Hugo Sergio anuncia ida para a Rádio Bandeirantes, de Goiânia

Por Rodney Brocanelli

Nesta quinta, o narrador Hugo Sergio divulgou um vídeo anunciando uma novidade em sua carreira profissional (veja abaixo): ele estará se dedicado totalmente à equipe Feras do Esporte, comandada por Nivaldo Carvalho, que aluga horários na Rádio Bandeirantes/820, de Goiânia.

Até o início deste ano, Hugo Sergio narrava partidas do Atlético-MG e apresentava programas na Rádio Super Notícia, de Belo Horizonte. Um de seus últimos compromissos profissionais na emissora foi no clássico entre Cruzeiro x Atlético-MG. Desde agosto do ano passado, ele conciliava escalas nas duas emissoras.

hugosergio

Rádio Gazeta (SP) encerra sua operação no AM 890Khz

Por Rodney Brocanelli

O encerramento da edição do Jornal da Gazeta desta segunda (28) marcou oficialmente o final das transmissões da Rádio Gazeta, de São Paulo, na frequência dos 890Khz. “A partir de amanhã, nos encontrarmos exclusivamente pelo gazetaam.com (endereço do site da emissora) e também pelo aplicativo para IOS e Android. Até lá”. Esse foi o anúncio feito no ar pelo apresentador Giles Sonsino, sem qualquer outro tipo de explicação. Segundo o site Tudo Rádio, não há a informação se a frequência será devolvida à União ou se a Gazeta participa do processo de migração do AM para o FM.

A frequência dos 890Khz estava no ar desde 1923, quando operava sob o nome de Rádio Educadora Paulista. Em 1943, ela foi transformada na Gazeta AM pelo jornalista Cásper Líbero, que não chegou a ver sua emissora crescer. Ele morreu poucos meses depois em um acidente de avião.

A Gazeta teve várias fases em sua história: na primeira, ela transmitia concertos de música clássica e popular diretamente de seu auditório. Ela chegou a ser conhecida como a “emissora de elite”. Anos mais tarde, ela passou a se destacar na cobertura esportiva, com as transmissões de futebol e da São Silvestre e programas como o tradicional Disparada no Esporte.

Em 1996, a Gazeta foi arrendada pela Igreja Deus é Amor, voltando a ter programação própria apenas no começo deste século. Nos últimos anos, ela vem servindo como laboratório para os alunos da Faculdade Cásper Líbero.

Ouça abaixo a despedida da Rádio Gazeta do AM.

Ouça no link abaixo o momento exato do desligamento dos transmissores no AM:

http://radioarquivo.com.br/890-khz-fim-da-gazeta-am-sp/

gazeta am

Quem será que vem aí na Rádio Capital?

Por Rodney Brocanelli

Desde a metade dessa semana, a Rádio Capital  está veiculando algumas chamadas de expectativa anunciando a estreia de um novo comunicador às 06 da manhã a partir do dia 1º de fevereiro (ouça abaixo). O Radioamantes não sabe quem é e por isso pergunta a seus leitores quem será que vem aí na Capital:

– Um comunicador cujo bordão é “Oi Geeeeeeeeeeeeeeeenteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!”?

– Será que é o Chico Paes de Barros, superintendente da emissora, que deixou a timidez de lado e resolveu encarar os microfones?

-Será que é o João Alckmin, com direito a importar o Fufunha como operador de áudio?

-Edu Cesar, importado de Porto Alegre para fazer o seu Papo de Bola?

-Nenhuma das alternativas anteriores e a Rádio Capital realmente vai nos surpreender desta vez?

Apostas no sistema de comentários do blog.

rádiocapital

 

 

Sérgio Boaz narra vitória do Pelotas sobre o Internacional pela Rádio Bandeirantes/RS

Por Rodney Brocanelli

Sérgio Boaz narrou a vitória do Pelotas sobre o Internacional, partida válida pelo campeonato gaúcho de 2019, pela Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre. O placar final foi 2 a 1 para a equipe do interior.  Na emissora desde março de 2018, Boaz ainda não havia atuado como narrador pela Bandeirantes. O período de férias concedidas a Daniel Oliveira, um dos narradores da emissora, motivou esse deslocamento de função. Ainda na Rádio Gaúcha, Sérgio Boaz, narrou jogos de futebol, sem prejuízo das suas funções de repórter e apresentador. Ouça abaixo os gols da partida.

sérgio boaz

TV Brasil exibe Festival de Música da Rádio MEC 2018 com show e premiação

Celebrar, revelar, premiar e divulgar os novos talentos da música popular brasileira. É com esse espírito que o TV Brasil destaca as emoções do Festival de Música da Rádio MEC 2018, em duas partes, nesta quarta (23) e quinta (24), às 21h45, na faixa Verão Show.

Além de anunciar os vencedores do festival, o evento traz apresentações especiais de artistas convidados. As performances musicais são intercaladas com a entrega das premiações.

A primeira parte do show, nesta quarta (23), reúne a pianista Fernanda Canaud e o violoncelista David Chew que interpretam Radamés Gnattali e Heitor Villa-Lobos. O pianista Marcos Souza recorda o pai, Chico Mário, com as músicas “Ressurreição” e “Guerra de Canudos”.

