Grupo RBS e DC Set anunciam as datas do Planeta Atlântida 2020

Anote na agenda: o maior festival de música do sul do país já tem datas confirmadas! Realizado pelo Grupo RBS e pela DC Set Group, o Planeta Atlântida 2020 ocorre nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, na Praia de Atlântida, litoral do Rio Grande do Sul.

– O Planeta Atlântida é o ponto alto do verão gaúcho, faz parte da nossa cultura. E, mais do que isso, ele acompanha as transformações das gerações, se reinventando a cada ano e oferecendo experiências e emoções que vão muito além da música – destaca diretor-executivo de Marketing do Grupo RBS, Marcelo Leite.

Prestes a completar 25 anos de história, o Planeta Atlântida vem conquistando evoluções importantes: de 2018 para cá, por exemplo, a marca permaneceu viva nas redes sociais e consolidou ainda mais a conexão com os planetários – que há meses já estão ansiosos para saber das novidades da edição de 2020.

Os dias do festival foram divulgados em primeira mão no Pretinho Básico das 13h e, desde então, peças publicitárias do Planeta Atlântida 2020 começaram a circular nos canais da RBS, em uma campanha 360º.  A comunicação traz o conceito criativo “o planeta feito pra você”, retomando a trilha sonora original criada para o festival em 1996 e reforçando a capacidade de renovação do evento, sem deixar de lado o propósito de levar alegria e diversão ao público de todos os estilos e todas as idades, presente desde a primeira edição.

Além da releitura da música-tema, a criação de um filme inédito está entre os destaques da divulgação. Feito com cenas das últimas edições do festival e imagens recentes captadas no litoral gaúcho e em Porto Alegre, o vídeo reúne todos os elementos do conceito criativo do Planeta Atlântida 2020 e destaca o protagonismo dos planetários.

O conceito “só quem vai sente”, utilizado desde a última edição, também está presente nas peças publicitárias e remete às experiências e emoções vivenciadas por quem frequentam o festival. Referências visuais das redes sociais chegam para complementar a campanha, junto com uma paleta neon, que remete à vibração e à intensidade das cores do verão.

Desde 1996, o megaevento já animou mais de 2 milhões de pessoas, reunindo grandes estrelas nacionais e internacionais, revelações das paradas de sucesso, ambientes temáticos, brincadeiras, celebridades e experiências inesquecíveis. Estruturado em uma área com mais de 90 mil metros quadrados, o festival recebe anualmente ícones dos mais diferentes estilos, passando por gêneros como pop, funk, samba e rock.

Somente em 2019, o Planeta Atlântida teve mais de 40 atrações musicais, com nomes como Anitta, Alok, Clean Bandit, Wesley Safadão, Thiaguinho e Atitude 67, que se revezaram em apresentações para um público de 80 mil pessoas, em dois dias, com sold out total.

– Nós estamos preparando o Planeta Atlântida de 2020 e, como sempre, desde a primeira edição, tivemos a capacidade de surpreender. É exatamente por isso que o evento se solidifica cada vez mais. Foi o primeiro festival multiatrações do Brasil e vem se perpetuando como referência até hoje do cenário musical do país – aponta Cicão Chies, sócio da DC Set Group e um dos criadores do Planeta Atlântida.

As informações sobre pré-venda de ingressos e demais novidades do festival serão divulgadas nos próximos dias. Acompanhe o aquecimento para o evento mais aguardado do verão gaúcho no site www.planetaatlantida.com.br e pelas redes sociais com a hashtag #sóquemvaisente em www.facebook.com/planetaatlantida e no @planetaatlantida no Twitter e no Instagram.

24ª edição do Planeta Atlântida

TV no rádio: Rádio Bandeirantes passa a retransmitir o telejornal “Band Notícias”

A partir desta segunda-feira (21), a Rádio Bandeirantes passa a retransmitir o telejornal Band Notícias. Apresentado pelos jornalistas Rafael Colombo e Cynthia Martins, o programa vai ao ar das 22h às 22h45, de segunda a sexta-feira, na tela da Band.

Nos dias de transmissão esportiva, o Band Notícias será levado ao ar na Rádio Bandeirantes após o “Terceiro Tempo”.

