar. Esta mesma série virou um belíssimo livro. Do ponto de vista da edição, um  magnífico trabalho gráfico. Bem completo, em dois volumes com quase 500 fotos, editado pela Terceiro Nome, Loqui e Albatroz.  “O Brasil Visto do Mar Sem Fim” foi indicado ao prêmio Jabuti, na categoria reportagem, em 2009. Perdi para o 1808, do Laurentino Gomes. Posteriormente, o selo Lua Music lançou uma coleção com cinco DVDs, e quase sete horas de programas, a coleção Mar Sem Fim- Navegando do Oiapoque ao Chuí. Recentemente, em Abril do ano passado, produzi e apresentei mais cinco documentários, Mar Sem Fim- Viagem à Antártica (aproveito para informar que em breve serão lançados os DVDs via o selo ST2 Music), para uma das redes nacionais, a TV Bandeirantes. Não, não é fácil. Nem a toda hora que um free lancer, como eu, consegue abertura. Mas fazer documentários para a TV é apaixonante. Vale persistir.

AdNews garante: Record News FM vem aí em maio

Por Rodney Brocanelli

Na tarde desta segunda-feira, o site AdNews, referência do mercado publicitário, publicou que a rede Record News estreia em maio a partir das frequências da rede Transamérica. Apesar da respeitabilidade do veículo, é uma notícia que deve ser recebida com cautela. O texto não apresenta qualquer tipo de detalhe. Apenas no segundo parágrafo é que tem uma informação relevante, que seria o mês em que ocorreria a troca de programação. O resto são apenas contextualizações. Para o site, a Transamérica negou o acordo, e por mais que exista um jogo de verdades e mentiras, nunca é demais dar um crédito de confiança a eles. Tomara que os mesmos jornalistas dos grandes veículos, que fizeram duras críticas ao burburinho que recomeçou em março, possam entrar firme nessa história e esclarecer o que se passa.

“Você é Curioso?” estreia quadro neste sábado

O programa “Você é Curioso?”, apresentado por Marcelo Duarte e Silvania Alves na Rádio Bandeirantes (AM 840 e FM 90,9), ganha um novo colaborador na edição deste sábado, 2 de abril. O radialista e professor universitário Marcelo Abud passa a apresentar o quadro “Interferência”, que vai resgatar momentos históricos do rádio. “Não será apenas um bloco para relembrar um momento especial ou personalidade do rádio. A ousadia está na proposta de reconstituir o antigo formato nos dias de hoje”, afirma o professor de Comunicação que também mantém o blog Peças Raras (www.pecasraras.blogspot.com).

Na primeira edição, o tema é o “Patrulha Bandeirantes”. O ouvinte vai matar a curiosidade e entender porque o programa que se propunha a defender a cidade contra o crime foi líder de audiência durante as duas décadas em que permaneceu no ar (entre 1955 e 1974). Depois de conhecer a história, um caso policial atual será contado nos moldes da atração, que foi pioneira desse gênero. Inicialmente, o quadro “Interferência” será levado ao ar no primeiro sábado de cada mês.

 O programa “Você é Curioso?” vai ao ar todo sábado, das 10h às 12h, pela Rádio Bandeirantes.

Comentário: O quadro deveria ter estreado na semana passada, mas foi adiado devido ao evento Risadaria.

O Radiamantes não esquece…

Texto publicado no site da Rádio Jovem Pan, no dia 10 de março.

Da coluna de Flávio Ricco, do mesmo dia 10 de março:

Do site Comunique-se, texto postado em 31 de março

E agora?

RecordNews FM? Emissora de Edir Macedo confirma negociação com a Transamérica

do Comunique-se

O superintendente comercial da Rede Record, Walter Zagari, afirmou na segunda-feira (28/3) que o grupo pertencente ao empresário Edir Macedo não comprou a Rádio Transamérica, ao contrário do que foi divulgado em blogs e nas redes sociais no começo deste mês. Os internautas divulgaram que a compra da rádio pela Record resultaria na criação da Rádio RecordNews FM.

O executivo, entretanto, declarou que a Record está em fase inicial de negociação para comprar a Rede Transamérica de Rádios, empresa que é presidida por Aloysio Faria. Em entrevista ao Meio & Mensagem, o executivo informou que não há previsão para o avanço das conversas entre os dois veículos.

