Pobre Rony Magrini. Volta e meia ele é obrigado a atender ouvintes dentro do seu Agito Geral perguntando sobre as mudanças da Rádio Globo (saiba mais aqui) e de profissionais que saíram da emissora. Na madrugada deste sábado, o ouvinte Léo perguntou de Pedro Trucão, que está prestes a estrear na Rádio Capital. Vale destacar que Rony levou a situação em alto nível e de forma bem humorada. Ouça no player abaixo.
Por Rodney Brocanelli, atendendo a uma sugestão de Edu Cesar, do Papo de Bola
No dia 5 de maio de 1917, portanto há 100 anos, Palestra Itália x Corinthians disputaram o primeiro jogo do derby paulista. Muitos dos que estiveram em campo talvez não tivessem ideia de que estariam iniciando uma das maiores rivalidades do futebol brasileiro. Naquele primeiro confronto, o vencedor foi o Palestra (jogando em casa), pelo placar de 3 a 0. A única mudança considerável de lá pra cá foi a mudança de nome do Palestra, que passou a se chamar Palmeiras. Ainda assim, o antagonismo entre as duas agremiações se manteve intacto.
O rádio somente chegaria ao Brasil de forma oficial em 1922. As primeiras transmissões de futebol aconteceram a partir de 1931. Dessa forma, os primeiros anos da rivalidade não foram contados pelo rádio. No entanto, o veículo esteve presente no registro de vários capítulos históricos de sua história recente. Separamos alguns deles aqui neste post.
1966 – Garrincha Garrincha perde pênalti em um Corinthians x Palmeiras
No primeiro semestre de 1966, o jogador Garrincha teve uma breve passagem pelo Corinthians. Ele estava com 32 anos e já não mostrava mais o futebol que encantou o planeta nas Copas vencidas pelo Brasil em 1958 e 1962 e também pelo Botafogo. Entretanto, não deixava de ser uma atração. No dia 21 de março daquele ano, o Corinthians enfrentou o Palmeiras em partida válida pelo torneio Rio-São Paulo. Aos 43 minutos do segundo tempo, o Verdão vencia pelo placar de 2 a 1 até que foi marcado um pênalti para o Timão. Garrincha ficou encarregado da cobrança. O goleiro Valdir Joaquim de Moraes defendeu, garantindo a vitória para seu time. Ouça o registro desse momento na narração de Fiori Gigliotti e com reportagens de José Paulo de Andrade, pela Rádio Bandeirantes.
1971 – A virada histórica do Corinhians
Um dos maiores jogos da história do derby, segundo os corintianos. A equipe alvinegra terminou o primeiro tempo em desvantagem no placar: 2 a 0. O Palmeiras tinha em seu elenco nomes como Leivinha, Luis Pereira e Leão, a segunda academia. Na segunda etapa, Adãozinho fez uma partidaça e comandou a virada. Mirandinha também foi muito importante para o resultado, marcando dois gols. Ouça a narração de Joseval Peixoto, na Rádio Jovem Pan.
1974 – Palmeiras conquista título e deixa rival na fila
Depois de conquistar o campeonato paulista de 1954, o Corinthians entrou em um período sem levantar torneios oficiais (poucos se lembram – ou talvez não levem em consideração de propósito – o Rio-São Paulo de 1966, no qual o alvinegro foi declarado campeão ao lado Santos, Botafogo e Vasco). Quando chegou à final do Paulistão de 1974, a torcida achou que tinha chegado a oportunidade do encerramento daquele incômodo jejum. Entretanto, o Palmeiras não ligou muito para a atmosfera daquela decisão. Sustentou um empate pelo placar de 1 a 1 no primeiro jogo e venceu o segundo por 1 a 0. Ouça a narração de Osmar Santos, então na Rádio Jovem Pan.