Já na quinta (24), a TV Brasil mostra a animação do bloco de carnaval infantil Mini Seres do Mar e o Coro de Câmara da Escola de Villa-Lobos que rende homenagem ao compositor e cantor Milton Nascimento ao executar “Maria, Maria” e “Nada será como antes”.

Homenagens ao Rádio e ao saudoso Chico Mário

O evento comemora os 95 anos da primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que deu origem à atual Rádio MEC, fundada em 1923 por um dos “pais” da radiodifusão: Edgard Roquette Pinto.

O festival foi realizado exatamente no Dia do Rádio, em 25 de setembro, para lembrar o nascimento do Roquette Pinto nesta data em 1884. A iniciativa mescla espetáculo e premiação no palco do tradicional Teatro João Caetano, no centro do Rio de Janeiro, e teve apresentação dos mestres de cerimônia Jorge Ramos e Emilly Kruger.

A cada edição, o evento homenageia um expoente da música brasileira. Em 2018, foi a vez de prestar tributo aos 70 anos de nascimento do compositor e instrumentista mineiro Chico Mário, irmão do cartunista Henfil e do sociólogo Betinho. O artista faleceu em março de 1988, aos 39 anos.

Categorias em disputa e corpo de jurados

Música Clássica, Instrumental, Infantil, MPB e voto popular (internet) foram as categorias do festival que abre a programação da Rádio MEC para novas composições.

Com 260 obras inscritas, os concorrentes foram avaliados por júri técnico formado por especialistas da emissora pública. Os 12 finalistas também foram analisados por um júri técnico de artistas específico para cada gênero.

Na categoria Música Clássica, os jurados foram Alexandre Dias, João Guilherme Ripper e Carla Rincon. Já para as composições instrumentais, os convidados foram Márvio Ciribelli, Délia Fischer e Eder Paolozzi. As obras infantis tiveram como júri Rafa Gomes, Chaps de Melo e Mariana Piza enquanto as canções da MPB foram avaliadas por Da Ghama, Júlia Vargas e Roberta Spindel.

Vencedores do Festival de Música da Rádio MEC 2018

A primeira vencedora foi a intérprete Mari Mari, premiada com o voto popular da internet. Segundo os mestres de cerimônia Jorge Ramos e Emilly Kruger, foram mais de 11 mil votos.

A melhor música clássica ficou para Ricardo Szpilman – “Concertino” – em três movimentos. Na categoria Instrumental, Lydia Muzafir venceu com “Melancolia”. Já no quesito Infantil, Hamilton Catette levou o troféu por “Pezinho de maracujá”, enquanto a melhor música popular brasileira foi de Mari Mari, com “Maracatu Menino”, a grande agraciada da noite.

Entre os intérpretes, os premiados foram o Quarteto Kalimera com “Reverenciando Radamés” na categoria música clássica. Deborah Levy, Glória Ettari, Daniela Spielmann, Tonho Costa, Emerson Mardhine foram reconhecidos na categoria instrumental com “Back to life”. Já Cláudia Ferrari conquistou no quesito popular ao apresentar “Última canção”.

Serviço

Festival de Música da Rádio MEC 2018 – Verão Show – quarta-feira, dia 23/01, às 21h45 na TV Brasil

Festival de Música da Rádio MEC 2018 – Verão Show – quinta-feira, dia 24/01, às 21h45 na TV Brasil

fesitival de música rádio mec

Morre Ronaldo Bonemann

Texto da Rádio Estação Web

A equipe esportiva da Rádio Estação Web está de luto.

Faleceu nesta manhã, vítima de complicações cardíacas, o radialista Ronaldo Bonemann. Ele tinha 59 anos e estava internado havia dois meses no Instituto de Cardiologia, em Porto Alegre.

Natural de Pelotas e torcedor fanático do Brasil-Pel, Bonemann iniciou sua carreira em 1978, trabalhando em várias emissoras comerciais, comunitárias e on-line na região metropolitana e no interior do Estado. Entre 2014 e 2016, ele atuou como repórter em nossas jornadas esportivas, sempre com muita dedicação, empenho e coleguismo. Seu corpo será velado a partir das 15h na capela 7 do Cemitério João XXIII, na capital, onde será sepultado.

A todos os familiares e amigos, nossos respeitos e sentimentos pela perda de um bom profissional e amigo. Obrigado por tudo, Ronaldo Bonemann, e até um dia!

ronaldo bonemann

Wesley Safadão abre temporada do Estúdio ao Vivo Transamérica 2019

Wesley Safadão vai contagiar os ouvintes da Rádio Transamérica com o swing de seu “forronejo” ao abrir a temporada de 2019 do Estúdio ao Vivo. O cantor, que já esteve na emissora diversas vezes, faz, pela primeira vez, um verdadeiro show no dia 8 de fevereiro, às 14h.

