Torneio de futsal causa discórdia entre cronistas esportivos gaúchos

Por Rodney Brocanelli

A edição 2025 da Copa Aceg de fusal, promovida pela Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos, terminou de uma forma que todos os que estavam envolvidos nela não imaginavam. A equipe do Barril Dobrado foi declarada campeã após seu adversário, o Panela da Dupla, avisar que não iria entrar em quadra no dia da grande final, marcada para o último sábado (22), no ginásio do Sesc Protásio Alves.

O motivo: um protesto do Panela após a decisão da comissão disciplinar, que reverteu a suspensão de um atleta do Barril que havia levado dois cartões amarelos (e o consequente vermelho) durante a semifinal. O tribunal é formado por três auditores. Um deles se declarou impedido de votar.

Na Copa Aceg, os times não são representados pelas empresas de comunicação. Mesmo assim, as equipes são formadas nos bastidores de algumas delas, com espaço para que profissionais de outros veículos e até mesmo assessorias de imprensa possam atuar.

O Panela da Dupla é formado por integrantes do canal a A Dupla, mas o time é aberto a outros profissionais. Por sua vez, o Barril Dobrado é integrado por alguns profissionais da Rádio Guaíba, com a participação de colegas que vem de outros lugares.

O anúncio oficial da não participação do Panela aconteceu na edição de sexta (21) do Debate das 7, programa veiculado pelo perfil Debate Raiz no YouTube. Além disso, houve uma menção ao assunto no Donos da Bola Rádio, da Rádio Bandeirantes e também retransmitido pelo site de vídeos.

Veja abaixo o relato de Bruno Soares durante a edição de Os Donos da Bola Rádio da última sexta (22).

Em seu site oficial, a Aceg informa que torneio organizado pela entidade foi criado para “fortalecer os laços entre os cronistas esportivos do Rio Grande do Sul”. Porém, desde que o assunto veio à tona, o tom de muitas manifestações não vem sendo nada amistoso, com algumas acusações direcionadas à entidade e ao presidente da entidade Rogério Amaral (veja todas as manifestações ao longo deste texto).

Para entender o caso

O Barril Dobrado entrou com um recurso para tornar sem efeito a suspensão de um de seus atletas, que havia levado um segundo cartão amarelo (que se transformou em vermelho) durante partida a semifinal, disputada no dia 15. Diogo Ariel, o jogador em questão, tirou a camisa após ser substituído. Considerado um dos melhores de sua equipe, ele levara um amarelo (o primeiro) com a bola rolando.

O julgamento do recurso foi favorável ao Barril. Com isso, a equipe poderia contar com seu quadro completo na grande final. A partir disso, nasceu a discordância.

Caso vira pauta no Debate das 7

Matheus D’Ávila, um dos integrantes do Panela da Dupla fez uma breve explicação a respeito da postura da sua equipe durante o Debate das 7. Ele disse que sua equipe “acabou formando a opinião de que existe um desequilíbrio de tratamento entre as equipes que vão disputar a final que vão disputar a final da competição ou que iriam disputar a final da competição”

“Essa decisão, além de ser uma completa alucinação, ela foi feita por um caminho nada transparente e que não nos pareceu limpo, não nos pareceu justo”, prosseguiu D’Ávila.

A equipe do Panela tentou, nas palavras de D’Ávila, entender todo o trâmite feito para o julgamento e depois tomou a sua decisão. “Como não concordamos com o que aconteceu e, principalmente, nós estamos numa brincadeira e vimos que o clima tava indo para um caminho que não é do nosso interesse. A gente viu cenas tristes na última Copa Aceg (2024) onde nós ganhamos, com confusão, inclusive a gente teve que separar pessoas da Aceg que estavam tentando pegar nossos colegas, nossos jogadores (faz o sinal de aspas) ali. A gente optou por deixar a Copa Aceg esse ano. Nós não vamos jogar a final. A gente optou por não defender nosso título”, disse D’Ávila.