1979 – Corinthians desbanca o Palmeiras favorito de Telê
Naquele ano, o Palmeiras era favorito para a conquista das competições mais importantes da época. Apesar do belo trabalho do técnico Telê Santana, o time foi eliminado do Brasileirão daquele ano ao cair diante do Internacional. Sobrava o campeonato paulista, no qual o time também foi muito bem. Entretanto, graças a uma manobra de bastidor, as suas fases decisivas foram disputadas em janeiro de 1980. Muitos apontam que a paralisação favoreceu muito mais ao Corinthians. Na semifinal, Biro- Biro fez o gol que colocou seu time na grande final. Ouça a narração de José Silvério, na Rádio Jovem Pan (note que Silvério e Wanderley Nogueira não se entendem sobre o autor do gol. No final, Wanderley estava certo).
1982 – A goleada alvinegra
Essa partida entrou para a história do derby graças ao placar final. O time da Democracia Corintiana aplicava uma goleada sobre seu maior rival. A partida se encaminhava para um empate em 1 a 1. No entanto, na parte final do segundo tempo, o Corinthians impôs seu bom futebol e Casagrande foi o autor de três gols. Ouça a narração de José Silvério, pela Rádio Jovem Pan.
1983 – Mais uma vitória corintiana em semifinal
Pelo campeonato paulista, mais um derby em semifinal. Mais uma vitória do Corinthians. Esse foi o famoso confronto em que Márcio, do Palmeiras, fez marcação pessoal em Sócrates. Não houve sucesso. O Magrão fez o gol na partida. Ouça a narração de Osmar Santos, aqui pela Rádio Globo.
1986 – Palmeiras devolve os 5 a 1
Outra partida que entrou para a história devido ao resultado final. Com uma atuação excepcional do atacante Edmar, o Palmeiras devolveu o placar de 1982. Casagrande, o carrasco de 1982, fez o gol de honra. Ouça a narração de José Silvério, pela Rádio Jovem Pan.
1986 – O troco palmeirense em semifinal
Depois de devolver a goleada, o Palmeiras conseguiria outro feito ao vencer o rival na semifinal do campeonato paulista. Desta vez, Mirandinha estava em noite de gala e fez o gol que levou a partida para a prorrogação. No tempo extra, Éder fez um gol olímpico que sacramentou a passagem para a final. Narração de Osmar Santos, na Rádio Globo.
1993 – Palmeiras sai da fila em vitória sobre o Corinthians
O tempo passou, o mundo girou e desta vez quem estava na fila era o Palmeiras. Graças a uma parceria com a Parmalat, o alviverde montou um time com reforços de peso. Na primeira tentativa, em 1992, derrota para o São Paulo. Entretanto, Evair e seus companheiros não deixariam escapar a segunda chance. Ouça o gol de pênalti marcado pelo camisa 9 palmeirense com a narração de Oscar Ulisses, da Rádio Globo.
1994 – Decisão em nível nacional
Depois de muitos anos decidindo títulos em âmbito estadual, chegou a vez de um confronto por uma conquista em nível nacional. Na verdade, esse duelo era para ter acontecido no ano anterior, mas o Corinthians caiu diante do Vitória. No ano seguinte, chegou a vez da decisão tão esperada. No primeiro jogo, triunfo palmeirense no Pacaembu. No segundo jogo, no mesmo estádio, o empate que garantiu o título. Narração de Ennio Rodrigues, pela Rádio Gazeta.
1995 – Em Ribeirão Preto, o Corinthians leva o Paulistão
Foram dois jogos fora da cidade de São Paulo. No primeiro, empate pelo placar de 1 a 1. No segundo, o Palmeiras saiu na frente com gol de Nilson. O empate corintiano veio com uma cobrança de de falta bem executada por Marcelinho Carioca. O gol do título veio com um heroi improvável: Elivelton. Ouça seu gol com a narração de José Silvério, na Rádio Jovem Pan.