O artista planeja um repertório cheio de hits que fazem sucesso em todo o País e canções do novo álbum, intitulado “WS Mais uma Vez”. “Só Pra Castigar”, “Não Atendo Não”, “Camarote” e “Ar Condicionado no 15”, entre muitas outras, estão no setlist.

O Estúdio ao Vivo Transamérica é realizado na sede emissora em São Paulo. Apresentado por Gislaine Martins, o programa conta com plateia formada por fãs e ouvintes da rádio. O show de Wesley Safadão será transmitido ao vivo via rádio para todo Brasil, live no YouTube da emissora (Transamérica Hits) e cobertura pelo Facebook (Rádio Transamérica FM) e Twitter (@RTHits). 

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Gaúcha Sports Bar leva jornalismo, esporte e diversão a Pelotas

Apaixonada por esporte, principalmente por futebol, Pelotas receberá, entre os dias 21 de janeiro e 20 de março de 2019, uma temporada do Gaúcha Sports Bar pelo Rio Grande. A iniciativa é uma forma de aproximar a Rádio Gaúcha de seus ouvintes e proporcionar aos moradores, visitantes e personalidades da região a oportunidade de vivenciar in loco a experiência do rádio, interagir, das entrevistas e participar da programação.

O espaço, que une jornalismo, esporte e diversão, ficará no Fair Play Resto Pub (Avenida Dr. Figueiredo Mascarenhas, 2A), no bairro Três Vendas. O local será um ponto de encontro de todas as torcidas, com decoração temática, transmissões de jogos e programas ao vivo apresentados pelos comunicadores da RBS. Além de programas locais, serão transmitidas para todo o Estado, diretamente de Pelotas, edições de programas como o Sala de Redação, o Hoje nos Esportes e o Show dos Esportes – que terá entradas ao vivo do projeto Entre Amigos, uma descontraída conversa com convidados especiais.

Pelotas é a terceira cidade do Interior do Estado a receber o roteiro itinerante do Gaúcha Sports Bar. O projeto já passou por Caxias do Sul, entre agosto e setembro do ano passado, e em Santa Maria, de outubro a dezembro. A iniciativa é resultado de parceria entre o Grupo RBS e a Tornak Participações e Investimentos, com as viagens pelas cidades do Estado patrocinadas pela Schin.

Confira abaixo o cronograma da programação em Pelotas:

21/01  – Abertura ao público

22/01 – 17h30min – Hoje nos Esportes + Entre Amigos

24/01 – 11h30min – Programa local

29/01 – 11h30min – Programa local

01/02 – 17h30min – Hoje nos Esportes + Entre Amigos

05/02 – 11h30min – Programa local

07/02 – 17h30min – Hoje nos Esportes + Entre Amigos

12/02 – 11h30min – Programa local

14/02 – 11h30min – Programa local

luciano périco

Nova campanha da Atlântida combina verão e bom humor

O verão é a estação que mais conversa com a essência da Atlântida: é leve, tem festa, tem praia e tem diversão. Nesse período também ocorre o Planeta Atlântida, o maior festival de música do Rio Grande do Sul, que leva todas essas características da rádio para milhares de pessoas. Com o propósito de unir esses dois universos, a Atlântida lançou, na última sexta-feira (18), a campanha “O melhor verão do Planeta”, que aposta no senso de humor e no envolvimento da rádio com o Planeta Atlântida 2019.  

A estratégia possui três pilares principais: o serviço, o festival e o humor. Conteúdos com temática leve e descontraída, que buscam valorizar as características da rádio, serão divulgados nos veículos da RBS por meio editorial e também por meio de publicações nas redes sociais. As peças da campanha dão destaque aos jargões dos personagens interpretados pelos comunicadores em programas como o Pretinho Básico, que já fazem parte do vocabulário de quem ouve a Atlântida.  

Com o principal objetivo de estar ainda mais próximo do Planeta Atlântida e conectar o ouvinte com quem participa do evento, a rádio promoverá ações para quem ainda não garantiu seu lugar no festival. Durante a transmissão de alguns programas, o público poderá participar de sorteios de ingressos a partir das redes sociais. O casal Planeta, composto pelos comunicadores Juju Massena e Arthur Gubert, também realizará sorteios em lives nas páginas do Facebook e do YouTube da Rede Atlântida. Quem estiver pelas praias de Atlântida ou Capão da Canoa poderá interagir ainda mais com os comunicadores da rádio, pois haverá distribuição de brindes do festival. 