O Panela da Dupla estava em busca do tricampeonato. No ano passado, a final foi contra o mesmo Barril Dobrado. Placar final de 5 a 3.

Ainda dentro do Debate Raiz, Lucas Dias, que é um dos treinadores do Panela, também se manifestou: “É bem mais que o fato da Rádio Guaíba (referindo-se ao Barril) ter recorrido ao cartão e principalmente as regras que a própria entidade fez para a competição não serem cumpridas”. Segundo Dias, a suspensão automática está nas regras do torneio e não é passível de recurso.

Dias contou o caso da expulsão de um atleta de sua equipe, Rafael Diverio, que foi expulso ainda na primeira fase, pelo que foi considerado um erro grave da arbitragem. Porém, o recurso impetrado pelo Panela não foi aceito.

Em seguida, o apresentador Leonardo Meneghetti tomou a palavra: “Que vergonha. A entidade que congrega a classe dos cronistas esportivos, que já foi muito bem conduzida, já teve grandes presidentes. Vou citar aqui dois: Alex Bagé , o João Garcia…Wianey Carlet…”. Seus companheiros de programa citaram outros nomes de ex-presidente da entidade.

Meneghetti prosseguiu: “Essa entidade não consegue organizar de maneira ponderada, equilibrada e justa o seu campeonato de futsal, campeonato que terminou o ano passado com pancadaria, porque foi mal conduzido o torneio, de uma maneira tensa pelo seu presidente, Rogério Amaral, com quem eu trabalhei, com quem eu prezo de admiração e respeito como jornalista esportivo. Um grande jornalista, um grande apresentador de debates esportivos(…) Mas ele é da Rádio Guaíba(…) que bom que ele está empregado, trabalhando na Rádio Guaíba, o Rogério ficou um tempo fora do mercado de trabalho. Ele é um bom analista de futebol, mas aí, daqui a pouco, tenta dar uma empurradinha, uma ajudada. A gente viu o descontentamento do Rogério Amaral no ano passado quando o canal A Dupla(…) ganhou em cima da Guaíba. A gente viu que o Rogério ficou incomodado, todo mundo viu, todo mundo percebeu”.

Sobre o caso específico, o apresentador do Debate das 7 disse: “cumpra-se o regulamento, não tenta fazer uma manobra para que o time esteja completo(…)A Dupla tomou uma decisão que eu lamento, que é radical, mas que talvez fosse a única decisão pra escancarar esta pantomima que virou o torneio”.

João Batista Filho, outro integrante do Debate das 7 pediu a palavra. “O presidente da Aceg, que é um ótimo jornalista, de uma carreira de muito sucesso, ele passa agora a não ter crédito para justamente isso, quando acontecer alguma coisa que a gente diz assim ‘poxa, mas não é o justo, não é o adequado com o futebol brasileiro’, Rogério Amaral não tem nenhum crédito(…) Esse é um ponto do CPF dele”, falou.

“Eu li o documento assinado pela time que representa a Rádio Guaíba e o documento diz que a competição é uma várzea. E a Aceg quando aceita retirar o cartão ela confirma que a competição é uma várzea(…) A várzea é muito mais organizada”, disse Diogo Rossi.

Rossi afirmou que já fez parte da atual gestão da Aceg, mas acabou retirando-se por não concordar com as coisas que são feitas na entidade “Me sinto entristecido por estar representado por essa gestão”, disse.

O restante das manifestações pode ser visto no vídeo abaixo.

Reposta veio pelas redes sociais

Na tarde do sábado (22), o coordenador da jornalismo da Rádio Guaíba, Rafael Pfeiffer, publicou um vídeo em suas redes sociais sobre todo esse imbróglio. Ele disse que é uma manifestação necessária até para que, em sua visão, um só lado contando a sua parte da história e criando a sua narrativa.