1999 – O jogo das embaixadinhas
Mais uma decisão de Paulistão reunindo as duas equipes. O Palmeiras estava com a cabeça no título da Libertadores conquistado dias antes e já tinha desclassificado o rival na fase do mata-mata. No primeiro jogo, vitória corintiana pelo placar de 3 a 0. Na volta, o Palmeiras até que conseguiu dois gols, marcados por Evair. No final do jogo, veio a provocação de Edilson, com as embaixadinhas, e uma briga quase generalizada. Ouça a narração de José Silvério, ainda na Rádio Jovem Pan.
2000 – O Derby cresce e chega à América
O ponto alto da história do Derby. Um duelo para chegar à final da Copa Libertadores. Dois jogos históricos e com placares elasticos: na ida, vitória corintiana por 4 a 3. Na volta, o Palmeiras venceria pelo placar de 3 a 2 e com um gol heroico de Galeano. A vaga seria disputada nas cobranças dos tiros livres. Marcos ratificaria a imagem de santo milagreiro ao defender a cobrança de Marcelinho Carioca. Ouça a narração de José Silvério, pela Jovem Pan (sim, só dá ele nessa seleção).
2005 – O fator Tevez
Naquele ano, o Corinthians foi o campeão brasileiro, com um super time montado pela MSI. O destaque vai para o argentino Tevez, que fez um belo gol na partida contra o Palmeiras, válida pelo campeonato brasileiro. Narração de José Silvério, agora na Rádio Bandeirantes.
2008 – O chororô de Valdivia
O futebol do atleta chileno deslanchou nesta temporada, com direito a um gol um clássico contra o Corinthians, válido pelo campeonato paulista e comemoração com chororô. Narração de Nilson Cesar, pela Rádio Jovem Pan.
2009 – Ronaldo derruba o alambrado
O primeiro gol de Ronaldo com a camisa do Corinthians foi em um derby disputado em Presidente Prudente, válido pelo campeonato paulista. Diego Souza abriu o placar para o Palmeiras. Porém, em jogada de escanteio, a bola foi para o segundo pau e o Fenômeno subiu para marcar de cabeça. Na festa que se seguiu depois, o atacante subiu no alambrado para comemorar com a torcida. Este não aguentou muito tempo e cedeu. Um incidente sem gravidade. Ouça a narração de José Silvério, pela Rádio Bandeirantes.
2009 – Obina faz seu hat-trick
Os puristas que me perdoem, mas Obina entrou para a história do clássico ao fazer um hat-trick. O terceiro foi um presentaço de Cleiton Xavier. Ronaldo, não brilhou desta vez, sendo substituído por uma contusão no pulso. O atacante palmeirense ainda faria mais um gol, só que corretamente anulado. Essa partida valeu pelo campeonato brasileiro e foi disputada também na cidade de Presidente Prudente. Ouça a narração de Oscar Ulisses, pela Rádio Globo.
2011 – Mais uma semifinal
E mais uma decisão nos tiros livres indiretos. João Vitor, do Palmeiras, se transformaria no vilão palmeirense ao ter sua cobrança defendida por Julio Cesar. Ouça José Silvério narrando pela Bandeirantes (obs. o vídeo não está sincronizado com o áudio, mas o registro é que vale).
2014 – A era das arenas
A partir de 2014, começava a era das novas arenas na história do Derby. Após anos atuando em campos neutros (Morumbi e Pacaembu), as duas equipes passaram a mandar os jogos em seus respectivos estádios. No primeiro jogo da Arena Corinthians, vitória do time da casa pelo placar de 2 a 0. Ouça a narração de Oscar Ulisses, da Rádio Globo.
2015 – Vitória na estreia da arena do rival
No ano seguinte, foi a vez do Allianz Parque receber o primeiro derby. E a vitória foi do visitante Corinthians pelo placar de 1 a 0, gol de Danilo. Narração de Sidney Botelho, pela Premium Esportes.
2015 – Deu Palmeiras, nos pênaltis
Em mais uma semifinal de Paulistão, desta vez foi a vez do Palmeiras vencer nos pênaltis o arqui-rival. A partida foi na Arena Corinthians e Fernando Prass começava a cavar um lugar na galeria de ídolos do Verdão. Ouça a narração de Eder Luiz, da Rádio Transamérica.
