As rádios do Grupo Bandeirantes encerraram a cobertura da Copa do Mundo 2026 com resultados expressivos em uma ampla operação multiplataforma. Com o selo Voz Oficial da competição, a disputa esteve em diferentes canais, como as rádios Bandeirantes, BandNews FM, Band FM e Nativa, no Bandplay, YouTube, Fast TV e nas redes sociais.
Durante o evento esportivo, mais de 140 profissionais fizeram parte das equipes responsáveis pelas veiculações, entre apresentadores, repórteres, narradores, comentaristas, operadores, engenheiros, assistentes e técnicos. A estrutura montada passou por quatro países e sete cidades-sede, resultando em 146 transmissões e 716 horas de programação.
A estratégia integrada de distribuição alcançou 22,6 milhões de ouvintes*, gerou 25,5 bilhões de impactos**, 153 milhões de impressões e 114 milhões de visualizações nas mídias digitais. No aplicativo de streaming gratuito do conglomerado, o conteúdo ultrapassou 91 mil acessos, enquanto a presença nos serviços LG Channels e TCL Channel chegou a 28 milhões de aparelhos conectados.
*Fonte: Ibope EasyMedia (abril a junho de 2026). Alcance extrapolado para as 12 praças, ambos os sexos, das 0h às 24h
**Fonte: Ibope EasyMedia (abril a junho de 2026). Alcance extrapolado para as 12 praças, referente ao plano comercial da Copa do Mundo, ambos os sexos, das 0h às 24h
A Rádio Guaíba, de Porto Alegre, esteve a um passo de ter os direitos de transmissão da recém-encerrada Copa do Mundo de 2026. A revelação foi feita por Rafael Pfeiffer, coordenador de esportes da emissora durante o Esperando o Futebol, que antecedeu a partida Internacional x Cruzeiro nesta última quarta (23).
“A Guaíba esteve muito próxima de voltar a ter Copa do Mundo”, disse Pfeiffer em seu pronunciamento. Segundo ele, a emissora voltou a sentar em uma mesa de negociações com a Fifa, com o aval do diretor Claudinei Girotti e também a participação do gerente de jornalismo Rafael Cechin, que segundo Pfeiffer, teve um “trabalho incansável”, e do narrador José Aldo Pinheiro que emprestou seu prestígio durante essas negociações. “Isso assustou muita gente”, acrescentou.
“A gente teve que brigar com muita energia, com muita força negativa que pairou no ar nesses momentos. E muita energia e força negativa que muitas vezes não estavam lá fora, estavam mesmo do nosso lado. A gente teve que lutar e a gente lutou”, disse Pfeiffer.
O desfecho não foi positivo e a Guaíba ficou de fora mais uma vez de uma transmissão de Copa do Mundo. A saída foi criar uma série de programas especiais durante os jogos da competição com a marca “Torcendo com a Guaíba”, com a participação dos integrantes da equipe esportiva em debates ao vivo.
Rafael Pfeiffer aproveitou esse espaço para agradecer e exaltar aos seus comandados e a equipe de retaguarda técnica pelo esforço e engajamento nessa cobertura alternativa.
A última vez em que a Rádio Guaíba teve os direitos de transmissão de uma Copa do Mundo foi em 2010. Desde então, ela ficou de fora de todas as edições subsequentes. A Fifa voltou a negociar com rádios e televisões interessadas brasileiras no intervalo entre as Copas de 2018 e 2022. Até então, quem fazia essa venda era a Globo, que adquiriu esses direitos a partir de 2002.
Um dos gigantes da narração esportiva, José Silvério tem uma marca histórica em sua carreira: ele conseguiu narrar onze finais de Copa do Mundo nos estádios e por duas emissoras diferentes. Vamos relembrar então cada uma delas, com direito a histórias de bastidores e os registros dos gols (e pelo menos uma disputa dos tiros livres da marca do pênalti) narrados por ele de 1978 a 2018, seu último mundial, pela Bandeirantes. O narrador deixou a emissora do Morumbi em 2020. Teve uma brevíssima passagem pela Rádio Capital entre os meses de junho e setembro de 2021. Hoje, curte sua aposentadoria. Texto publicado em 2002 (veja aqui) e devidamente atualizado.
1978/Argentina – Foi a primeira Copa de Silvério pela Rádio Jovem Pan, na Argentina. Em outubro de 1977, ele substituiu Osmar Santos, que havia se transferido pela Rádio Globo. Seu prestígio na emissora era tamanho, que ele foi escalado pelo Seu Tuta para fazer a decisão do terceiro lugar, envolvendo Brasil x Itália e a grande final, entre os donos da casa e a Holanda. O que ninguém imaginava é que uma úlcera fosse atrapalhar a transmissão. “Eu narrei a final sangrando, literalmente”, disse ele em uma entrevista ao programa Sofá Bandeirantes. Por muitos anos, o registro desta final foi uma “lost midia”, termo que é muito usado para a memória de televisão, mas que pode ser aplicado ao rádio. Em 2024, ele foi divulgado pelo jornalista .Thiago Uberreich ( a quem agradecemos pela cessão deste áudio).