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Jorge Vinícius volta a narrar em rádio

Por Rodney Brocanelli

De volta ao rádio, após uma passagem de oito anos no canal Sportv, Jorge Vinícius voltou a narrar uma partida de futebol. Foi a estreia do Comercial no campeonato paulista da série A-3 contra o Noroeste, de Bauru. Vinícius está comandando um ambicioso projeto de cobertura esportiva no Grupo Thati de Comunicação, da cidade de Ribeirão Preto, que engloba a Thati FM (91,3Mhz) e a 79 AM (590kHZ), além dos canais de televisão. O foco desta nova equipe estará nos principais clubes de Ribeirão Preto, Botafogo e Comecial, e o esporte amador daquela cidade. Pelo menos dois nomes conhecidos do grande público estão com Vinícius nessa empresitada: Fabiano Farah (ex-Globo) e Luciano Faccioli (que segue na Top FM).  Na sua primeira narração em seu retorno ao rádio, Jorge Vinícius  teve de narrar o solitário gol do visitante Noroeste, que venceu o Comercial pelo placar de 1 a 0. Ouça abaixo.

jorge vinicius

Narrador Flávio Araújo volta a escrever sobre minissérie 10 Segundos Para Vencer

Por Flávio Araújo  (*)

UMA VERDADE EM TROCA DE OUTRA MENTIRA

Sou obrigado a voltar dando uma continuidade ao meu artigo anterior com o título acima. Em primeiro lugar para um pedido de desculpa. Errar é humano e persistir no erro é burrice. E ser burro é algo onde nunca me inseri. Grazie a Dio. Acontece que vi a minissérie da Globo, feita por meu xará Flávio, o Tambellini, na casa de meu filho Helder, que por sinal tem um blog de nome “Debate Político” com bom número de seguidores. O Helder é um pianista do primeiro time. Basta dizer que em suas teses de mestrado e doutorado na USP seus orientadores foram ninguém menos que JOSÉ EDUARDO MARTINS, irmão mais novo do tributarista IVES GANDRA MARTINS e o outro orientador o maestro JOÃO CARLOS MARTINS, irmão mais novo do José Eduardo. Este vai gravar no próximo mês de maio seu 25º álbum de músicas eruditas. Como sempre vai gravar na Europa. Só grava na Bélgica ou na Bulgária. Lógico que não sou um entendido em música clássica para comentar o que posso, por exemplo, conhecer e me aprofundar em dizer que o Pelé foi o maior do mundo e julgo que jamais aparecerá outro igual. Maradona foi outro craque excepcional, mas para competir com ele, ou com Messi, eu deixo a incumbência para o Rivelino, o Zico… o Tostão, ou mais meia dúzia pelo menos de grandes jogadores brasileiros, Neymar entre eles. A Copa São Paulo mostra que o futuro do futebol no Brasil está garantido, apesar de vendermos laranja ainda no pé. Sim, gosto muito de ouvir Mozart e Chopin e conheço música pelo que meus ouvidos se deleitem. Mas, gosto mesmo é de ouvir os velhos discos do Orlando Silva, o maior cantor que o Brasil já teve. E não discutam comigo que tenho mestre RUY CASTRO ao meu lado. José Eduardo Martins, estava dizendo, já ultrapassando os oitentinhas continua sendo um grande pianista e João Carlos Martins que foi considerado o maior interprete de BACH do planeta, por circunstâncias que todo mundo conhece, teve que deixar o piano e se dedicar a regência. Continua brilhando. Mas, é midiático, o que não acontece com seu irmão que prefere a solidão do seu Brooklin, meu último endereço em São Paulo –fomos vizinhos – e onde o visitei ainda recentemente.

A CORREÇÃO DE UM LAPSO MEU

Pois muito bem, fazendo estas ressalvas eu via a minissérie da GLOBO na casa de meu filho Helder, na Chácara Inglesa em São Paulo e este trabalhando ao piano me pede para baixar o som da tevê. Devo dizer que sofro de um trauma acústico que me provoca um zumbido tremendo nos ouvidos e, inclusive, alguma deficiência auditiva. Pelo uso dos fones em volume muito alto durante os mais de 50 anos de transmissões esportivas. E foi exatamente nesse momento que perdi a sequência que a tevê mostrava e não vi que passaram (embora só um pedacinho, vi depois no Globoplay) a luta de EDER JOFRE e do nocaute diante de ELOY CHAVES em 18 de novembro de 1960 quando o brasileiro conquistou seu título de campeão mundial dos galos. Mundial, sim, mas que depois foi contestado pela versão europeia que apresentou um novo campeão, o irlandês Johnny Caldwell, o “Johnny Boy” que Eder derrotaria algum tempo depois na reunificação dos títulos no Ibirapuera em São Paulo. Em verdade foi muito mais fácil ganhar do chamado “irlandês de gelo” do que derrotar os duríssimos mexicanos. Então, me desculpo do que escrevi de passagem, mas imediatamente me ponho em guarda, de pé e a ordem e parto para um “touché” final.

