Em 1982, Antonio Edson manda abraço para Cléber Machado, “torcendo para o time do Peixe”

Por Rodney Brocanelli

O canal Futnáticos, do YouTube, desencavou uma preciosidade histórica: o trecho de uma narração de Antonio Edson, então na Rádio Globo, para uma vitória do Santos sobre o Palmeiras pelo placar de 6 a 1. O detalhe curioso é que antes do sexto gol da equipe alvinegra, marcado por Paulinho, o narrador cita “Cléber Machado na audiência, torcendo para o time do Peixe”. O Futnáticos diz que esse Cléber Machado seria o hoje narrador da Rede Globo de Televisão. Será? Ouça o áudio no player abaixo. Em 2012, a revista Vip, da Editora Abril, publicou uma reportagem revelando o clube de coração de diversos cronistas esportivos e colocou o nome de Cléber na galeria dos torcedores santistas. Leia abaixo:

http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2012/05/04/revista-vip-entrega-times-do-coracao-de-narradores-reporteres-e-comentaristas-de-futebol/

Ouça o áudio no player abaixo

Cleber Machado no Esporte em Discussao2

Os gols do final de semana (e os do meio de semana também)

Por Rodney Brocanelli

Está de volta a nossa seção que traz a emoção do gol nas ondas do rádio. Vamos começar com o gol que garantiu a vitória ao São Paulo em mais uma partida complicada, desta vez contra o Atlético-PR. Ouça a narração de Oswaldo Maciel, da Rádio Transamérica. Vídeo postado pelo canal Leandro Sports Rádios.

Ouça também a narração de Roberto Andrade, da web rádio Premium Esportes.

O Internacional venceu o Sport, treinado por Paulo Roberto Falcão, no estádio Beira Rio. Ouça a narração de Marco Antonio Pereira, da Rádio Gaúcha.

Em Curitiba, o Atlético-MG venceu o Coxa e deu um pouco mais de emoção ao campeonato. Ouça a narração de Mario Henrique Caixa, da Rádio Itatiaia.

Tem também a narração do Oswaldo Reis, da Rádio Globo.

O Flamengo venceu o Joinville no Marcanã: 2 a 0. Ouça a narração de Luiz Penido, o narrador preferido do canal Leandro Sports Radios…

Na Copa do Brasil, o Santos conseguiu passagem para a semifinal ao bater o Fluminense por 3 a 2. Ouça a narração de Antonio Edson, da Rádio Transamérica.

E o Palmeiras também se deu bem nessa competição ao vencer o Internacional pelo placar de 3 a 2. Ouça a narração de Nilson Cesar, da Rádio Jovem Pan.

Ouça também a narração de Luiz Alexandre Eiras, da Premium Esportes.

Os gols do fim de semana

Por Rodney Brocanelli

Começamos com uma bela vitória do Corinthians sobre o Flamengo em pleno Maracanã. Antonio Edson narrou pela Rádio Transamérica. Cortesia do canal tps://www.youtube.com/user/LeandroSportsRadios/videos” target=”_blank”>Leandro Sports Rádios.

Edson Maurou narrou pela Rádio Globo a vitória do Fluminense sobre o Atlético-PR, fora de casa, pelo placar de 2 a 1.

O Palmeiras conseguiu um bom empate com o Sport na Arena Pernambuco: 2 a 2. Alex Muller narrou pela Band News FM.

No jogo da paciência, o Cruzeiro venceu o Goiás pela contagem mínima. Osvaldo Reis narrou na Rádio Globo.

Na Rádio Gaúcha, um quase rouco Pedro Ernesto Denardin narrou a vitória do Grêmio sobre o Vasco (2 a 0). Houve até espaço para o narrador tirar onda com o técnico vascaíno Celso Roth, a quem chamou de retranqueiro.

Abaixo, ouvem a narração dos mesmos gols na voz de Mario Lima, pela Rádio Guaíba.

Outro jogo com duas narrações aqui. O Atlético-MG foi até Campinas e bateu a Ponte Preta pelo placar de 2 a 0. Mario Caixa narrou na Rádio Itatiaia.

Pela Rádio Inconfidência, Emerson Rodrigues narrou essa partida.

Wanderley Ribeiro narra pela Transamérica FM

Por Rodney Brocanelli

Com cinco jogos no cardápio de transmissões neste final de semana, a Transamérica FM, de São Paulo, recorreu aos serviços de Wanderley Ribeiro. Ele narrou a partida entre Botafogo x Santos, válida pelo campeonato brasileiro de 2014. No sábado, a emissora transmitiu Brasil x Argentina, com Antonio Edson e Palmeiras x Grêmio, com Oswaldo Maciel. Para o domingo, o chefe Éder Luiz faz Atlético-MG x São Paulo e Maciel narra Criciúma x Santos. É sempre bom ouvir o “Menininho”, como Wanderley é conhecido, narrando no rádio de São Paulo.

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Transamérica transmite semifinais da Copa das Confederações

A Rede Transamérica de Comunicação, maior rede de rádios FM do país, irá transmitir as duas partidas das semifinais da Copa das Confederações da FIFA através dos seus três formatos de programação: POP, HITS e LIGHT.

O primeiro jogo acontece nesta quarta-feira, às 16 horas, entre Brasil e Uruguai, em Minas Gerais. A narração será de Eder Luiz, comentários de Henrique Guilherme e reportagens de Ivan Drago e Marco Bello.

A segunda partida das semifinais acontece entre Espanha e Itália na próxima quinta-feira, às 16 horas, em Fortaleza. O jogo terá narração de Antônio Edson, comentários de Paulo Roberto Martins e reportagens de Roberto Carmona e Guilherme Lage. Em caso de empate nos dois confrontos, a disputa vai para a prorrogação e se persistir a igualdade será decidida nos pênaltis. 