2016 – Desta vez, deu Palmeiras no Allianz
Pelo campeonato brasileiro, o Palmeiras venceu o Corinthians em casa. Gol de Cleiton Xavier. Foi a última partida de Tite pelo Timão. Pouco depois, o técnico aceitaria o chamado para comandar a seleção brasileira. Ouça a narração de Diguinho Coruja pela Rádio Capital.
2016 – A dancinha do Mina
No segundo turno do Brasileirão, nova vitória palmeirense. Destaque para o gol de Yerry Mina, com direito a sua dancinha característica. Este gol elevou o zagueiro colombiano a categoria de ídolo. Não é para menos: naquela temporada, ele fez gols contra os principais rivais do Palmeiras em São Paulo, incluindo o Timão. Narração de Edmar Ferreira, pela Premium Esportes.
2017 – Vitória corintiana e polêmica
O derby que marcou os 100 anos de rivalidade foi marcada pela expulsão injusta do volante Gabriel, que não fez a falta no atacante Keno. O autor da falta foi o zagueiro Pablo. Mesmo com a vantagem númerica, o Palmeiras não conseguiu se impor diante do adversário e levou um gol de contra ataque, marcado pelo atacante Jô. Ouça a narração de Nilson Cesar, pela Rádio Jovem Pan.
Primeiramente, espero que o Vagner Lima, do ótimo MídiaGols, não fique chateado por pegar emprestado sua ideia. No último domingo, salvo engano, acho que tivemos pela primeira vez na história dois narradores de sobrenome Botelho narrando um clássico São Paulo x Corinthians, válido pelo campeonato paulista e disputado no Morumbi. Os dois não são parentes.
Um deles é Hugo Botelho, que após um breve afastamento, está de volta ao rádio, atualmente empunhando o microfone da nova equipe esportiva da Rádio Capital, de São Paulo.
O outro é Sidney Botelho, narrador com ampla experiência no rádio dial, que hoje atua na web rádio Premium Esportes.
O gol de Yerry Mina, nos acréscimos da partida, além de ser importante para o Palmeiras na partida contra o Jorge Wilstermann, válida pela Copa Libertadores, entra para a história do rádio esportivo. Ele foi o primeiro narrado por Hugo Botelho na nova fase da Rádio Capital nas transmissões esportivas. Conforme, já anunciamos aqui, a emissora já está veiculando um programa diário, a partir das 18h, com o noticiário dos principais clubes de São Paulo. Além disso, as transmissões das partidas irão acontecer nas quartas, quintas, sábados e domingos. Quase que Hugo Botelho passou em branco no seu retorno à Capital (ele já teve outras duas passagens pela emissora). No entanto, o gol do zagueiro colombiano não deixou que o narrador passasse em branco em um momento especial. Ouça abaixo.
Nesta segunda-feira estreou a nova fase do Show de Bola, na Rádio Capital. Sob o comando de Weber Lima, a nova equipe esportiva fez a sua apresentação, além de falar dos assuntos esportivos do final de semana. Neste primeiro programa, puderam ser ouvidas as vozes de Hugo Botelho, Marcello Lima, Douglas Araújo, Zetti e Basílio. Durante os primeiros instantes do programa, Lima revelou que a negociação com a emissora durou um ano. O programa e as jornadas esportivas terão um patrocinador de peso.
A primeira transmissão acontece na quarta, na partida entre Palmeiras x Jorge Wilstermann, válida pela Libertadores. Ouça abaixo a íntegra da estreia da nova atração esportiva da Capital.
A partir da próxima segunda-feira, a Rádio Capital (SP) voltará a contar com uma equipe para a transmissão das principais partidas do futebol brasileiro. O comando será de Weber Lima. Ele comandará um programa esportivo diário das 18 às 19 horas. As transmissões aconteçerão às quartas, quintas, sábados em domingos. O narrador será Hugo Botelho. Participações de Zetti, Basílio, Veloso, Marcelo Lima, Douglas Araújo, nomes que faziam parte da antiga equipe da Rádio Estadão. A estreia acontece na próxima segunda, dia 13.