1982/Espanha – Era uma final em que o Brasil deveria estar. Pelo menos essa era a expectativa de quase 120 milhões de brasileiros e outros milhares de admiradores do futebol espalhados pelo planeta. A seleção comandada por Telê Santana, apesar de alguns defeitos, encantou a muitos. Só não estava no script a eliminação na partida contra Itália. Bastava apenas um empate, mas o talento de Paolo Rossi e a disciplina tática dos outros jogadores da Azzurra acabaram com o sonho brasileiro. Depois de eliminar a Polônia na semifinal, os italianos se classificaram para a grande final com a Alemanha. Silvério esteve lá pela Jovem Pan e sem incidentes desta vez. Placar final: 3 a 1 Itália. Ouça abaixo.
1986/México – Telê Santana novamente comandou a seleção brasileira, com remanescentes da Copa anterior e uma nova geração que surgiu neste período de quatro anos. O começo da campanha não empolgou muito, mas o Brasil avançou para a fase de mata-mata, que voltou a ser implantada após uma pausa em 1974. Nas quartas-de-final, a seleção brasileira foi eliminada nos pênaltis pela seleção francesa. Enquanto isso, um personagem emergia: Maradona. Com gol de mão, gol de placa e uma técnica acima da média, ele colocou a Argentina na final. Por outro lado, a Alemanha também chegou para a disputa do título, repetindo 1982. Placar final: Argentina 3 a 2. Ouça abaixo.
1990/Itália – A Copa marcada pelo início da Era Dunga. Sob o comando de Sebastião Lazzaroni, a seleção brasileira apresentou um futebol que não despertou suspiros. Para piorar, houve problemas com dinheiro de patrocinador, o que fez com que os jogadores convocados não contassem com muita simpatia, sendo considerados mercenários. Mais uma vez quem brilhou foi Maradona. Na partida eliminatória da Argentina contra o Brasil, mesmo cercado por três jogadores, o camisa 10 argentino conseguiu dar um passe para Caniggia fazer o gol da classificação. Os argentinos ainda desclassificaram os donos da casa e chegaram à final. Do outro lado, adivinhem, a Alemanha. Depois de dois revezes, havia chegado a hora dos alemães ficarem com o título. Placar final: 1 a 0. Ouça abaixo.
1994/EUA – Temos aqui a sequência da Era Dunga, com remanescentes da copa anterior. Apesar da desconfiança que surgiu no período das eliminatórias, a seleção brasileira foi crescendo na hora certa (e vale o clichê aqui). Carlos Alberto Parreira talvez tenha feito o seu melhor trabalho como técnico. Romário foi um dos destaques. Outro foi justamente Dunga, execrado após o fracasso na Itália. E por falar no país da Bota (sdds. Silvio Lancellotti), a seleção brasileira enfrentou a seleção italiana na grande final. Uma repetição da decisão de 1970. Silvério estava lá. Pena que o jogo em si não tenha sido a altura de tanta tradição e de tanta coisa envolvida. Mesmo assim, não deixou de ser um marco histórico para o narrador. Ouça abaixo a decisão por tiros livres da marca do pênalti,
1998/França – O período de antecedeu esta Copa foi marcado pela ascensão de Ronaldo. Jogando no futebol europeu, ele se transformou em fenômeno com seus gols impressionantes. Isso fez com que ele se transformasse em uma referência para a seleção brasileira. O time treinado por Zagallo tinha atletas das duas campanhas anteriores e jogadores que já mereciam estar no elenco de 1994. A campanha em si teve altos e baixos, com uma derrota para a Noruega na fase de grupos. Parecia que faltava alguma coisa na seleção brasileira. Mas isso não impediu a chegada em sua segunda final seguida. O adversário era a dona da casa, que tinha uma seleção bem montada. Além da derrota do Brasil para a França, ficou marcado todo o bastidor envolvendo Ronaldo, que passara mal horas antes da final. Até hoje ninguém tem uma explicação definitiva para o que aconteceu. Zidane, que não teve nada a ver com isso, fez dois gols de cabeça. Placar final: 3 a 0. Ouça abaixo.
2002 Coreia-Japão – Mais uma vez a seleção brasileira vive quatro anos de trancos e barrancos. Wanderley Luxemburgo, que começou o ciclo, não permaneceu e foi sucedido por mais dois profissionais (Candinho por um jogo só e Émerson Leão) até a chegada de Luiz Felipe Scolari. Enquanto isso, Ronaldo enfrentava seus problemas. Uma lesão patelar deixou em dúvida até mesmo a sua continuidade no futebol. No entanto, ele se recuperou a tempo e as coisas deram certo na hora certa. De contestado, ele passou à heroi. O Brasil cresceu na competição (olha aí o clichê de novo) e chegou à final sem ser derrotado ou empatar alguma partida. O oponente seria a Alemanha. José Silvério acabara de passar por uma mudança radical em sua carreira. Aproximadamente dois anos antes, ele trocou a Jovem Pan pela concorrente Rádio Bandeirantes. Mal sabia ele que havia feito uma boa escolha. A Pan decidiu não transmitir aquele mundial e fazer uma cobertura alternativa. Silvério esteve presente em todos os jogos do Brasil e pode enfileirar uma série de narrações inesquecíveis diretmanete dos estádios. Placar final: 2 a 0. Ouça abaixo.