Band Noticias

Presidente da Federação Paraibana de Futebol nega participar de articulação para cobrar das rádios

Por Rodney Brocanelli

Michele Ramalho, presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), encaminhou nota aos veículos locais rebatendo declarações do senador Jorge Kajuru (CIDADANIA-GO) em entrevista concedida à Rádio Jovem Pan no domingo passado (clique aqui). Segundo Kajuru, a federação paraibana estaria ao lado de outras articulando junto à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a adoção da cobrança de direitos de transmissão das partidas de futebol por parte das emissoras de rádio.

Segundo a nota, Michele negou a articulação e ainda defendeu as emissoras de rádio: “Respeito a opinião de quem é favorável a esta cobrança, mas eu não sou. Quero que o futebol seja cada vez mais difundido e as emissoras radiofônicas são importantes neste cenário”.

Leia abaixo a íntegra da nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A presidente da Federação Paraibana de Futebol, Michelle Ramalho, vem a público esclarecer as recentes acusações do senador Jorge Kajuru, em relação a um suposto pedido por parte de federações estaduais para que a CBF passe a cobrar para que as emissoras de rádio transmitam os jogos. Em pronunciamento, o político usou o nome da Paraíba e disse que a FPF estaria junto a outras entidades, em Brasília, na tentativa de concretizar a obrigatoriedade da referida cobrança.

“As rádios são instrumentos importantíssimos na divulgação e promoção das competições estaduais e nacionais. Nunca estive em Brasília com qualquer outro presidente de Federação pleiteando algo desse tipo, pelo contrário, o rádio é um símbolo que está inteiramente ligado ao futebol. Quem nunca viu um torcedor com o seu aparelho na arquibancada, vibrando com o grito de gol? Respeito a opinião de quem é favorável a esta cobrança, mas eu não sou. Quero que o futebol seja cada vez mais difundido e as emissoras radiofônicas são importantes neste cenário. O futebol da Paraíba será ainda mais forte, se tivermos uma presença constante e plural da imprensa”.

Michelle Ramalho
Presidente da FPF-PB

Michele Ramalho

Rádio Bandeirantes faz cobertura especial da eleição presidencial argentina

A partir da próxima segunda-feira (21), a Rádio Bandeirantes faz uma cobertura especial do primeiro turno da eleição presidencial argentina, que acontece no domingo, dia 27. Segundo as últimas pesquisas de intenção de voto, o presidente Mauricio Macri, candidato à reeleição, está quase 20 pontos abaixo do kirchenerista Alberto Fernández.

A jornalista Marina Guimarães vai trazer as informações sobre o pleito para os ouvintes da Rádio Bandeirantes direto de Buenos Aires. As participações da jornalista vão acontecer ao longo da semana durante da programação da emissora, em especial nos programas “Jornal Primeira Hora” (7h), “Jornal Gente” (8h) e “Bastidores do Poder” (17h).

Marina Guimarães é formada em Comunicação Social pela Universidade Centro de Ensino Unificado de Brasilia. Jornalista com mais de 30 anos de experiência, vive na Argentina há 20 anos. Atua como correspondente internacional em coberturas sobre a América Latina para rádio, TV, jornal impresso e agência de notícias em tempo real. Foi correspondente durante 14 anos do Grupo Estado (Agencia Estado, Estadão e Rádio Eldorado), passou pelo Jornal do Brasil, Correio Brasilienze, TVE, SBT e TV Record. Atualmente trabalha para o Valor Econômico, Revista Globo Rural e My News.

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Guga Chacra passa a integrar o programa O Mundo em Meia Hora da CBN

No ar desde 2017, o programa “O Mundo em Meia Hora”, da CBN, passa a contar com Guga Chacra como novo integrante. Todo sábado, Roberto Nonato e Guga aprofundam os temas internacionais mais relevantes da semana.

Com experiência no cenário internacional e atuando como comentarista da Globonews e do Jornal O Globo, Guga já participa às terças-feiras do Jornal da CBN II Edição, no quadro Rodada das Seis. E a partir de amanhã, dia 19 de outubro, se junta a Nonato em “O Mundo em Meia Hora”, todos os sábados às 9 horas.

Guga Chacra

Conmebol não deverá cobrar do rádio os direitos de transmissão. Por enquanto

Por Rodney Brocanelli

A Conmebol não deverá cobrar direitos de transmissão dos jogos das competições que organiza (Libertadores, eliminatórias para a Copa e Sul-americana) para o ano de 2020. No entanto, isso não significa que a entidade tenha deixado de lado essa ideia, pretendendo retomá-la mais adiante. Essas informações foram divulgadas pelo jornalista  Martin Gomez de Freitas, dirigente do Circulo de Periodistas Deportivos del Uruguay. Ele participou, via Whatsapp, do programa Esperando o Futebol, da Rádio Guaíba, nesta quinta (17 – ouça abaixo).