AS MAIS BERRANTES MENTIRAS NO FILME E NA SÉRIE DA GLOBO

Aristides Jofre, o pai e técnico de Eder realmente fumava em demasia. Acendia um cigarro no outro. Mas, jamais maltratou ou foi rude com seu filho. E preciso dizer que o papel desempenhado pelo veterano OSMAR PRADO na filmagem de Tambellini é simplesmente sensacional, espetacular! Vale o trabalho. Mas, KID JOFRE não sofreu nenhum princípio de infarto ou coisa que o valha que o levasse ao chão do Ginásio de Brasília durante a luta de EDER com JOSÉ LEGRÁ e no decorrer do 14º round. O que mostra um sensacionalismo exagerado e o que é pior, mentiroso. Kid, que viria a morrer no ano seguinte permaneceu no Ginásio até o fim da luta e seguiu orientando o filho, principalmente depois desse penúltimo assalto em que Eder foi realmente a nock-down e foi salvo pelo gongo antes que se iniciasse a contagem. Mas Eder jamais disse a frase “cadê meu pai” quando a personagem de Tonico Zumbano vem orientá-lo no filme e na tevê. Porque quem o fazia era o próprio Kid. Tonico Zumbano, o “Zumbanão” que fica como um substituto do cunhado e no filme vai gritar com Eder nesse momento fulcral do combate. Falso. Na minha lembrança Zumbanão, o soco mais forte da maior dinastia de uma família no boxe brasileiro nem estava em Brasília. Antonio João Oliveira, genro e Andréia, a filha mais nova de Eder não se lembram se estava ou não. Assim como confirmam que viram o filme antes de seu lançamento à convite da Globo, mas de uma forma diplomática e formal aprovaram o seu conteúdo que agora também contestam. O filme estava pronto e lhes foi mostrado sem nenhum pedido de aprovação ou não. Existem outros sensacionalismos explícitos como a esposa de Eder ser apresentada com um barrigão de grávida nas lutas contra Harada, no Japão (1965 em Nagoya e 1966 em Tóquio) quando Marcel, o filho mais velho estava presente, sua mãe, Cidinha também, mas Andréa só veio ao mundo em 17 de agosto de 1968, portanto, dois e três anos depois das históricas lutas no país do sol nascente. Cidinha, que faleceu em 10.05.2010,também jamais pediu a Eder que deixasse o boxe. Sempre o apoiou de forma entusiástica. E outra terrível maldade do filme e que deixou a família revoltada. Cidinha era uma jovem tímida, operária numa tecelagem e jamais que seu primeiro encontro com Eder tenha sido num frege onde Zumbanão ia em busca de aventuras sexuais. Estes fatos me permitiram, inclusive, no último sábado, dia 19 de janeiro falar com o próprio Eder que se não se lembrou da presença do tio Tonico Zumbano em Brasília, mas para minha alegria lembrou-se do velho locutor e lágrimas correram de seus olhos segundo relato de seu genro Antonio João. Como complemento deste trabalho e como testemunho da verdade confirmo que KID JOFRE deixou este plano em 1974, Dogalberto, o irmão número 2 da família faleceu em 1973 e compareci ao seu sepultamento no cemitério do Chora Menino em São Paulo onde estão todos da dinastia JOFRE/ZUMBANO que já partiram. Eder sempre teve um lado espiritualista e no triste momento que se vivia no sepultamento do irmão, sorrindo apontou para o alto da capela dizendo que o Doga estava lá, como sempre rindo e procurando alegrar a todos. Nesse capítulo agrego que alguns anos após a morte de KID o médium Chico Xavier recebeu do mesmo uma mensagem psicografada, informação que recebi diretamente da família, e na mesma o grande médium recebia palavras de incentivo a Eder pedindo que continuasse sempre trilhando os caminhos do bem, ajudando o próximo e mantendo a honestidade que a família sempre pautou. O outro irmão de Eder, Mauro, que só lutou entre amadores faleceu em 1963, ainda jovem e Ralf Zumbano, que disputou as Olímpiadas de 1948, grande peso-médio não foi sequer citado na filmagem. Como Eder, Ralf também foi vereador em São Paulo e deputado estadual paulista. São fatos que devem ser restabelecidos e são mentiras que não podem deixar de ser desmentidas e se tomo esse caminho é por considerar que o respeito à verdade em acontecimentos tão marcantes na vida brasileira não podem ser deturpados por uma visão comercial e fantasiosa buscando e colocando acima do real a ilusão farsesca que chama mais atenção. Quem viver verá o que se poderá falar no futuro de um Pelé e espero que haja então algum jornalista ou radialista que como eu, viu Pelé e Eder Jofre iniciarem e terminarem suas gloriosas trajetórias no esporte não só para recuperar imagens, mas principalmente para restabelecer a verdade verdadeira dos fatos.

(*) Texto publicado no blog Radioamantes a pedido do próprio autor.

flávio araújo eder jofre

Show dos Esportes terá edições exclusivas na Serra Gaúcha durante o Gauchão 2019

A programação da Gaúcha Serra tem novidades. Durante todo o Campeonato Gaúcho de Futebol 2019, o Show dos Esportes terá edições exclusivas transmitidas diretamente de Caxias do Sul. A temporada especial do programa estreia nesta sexta-feira (18). Com apresentação do jornalista Eduardo Costa, o programa contará com a participação do time de esportes do Grupo RBS. Os jornalistas Maurício Reolon, Cristiano Daros, Marcelo Rocha e Renan Silveira irão compor a equipe durante a temporada. As edições locais ocorrerão nas terças e sextas-feiras, das 20h10 às 22h, na frequência 102.7 FM.

O programa receberá convidados e levará aos ouvintes conteúdos esportivos locais, de diversas modalidades, com muita informação e bom humor. O futebol e os clubes da região, como Caxias, Juventude e Veranópolis, terão cadeira cativa na atração.