2006 – Alemanha – Essa aqui foi a Copa do oba oba para a seleção brasileira. Muitos craques, mas pouquíssimo foco, em especial no período de treinamento. Havia uma nova geração pedindo passagem, mas o que fazer com os craques que vinham dando tão certo nos anos anteriores? Carlos Alberto Parreira não conseguiu solucionar essa questão e o Brasil caiu ainda nas oitavas para a França em uma noite inspiradíssima de Zidane. Silvério fez a sua segunda Copa pela Bandeirantes e ele começava a viver um drama pessoal, com a doença de sua primeira esposa, Sebastiana de Andrade. No ano anterior, o Grupo Bandeirantes colocava no ar a Band News FM, emissora com 24 horas de notícias. A caçula entrou em rede com a Bandeirantes e com isso, as irradiações de Silvério foram mais longe, com outras emissoras que compunham a rede. Itália e França disputaram a grande final, que passou à história não pelo título (mais um) da Azzurra, mas pela cabeçada de Zidane em Materazzi.
2010 – África do Sul – Depois da bagunça, a quase ditadura. A CBF resolveu inovar e alçou ao comando da seleção brasileira o ex-jogador Dunga. A ideia até que era interessante, mas o temperamento do agora treinador não ajudou em nada. Apesar dos títulos na Copa América e da Copa das Confederações, a campanha no Mundial não mostrou qualquer brilho. Para piorar, a indisposição de Dunga com parte da imprensa serviu para que ele angariasse ainda mais antipatia. O Brasil caiu nas quartas com a derrota para a Holanda, que chegaria a final 32 anos após ser batida pela Argentina, em 1978. Do outro lado estava a sensação Espanha. Os espanhóis venceram na prorrogação. Mais uma vez a parceria com a Band News foi repetida. Aquela foi uma Copa fria, não pelos jogos em si, mas pelo fato de seu período de competição coincidir com uma fase de baixíssimas temperaturas naquele país. Isso não afetou Silvério que esteve presente na decisão. Placar final: 1 a 0. Ouça abaixo.
2014/Brasil – Sediar uma Copa do Mundo quase virou um pesadelo para o país do futebol. Um ano antes, às vésperas da Copa das Confederações, protestos começaram a pipocar por diversas partes. A Fifa ficou preocupada por muito pouco o torneio não aconteceu em outro lugar. A seleção brasileira chegou a esta competição sob comando duplo: Luiz Felipe Scolari como treinador e Carlos Alberto Parreira como coordenador. Eles chegaram para substituir Mano Menezes, que fizera um trabalho irregular. À medida em que os jogos aconteciam, a tensão aumentava entre os jogadores brasileiros. Não por fatores externos, mas porque, conforme o jornalista Paulo Vinícius Coelho, ninguém queria cometer erros que pudessem tirar a seleção dos trilhos. Isso ficou mais visível na partida contra o Chile, na qual a classificação só veio na disputa dos tiros livres. Para piorar as coisas, uma grave contusão afastou Neymar na parida das oitavas contra a Colômbia. Não foi uma Copa fácil para Silvério. Durante a transmissão da partida contra Colômbia, ele ficou sem voz e teve de dar lugar a Ulisses Costa. E depois, já recuperado, ele irradiou a derrota para a Alemanha na semifinal pelo placar de 7 a 1, talvez o maior desastre brasileiro na história das Copas. Na outra perna, a Argentina, de Messi, foi tirando de cena os oponentes para chegar à grande final no Maracanã. Quem brilhou foi um jovem atleta, Mario Götze, que fez o gol solitário daquela partida. Placar final: 1 a 0. Ouça abaixo.
2018/Rússia – Mais uma mudança no comando técnico. Dunga era trazido de volta pela CBF. Se em 2010 era uma inovação, o ato foi conservador, desta vez. Mas infelizmente, a jogada não deu certo. O futebol apresentado era paupérrimo, especialmente nas eliminatórias, apesar da continuidade do protagonismo de Neymar. Houve uma mudança de rumo e Tite veio para ajustar as coisas. Se o Brasil deu esperança aos torcedores durante o período pré-Copa, na competição em si novamente o futebol, mais uma vez, não empolgou. Alguns jogadores renderem aquém do esperado. Neymar ficou marcado por suas simulações espalhafatosas, que foram ridicularizadas nas redes sociais. Enquanto Brasil ficava pelo caminho, a França, de Mbappé, e a Croácia, de Modric, chegavam à decisão. Era a décima-primeira Copa de José Silvério, um recorde pessoal. Diferente das outras, a partida final foi empolgante, com seis gols. Os frances conquistaram seu segundo título. Pouco depois do apito final, emocionado, ele disse “cumpri”. Antes de passar o comando da jornada para Milton Neves, ele complementou: “são onze Copas do Mundo transmitidas na final do estádio. Um marco. Obrigado, você ajudou muito. Tchau”. Placar final: 4 a 2. Ouça abaixo.
Em mais uma edição de seus comentários sobre os bastidores do rádio esportivo, Rodney Brocanelli apresenta em vídeo uma análise dos principais temas que marcaram a cobertura radiofônica da Copa do Mundo. Entre os destaques estão o protagonismo conquistado pelo rádio do Rio Grande do Sul, a discussão sobre a identidade das transmissões esportivas, as estratégias comerciais adotadas pelas emissoras brasileiras e a participação dos ouvintes por meio de comentários.