A boa notícia é a volta ao dial paulistano de Hugo Botelho, que deverá conciliar essa função de narrador principal (e único?) da Capital com seu trabalho nos canais ESPN e na Rádio Bandeirantes, de Campinas.
No ano passado, a Capital transmitiu jogos de futebol com uma equipe que teve Paulo Eugênio, filho do comunicador Paulo Barboza, cuja caraterística era a uma transmissão totalmente a favor dos times paulistas, com narradores identificados com os principais clubes de São Paulo. Diguinho Coruja foi o narrador dos jogos do Corinthians, para ficar nesse exemplo.
O Edu Cesar trouxe no seu Papo de Bola o registro de um gol marcado por Pelé em um amistoso contra o Grêmio, na cidade de Erechim (RS), que marcou a inauguração do estádio Colosso da Lagoa, em setembro de 1970. Mais recentemente, este estádio entrou para a história dos Grenais, uma vez que por pelo menos três ocasiões (2009, 2010 e 2013), um dos maiores clássicos do futebol brasileiro foi disputado nele.
Mas não é bem da memória do futebol que desejo falar, mas sim da memória do rádio. Voltemos à partida entre Ypiranga x Santos. Pelé foi o autor de um dos gols da vitória santista pelo placar de 2 a 0. A história conta que aquele foi o gol de número 1040 do Atleta do Século. E 1040 era a freqüência em que operava a Rádio Tupi, de São Paulo. A Tupi dos Diários Associados, não a do Paulo Abreu. E a equipe esportiva da época decidiu premiar Pele com uma placa por esse gol.
Uma pena que apenas a placa tenha eternizado este momento. Se alguém tiver a curiosidade de ouvir como foi a narração deste gol pela Rádio Tupi, infelizmente não vai conseguir. Os arquivos da emissora não existem mais. Existe uma lenda dando conta de que eles foram apagados pela massa falida que tomou conta dos Associados logo após o encerramento das suas atividades no início dos anos 1980. Até existem alguns registros esparsos por aí, mas eles foram preservados em acervos particulares.
O caso a Tupi não é único. Não existem mais registros da equipe de futebol formada só por profissionais do sexo feminino que fez história na Rádio Mulher, no começo anos anos 1970. E mais: alguém aí lembra das primeiras transmissões de futebol da Rádio Capital (SP) no começo dos anos 1980? Na ocasião, Helio Ribeiro implantou o sistema carrossel, em que várias equipes de transmissão irradiavam simultaneamente as partidas que estivessem acontecendo no mesmo horário. Pois bem, esses áudios também não foram preservados. E note que se tratam de experiências inovadoras do rádio esportivo.
Tirando as exceções de praxe, a memória do rádio esportivo ainda tem diversas lacunas que dificilmente serão preenchidas.
Ouça abaixo o registro de uma rádio não-identificada de Erechim do gol 1040 marcado por Pelé.
Paulo Barboza estreou nesta segunda-feira na Super Rádio (a do Paulo Abreu, que opera na Grande São Paulo). Entretanto, ele não pode levar um dos destaques de seu programa na Capital: o padre Juarez de Castro. Este ficou na antiga emissora, para participar do programa que ocupou o horário de Barboza (08h as 10h) chamado Tamo Junto, que conta com três apresentadores: Paulo Eugênio (filho de Paulo Barboza, ou seja tudo em família), Angela Mattos e Luis Ribeiro.
Mesmo assim, o padre Juarez não deixou de fazer uma participação especial na estreia de Paulo Barboza na Super Rádio. Durante o bate-papo antes da reza da Ave Maria, o comunicador disse que esperava uma liberação de Chico Paes de Barros, diretor geral da Capital, para que o padre possa entrar no ar em seu programa.