Haverá entrevistas, boletins e entradas ao vivo da Redação Integrada de jornalismo da RBS Serra e notícias do Pioneiro.com, além de manchetes da edição impressa do dia seguinte. Completam a programação os principais assuntos da próxima edição do Jornal do Almoço da RBS TV Caxias, participações semanais do Iotti e boletins culturais.

Desde dezembro do ano passado, profissionais do jornal Pioneiro, da RBS TV e das rádios Gaúcha e Atlântida de Caxias do Sul trabalham em uma redação integrada e moderna. Localizado no prédio da RBS TV, no Centro da cidade, o espaço busca a evolução na produção de conteúdo local, preservando as características de cada veículo. O Show dos Esportes Serra já é resultado do novo modelo.

show dos esportes serra_crédito_felipe nyland

Narrador Flávio Araújo contesta fatos apresentados em minissérie sobre Éder Jofre

Por Flávio Araújo, especial para o jornal O Imparcial, de Presidente Prudente (*)

UMA MINISSÉRIE PRÁ LÁ DE MENTIROSA

A Rede Globo exibiu há poucos dias, ente 8 e 11 últimos em quatro capítulos, de terça a sexta-feira, uma minissérie tendo por base a carreira de EDER JOFRE, o maior pugilista brasileiro de todos os tempos e o melhor peso-galo da história do boxe em todo o planeta na opinião oficial dos pesquisadores norte americanos. Infelizmente o que o público brasileiro viu está longe de refletir com justiça e mesmo no aspecto moral o que foi a trajetória desse grande atleta. É preciso, antes de tudo, realçar que o boxe hoje perdeu aquela condição de ser a chamada “nobre arte” que tinha no passado. O boxe era um esporte que, se não podia deixar de lado o seu teor de violência, tinha uma visão artística inegável com os bailarinos no tablado como o próprio Eder, ou em escala maior os norte-americanos Cassius Clay ou “Sugar” Robinson, os meus eleitos na vanguarda da beleza desse esporte. A violência das lutas de hoje desse MMA mataram o boxe. Mas, o que se vê nessas disputas onde o Brasil ainda tanto se destaca não pode na minha ótica ser considerado como um esporte no sentido olímpico do termo.

A MINISSÉRIE DA GLOBO

Bem, devo dizer que fui convidado pela empresa que fez o longa metragem e a minissérie para participar dos mesmos e não pude atender o convite. Foi exatamente no período em que minha mulher, Yvette Pinheiro de Araújo, estava hospitalizada e veio a falecer. Morava então em São José dos Campos e hoje gozo as delícias do ar puro e clima agradável de Poços de Caldas mesmo no verão que esturrica o país. Assinei então uma concordância em que usassem minhas narrações para constar da produção e sei que não se pode falar na carreira desse artista dos ringues (Eder era também um desenhista de belíssimos traços em nanquim) sem mencionar a minha presença já que narrei a maioria de suas lutas como também, segundo o Milton Neves, fui o locutor que mais transmitiu os gols de Pelé. Desculpem a ausência de modéstia de quem começou irradiando os jogos de Corinthians e Prudentina na então PRI-5 de minha cidade natal que amo e que, mesmo lá não residindo, está sempre presente em meu coração prudentino. Muito me orgulho do imerecido título de “cidadão benemérito” de minha terra. Deixa isso prá lá e vamos em frente. Sei muito da trajetória de Eder. O porquê? Quando Pedro Luiz e Mário Moraes deixaram a Bandeirantes e senti que poderia ser também o locutor titular de boxe fui procurar Kid Jofre na sua Academia, na rua Santa Efigênia e que era patrocinada pelo São Paulo F.C.. Subi ao ringue e fiz um treinamento de aprendizado com o próprio Eder.

EDER JOFRE NASCEU NUMA ACADEMIA DE BOXE

Agrego que Eder nasceu na primeira academia dirigida por seu pai e que ficava na rua do Seminário, no centro de São Paulo. A partir do que narro nos tornamos grandes amigos e durante muitos anos, praticamente todos os meses, ficávamos um largo tempo ao telefone. Eu telefonava num mês no outro ele me procurava. Eder recorria ao velho Flávio para recordar muita coisa que já não estava por último em sua memória e que para mim é algo como se os vivesse agora. Mesmo com o peso de tantos anos tenho uma memória de elefante. Era o prenúncio do mal que o acomete no presente. Uma encefalopatia traumática e que no passado era conhecida como demência pugilística. Não se trata de Alzheimer segundo a família. Milton Rosa, Fernando Barreto e Paulo de Jesus, grandes pugilistas brasileiros nas décadas de 1960/70 sofreram desse mal. Está muito em voga nos Estados Unidos por estar vitimando jogadores do futebol americano. E também aqui no Brasil pelos choques cabeça-cabeça entre os profissionais de nossos gramados. Bellini o grande capitão do primeiro mundial da FIFA que o Brasil conquistou deixou em testamento seu cérebro para estudos na medicina da USP. Mas, voltando ao programa da Rede Globo este foi construído em cima de sucessivas mentiras. As lutas ali exibidas, contra Medel e contra Legra são figurações com sósias dos lutadores de então. E a narração que consta nos créditos como sendo minhas e do Pedro Luiz não são de nenhum dos dois. O locutor que as profere, de boa qualidade, deve ter escrito as minhas narrativas e decorado ou lido na hora do trabalho. Usa também as minhas frases e minha inflexão. Do Pedro Luiz, que considero o maior locutor esportivo do Brasil em todos os tempos não tem absolutamente nada. Pedro nos deixou há muito tempo.

KID JOFRE JAMAIS FOI AGRESSIVO COM EDER

Aristides Jofre jamais foi um carrasco para Eder como no filme é mostrado. Tinha, sim, seus momentos de azedume, mas era um admirador do filho e um homem de bom trato. Como Eder, era um gozador e piadista inveterado e jamais trataria um pupilo, ainda mais sangue do seu sangue e sua maior esperança de sucesso como técnico de boxe e de ganhar um título mundial. Kid Jofre, antes de vir para o Brasil ordenhava vacas leiteiras em San Justo, ao sul de Buenos Aires. Os empresários de Eder jamais foram malandros como o filme quer exibir e o grego/americano George Parnassus jamais teria declarado que só pagaria 10% da bolsa combinada se Eder, na luta contra Medel, caísse antes do 5º assalto e não houve em momento algum aquela ironia dos jornalistas norte-americanos menosprezando o lutador brasileiro, chamando-o de gorila principalmente por parte de Parnassus, que já tinha vindo ao Brasil para vê-lo em ação e sabia de seu valor. Pura exploração de um desenfreado sensacionalismo.

O ABSURDO DOS ABSURDOS!

E pasmem! Absurdo dos absurdos. Eder não ganhou o título mundial dos galos na luta contra Medel como insinuam os filmes. O campeão era Joe Becerra, também mexicano e estava acertado que Eder e Medel competiriam para saber quem teria o direito de desafia-lo. Acontece que Becerra nesse Ínterim perdeu o título mundial para o desconhecido Eloy Sanchez, outro mexicano e tiveram que reformular a ordem geral e a luta entre Eder Jofre e Joe Medel classificaria um dos dois para lutar contra Eloy Sanchez, o que aconteceu no dia 18 de novembro de 1960 no Olympic Auditorium, de Los Angeles, onde também Eder nocauteara Medel, ambos os duelos presenciados por 10 mil mexicanos entusiasmados e por meia dúzia de brasileiros que para lá viajaram. No filme e na minissérie Eder é anunciado pelo locutor como desafiante quando o que havia em seguida seria um duelo classificatório para que o vencedor realmente adquirisse condição de desafiar depois o campeão. Considero que a minissérie não fez justiça a grande família dos Jofre/Zumbano, a maior dinastia do boxe que o Brasil já teve e que nenhum país do mundo jamais terá e se dou esse testemunho nestes escritos é para que as gerações atuais que sequer conheceram Pelé e muito menos a Eder Jofre saibam que houve um dia em nossas plagas um craque vestindo luvas e esgrimindo no tablado como um Nijinski, Nureyev ou Baryshnikov. Irradiei também as lutas desse gênio da então nobre arte no Japão em 1965 e 66 e a primeira é até hoje o recorde brasileiro de audiência numa única transmissão esportiva. Eder era um peso galo com “pegada” de peso médio e que depois em 1973, já com 37 anos, conquistou ainda o título mundial dos penas em combate histórico travado em Brasília diante do cubano naturalizado espanhol, José Legra, também um fora de série, mas que foi vencido de forma inexorável pelo talento de nosso maior craque dos ringues de ontem, hoje e amanhã.

(*) Texto publicado no blog Radioamantes a pedido de seu autor

flávio araújo eder jofre

Números da Rádio Globo seguem modestos na Grande São Paulo

Por Rodney Brocanelli

A Rádio Globo fechou o ano de 2018 com números de audiência bem modestos na grande São Paulo. Nas duas pesquisas divulgadas pelo instituto de pesquisa responsável pelo levantamento, a emissora vem apresentando baixa em seus números. No período que corresponde ao trimestre outubro a dezembro ( horário 05-05) a . Globo registrou 9.519 ouvintes por minuto. Na pesquisa anterior (registrada aqui), ela apareceu com 9.696 ouvintes por minuto.

Em outro levantamento, que corresponde ao horário das 06-19, a situação não é diferente. No trimestre agosto a outubro, ela surge com a marca de 16.165 ouvintes por minuto. No período seguinte, que engloba o trimestre setembro a novembro, ela teve uma queda e apresentou a marca de 13.668 ouvintes por minuto. Já no trimestre outubro a dezembro, uma leve diminuição: 13.341 ouvintes por minutos. São marcas muito modestas para um projeto que nasceu ambicioso, com toda a força do Grupo Globo quando de seu lançamento, em junho de 2017.

Um dos fatores para que os números da Globo não sejam maiores é o alcance do seu sinal. Em dezembro, o programa Radioamantes no Ar, veiculado pela web rádio Showtime, registrou mensagens de ouvintes falando das más condições de recepção do sinal na frequência dos 94,1Mhz (ouça aqui).

rádio globo

Grupo RBS valoriza as raízes do Gauchão na temporada de 2019

A partir do próximo fim de semana (19 e 20), 12 times se enfrentam na primeira rodada do Campeonato Gaúcho de 2019. O evento, que reúne as principais equipes de futebol do Rio Grande do Sul na disputa pelo primeiro lugar, é uma das maiores tradições do esporte entre os torcedores gaúchos. Mas será que esse público sabe quais são as raízes do campeonato? No ano em que o Gauchão completa 100 anos de história, 215 profissionais do Grupo RBS reúnem esforços para a realização de uma cobertura especial, focada em descobrir elementos históricos do futebol local e oferecer uma experiência ainda mais completa aos torcedores. 

Um conjunto de conteúdos especiais está sendo preparado pela RBS TV. Além da transmissão dos jogos, que inicia no domingo (20) com a partida Novo Hamburgo X Grêmio, às 17h, o veículo exibirá ao longo do campeonato três séries de reportagens no Globo Esporte RS, com o objetivo de desvendar o que está presente nas origens da competição. Serão apresentados alguns fatos sobre o “Jogador Raiz”, o “Estádio Raiz” e o “Funcionário Raiz”, a fim de valorizar as características que tornam jogadores, estádios e funcionários partes fundamentais no futebol gaúcho. 

A interatividade com o público é marca forte da cobertura. Os gaúchos poderão escolher o torcedor símbolo do campeonato 2019 no concurso A cara do Gauchão, por meio do Globoesporte.com/RS. Doze torcedores, um de cada clube que participa do campeonato, contarão sua relação com o time do coração durante as edições do programa e enfrentarão alguns desafios em busca de ser o torcedor símbolo da competição. O torneio “Na Trave” volta a testar os jogadores e torcedores em uma brincadeira de acertar chutes nas traves das goleiras. Além disso, os gols mais bonitos do campeonato serão valorizados no Prêmio Bucha, composto por um júri formado por Pedro Ernesto Denardin, Maurício Saraiva, Luciano Périco, Diogo Olivier, Zé Alberto Andrade, Luciano Potter e Duda Garbi. Ao final do Gauchão, os três melhores gols, escolhidos pelos “comunicadores raiz” do Grupo RBS, disputam o primeiro lugar em votação popular no Globoesporte.com/RS. 

– Ser raiz é valorizar o que é nosso, buscar as origens e nos reinventar, ser crítico ao enfrentar a realidade do futebol gaúcho e também parceiro ao estar junto à comunidade, aos torcedores e clubes na realização da competição. Por isso, a cobertura integrada do Esporte da RBS terá a cara e a voz da torcida, enaltecerá o esforço dos clubes em participar da disputa e contará as histórias raiz que fazem o nosso estadual ser o Gauchão – destaca o chefe de redação de Esportes da RBS TV, Tiago Cirqueira. 

Todos os jogos da dupla Gre-Nal serão transmitidos pela Gaúcha. A partir das quartas de final, a rádio passará a transmitir todas as partidas do campeonato. O Gaúcha Sports Bar pelo Rio Grande, que já percorreu duas cidades no Estado, também terá programação especial: algumas edições dos programas Sala de Redação, Show dos Esportes e Hoje nos Esportes serão transmitidas direto de Pelotas, próxima cidade no roteiro de viagem. 

No último fim de semana (12 e 13), a Superedição de Zero Hora apresentou o caderno “100 fatos em 100 anos de Gauchão”, valorizando o centenário do campeonato com conteúdos especiais. Para que o torcedor fique por dentro de todos os detalhes sobre os jogadores, times e tabela de jogos da temporada 2019, será veiculado o Guia do Gauchão no fim de semana de estreia da competição (19 e 20). A coluna Entrevero ainda trará as informações diárias sobre os times do interior. 

– A cobertura do Gauchão é e sempre foi fundamental para o Grupo RBS. No campeonato, fazemos uma conexão com o público do interior, que nos dá frutos ao longo do ano. Em 2019, temos a oportunidade de marcar nosso trabalho com iniciativas integradas e mostrar que o Gauchão chega aos 100 anos sem glamour, mas é da nossa gente. Por isso, o conceito “Raiz” valoriza a competição e a nossa cobertura – ressalta o editor-chefe de Esportes de Gaúcha, Zero Hora e GaúchaZH, Rafael Cechin. 

O torcedor também poderá acompanhar diariamente os detalhes sobre o Gauchão 2019 no GaúchaZH, além de todos os conteúdos de Zero Hora e Gaúcha. A partir da hashtag #CentralDoTorcedor, que poderá ser utilizada nas redes sociais, o público terá a oportunidade de participar de debates esportivos na RBS TV, Gaúcha e Zero Hora.  

O projeto será valorizado pelo Grupo RBS por meio de uma campanha publicitária centrada no “campeonato raiz”, que será veiculada nos jornais, nas rádios, na TV e nas redes sociais, destacando as principais informações da cobertura editorial.

 

gauchão 2019_crédito_divulgação