Um dos principais pontos abordados é o desempenho das emissoras e dos profissionais do Rio Grande do Sul, considerados por Rodney Brocanelli os grandes vencedores desta Copa do Mundo. Narradores, comentaristas e repórteres gaúchos passaram a ter alcance nacional graças a parcerias firmadas entre diferentes grupos de comunicação. Um exemplo é a retransmissão das jornadas esportivas da Rádio Gaúcha pela Z FM, ampliando significativamente o público das transmissões. Outro caso é o da Rádio Bandeirantes, que incorporou profissionais de sua afiliada de Porto Alegre à equipe responsável pela cobertura nacional do torneio.
O vídeo também repercute uma análise do jornalista Flávio Ricco, segundo a qual o rádio esportivo teria perdido parte de sua identidade nesta Copa do Mundo ao buscar valorizar excessivamente a imagem em detrimento da essência do meio, tradicionalmente baseada na força da narração e na capacidade de estimular a imaginação do ouvinte.
Outro tema em destaque são as alternativas encontradas pelas emissoras brasileiras para contornar a proibição de veicular anúncios de patrocinadores durante o período em que a bola está em jogo. Rodney Brocanelli explica como as rádios vêm adaptando suas estratégias comerciais para preservar a entrega de publicidade aos anunciantes sem infringir as regras impostas aos detentores dos direitos de transmissão.
Ao final, o vídeo também abre espaço para a participação do público, reunindo comentários e opiniões dos leitores e ouvintes. Clique e veja.
Em mais uma edição de seus comentários sobre o universo do rádio, Rodney Brocanelli apresenta em vídeo uma série de histórias, curiosidades e bastidores envolvendo a cobertura de mais uma Copa do Mundo.
Um dos destaques é o impacto da ampliação da Copa para 48 seleções. Com mais países estreando na competição, surgem oportunidades para que profissionais do rádio participem de momentos históricos. Foi o caso de Eduardo Costa, da Rádio Gaúcha, que narrou o primeiro gol da Jordânia em uma Copa do Mundo. O episódio ganha ainda mais relevância quando se recorda que, durante o Mundial de 2014, o narrador chegou a se esconder na cabine de transmissão para escapar da pressão exercida por torcedores durante a cobertura de uma partida de futebol.
O vídeo também aborda uma questão que continua gerando debates entre profissionais do setor. Mais uma vez, as emissoras brasileiras estão impedidas de veicular os tradicionais textos-foguete de seus patrocinadores durante o andamento das partidas. A restrição contrasta com o que ocorre em países vizinhos, como Argentina e Uruguai, onde esse tipo de ação comercial permanece autorizado ao longo das transmissões.
Outro assunto destacado envolve o comentarista Mauro Beting. Contratado para integrar a cobertura da BandNews FM, ele ainda não realizou sua primeira transmissão nesta Copa do Mundo. O motivo foi um contratempo tecnológico: um aplicativo de localização o direcionou para um local diferente daquele onde seria disputada a partida para a qual estava escalado, provocando uma situação inusitada nos bastidores da cobertura. Clique e veja.
As rádios Bandeirantes e a BandNews FM estão em solo norte-americano para a cobertura da Copa do Mundo Fifa 2026, organizada de forma inédita em três países, Estados Unidos, México e Canadá. As emissoras, que irão transmitir mais de 60 partidas ao longo do campeonato mais disputado do planeta, se preparam para a estreia da seleção brasileira neste sábado (13). Com equipes nas principais cidades estadunidenses, as atenções se voltam para os convocados de Carlo Ancelotti, que entram em campo contra o Marrocos, às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Do palco do embate, o jornalista Ricardo Capriotti inicia os trabalhos da RB no OPulo do Gato, às 5h, adiantando o panorama com Pedro Campos e Silvania Alves, responsáveis pela apresentação nos estúdios do Grupo Bandeirantes. A partir das 13h, o veterano lidera o Concentração juntamente de Alexandre Praetzel e João Paulo Cappellanes, in loco, trazendo reportagens sobre as expectativas para o duelo. A comitiva ganha o reforço de Paulo do Valle, em Miami, e Bruno Miliozi, em Dallas, monitorando o clima da torcida.
O pré-jogo começa às 18h30 com o elenco completo. A narração fica a cargo de Ulisses Costa, com comentários de Leandro Quesada, diretamente da sede do confronto. Claudio Zaidan e Craque Neto integram os trabalhos na capital paulista. Logo em seguida, às 22h, o dial abre espaço para Haiti e Escócia, no Gillette Stadium, em Boston.
Na BandNews FM, a cobertura tem início às 6h no Expresso São Paulo, conduzido por Fábio França,em Nova Jersey, antecipando a agenda do evento. Na sequência, o Jornal BandNews FM, mediado por Luiz Megale, Sheila Magalhães e Carla Bigatto, acompanha a movimentação dos profissionais no território internacional. A grade matutina segue às 11h com o correspondente Eduardo Barão, em Nova York, André Coutinho, em Miami, e Renan Sukevicius, no estúdio paulistano, durante o BandNews Station.