Surpresa no AM de São Paulo: Paulo Barboza acaba de anunciar que está deixando a Rádio Capital, emissora onde tinha um programa que ia ao ar entre 08h e 10h, de segunda a sexta. Segundo relatos de ouvintes, ele informou no ar que está se transferindo para a Super Rádio. Barboza elogiou Paulo Abreu, proprietário da Super Rádio, e disse que o novo patrão vai sacudir novamente o mercado de rádio, mas sem entrar em detalhes. Nas redes sociais, Barboza escreveu que sua estreia na Super Radio acontecerá no próximo dia 16, ocupando o horário entre 08h e 11h. O comunicador estava na antiga emissora desde 2011. Ainda não se sabe o que a Capital vai fazer para preencher o horário que ficou vago.
(ATUALIZAÇÃO – 12:28) Ouça abaixo o trecho final do programa de Paulo Barboza na Capital, com a cortesia do internauta Jorge William.
No começo do mês de setembro, o programa de Eli Corrêa na Rádio Capital veiculou uma entrevista feita pela repórter Angela Mattos com Zé Homero Béttio, filho do apresentador Zé Béttio, que trouxe muitas informações relevantes. Zé Béttio está com 90 anos. Segundo seu filho, a saúde de seu pai vai bem depois de ser internado devido a problemas ocasionados por apneia do sono, que faz com que a pessoa fique sem respirar por alguns segundos.
Zé Homero diz que o pai agora está clinicamente bem, lúcido, bem humorado e faz fisioterapia. Conta que Zé Béttio sempre foi disciplinado no que diz respeito à alimentação e nunca fumou. No fim da conversa, prometeu levá-lo até os estúdios da Capital para uma visita à Eli.
Zé Béttio é um dos nomes mais queridos do rádio brasileiro. Mesmo fora do ar há algum tempo, seu nome desperta saudade e curiosidade de muita gente que o ouviu em emissoras como a Record, Capital e Gazeta. No canal do You Tube que serve como apoio a este blog, os dois registros postados com ele são campeões em acessos e comentários. Volta e meia, alguém sempre deixa um comentário desejando saber o paradeiro de Zé Béttio. Ouça a entrevista no player abaixo.
E a Rádio Capital (SP) não deixou de lado a cobertura do futebol. Agora, o departamento de esportes está sob o comando do radialista Paulo Barboza Filho, que resolveu fugir um pouco da fórmula dos parceiros anteriores. A proposta é que as transmissões sejam direcionadas de torcedor para torcedor, de forma extremamente apaixonada, engajada e com pitadas de humor. Esse linguagem é encontrada na Internet, nas rádios web ligadas (oficialmente ou não) a clubes de futebol. Podemos citar como exemplo a Web Rádio Verdão e Web Rádio Coringão. Barboza está levando esse tipo de transmissão para o dial. Um dos astros deste novo projeto da Capital é Diguinho Coruja, que narra com paixão os jogos do Corinthians. A ideia pode dar certo, mas precisa de ajustes. Em dias de clássico, o ideal é juntar dois narradores engajados com seus clubes. As transmissões acontecem todas as quartas e domingos. Ouça abaixo dois exemplos das transmissões da Rádio Capital.
Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou sobre a estreia da Brazil Radio, afiliada do Grupo Bandeirantes em Orlando (EUA), que acontece nesta segunda-feira. Outros assuntos: a audiência do AM na Grande São Paulo, a saída de Diguinho Coruja da Tropical FM e das negociações para a volta de Paulino Boa Pessoa à Rádio Capital AM. O Radioamantes no Ar é veiculado todas as segundas-feiras pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br), sempre a partir das 09h. Com Rodney Brocanelli, João Alckmin, Flavio Aschar e Paulo Ramalho.
Paulinho Boa Pessoa não está mais no ar pela Rádio Capital, ao menos por enquanto. Em novembro, o Radioamantes divulgou que ele iria ficar no ar em duas emissoras: a própria Capital, ocupando o horário das 04h as 06h, e a Super Rádio, pela qual entra no ar a partir das 08h. No entanto, essa dupla jornada não durou muito tempo e ele ficou apenas na Super Rádio. Sabe-se que Paulinho está em negociações com a Capital, mas ainda não há nada definido no que diz respeito a sua volta ao ar por esse prefixo. Ele poderá apresentar seu programa pelas duas rádios, como em novembro do ano passado. É o que há no momento.