Pfeiffer afirmou que o Barril Dobrado (do qual ele também faz parte) não é um time da Guaíba. No ano passado, o time foi montado na emissora, com o uso de seu símbolo e na parte final da competição, o Barril se tornou independente, com gente de outros veículos (Rádios Gaúcha, Bandeirantes, Canal do Baldasso, Correio do Povo e assessorias de imprensa).

Diz ainda que o Barril foi prejudicado na semifinal, pelo que foi chamado de um cartão amarelo mal aplicado. O recurso foi embasado juridicamente e enviado no prazo certo.

“Está se criando uma narrativa em torno da pressão do Rogério Amaral, presidente da Aceg, para beneficiar o Barril Dobrado(…)É um jogo sujo, um jogo baixo, covarde, inclusive, contra o Rogério Amaral. Se qualquer um de vocês perguntar para o Rogério Amaral o que ele achou da decisão dos auditores, talvez ele diga que não concordou. Mas como a comissão disciplinar ela tem autoridade sobre o tema, vale a decisão da comissão disciplinar”.

Em sua manifestação, Pfeiffer usou exemplos do futebol nacional para demonstrar que algumas solicitações dos clubes de futebol para a reversão de suspensões são revertidas, e outras não “É do jogo, faz parte da competição”, afirmou.

“Estávamos prontos para jogar a final(…) Nosso adversário não apareceu, mas nós somos os legítimos campeões”, falou. Veja abaixo o vídeo.

A palavra de Rogério Amaral

“A narrativa que foi criada não corresponde a realidade dos fatos”, disse Rogério Amaral ao ser procurado pelo Radioamantes. “Não sei se eles (os colegas que se manifestaram) tem algo contra mim. Não tenho nada pessoal contra o Meneghetti, o João Batista Filho e o Diogo Rossi. Já trabalhei com todos eles”, afirmou.

Sobre a organização do campeonato, Amaral declarou não se meter na comissão disciplinar. Para sua formação. ele disse ter procurado auxílio do atual presidente do Tribunal de Justiça Esportiva do Rio Grande do Sul, Airton Ruschel. Este lhe indicou dois auditores para integrar essa comissão: Marcelo Azambuja e Thiago Imperador, que também integram o TJD-RS.

O terceiro auditor foi indicado pela própria Aceg: é José Aldo Pinheiro, advogado e também narrador da Rádio Guaíba. Neste caso específico do recurso impetrado pelo Barril Dobrado, Pinheiro se declarou impedido de votar.

Rogério Amaral explica que a suspensão dada ao atleta do Barril foi por uma sobreposição de cartões amarelos (no segundo, aplica-se o vermelho logo em seguida). A comissão teve o entendimento de que nesse caso seria possível retirar a suspensão. O presidente da Aceg diz ainda que a comissão disciplinar tem total independência e não há qualquer participação dele em suas decisões. “As narrativas nasceram com uma base interpretativa do regulamento”, falou.

Durante a conversa, Amaral falou sobre um incidente da final do ano passado, envolvendo as mesmas equipes. Ele tentou proteger um atleta de uma das equipes. “Eu entrei em quadra para tirar esse rapaz, porque vinha um bando em cima dele. Tentei, mas não consegui porque uma das portas do ginásio estava fechada”, disse.

Afirmou ainda que também quis apenas repreender esse jogador por querer promover bagunça em uma competição cuja intenção principal é apenas a confraternização.

“Fico puxando assim (na memória) o que possa ter motivado essa virulência. Pode ter alguma coisa relacionada ao passado ou então alguma pretensão de futuro na entidade”, falou Amaral.

A Aceg terá ainda nessa semana uma reunião para debater e decidir alterações em seu estatuto. A mais importante seria a ampliação do período de mandato, aumentaria para três anos, contra os atuais dois anos. Por causa disso, mudanças para uma possível edição da Copa Aceg em 2026 ficam em standby. Após um período de hiato, a competição foi retomada no ano de 2023.