O giro de notícias registra o aquecimento do público em diversos pontos da nação verde e amarela, com destaque para o Museu do Futebol, em São Paulo. Às 18h, o esquenta para a partida será sob o comando do narrador Marcelo do Ó e do comentarista Bernardo Ramos, com boletins de Alinne Fanelli, todos eles posicionados do outro lado do Rio Hudson, além de Mauricio Ferreira, em Dallas. Do Brasil, os ex-jogadores Cicinho e Marcos Assunção reforçam as análises da briga rumo ao hexacampeonato. Os comunicadores Mauro Beting, Felipe Kieling, Bruno Camarão, Leo Fontes, Lucas Bellotti e Yuri Queiroga completam a escalação.
Os ouvintes conferem cada detalhe sintonizando as frequências de norte a sul do país. O conteúdo poderá ser acessado simultaneamente nos canais da Bandeirantes e da BandNews FM no YouTube e no Bandplay, aplicativo de streaming gratuito do conglomerado de mídia
Em mais uma edição de seus comentários sobre os bastidores do rádio brasileiro, Rodney Brocanelli reúne em vídeo informações exclusivas, análises e atualizações sobre o mercado radiofônico e as transmissões esportivas. Entre os destaques estão novas revelações sobre o fim da Eldorado FM, a definição das emissoras que deverão transmitir a próxima Copa e mudanças importantes em equipes de cobertura esportiva.
A entrevista concedida por Felipe Tellis à 94 FM, de Bauru, trouxe novos detalhes sobre os bastidores que envolveram o encerramento das atividades da Eldorado FM. Durante a conversa, foram reveladas informações adicionais sobre o processo que marcou o fim da emissora, tema que continua despertando interesse entre profissionais e ouvintes de rádio.
No segmento esportivo, a relação preliminar de emissoras que deverão transmitir a próxima edição da Copa ganhou uma atualização importante. A principal novidade é a inclusão da Mix FM entre as participantes da cobertura. Por outro lado, a Rádio Tupi ainda não aparece na lista divulgada até o momento.
Outra informação que repercutiu no meio foi a ausência de José Alberto Andrade na relação de enviados especiais do Grupo RBS para a cobertura do torneio. A sua não convocação um dos assuntos comentados nos bastidores.
Já no rádio esportivo, uma mudança significativa ocorreu na TMC, antiga Transamérica. Gavião, conhecido por seu trabalho no segmento de humor das transmissões futebolísticas da emissora, deixou a equipe após anos de participação.
Em um dia de programação especial nesta quarta-feira (27), o Grupo RBS anunciou a expansão de seu ecossistema digital e a maior cobertura de Copa do Mundo da sua história. Às vésperas do principal evento do futebol mundial e prestes a completar 100 anos, a Gaúcha, emissora licenciada pela FIFA, estará ainda mais próxima do público, com canais de news e esporte no YouTube e nas redes sociais, potencializando o alcance e a relevância da marca que é referência em jornalismo no Rio Grande do Sul. Ampliando a presença na região Norte com foco em conteúdo hiperlocal, a empresa também anunciou o lançamento da rádio Gaúcha Passo Fundo.
Para anunciar as novidades, os programas Gaúcha Atualidade, Timeline e Sala de Redação foram apresentados de diferentes lugares de Porto Alegre nesta quarta, em uma programação especial com mais de nove horas e dezenas de comunicadores envolvidos, que contará ainda com a transmissão do Gaúcha+, de Passo Fundo; Conversas Cruzadas, da PUCRS; e Show dos Esportes, do Gaúcha Sports Bar. Entradas de repórteres de Pelotas, Caxias do Sul, Rio Grande e Santa Maria ganharam destaque na transmissão. Esta conexão direto das ruas, on air e digital, agora ganha novos canais em streaming e perfis nas redes sociais para reforçar a presença e a relevância da Gaúcha ao lado do público, 24 horas por dia, sete dias por semana, ao longo de toda a jornada diária: no trânsito, em casa, no trabalho, na pausa para descansar, na torcida pelo time do coração e pelo Brasil na Copa. Esse é o mote da campanha publicitária com o conceito “Tá na tua vida, tá na Gaúcha”, assinada pela agência HOC e lançada nesta quarta-feira, com filme da produtora O Clube, para marcar este movimento.
A CEO da RBS, Patrícia Fraga, anunciou as novidades no Gaúcha Atualidade, transmitido do Largo Glênio Peres, no centro de Porto Alegre. A Gaúcha expande sua presença multiplataforma por meio de dois canais no YouTube e perfis nas redes sociais (Instagram, TikTok e Kwai): Gaúcha e Gaúcha Esportes. O ouvinte, espectador e leitor terá ainda mais informação, serviço e emoção com novos conteúdos ao vivo, mais cortes com trechos relevantes e bastidores, pensados para diferentes momentos de consumo. E as marcas parceiras terão ainda mais oportunidades para se conectar com seus públicos, ampliando as possibilidades de alcance, engajamento e segmentação.
— Prestes a completar 100 anos como líder absoluta de audiência e referência em jornalismo e esporte no Estado e no país, a Gaúcha amplia sua presença no digital reafirmando sua relevância e sua conexão com o público. Mais do que oferecer novos canais, buscamos criar comunidades em que os gaúchos se informem, vivam experiências, possam se reconhecer e se sentir parte. Este é o grande ativo e o legado de uma marca que realmente faz parte da vida de quem a consome — afirma a CEO, Patrícia Fraga.