Novidade no rádio esportivo de São Paulo: Guto Monte Ablas será o mais novo integrante da tradicional Equipe Líder, comandada por Alexandre Barros, que tem suas transmissões futebolísticas veiculadas pela Rádio Capital AM (1040Khz). Ele irá atuar como repórter.
Guto é um dos nomes da novíssima geração que despontou no web rádio, atuando em emissoras on-line como Voz do Futebol, Rede Nacional de Notícias e Premium Esportes e já trabalhou com Eduardo Moreno, apresentador da Equipe Líder, em alguns projetos. No rádio tradicional, o profissional já trabalhou na Rádio ABC.
Por sua vez, a Equipe Líder vai para o seu segundo ano de parceria com a Rádio Capital e vários de seus integrantes conquistaram prêmios do Troféu Ford Aceesp na edição 2015: Ademir Quintino foi agraciado como melhor repórter de rádio e melhor blog esportivo, Paulo Sodate foi o terceiro melhor narrador do ano passado, Octávio Muniz conquistou a segunda colocação como melhor apresentador, mesma colocação de Luiz Ademar na categoria melhor comentarista.
No encerramento de 2015, a Rádio Capital, de São Paulo tem bons motivos para festejar: consolidou a liderança na audiência no rádio AM na região metropolitana na maioria dos horários, ampliou as opções dos ouvintes por meio da tecnologia, abriu espaço para reclamações do público, somou o carisma de seus comunicadores em sintonia com uma equipe de jornalismo de credibilidade e levou adiante as providências para começar a atuar também no FM dentro de pouco tempo. Na contagem regressiva para seu 38.º aniversário – a ser completado em 25 de janeiro –, a Capital reconhece a gravidade da atual crise política e econômica do País, mas cumpre seu papel de abordar os fatos com a máxima isenção, dando voz a todos os lados e também ao povo.
Eli Corrêa, Paulo Barboza e Paulo Lopes, comunicadores experientes, assumem o entretenimento, música e informação nas manhãs e tardes da Rádio Capital, sendo sucedidos pelos apresentadores Cinthia e Edi Barbosa e pela equipe esportiva comandada por Alexandre Barros. As noites contam com o próprio Edi e Germanno Junior. As madrugadas ficaram mais turbinadas com Ricardo Leite e Paulinho Boa Pessoa.
O padre Juarez de Castro, a advogada Maria Faiock e o fofoqueiro Nelson Rubens integram o quadro de atrações dentro dos programas, que nos fins de semana têm a grade reforçada por Paulo Eugênio, Luis Ribeiro, Antonio Aguillar, Edson Natale, Caju e Castanha, Sílvio Brito, Seraphim Costa Almeida, Evanildo Pereira, Fátima Macedo, Isabel Botelho e Eli Corrêa Filho. O Departamento de Jornalismo, coordenado por Luiz Carlos Ramos, conta com Carolina Mattos, Carla Mota, Cid Barboza, Raquel Rieckmann, Ana Paula Novaes e Ronaldo Pantera Lopes, por meio de noticiosos, reportagens e comentários. Em 2015, foi lançado um canal por meio do WhatsApp para que os ouvintes possam reclamar sobre qualquer questão que os afeta. Essas reclamações são levadas ao ar. O ouvinte tem voz. E, por meio da Capital, pode solucionar problemas junto a órgãos governamentais ou empresas.
A Rádio Capital, que tem Francisco Paes de Barros como diretor geral há 11 anos, não abre mão de colocar em prática o estilo de rádio popular, em respeito ao ouvinte, sem sensacionalismo, e se orgulha de perceber o quanto vem conquistando espaço e carinho junto ao público da região metropolitana de São Paulo, do Interior do Estado e, por meio da internet, também de outros Estados.