Em julho último, o jornalista Cristiano Silva, da Rádio Guaíba, divulgou a informação de que a Conmebol estaria propensa a cobrar das rádios os direitos de transmissão de suas competições (saiba mais) a partir do ano que vem.

Ainda segundo Freitas, em sua participação na Guaíba, existe um movimento de muitas rádios sul-americanas, lideradas por emissoras chilenas, para solicitar à Conmebol o não pagamento de direitos da próxima edição da Copa América de 2020, a ser disputada na Argentina e na Colômbia.

Esses veículos já pagaram para irradiar a edição disputada neste ano, aqui no Brasil. Eles até topam pagar pelas posições de transmissão no estádios, algo que é comum em competições dessa natureza, mas existe o incômodo de se pagar duas vezes os direitos de uma competição foi organizada dois anos em sequência.  (2019 e 2020). A Conmebol tomou essa medida para que a sua competição de seleções seja disputada no mesmo ano que a Eurocopa.

Embora Freitas não tenha dito claramente, provavelmente as emissoras do continente não tenham neste momento caixa suficiente para pagarem duas vezes seguidas para transmitir a Copa América.

A proposta das emissoras sul-americanas será apresentada no próximo dia 10 de dezembro, na Colômbia, em uma reunião que antecederá o sorteio de grupos da Copa América 2020.

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Raridade raríssima: Roberto Muller narrando futebol na Rádio Diário do Grande ABC

Por Rodney Brocanelli

O Radioamantes pega emprestado (e atualiza) o nome de uma das seções consagradas do site Papo de Bola, do camarada Edu Cesar (volta, Edu!) para divulgar um registro histórico. Roberto Muller é conhecido atualmente pelo seu trabalho como locutor de chamadas, vinhetas de noticiários em diversas emissoras da Grande São Paulo. O que pouco se sabe é de seu lado narrador de futebol. O perfil do Master Esporte no YouTube divulgou o trecho de uma de suas irradiações na Rádio Diário do Grande ABC, que operava em 1300Khz. A partida em questão era Santo André x Palmeiras, válida pelo campeonato paulista de 1984. A vitória foi do time da casa, pelo placar de 1 a 0, gol marcado por Reinaldo. Segundo as informações compartilhadas por Alex Ricardo (clique aqui), este foi a última partida de Muller como narrador, antes dele se dedicar a outros trabalhos em rádio. Ele já trabalhou em emissoras como Grande ABC FM, Gazeta, Trianon, Jovem Pan e atualmente está na Rádio Capital. Além de Muller, são ouvidas as vozes de Sidnei Lima (reportagens),
Osvaldo Lavrado (comentários) e de Luiz Carlos Maia (plantão). Ouça abaixo.

Roberto Muller narrador

Rádio: cobrança de direitos parece não ser unanimidade dentro da CBF

Por Rodney Brocanelli

A proposta de se cobrar direitos de transmissão das emissoras de rádio para as partidas de futebol organizadas pela CBF parece não ser uma unanimidade dentro da entidade máxima do futebol nacional. Ednaldo Rodrigues, um de seus vices-presidentes, manifestou-se contrario à ideia em entrevista ao portal Bahia Notícias (clique aqui).

“Pessoalmente sou contra a cobrança dos direitos de transmissão para as emissoras de rádio. E garanto que esse debate não existe dentro da CBF. Faço parte do Conselho de Administração da CBF e esse assunto nunca entrou em pauta. E se entrar em pauta, tenho certeza que não vai prosperar. Respeito a opinião de quem é a favor, mas eu sou contra”, declarou o dirigente. A acompanhar para saber se não haverá uma mudança de posicionamento nos próximos dias.

A atual estrutura administrativa da CBF tem oito vice-presidentes, abaixo do atual presidente Rogério Caboclo. São eles: Antônio Carlos Nunes, Antônio Aquino, Castellar Modesto Guimarães Neto, Ednaldo Rodrigues, Fernando Sarney, Francisco Novelletto, Gustavo Feijó e Marcus Vicente (saiba mais aqui).