Segundo descreve a matéria assinada pela jornalista Regina Augusto, a aquisição da Transamérica seria o ideal para a criação da Rede RecordNews FM. “A Transamérica seria uma boa opção para os planos da Record por já ter uma estruturada rede nacional, com transmissões via satélite”, cita a reportagem.

Na Band News FM, os próprios técnicos anunciam as escalações

Por Rodney Brocanelli

A estreia da Band News apresentou algumas inovações, como já escrevi aqui. A principal delas foi a de colocarem os próprios treinadores de São Paulo e Corinthians (Carpegiani e Tite, respectivamente) para anunciarem as escalações de suas equipes. Além disso, a própria mãe do árbitro Guilherme Cereta de Lima fez a apresentação de seu filho, um lance bem de mãe. Sinal de que a produção da emissora trabalhou bastante (e bem). Ouça no player abaixo.

A primeira do futebol na Band News FM

Logo na estreia do futebol na Band News FM, o narrador Odinei Edson conseguiu uma proeza: juntou dois comentaristas em um só. Erich Beting e Sergio Xavier viraram Erich Xavier. Ouça no player abaixo.

O gol 100 de Ceni

Para quem quiser ouvir como os narradores de rádio e tv descreveram o gol numero 100 de Rogério Ceni, basta clicar no link abaixo:

http://www.4shared.com/dir/xvRczftv/RogerioCeni100_-_Narracoes.html

Tem as vozes de José Silvério, Odinei Edson, Hugo Botelho, Téo José, Cleber Machado, Oscar Ulisses, Paulo Soares e Deva Pascovicci.

Créditos ao internauta André, que deixou o link aqui no sistema de comentários

A estreia da Band News no futebol

Por Rodney Brocanelli

O domingo foi um dia de estreias no rádio. Além da Estadão/ESPN, o dia marcou a entrada da Band News FM nas transmissões de futebol. O começo foi promissor, com algumas inovações. Os próprios técnicos (de forma pré-gravada, obviamente) anunciaram as escalaçoes das equipes. E a própria mãe do árbitro também anunciou a participação de seu filho. Esses áudios vamos recuperar durante a semana e postamos aqui. Por agora deixamos dois registros. O primeiro é o editorial veiculado antes da abertura da jornada.

Abaixo, o gol histórico marcado por Rogério Ceni. O gol de número 100 na narração de Odinei Edson (que deve ter dormido muito pouco, uma vez que ele narrou o GP da Austrália de F-1, na alta madrugada)

A transição 107,3 FM-Eldorado Brasil 3000

Por Rodney Brocanelli

Já está no ar a programação da Rádio Eldorado Brasil 3000 em 107,3Mhz. A transição foi simples, sem grandes enrolações. A 107,3FM esteve com programação musical durante parte da noite de sábado. Quando faltava 1 minuto para meia-noite, o locutor Rubinho, ao som de Steve Vai, fez a despedida. Logo em seguida, os locutores da Eldorado (agora com o complemento Brasil 3000) saudaram os ouvintes. Ouça no player abaixo (obs. áudio gravado em um MP4)

 

Cuidado com o microfone aberto…

Por Rodney Brocanelli

Durante o programa Empório 92,9, da Rádio Eldorado FM, o locutor Ronaldo Racy não percebeu que o microfone estava ligado. Durante algum tempo, foi possível ouvir partes de seu diálogo com alguém da produção sobre a duração das músicas. Mas o vazamento não durou muito e logo o microfone foi fechado. Ouça no player abaixo.

 

107,3 divulga novidades pelo Twitter

Por Rodney Brocanelli

O perfil da 107,3 FM no Twitter divulgou informações importantes na tarde desta sexta-feira. A primeira: alguns programas da grade atual da emissora serão mantidos na nova Eldorado Brasil 3000 que estreia no próximo domingo, dia 27.

 

O mais importante: a atual programção musical da 107,3 será veiculada exclusivamente pela internet. Ou seja, temos uma nova web rádio.

 

Outros programas, como o Skataplá não permanecem na nova programação, mas continua na web.