Os dois vencedores se enfrentam na grande final, que será disputada no próximo domingo, a partir das 19 horas, no Estádio do Maracanã. Enquanto isso, a disputa do terceiro lugar está marcada para o mesmo dia, às 13 horas, na Arena Fonte Nova.

A Transamérica também realiza uma cobertura especial através do hotsite www.transanet.com.br/copadasconfederacoesdafifa com matérias, reportagens e fotos exclusivas da competição. 

 

 

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105 FM dá o drible da vaca na audiência do rádio esportivo paulistano

Por Flávio Guimarães

Estando há 44 anos em rádio e televisão (cerca de 15 anos na TV), já vi de tudo. Ou pelo menos pensava ter visto. Ao acessar, nesta terça-feira o site Bastidores do Rádio, li uma nota sobre a audiência do rádio esportivo paulistano, acompanhada dos números relativos ao futebol no final de semana.

Não posso dizer que nunca ouvi falar da 105 FM, mas, por outro lado, posso afirmar que entre amigos e colegas nunca ouvi referência aos narradores daquela emissora quando o assunto é o locutor esportivo preferido de cada um. Pode ser até que a omissão ocorra por ignorância nossa, mas na lista dos nomes mais lembrados estão os de sempre: José Silvério, Oscar Ulisses, Éder Luiz, Antonio Edson, Ulisses Costa, Nilson César e mais dois ou três, menos cotados.

A ordem descrita não corresponde, necessariamente, à colocação de cada um entre os campeões de audiência. Ela é produto da voz corrente no setor, tanto entre colegas quanto apurada na declaração espontânea de ouvintes, fãs do futebol, em geral. Bandeirantes, Globo, Jovem Pan e Transamérica (em ordem alfabética), onde os profissionais relacionados atuam, são as emissoras mais lembradas. Exatamente por isso, meu espanto é ainda maior ao conferir os números apontados pelo Bastidores que, por sua vez, usa como fonte o blog Cheni no Campo.

Se observarmos os índices de audiência obtidos pelas quatro emissoras mais bem posicionadas no Ibope depois da 105 FM, incluindo a CBN —não mencionada acima—, o resultado é praticamente um empate técnico entre a líder e a soma das demais. O porcentual da Pan não está incluído porque a emissora não aparece entre as cinco primeiras colocadas. Embora a terminologia, em se tratando de futebol, não seja adequada, a audiência da 105 é um autêntico e fulminante “nocaute” nas demais emissoras.

Nunca fui um gênio dos cálculos, mas uma continha dessas eu sei fazer e o resultado me parece surpreendente. Com base nos números divulgados, era para o som da 105 ecoar por todos os cantos, principalmente nos estádios, mas não é o que acontece. Com sede na cidade de Jundiaí, cerca de 58 km de São Paulo, no dial, a 105 FM é sintonizada nos 105,1 mhz. Pela Internet, o endereço é http://www.radio105fm.com.br/.

Desconheço o critério utilizado na obtenção dos números (resposta espontânea ou estimulada), mas em qualquer hipótese a “surra” que os profissionais acima relacionados levam dos narradores da 105 é humilhante, quase um indicativo de fim de carreira de todos eles. Conhecendo a maioria, sei que a realidade está longe, mas muito longe mesmo da impressão que os índices de audiência sugerem. Ou seja, a história não combina com a narrativa.

Algo ou alguém está “pisando na bola” e maltratando o resultado da audiência no segmento esportivo. Se não fosse isso, as principais emissoras que se destacam no setor já teriam tomado a providência mais simples, direta, lógica e objetiva para acabar com o jogo: contrataria a equipe inteira da 105 FM e mandaria para o olho da rua os profissionais que estão sob contrato atualmente.

A demissão deveria incluir, por incompetência, toda a direção comercial e jornalístico-esportiva das emissoras surradas impiedosamente. Repito: se a realidade fosse espelho da fantasia, claro.

Para encerrar, lembrando-me de que em todo boato há um fundo de verdade, (embora pesquisa de audiência não deva ser enquadrada nessa categoria) o pessoal da 105 FM merece um cumprimento especial pois, até prova em contrário, a pesquisa transmite a ideia de um fenomenal drible da vaca, dentro da área do adversário. Resta saber quem vai para o brejo.

Por que as emissoras de rádio tem a mesma cara?

por Antonio Edson

Se existe uma coisa que faço diariamente é ouvir rádio. Isso desde criança. Gosto de ouvir emissoras AMs e FMs da capital e do interior. Mas atualmente está difícil ser ouvinte.
Todas as emissoras são iguais de manhã tarde e noite. São cópias fieis e o que muda são apenas os nomes dos programas. Os roteiros são os mesmos: “Carta do ouvinte”, Hora do Amor”, “Show da manhã”, Hora da Meditação”, “Especial Sertanejo”, “As 3 mais pedidas”, ”Programa do Zezão”, “Roberto Carlos em Desfile”,” A receita do Dia”, “ Clube do Ouvinte”, etc. etc. etc.
Será que não está na hora de começar a exigir coisa melhor e até criar um PROCON para defender os interesses dos ouvintes?
Salvo raras exceções de rádios musicais e as emissoras jornalísticas, todas as outras  tem a mesma cara.
Parece que não existe qualquer compromisso com a cultura, com a formação intelectual da população. As músicas são sempre as mesmas, (porque só quem paga tem sua música no ar) e os ouvintes que participam por telefone também são sempre os mesmos.

DETALHE: Vovó Donalda disse que há bons profissionais no mercado, mas os empresários de radiodifusão não investem na qualidade e valorização de seus funcionários, principalmente no interior.