Lançado em 2017, GZH nasceu a partir de um cobranding entre Gaúcha e Zero Hora, integrando as marcas de jornalismo e esporte em um ecossistema digital unificado. Com a evolução dos hábitos de consumo do público e a crescente fragmentação da distribuição de conteúdo, agora a empresa dá um novo passo estratégico nesta trajetória, ampliando a autonomia, a força e o protagonismo de suas marcas em espaços próprios e nos seus respectivos territórios.
Referência de informação em tempo real, o perfil de Gaúcha no YouTube terá mais conteúdos ao vivo e espelhamento integral da programação da rádio, com a companhia constante e a credibilidade que o consumidor já conhece. Com a força do Esporte da Gaúcha no digital, o perfil Gaúcha Esportes contará com novos produtos, reunindo tudo sobre a dupla Gre-Nal, futebol nacional e internacional e grandes eventos esportivos. A tradicional jornada esportiva ganha roupagem audiovisual atualizada, enquanto debates e análises seguirão pautando uma comunidade ainda mais interativa.
Com foco em jornalismo, as páginas de GZH, que nos últimos 90 dias somaram 8 milhões de novos usuários no YouTube, seguem consolidadas como referência em hard news, política, economia, análise e lifestyle. Novos produtos com foco nas Eleições, coberturas especiais e formatos aprofundados pensados para o digital se unem a parcerias estratégicas, colunas em vídeo e conteúdos jornalísticos exclusivos. Por sua vez, Zero Hora continua fortalecida no ecossistema de jornalismo e esporte digital da RBS e, em breve, lançará um novo Conversas Cruzadas, principal programa jornalístico da grade de streaming de GZH, e outras novidades relacionadas à marca.
A maior Copa do Mundo de todos os tempos
As novidades voltadas ao Esporte estreiam às vésperas do maior evento mundial de futebol. No início da tarde desta quarta-feira (27), o Sala de Redação, que completa 55 anos em junho, foi apresentado diretamente da Orla do Guaíba, junto ao Gasômetro, na Capital. No programa, foram anunciados os 20 enviados para a maior cobertura da história do Grupo RBS na maior Copa do Mundo de todos os tempos – que, pela primeira vez, contará com 48 seleções e 104 jogos.
Liderados por Pedro Ernesto, que chega em seu 13º Mundial, os comunicadores embarcam nos próximos dias para os três países-sede, Estados Unidos, México e Canadá, com a missão de mostrar o que rola dentro e fora do campo, de gaúcho para gaúcho. Mas a força da mobilização da RBS vai muito além: a cobertura multiplataforma envolverá centenas de profissionais de todos os veículos da empresa, levando informação, serviço, análise, entretenimento e torcida ao longo de toda a competição.
— A maior Copa de todos os tempos terá a maior cobertura da história da RBS, falando de gaúcho para gaúcho. A partir de todas as possibilidades de inovação e conexão que vêm com os novos canais digitais, a Gaúcha expande ainda mais sua presença, relevância e capacidade de informar e mobilizar o público em todas as plataformas. Todos os veículos da RBS vão se somar, contando com um time de comunicadores reconhecidos pela audiência e uma superequipe preparada para trazer todos os detalhes e todas as emoções do Mundial. No Rio Grande do Sul, nos EUA, no México e no Canadá, viveremos a Copa junto com os gaúchos e as gaúchas — destaca Tiago Cirqueira, diretor-executivo de Produto Digital do Grupo RBS.
O primeiro jogo do Brasil na competição, em 13 de junho, contará com uma transmissão especial. No clima da Copa, o evento vai celebrar os 10 anos do Gaúcha Sports Bar, primeiro bar temático esportivo de uma rádio no sul do país, uma parceria entre o Grupo RBS e a Tornak Participações e Investimentos.
Enviados do Grupo RBS para a Copa do Mundo 2026:
André Gonçalves
Cacau Corazza
Cesar Cidade Dias
Diogo Olivier
Diori Vasconcelos
Eduardo Gabardo
Eduardo Rachelle
Kelly Matos
Lelê Bortholacci
Leonardo Oliveira
Luciano Périco
Maurício Saraiva
Pedro Ernesto Denardin
Rafael Diverio
Rhadam Miranda
Rodrigo Adams
Rodrigo Oliveira
Tiago Cirqueira
Vagner Martins (Vaguinha)
Valéria Possamai
Gaúcha em Passo Fundo
A Gaúcha também amplia sua conexão com a região norte do Estado com o lançamento da rádio Gaúcha Passo Fundo, no dial 101.9. A novidade soma-se a Gaúcha Serra e Gaúcha Zona Sul e consolida a cobertura hiperlocal em curso desde 2023 com GZH Passo Fundo, reforçando a proximidade da empresa com as comunidades. Em agosto, novos comunicadores e detalhes sobre a programação local serão divulgados.
Para destacar a novidade, o programa Gaúcha+ vai ser transmitido do centro de Passo Fundo, tendo como cenário o busto de Maurício Sirotsky Sobrinho, na praça onde o fundador do Grupo RBS deu seus primeiros passos na comunicação, e contará com a participação de Mauro Vanin, gerente-executivo da região Norte do Grupo RBS, que trará mais detalhes sobre a novidade.