Estadão/ESPN estreia domingo com credibilidade e busca de audiência

Por Luis Augusto Simon, do blog do Menon

A radio Estadão/ESPN estréia no domingo, dia 27, com uma maratona esportiva – Brasil x Escócia, São Paulo x Corinthians, Santos x Ituano e muito provavelmente a transmissão do GP de F-1 da Austrália – e o desafio de transformar a credibilidade adquirida nos últimos anos em bons níveis de audiência. É o que explica João Palomino, coordenador do núcleo de esportes da rádio.

“Não posso negar que a audiência que temos atualmente está aquém do que esperávamos. E o nosso desafio é buscar uma audiência de acordo com a repercussão do nosso trabalho, das nossas matérias e transmissões. E estamos dando passos importantes nesse sentido”, disse.

O que muda com a nova rádio?

A radio Estadão/ESPN terá a mesma programação na Am (700) e na FM (92,9) que é um lugar muito importante no dial. Muita gente passa por ali. Então, com uma programação jornalística em um dial forte e Com 40% de esporte, queremos criar o hábito nas pessoas de ouvir a rádio. Queremos que coloquem na memória do rádio do carrro e no celular.

O FM é o caminho natural para o rádio esportivo?

É sim, basta você ver a audiência da Jovem Pan. No sábado, ela só transmite em AM. No domingo, quando transite também em FM, a audiência aumenta muito.

Como será a nova programação?

Vamos ter muitos programas novos. Vamos falar por horário
11h30 as 13h – Esporte ponto com, apresentado pelo Conrado Giuglietti e Antero Greco, com a participação de muitos comentaristas da televisão e de nossos oito repórteres, cinco em São Paulo, um em Santos e dois no Rio.

13 às 13h30 – Ação e Aventura, de esportes radicais.

17 às 18h – Bate Bola, com Everaldo Marques e Leonardo Bertozzi

20 às 21h – Gira Brasil, com Ari Aguiar e Eduardo Affonso, será um programa no estilo do “Brasil na Copa do Brasil” da tevê, com muita coisa dora do eixo Rio-São Paulo.

Além deles, haverá programas com periodicidade menor. Às segundas e sextas, às 21h, teremos o Futebol no Mundo, com Paulo Andrade e os comentaristas da casa. Ainda às sextas, das 22 às 23 horas, o Rodrigo Rodrigues comandará o Bola e Música. Continua a retransmissão diária do Sportcenter e outra novidade será o Linha de Passe às terças feiras das 21 às 22h, comigo, o Trajano, o PVC e o Mauro Cezar.

Qual o diferencial da nova equipe?

Não tem muito o que inventar em rádio. O diferencial é a nossa equipe, nossa turma. Contratamos o Eduardo de Menezes e o Gustavo Villani. Nosso trabalho na Copa do Mundo, quando recebemos um prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) nos faz ver que estamos no caminho certo.

A nova rádio não terá um narrador número 1, como é costume no rádio brasileiro?

Eu prefiro dizer que temos um baita time número 1, com gente de nível técnico muito alto, cada um com seu estilo.

Como será a maratona da estréia?

Ainda há uma pequena pendência quanto aos direitos de transmissão da Fórmula 1. Se conseguirmos, estrearemos às 3 da manhã, com narracção do Everaldo Marques e a presença do Lívio Oricchio na Austrália. A seguir, teremos:

8 h – ESPN ao ar livre, com um estúdio no Parque do Ibirapuera, por onde passarão todos os membros da nossa equipe

10h – Brasil x Escócia, com Cledi Oliveira, Mauro Cezar, Rômulo Mendonça no plantão e João Castelo Branco no estádio, em Londres.

12h – Pós jogo

13h – Abre o Jogo, que será transmitido também pela televisão. Vai ser possível “ver a rádio” por dentro. Eu vou apresentar.

16h – clássico – São Paulo x Corinthians, com uma supercobertura. A narração será do Paulo Soares e teremos ainda dois comentaristas – PVC e Paulo Calcade – e quatro repórteres – Eduardo Affonso e Flávio Ortega no campo e Sérgio Loredo e Conrado Giuglietti no estádio. Marcelo di Lallo será o plantão.

Nos outros domingos, o Abre o Jogo começará sempre às 12 horas.

18h30 – Ituano x Santos, com Gustavo Villani ou Everaldo Marques, caso não haja a transmissão da Fórmula 1