O torneio tem uma característica peculiar. Enquanto as competições de outras entidades de cronistas esportivos (Aceesp. Acerj) acontecem em quadras de futebol society, os gaúchos optaram pelo futebol de salão.

Amaral afirma que sempre procurou qualificar a organização da competição. Isso não quer dizer que melhorias não possam ser feitas, segundo ele.

Band FM estreia afiliada em Jaru (RO)

A Band FM se prepara para seu segundo lançamento em Rondônia neste mês de novembro. Após Rolim de Moura, a emissora estreia uma nova afiliada em Jaru nesta segunda-feira (24), a partir das 6h, durante o programa A Hora do Ronco, apresentado por Pedro Luiz RoncoTadeu Correia e Emerson França.

Além da cidade, a frequência 90,5 MHz atenderá os municípios de Governador Jorge Teixeira, Ouro Preto do Oeste, Theobroma e Vale do Paraíso, totalizando mais de 108 mil pessoas na área de cobertura.

Líder de audiência em São Paulo há 10 anos, a rádio que só toca sucessos passa a contar com 72 afiliadas em 13 estados brasileiros, somando mais de 85 milhões de ouvintes em potencial de norte a sul do país.

Rádio Record anuncia mudança para o FM estendido

Por Rodney Brocanelli

A partir de dezembro, a Rádio Record deverá veicular a sua programação no FM estendido, na frequência dos 77,1Mhz.

Durante a programação, a novidade é informada aos ouvintes por meio de uma vinheta institucional, que ao menos tem a preocupação de ser didática.

Com isso, a faixa história dos 1000Khz deverá ser desligada.

Ouça abaixo a vinheta (Obs: registro captado do site da emissora).

Relembrando Mario Moraes

Por Rodney Brocanelli

Mario Moraes foi um dos comentaristas mais importantes do rádio esportivo brasileiro. Atuando basicamente em São Paulo, ele prestou serviços a vários prefixos importantes da cidade, entre eles Tupi, Jovem Pan e Bandeirantes. Também teve uma rápida passagem por Porto Alegre, onde fez parte da equipe da TV Gaúcha. Nas décadas de 50 e 60, ele fez uma parceria de enorme sucesso com o narrador Pedro Luiz. As transmissões em que ambos atuavam tinham grande audiência.

Eis um registro raro de Mario Moraes, Um comentário seu, de quase cinco minutos, para a Rádio Tupi, de São Paulo, veiculado em setembro de 1978. A Tupi dos Diários Associados, que fique bem claro. Uma curiosidade: quem faz a introdução é Ney Gonçalves Dias.

Mario demonstrava sua contrariedade com o fato de preparadores físicos se transformarem em treinadores de futebol. Personagens como Carlos Alberto Parreira, Claudio Coutinho e José Teixeira são citados. Muitos anos mais tarde, Parreira seria campeão do mundo com a seleção brasileira de futebol.

Esse arquivo faz parte do acervo de Onofre Favotto, que está disponível na Internet.

Morre Otacílio Gonçalves, ex-tecnico de futebol e ex-comentarista da Rádio Guaíba

Por Rodney Brocanelli

Morreu nesta terça (18) Otacílio Gonçalves, o Chapinha, técnico de futebol com passagens por diversos clubes de futebol do país. Além disso, ele teve uma atuação como comentarista esportivo por uma grande emissora de Porto Alegre. A causa da morte não foi divulgada, assim como a definição dos locais de velório e enterro. Ele tinha 85 anos.

Seus trabalhos de maior destaque como treinador foram em clubes da região sul do país: Grêmio, Inernacional e Paraná Clube. Pouca gente lembra, mas ele está na história do Palmeiras ao ser o primeiro técnico contratado na era Parmalat, iniciada em 1992 (quando a multinacional chegou, o técnico era Nelsinho Baptista, demitido logo depois).