Tudo sobre os novos canais digitais de Gaúcha e GZH
Gaúcha – no YouTube, Instagram, TikTok e Kwai
Foco em conteúdo ao vivo, com informação em tempo real
Novos produtos audiovisuais com a tradição e a credibilidade da Gaúcha
Valorização de trechos de entrevistas e frases emblemáticas
Espelhamento integral da programação da rádio
Gaúcha Esportes – no YouTube, Instagram, TikTok e Kwai
Força do Esporte da Gaúcha no digital, com tudo sobre a dupla Gre-Nal, futebol nacional e internacional e grandes eventos esportivos
Tradicional jornada esportiva com nova roupagem audiovisual e novos quadros
Novos programas nativos digitais com debates e análises, incluindo os já consolidados Segue o Fio e Deu Liga
Comunidade ativa para trocar com outros torcedores
Espelhamento dos programas esportivos de Gaúcha e Atlântida
GZH – no YouTube, Instagram, TikTok e Kwai
Foco em jornalismo, com a força da marca Zero Hora
Referência em hard news, política, economia e análise, com notícias em novos formatos
Novos produtos eleitorais, com coberturas especiais e debates aprofundados pensados para o digital
Colunas em vídeo
Conteúdos que unem informação e lifestyle
Colaborações estratégicas com outros canais, como RivoStudio e Inesperadas
FOTO: Gaúcha Atualidade foi apresentado do Largo Glênio Peres, no centro de Porto Alegre, para anunciar novidades do Grupo RBS. Crédito: Jeff Botega, Agência RBS.
A Rádio Bandeirantes reúne novidades em sua programação a partir desta segunda-feira (9). O comediante Gabriel Ramos estreia no Resenha, enquanto o ex-goleiro Sergio, o ex-atacante Leandro Guerreiro e o jornalista Nivaldo de Cillo passam a integrar Os Donos da Bola.
A rede ainda prepara uma cobertura dedicada à Copa do Mundo da FIFA 2026, mantendo a tradição de quase oito décadas levando o ouvinte a sede da competição, que desta vez será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.
O Resenha vai ao ar a partir das 17h, com o humorista Gabriel Ramos se juntando ao time de jovens jornalistas esportivos Pedro Martelli, Paulo do Valle, Bruno Miliozi e Gabriela Santos, trazendo seu repertório de imitações de personalidades em participações bem-humoradas.
Logo em seguida, às 18h, Os Donos da Bola, comandado pelo craque Neto, contará com a presença de atletas que marcaram época, como Sergio, do Palmeiras, e Leandro Guerreiro, com passagem pelo São Paulo, para comentar os principais torneios e campeonatos do país e do mundo. O repórter Nivaldo de Cillo completa a equipe da atração.
Encerrando a noite, às 19h30, o Esporte em Debate segue apresentando os destaques do noticiário futebolístico, com Ricardo Capriotti, Alexandre Praetzel, João Paulo Cappellanes, Leandro Quesada e Denis Gavazzi na bancada.
Reforçando a premissa do Grupo RBS de estar onde a notícia está, a Gaúcha adquiriu junto à Fifa os direitos de transmissão de rádio da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México. As atenções do mundo já estão voltadas para Washington, onde foi realizado nesta sexta-feira (5) o sorteio dos grupos da competição, que estreia no ano que vem um formato ampliado com 48 seleções participantes.
Para trazer todas as informações em primeira mão, o comunicador Eduardo Gabardo (foto), o gerente-executivo de Esportes da RBS, Tiago Cirqueira, e o gerente-executivo de Operações, TI e Rádios, Radham Miranda, estão nos Estados Unidos para o evento e para fazer o mapeamento de locais e reuniões planejando a cobertura que está por vir. O público pôde acompanhar o sorteio na rádio Gaúcha e no YouTube de GZH. A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026.
— Anunciar a Gaúcha como emissora licenciada da Copa do Mundo FIFA 2026 significa incluir a bandeira do Rio Grande do Sul ao lado das outras 48 dos países que irão disputar a competição. Orgulho em poder dizer que, mais uma vez, teremos a responsabilidade de levar o RS para o mundo e trazer todas as histórias de um grande evento para a nossa comunidade. Será mais uma oportunidade de diversificarmos produtos para qualificar uma cobertura construída junto ao nosso público e parceiros. Estaremos juntos na maior Copa do Mundo de todos os tempos — destaca Tiago Cirqueira, gerente-executivo de Esportes da RBS.
Em 2025, a Gaúcha alcançou um marco histórico: completou 10 anos consecutivos como líder de audiência na Grande Porto Alegre. Com tradição de cobrir com profundidade grandes eventos esportivos, foi a única rádio do sul do país licenciada para transmitir o Mundial do Catar e os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em 2026, o Grupo RBS realizará uma cobertura multiplataforma do Copa do Mundo e as ações de conteúdo poderão ser acompanhadas ao longo do ano com projetos para parceiros de mercado e plano de comunicação com olhar 360º.
Dando prosseguimento à temporada de confirmações, a Rádio Itatiaia anunciou oficialmente em seu site e redes sociais que vai transmitir a Copa do Mundo de 2026.