Na semana passada, o gaúcho Francisco Novelletto, um dos vices da CBF, deu entrevista ao site GaúchaZH (clique aqui) defendendo a cobrança dos direitos de transmissão das emissoras de rádio. No que depender dele, tal medida passaria a valer em 2020.

Incômodo de Andrés

Nesta terça (15), o site da Rádio Jovem Pan publicou uma entrevista com o jornalista Filipe Gamba, do GaúchaZH, autor da reportagem que revelou a intenção de Novelletto. O jornalista revelou que houve um almoço entre o dirigente da CBF e Andrés Sanchez, atual presidente do Corinthians. Entre um arroto e outro, o cartola corinthiano se mostrou incomodado com o fato de não haver regulamentação para que a imprensa frequentasse os estádios de futebol no Brasil, especialmente em competições organizadas pela CBF.

“A partir daí, há um movimento que foi liderado pelo Andrés Sanchez e que, na CBF, está sendo comandado pelo Novelletto de, já no ano que vem, começar a fazer a cobrança dos direitos de transmissão não só das emissoras de rádio tradicionais, mas também de webrádios, portais, blogs… A leitura é simples: como só vai transmitir quem vai pagar e ter condições de comprar os direitos, esse número de pessoas que fazem parte da cobertura de um jogo de futebol hoje no estádio vai diminuir”, disse Gamba ao site da Jovem Pan.

Leia mais da entrevista de Filipe Gama no link abaixo:

https://jovempan.com.br/esportes/futebol/nao-e-so-por-dinheiro-entenda-por-que-andres-e-cbf-querem-cobrar-direitos-de-transmissao-das-emissoras-de-radio.html?fbclid=IwAR0FN1C5Z64ntI6DHfMNVnzG8zVsF-D4AaCEcsk7ZCKGqam9SFRIFQeu5QE

 

radioesportivo

Podcast da CBN vence Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos

O podcast “Vozes: Histórias e Reflexões” (clique aqui para ouvir) venceu o 41º Prêmio Vladirmir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria Produção Jornalística em Áudio, com o episódio “LGBTfobia: Medo de quê?”.

Na produção, o podcast traz histórias de vida de quem sofre na pele o preconceito e debate a criminalização da LGBTfobia no Brasil, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal em julho de 2019. Também concorriam na categoria o podcast da Rádio Gaúcha  ‘Acharam meu pai vivo – Podcast sobre a cobertura da tragédia de Brumadinho’ e ‘Chico Mendes, a voz que não cala’, da Rádio Brasil de Fato.

O podcast completa um ano no próximo dia 7 de novembro com 22 episódios no ar e mais de 1 milhão e meio de downloads. A cada quinzena o ‘Vozes’ traz um novo assunto em formato storytelling. Na semana seguinte, o conteúdo é debatido em uma mesa redonda com especialistas e a participação de ouvintes.

Todo o material é produzido, roteirizado e editado pelos jornalistas: Gabriela Viana, Isabela Medeiros, Lucas Soares, Luiz Nascimento e Caroline Tamassia. A sonoplastia é realizada por Cláudio Antônio. As estagiárias Bianca Kirklewski, Bianca Vendramini e Izabela Ares também integram o time.

O Prêmio Vladimir Herzog é um dos mais prestigiados do Jornalismo brasileiro e tem como propósito reconhecer profissionais que contribuem para a promoção dos Direitos Humanos e da Democracia. Sua primeira edição foi em 1979.

CBN logo

Futebol: para Nando Gross, direito de imagem é diferente de transmissão em áudio

Por Rodney Brocanelli

Neste domingo (13), Nando Gross, comentarista esportivo e gerente geral da Rádio Guaíba, se posicionou em relação a intenção da CBF de comercializar direitos de transmissão para as emissoras de rádio (entenda mais clicando aqui). Ele disse que a medida será uma tragédia para o mercado, desempregando muita gente. No entanto Gross considera que para haver alguma mudança é necessário passar por cima da lei atual (no caso a Lei Pelé, artigo 42, que apenas se refere ao direito de imagem – saiba mais clicando aqui). O profissional citou também que já existe uma jurisprudência em relação ao tema quando, em 2008, as emissoras de rádio de Curitiba tiveram ganho de causa na Justiça, contra a intenção do Athlético-PR (na época conhecido apenas como Atlético-PR) que desejava pagamento para a transmissão de seus jogos (clique aqui).

Outro ponto levantado por Nando é que existe uma diferença entre direito de imagem e transmissão em áudio. Segundo ele, o que o rádio apresenta é uma narração, ou seja a visão do locutor que está irradiando a partida. A televisão, por sua vez, ela compra os direitos de uma imagem que, para ele, já vem pronta. Se as emissoras quiserem, podem apenas exibir a imagem, com o som da torcida, sem qualquer tipo de narração. “O áudio é diferente. Tem alguém que está contado a história. Não nos dão pronto como dão para a televisão”, disse Nando.

“Fico muito triste quando vejo um representante gaúcho sendo protagonista deste projeto”, afirmou Nando, se referindo a Francisco Novelletto, atual vice-presidente da CBF, entusiasta dessa ideia, conforme declarações dadas ao site GaúchaZH na semana passada.

Ouça a manifestação de Nando Gross, no player abaixo.

Nando Gross

Rádio: em defesa da isenção dos direitos de transmissão, Jorge Kajuru diz que vai se reunir com Bolsonaro e coletar assinaturas

Por Rodney Brocanelli

Em entrevista concedida neste domingo à Rádio Jovem Pan, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) prometeu mobilização contra a possível cobrança das emissoras de rádio para que estas transmitam as partidas  de futebol organizadas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Kajuru disse que já marcou uma audiência o presidente Jair Bolsonaro. Além disso, ele afirmou que está coletando assinaturas de seus colegas e informa já ter um total de 43 delas. O senador declarou também que enviou um requerimento a Paulo Tonet, presidente da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV) e vice-presidente da Rede Globo, procurando mostrar a importância do rádio para o futebol.

Durante a entrevista concedida a Wanderley Nogueira e Flavio Prado, o senador fez duras criticas aos dirigentes de futebol: Não tem cabimento esse vice-presidente da CBF, que está morrendo de medo da CPI do Esporte e toda hora manda recados para mim, dizendo que ‘essa CBF é diferente da outra’, dizer que é igual Copa do Mundo… Que comparação chumbrega! Querer comparar venda de direitos de transmissão de um evento que ocorre a cada quatro anos no mundo, que movimenta bilhões de dólares, com Campeonato Brasileiro… Querer cobrar Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro e Estaduais com o intuito exclusivo de enriquecer ainda mais as federações em sua maioria corruptas, essas que recebem mensalinho? São elas que estão forçando a CBF para que o rádio pague direitos de transmissão”, disse.

O debate sobre a venda de direitos de transmissões das partidas de futebol organizadas pela CBF ganhou corpo novamente após as declarações de Francisco Novelletto, vice-presidente da entidade ao site GaúchaZH: “Eu estou falando pela minha cabeça e por mim: no ano que vem, só vai transmitir quem pagar, e está absolutamente certo. Tem que ser como na Copa do Mundo. Eu estou acelerando para que isso seja implementado já no ano que vem e posso dizer que o movimento se acelerou após a entrevista do Andrés. Ele que está puxando, mas já existem outros presidentes que são favoráveis”. O cartola cita uma entrevista de Andrés Sanches, presidente do Corinthians, no sábado retrasado, antes de Grêmio x Corinthians, em que questionou a presença de um grande número de veículos de comunicação para a cobertura da partida (saiba mais aqui). O dirigente corinthiano foi duramente criticado pelo senador Jorge Kajuru em sua entrevista à Jovem Pan.

Ouça a entrevista do senador Jorge Kajuru à Rádio Jovem Pan clicando no link abaixo:

https://jovempan.com.br/esportes/futebol/fim-do-futebol-no-radio-kajuru-se-revolta-marca-audiencia-com-bolsonaro-e-detona-andres-e-um-lixo-nao-reciclavel.html

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CBN inova mais uma vez e está presente na chegada da Alexa ao Brasil

A Alexa, famosa assistente virtual inteligente desenvolvida pela Amazon, desembarcou no país muito bem informada. A Rádio CBN está presente com posição de destaque no dispositivo e os primeiros usuários já terão acesso ao recurso e poderão acessar a programação completa das emissoras da rede em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte e afiliadas, apenas ao comando de voz.

As ações da rádio na Alexa foram preparadas pela equipe de desenvolvimento digital do Sistema Globo de Rádio e os usuários poderão cadastrar a funcionalidade da CBN desde o primeiro momento. Quem comprar a caixa de som inteligente da Amazon só precisará entrar no aplicativo e ativar a Skill da CBN para começar a usar a assistente virtual que aciona as emissoras da rádio.  Para ter acesso, basta dizer “Alexa, tocar CBN!”, que todo o conteúdo estará disponível.

“A CBN mais uma vez mostra o seu pioneirismo e se adianta a novos hábitos de consumo, assim como fizemos 14 anos atrás, transformando quadros da nossa programação em Podcasts, logo que isso foi possível no iTunes. Outro exemplo foi o pioneirismo na transmissão da nossa programação em FM e agora nas caixas de som inteligentes”, diz Ricardo Gandour, diretor executivo da CBN.

Na segunda fase da ferramenta da CBN na assistente virtual, quando os usuários já estiverem totalmente adaptados, será oferecido também o cardápio completo de Podcasts, perfeito para quem busca informação especializada.

“Com este lançamento de Alexa pela Amazon no Brasil, abrem-se novas oportunidades e novos canais para colocar veículos de comunicação importantes como a CBN diretamente em contato com os seus usuários e consumidores, em casa ou qualquer local que possua um dispositivo habilitado com Alexa, de forma mais inovadora e acessível, contribuindo com o princípio Amazon de obsessão pelos clientes”, afirma José Nilo Martins, Head de Alexa Skills na Amazon BR.

Os novos usuários da Alexa no Brasil também poderão escolher a CBN entre as notícias de uma ferramenta chamada Flash Briefing, na qual os ouvintes acompanham o resumo do noticiário do momento. Nela, cinco edições diárias do Repórter CBN são disponibilizadas com exclusividade para que os ouvintes acompanhem sempre as principais notícias do Brasil e do Mundo com a credibilidade da CBN.

CBN logo

Zilhões de Coisas, da Rádio Timbira, será transmitido diretamente da Feira do Livro de São Luís

O programa Zilhões de Coisas, apresentado todo domingo na Rádio Timbira (clique aqui para ouvir) por Gil Porto e Rafaella Rodrigues, terá uma edição especial e pela primeira vez será fora do estúdio. O ZC será direto da 13ª edição da Feira do Livro de São Luís (Felis), no Multicenter Sebrae das 11h às 13h. Muitas curiosidades, novidades sobre o mundo da leitura e entrevistas irão proporcionar ao ouvinte maranhense o melhor da Felis 2019.
A Feira é o maior evento cultural e de fomento à leitura do Maranhão e será realizada de 11 a 20 de outubro. Em 2019, o tema é “O Brasil atemporal na obra de Aluísio Azevedo” e vai reunir mais de 100 autores locais e também nomes nacionais. A expectativa é que o evento receba um público superior a 160 mil pessoas, número de visitantes do ano passado.  
O Zilhões de Coisas vai ao ar logo após a transmissão do amistoso entre Brasil e Nigéria.

Zilhões de Coisas

Cobrança de direitos poderá significar o fim do rádio esportivo como o conhecemos

Por Rodney Brocanelli

O jornalista Filipe Gamba publicou em seu blog no site GaúchaZH algo que poderá modificar substancialmente a cobertura da mídia esportiva em relação aos jogos de futebol: a cobrança de direitos de transmissão das emissoras de rádio (clique aqui para ler). E não apenas esse veículo. Segundo a nota, outros meios também poderiam pagar: web rádio, portais e blogs. Segundo Gamba, essa ideia já estaria em discussão e ganhou visibilidade com a recente entrevista de Andrés Sanchez, presidente do Corinthians a jornalistas gaúchos, que questionou o número grande de veículos na cobertura de jogos de futebol.

O jornalista do GaúchaZH foi ouvir Francisco Novelletto, vice-presidente da CBF, que não apenas defendeu as mudanças a partir do ano que vem: “Eu estou falando pela minha cabeça e por mim: no ano que vem, só vai transmitir quem pagar, e está absolutamente certo. Tem que ser como na Copa do Mundo. Eu estou acelerando para que isso seja implementado já no ano que vem e posso dizer que o movimento se acelerou após a entrevista do Andrés. Ele que está puxando, mas já existem outros presidentes que são favoráveis”, afirmou.

Novelletto disse ainda que as federações estaduais poderão adotar a medida, com cada uma definindo seus critérios.

A opinião a respeito desse tema é apenas a repetição de várias outras que já foram explanadas aqui e em outros espaços. No que diz respeito ao rádio, não deverá ser cobrado um valor que seja compatível com a realidade atual do mercado. Vale destacar a iniciativa do Athletico-PR (que na época ainda se chamava Atlético) em 2008 (veja mais aqui).

Monopólio e desemprego

Além do mais, corre-se o risco de existir novamente um monopólio dos direitos, como já se observa na televisão. Um grande grupo poderá adquirir esses direitos de forma exclusiva e exercer a possibilidade de sublicenciamento apenas com veículos parceiros. Emissoras de rádio de pequeno e médio porte, além de grupos independentes (vamos colocar assim) correm o risco de ficar de fora.

Havendo esse monopólio ou falta de condições financeiras para o pagamento, emissoras com muitos anos ativas na cobertura esportiva deverão abrir mão dessa tradição. Resultado: (muito mais) profissionais desempregados. Quem fala em “farra do rádio” deveria pensar nessa possibilidade.

Gestão profissional

Ao GaúchaZH, Francisco Novelletto justificou sua decisão dizendo que os clubes precisam de dinheiro. É verdade. Porém, o que eles precisam também é de uma gestão profissional do dinheiro que já entra no cofre dos clubes, seja com bilheteria, direitos de televisão, contratos de patrocínio. São frequentes as noticias de salário jogadores encostados por não darem certo no elenco e com seus vencimentos sendo depositados religiosamente e de multas altíssimas pagas a técnicos demitidos. Aliás, existe um caso histórico de um determinado clube de futebol que teve de parcelar o valor de multas a três técnicos de forma simultânea. Gasta-se a torto e a direito e a culpa não é das rádios, que nada tem a ver com essa má gestão. Algumas delas, mais independentes, até colocam o dedo nessa ferida, para insatisfação de alguns cartolas.

Divididas e conquistadas

Quem poderia combater essa medida ou pelo menos procurar debatê-la de forma institucional?  Quando essa mesma ideia começou a ser ventilada em 2016, sugeriu-se que as associações de cronistas esportivos pudessem estar à frente dessa negociação (saiba mais aqui). Já escrevi na época e repito aqui: não existe uma associação única. Devido a divergências de toda espécie, no âmbito nacional temos a Abrace e a Aceb. Uma é dissidência da outra. Em São Paulo, aconteceu a mesma coisa. Existe a tradicional Aceesp e a recém-criada Aceisp. Isso enfraqueceu e muito a classe, fazendo com que CBF e clubes pudessem tomar decisões unilaterais, como a que proibiu a entrevistas de jogadores aos repórteres de rádio nos intervalos das partidas.

The end

A ideia não é nova. Volta e meia, ela surge e desaparece no âmbito doméstico. No entanto, parece que desta vez a vontade do dirigentes é para valer. Se ela for adiante, somada a iniciativa da Conmebol para vender direitos da Libertadores às rádios (veja aqui), isso tudo significaria o fim do rádio esportivo como o conhecemos atualmente.

futebol

Em canal do YouTube, Daniel Oliveira apresenta entrevistas com nomes relevantes do rádio esportivo gaúcho

Por Rodney Brocanelli

Afastado do rádio (espera-se que momentaneamente), o narrador Daniel Oliveira está investindo em um canal no YouTube (clique aqui) no qual ele posta comentários sobre futebol, com ênfase nas coisas da dupla Grenal (Grêmio e Internacional). Outro atrativo desse espaço é uma série de entrevistas que ele vem fazendo com nomes relevantes do rádio esportivo gaúcho. Nesse “talk show”, os convidados têm a oportunidade de falar sobre carreira e histórias de bastidores (como no papo com Filipe Duarte, do Zero Hora) , novas mídias e novas linguagens (como na conversa com Carlos Guimarães, da Rádio Guaíba), além da nova fase das transmissões esportivas com as emissoras ligadas aos clubes, sejam elas oficiais ou não. O projeto do Grêmio foi devidamente representado pelo narrador Cristiano Oliveski (clique aqui para assistir). Nesta semana, o convidado foi também narrador Thiago Suman. Entre outros temas, ele abriu o coração sobre a sua experiência de passar a ser um narrador identificado com o  clube pelo qual torce, o Internacional, na Rádio Inferno. Thiago esteve por muitos anos na Rádio Grenal. Clique no player abaixo para acompanhar.

Entrevistas Daniel Oliveira