Chapinha conseguiu o vice-campeonato paulista daquele ano. Iniciou em seguida a campanha vitoriosa do Paulistão em 1993, mas ele pediu demissão durante a competição. Em seu lugar, assumiu Wanderley Luxemburgo.

Ao largar o futebol, foi indicado para trabalhar como comentarista esportivo da Rádio Guaíba. Dividiu a função com Edgard Schmidt. Em 2006, Otacílio integrou as transmissões das duas mais importantes partidas do Internacional naquele ano: a final da Libertadores e a final do Mundial de Clubes da Fifa.

Ouça abaixo um trecho da participação de Otacílio Gonçalves na transmissão de Internacional x Barcelona, dividindo os comentários com Edgard Schmidt.

Aceesp divulga os melhores de 2025

Por Rodney Brocanelli

A Aceesp divulgou em seu site os vencedores da edição 2025 de seu já tradicional prêmio de melhores do ano. Cabe destacar a grande quantidade de empates ( tudo ficou em família ao menos em uma delas) Como sempre, vamos dar destaque aos vencedores da categoria rádio e afins

RÁDIO

Narrador: Oscar Ulisses (Rádio CBN) e Ulisses Costa (Rádio Bandeirantes)

Comentarista: Raphael Prates (Rádio CBN)

Repórter: Alinne Fanelli (Rádio Bandnews FM ), Maurício Ferreira (Rádio Bandnews FM), Rafael Esgrilis (Rádio Energia 97 FM)

Apresentador: João Paulo Cappellanes (Rádio Bandeirantes)

MÍDIA DIGITAL/ON LINE

Melhor veículo: Voz do Esporte

INTERIOR

Rádio: Rádio CBN (Campinas)

LITORAL

Rádio: Rádio Caraguá FM

Os laureados nas outras categorias podem ser vistos aqui.

A participação da Rádio Bandeirantes na vinda do Honved ao Brasil

Neste vídeo, Rodney Brocanelli fala sobre a passagem pelo Brasil do Honved, da Hungria, influente e badalado clube de futebol da década de 1950. Envolvido em questões políticas locais (o apoio contra a ditadura local), a equipe se viu perseguida pela Fifa, a entidade máxima do futebol mundial, que praticamente decretou sua extinção bem no meio de uma excursão mundial.

A equipe húngara fez alguns jogos contra Flamengo e Botafogo, além de um combinado de atletas das duas equipes. Para acontecer uma das partidas em São Paulo, no Pacaembu, foi preciso uma jogada de marketing esportivo (que talvez nem fosse reconhecido como tal na ocasião) envolvendo uma empresa de cigarros e a Rádio Bandeirantes. A participação da emissora que ficava na Rua Paula Souza, despertou um certo ciúme, que foi devidamente rebatido.

E fica uma dúvida no ar: a carta feita de próprio punho por Puskas no papel timbrado da Rádio Bandeirantes ainda existe? Clique e veja.

Relembre como era o futebol da Rádio Bandeirantes na década de 1950

Rodney Brocanelli volta a falar das transmissões esportivas da Rádio Bandeirantes, desta vez com foco na década de 1950. Nesta época, a emissora tinha em sua equipe nomes históricos como Edson Leite, Pedro Luiz, Darcy Reis, Mario Moraes e Fiori Gigliotti, entre outros. Clique e veja.

Band FM estreia afiliada em Rolim de Moura (RO)

A Rede Band FM segue em expansão por Rondônia com o lançamento de uma nova afiliada, dessa vez em Rolim de Moura. A estreia será realizada nesta segunda-feira (17), a partir das 6h, durante o programa A Hora do Ronco, comandado por Pedro Luiz RoncoTadeu Correia e Emerson França.