A emissora mineira fez questão de destacar a sua tradição nesse tipo de cobertura: “Desde 1962, a Itatiaia está presente em todas as Copas do Mundo. O pioneiro na edição do Chile foi Waldir Rodrigues, primeiro locutor de uma rádio mineira a transmitir um jogo de Copa do Mundo”.
Ainda informa o texto: “Em 1966, o feito da Itatiaia foi ainda maior: a emissora cobriu a Copa da Inglaterra com equipe própria e canal independente. De lá para cá, a Itatiaia não ficou fora de nenhuma edição, o que ajudou a empresa de mídia a ter o status de rádio dos grandes eventos”. Leia mais aqui.
A próxima Copa do Mundo terá três países-sede: Estados Unidos, México e Canadá. O período de disputa acontece entre 11 de junho e 19 de julho.
Pela segunda vez consecutiva, a Energia 97 vai transmitir uma Copa do Mundo. A novidade aos seus ouvintes por intermédio das redes sociais. “Atenção, fanáticos, malucos e doentes por futebol: tá CONFIRMADO! A Energia 97 vai transmitir TUDO da Copa do Mundo da FIFA 2026 daquele jeitão que só a gente sabe fazer”, diz um dos trechos da publicação.
A emissora já havia transmitido a Copa de 2022, sediada no Catar (veja aqui). Para esta edição a fórmula será a mesma com a qual o ouvinte já está acostumado: “Aqui é assim: narração de torcedor pra torcedor, comentários com alma de arquibancada e o DNA Energia que transforma qualquer partida em emoção pura”.
Até agora, Jovem Pan, CBN e Grupo Bandeirantes já confirmaram suas respectivas coberturas. A Copa de 2026 será disputada em três países: Estados Unidos, Canadá e México.
A Rádio Bandeirantes e a BandNews FM vão transmitir a Copa do Mundo FIFA 2026. O principal torneio de futebol do planeta, disputado pela primeira vez em três países-sede (Canadá, Estados Unidos e México), será realizado entre 11 de junho e 19 de julho. Cada emissora exibirá 60 partidas da competição. Já a Band FM e a Nativa FM apresentarão o “Missão Américas”, projeto que levará aos ouvintes informações sobre o campeonato e a atmosfera que envolve o mundial.
Desde 1950, o maior grupo de rádio do Brasil marca presença em todas as Copas do Mundo, alcançando um total de 138 milhões de espectadores espelhados pelos quatro cantos da nação.
“O microfone da Rádio Bandeirantes é o mais tradicional do jornalismo esportivo e segue ao lado do ouvinte e da Seleção com agilidade, modernidade e dedicação na cobertura. A jovem Bandnews FM, com 20 anos de existência, faz futebol de um jeito especial desde que entrou no ar. Juntas, elas são gigantes no trato com as modalidades e com a audiência. Nosso time está pronto para trazer uma veiculação grandiosa no dial”, declara Denis Gavazzi, diretor de Esportes do Grupo Bandeirantes de Comunicação.
Maurício Ferreira, Ewerton Ramos, Lucas Bellotti, André Coutinho, Leonardo Fontes, Silva Junior, Bruno Camarão, Yuri Queiroga, Alexandre Praetzel, Luis Fabiani, Rogério Assis, Bruno Miliozi, Pedro Martelli, Anderson Gonçalves, Marcelo do Ó, Marcos Assunção, Leandro Quesada, Ricardo Capriotti, Paulo do Valle, Fernando Fernandes, Ulisses Costa, Bernardo Ramos, Fábio França, Alinne Fanelli, Cicinho, Ronaldo Giovanelli, Neto, Elia Junior e João Paulo Cappellanes estão entre os narradores, comentaristas e repórteres escalados.
As três primeiras cotas comerciais foram fechadas com BETesporte, Grupo Euro17 e Mobil.
A CBN vai transmitir a Copa do Mundo de 2026. O anúncio foi feito durante a edição desta sexta (28) do Jornal da CBN. Os âncoras Mílton Jung e Cassia Godoy conversaram com os narradores Edson Mauro (Rio) e Oscar Ulisses (São Paulo). O tema principal foi a final da Copa Libertadores, envolvendo Flamengo e Palmeiras, que ambos transmitirão para as suas respectivas praças.
Já no final do bate-papo, Mílton trouxe a novidade para Oscar Ulisses arrematar: “Na Copa do Mundo do ano que vem, no México, Estados Unidos e Canadá, estão garantidos lá algumas seleções que já passaram pelas fases eliminatórias, o Ancelloti (treinador da seleção brasileira) e a CBN. Estaremos lá conferindo de perto tudo o que acontece numa Copa do Mundo porque desde 1950 o Sistema Globo de Rádio acompanha de perto Copa do Mundo e não ia ser diferente agora”, disse.
Outros detalhes, como a participação da Rádio Globo (RJ) na cobertura, não foram divulgados.
Neste vídeo, Rodney Brocanelli conta que a Rádio Grenal, de Porto Alegre, quase transmitiu a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil. Para não dizer que nunca em sua história, ela participou da cobertura de um evento da Fifa, em 2013, por ocasião da Copa das Confederações, a emissora integrou uma rede liderada pela Rádio Cultura, da cidade de Miracema, no Tocantins. Havia a possibilidade da parceria ser estendida, mas não foi o que aconteceu. Clique e veja para saber o que aconteceu.