A frequência 99,9 MHz irá contemplar toda a cidade, contabilizando mais de 56 mil pessoas na área de cobertura. A estação integra as Organizações Giselle Maiolino Furtado, que reúne ainda outras cinco emissoras na região: Porto Velho 94,1 MHz, Ariquemes 92,9 MHz, Cacoal 89,5 MHz, Vilhena 92,5 MHz e, recentemente, Ji-Paraná 89,1 MHz.

Líder de audiência em São Paulo há 10 anos, a rádio que só toca sucessos passa a contar com 71 afiliadas em 13 estados brasileiros, somando 85 milhões de ouvintes em potencial de norte a sul do país.

Vem aí a Forbes Radio

Começam a surgir as primeiras informações sobre a Forbes Radio, o projeto de rádio da Forbes Brasil que deverá estrear em janeiro de 2026 na frequência de 107,5 Mhz, que antes era ocupada pela Musical FM. Rodney Brocanelli traz os detalhes.

José Silvério completa 80 anos

Um dos narradores esportivos mais importantes deste país, José Silvério comemora 80 anos no dia 11 de novembro de 2025. Rodney Brocanelli registra a data e relembra alguns aspectos de sua longa passagem pelo rádio de São Paulo, trabalhando em emissoras como Jovem Pan, Bandeirantes e Capital. Clique e veja.

A vez em que a Bandeirantes entrou na briga pela audiência no rádio do Rio de Janeiro

Neste vídeo, Rodney Brocanelli relembra uma fase da Rádio Bandeirantes, do Rio de Janeiro, no início da década de 1980. Nesta fase, ela deixou de lado seu nome antigo, Rádio Guanabara, e fez uma movimentação importante, contratando comunicadores de sucesso (Haroldo de Andrade e Paulo Lopes, entre eles) para tentar brigar pelas primeiras colocações no ranking de audiência do AM. Essa tentativa durou menos que um ano, mas fez com que a emissora conseguisse resultados positivos. Porém, nesse curto período, uma tragédia abalou a equipe. Clique e veja.

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Como as rádios do Grupo Bandeirantes vão acompanhar o GP de São Paulo

As rádios jornalísticas mobilizam as equipes para acompanharem de perto os momentos que antecedem o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1.

Na Rádio Bandeirantes, os repórteres Pedro Martelli, Paulo do Valle e Guilherme Oliveira abrem os trabalhos no O Pulo do Gato, às 6h, e seguem durante todo o dia com intervenções ao vivo na programação de quarta-feira até domingo. Às 12h de sábado, Reginaldo Leme e Fred Sabino conduzem o Bandeirada com análises e bate-papos do autódromo.

Na BandNews FM, a cobertura se inicia às 7h de sábado com entradas ao vivo de Fábio FrançaLuana Pereira, Alinne Fanelli e Yuri Queiroga. Às 10h40, tem a corrida sprint e às 14h20 o treino classificatório, ambos com narração de Odinei Edson e comentários de Alessandra Alves, Fábio FrançaLuís Fernando RamosCacá Bueno Rodolpho Santos.

Rádio Caxias inicia cobertura especial da COP30 direto de Belém e dá início às comemorações de 80 anos

A Rádio Caxias, uma das mais tradicionais emissoras do Rio Grande do Sul, estará presente na cobertura da COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas — que será realizada em Belém do Pará entre os dias 10 e 21 de novembro. Durante o evento, a emissora transmitirá informações nos programas Jornal da Caxias, Jornal do Meio-Dia e Repórter Caxias, levando aos ouvintes as principais discussões e decisões da conferência. A cobertura também marca o início das comemorações pelos 80 anos da rádio, a serem completados em 2026.

O jornalista e repórter Tales Armiliato estará em Belém trazendo boletins, reportagens, vídeos e entrevistas para a audiência em 93,5 FM e pelas plataformas digitais da emissora. A cobertura destacará os debates sobre políticas ambientais, sustentabilidade e as metas globais de redução das emissões de gases de efeito estufa — temas centrais da COP30, que reunirá lideranças de todo o mundo em busca de soluções para o futuro do planeta.

De acordo com Armiliato, que também responde pela coordenação do jornalismo da Rádio Caxias, a presença da emissora na conferência reforça o compromisso com um jornalismo de credibilidade e, especialmente, com a cobertura de temas de impacto mundial.

“A COP30 representa um momento decisivo nas discussões sobre o clima e o meio ambiente. Estar em Belém é traduzir e levar ao público gaúcho a dimensão real dessas decisões e o que elas significam para a nossa vida cotidiana”, destaca Armiliato.

O diretor-geral da emissora, Guilherme Triches, ressalta que a cobertura da COP30 também simboliza o início das comemorações pelos 80 anos da Rádio Caxias, fortalecendo sua posição como referência no rádio gaúcho.

“A Rádio Caxias sempre acompanhou os grandes acontecimentos do jornalismo e do esporte da cidade, da região, do país e do mundo. Um evento global como a COP30 reforça nosso compromisso com a informação de qualidade e com o legado construído ao longo de oito décadas”, afirma Triches.

Rádio Nacional da Amazônia amplia horários de faixa internacional de transmissão

Após a estreia de sua faixa internacional em março deste ano, a Rádio Nacional da Amazônia cria novos horários transmitidos em língua estrangeira para alcançar ouvintes em diferentes regiões do mundo, totalizando 30 minutos de programação diária.

Anteriormente, o veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) contava apenas com uma faixa às 22h50, com 10 minutos de duração. Agora, os conteúdos da Rádio Nacional da Amazônia destinados ao público internacional vão também ser transmitidos às 4h50 e às 7h20, com o objetivo de aproveitar os horários de melhor propagação do sinal.

As três faixas são veiculadas nos idiomas inglês e espanhol, com conteúdos originalmente produzidos em português. Além disso, a novidade faz parte de uma operação integrada de cobertura da COP30, em Belém (PA).

Atualmente, a faixa internacional da Rádio Nacional da Amazônia tem dupla função: Informar o público fora do Brasil sobre os temas centrais da COP30, como negociações, compromissos e agenda de ação, e promover o país e a Amazônia para o mundo, destacando a cultura, a música e as iniciativas sustentáveis.

“Depois de seis meses recebendo retorno após a estreia da faixa internacional, em março, percebemos que existiam outros públicos em potencial, os da madrugada e da manhã, em países que não éramos capazes de alcançar com o serviço internacional anterior. Decidimos fazer o ajuste justamente no mês da COP30, já que os esforços estão voltados para o norte do país, para que o que acontece em Belém possa ganhar o mundo. Agora, temos meia hora de serviço internacional”, destaca o gerente executivo de rádios da EBC, Thiago Regotto.

Além de apresentar a riqueza da Amazônia e sua importância global, a faixa também destacará o papel da emissora na comunicação pública, reforçando seu compromisso em conectar populações dentro e fora do país.

Por operar em ondas curtas (OC), a Rádio Nacional da Amazônia é a única emissora do país que consegue ter alcance nacional e até internacional. Alcança, potencialmente, 60 milhões de habitantes, com um sinal que chega em toda a região Norte, além de Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e outros estados. A rádio fortalece o elo entre as comunidades da Amazônia, integra a região com outros estados do Brasil e valoriza a diversidade cultural.

Nacional Brasil – Serviço Internacional                                                                             

Desde 31 de março, a criação da faixa Nacional Brasil – Serviço Internacional veio a partir dos pedidos de QSL recebidos pela emissora. Os cartões QSL são postais usados por radioamadores para confirmar contatos feitos via rádio. Eles funcionam como uma espécie de “recibo” de comunicação e são trocados entre operadores de rádio em diferentes partes do mundo.

Os conteúdos são traduzidos em áudio pelas equipes de tradução da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Serviço

Nacional Brasil – Serviço Internacional

Rádio Nacional da Amazônia

Diariamente, às 4h50, 7h20 e 22h50

Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC