A grande notícia desta semana foi a entrevista que o cantor Lobão concedeu à Folha sobre seu novo livro, Manifesto do Nada na Terra do Nunca, obra em que ele faz diversas críticas à diversos nomes das classes artística e políticas. Um de seus alvos foi Mano Brown, do Racionais MCs. Sua resposta não tardou e o caso parecia que ficaria por isso mesmo. Lobão, pouco depois, anunciou via Twitter, que o próprio rapper teria feito contato telefônico a fim de um posterior acerto entre os dois. Foi até prometido um show conjunto na Virada Cultural. Vários portais deram destaque a isso. Pois bem, o mesmo Lobão voltou a usar as redes sociais para informar que foi vítima de um trote. A produção dos Racionais MCs divulgou nota em sua página no Facebook desmentindo a informação. No mesmo Twitter, sempre ele, o cantor diz tudo indicar que o trote partiu da Jovem Pan, que tem um programa dedicado a esse tipo de coisa: o famoso e popular Pânico. Ainda não houve a confirmação, e muito menos apareceu a gravação da pegadinha. O fato é que, mais uma vez, muita gente foi feita de boba. Aguardemos os desdobramentos.
ATUALIZAÇÃO (17.04.2014 – 01:15) – Finalmente apareceu o áudio do trote no Lobão. Saiba mais no link abaixo:
O grande assunto da imprensa esportiva deste final de semana foi a entrevista de Milton Leite ao programa Altas Horas, da Rede Globo. Nele, o narrador esportivo do Sportv e da Rede Globo falou sobre aspectos da sua carreira. Em um determinado trecho, Milton falou sobre seus bordões e disse que um dos mais famosos, o “que beleza” foi criado por Wanderley Nogueira, da Rádio Jovem Pan. Antes da partida entre Corinthians x Atlético Sorocaba, o narrador Nilson Cesar fez uma brevissíma menção à entrevista e agradeceu a Milton Leite. Ouça no player abaixo.
No próximo domingo, dia 7 de abril, completam-se 13 anos da morte do goleiro Barbosa, titular da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1950. O programa Memória do Plantão, da Rádio Jovem Pan, vai relembrar de aspectos importantes da carreira deste jogador. Não faltará material relacionado à final do Mundial de 1950, partida que entrou para a sua história de forma nada agradável. Barbosa foi considerado por muitos o grande responsável pela perda do título.
A edição deste domingo do Memória do Plantão, a partir das 12h30, vai apresentar uma entrevista especial com César Sampaio. No dia 31 de março, data em que a atração irá ao ar, o ex-jogador, com passagens por Palmeiras, Santos e seleção brasileira, vai completar 45 anos. Não poderiam falar os registros em áudio dos gols mais importantes de sua carreira: um contra o São Paulo nas semifinais do Brasileiro de 1993, defendendo o alviverde, e o primeiro gol do Brasil na Copa da França, em 1998, contra a Escócia. Durante algum tempo, Sampaio também foi comentarista da Jovem Pan
Mais tardem as 14h , no programa Copa das Confederações, o personagem a ser destacado será Marcos Senna. Ele irá falar sobre a preparação da Seleção da Espanha, atual campeã do mundo, para a competição que será disputada em julho, no Brasil. Senna é o único atleta de origem sul-americana a ser campeão europeu com a Fúria, no ano de 2008.
A apresentação dos dois programas está a cargo de Vander Luiz. Ouça a Jovem Pan no http://jovempan.uol.com.br/
O blog do jornalista Anderson Cheni, trouxe uma importante informação nesta segunda -feira. Ao falar de uma provável saída do comentarista Flávio Prado da emissora, o blog cita a internação de Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Seu Tuta, em um hospital da cidade de São Paulo desde fevereiro. Tuta é o responsável pelas escalas da equipe de esportes. Com o afastamento, a responsabilidade das escalas ficou a cargo de Marcelo, um de seus filhos. Isso explicaria a escalação de Flávio em jogos ditos menos importantes.
Sobre o estado de saúde de Seu Tuta, o que se pode descobrir até agora é que ele passou por uma cirurgia e se recupera bem da mesma. O presidente da Rádio Jovem Pan está com 81 anos.
O torcedor do São Paulo (e morador da cidade de São Paulo) que só dispunha de um receptor FM para saber qual seria o adversário de seu time na semifinal da Copa Sulamericana ficou decepcionado. Nenhuma emissora que se dedica às transmissões esportivas dessa faixa, abriu espaço para a transmissão de Millonarios (COL) x Grêmio. Existia um interesse todo especial que justificaria o acompanhamento: se o time gaúcho conseguisse passar pelo rival, iria pegar o tricolor paulista na fase seguinte da competição.
Um breve passeio pelo dial: a Jovem Pan (sempre ela) até que transmitiu a partida em sua totalidade, mas só para o ouvinte do AM. A Bradesco Esportes, que poderia ter entrado em cadeia com a sua irmã gaúcha Esportes FM (que retransmite as jornadas da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre), seguiu com programação normal. A 105 FM, líder de audiência no segmento esportivo, manteve sua programação musical. Estadão/ESPN seguiu com sua faixa normal de programação, levando ao ar o bom Segredos do Esporte e, na seqüência, a transmissão simultânea do Sportscenter. Por sua vez, a Transamérica decidiu colocar no ar o “one-man-show” comandado por José Calil. Bandeirantes, Band News e CBN não surpreenderam e também nem se importaram com a parida.
O Millonarios conseguiu a vaga com a vitória por 3 a 1. Ouçam os gols no player abaixo com a narração de Haroldo de Souza, na Rádio Grenal. Ele fez a sua primeira narração off tube na nova emissora.
Curtindo sua aposentadoria, o narrador Willy Gonser hoje comemora aniversário. Ele completa 76 anos. Gonser é mais conhecido por sua atuação na Rádio Itatiaia (BH), como narrador oficial dos jogos do Atlético-MG. Contudo, o profissional já passou por emissoras dos outros três grandes centros do país. Em Porto Alegre, ele foi narrador da Rádio Gaúcha. No Rio de Janeiro, ele empunhou o microfone da Rádio Nacional. Já em São Paulo, ele atuou pela Rádio Jovem Pan. É dessa época que vamos recuperar dois áudios. O primeiro é o registro da final do campeonato brasileiro de 1972, vencido pelo Palmeiras após o empate em 0 a 0 com o São Paulo.
No ano seguinte, Gonser narraria a final do campeonato paulista de 1973, envolvendo Santos e Portuguesa, aquela em que Armando Marques se atrapalhou com os pênaltis.
Todo 13 de outubro é dia de relembrar o título paulista de 1977 vencido pelo Corinthians. Para o torcedor, este dia tem um significado importante, pois se trata do fim de um longo jejum que vinha desde 1954 (a história é conhecida). A partir dessa data, o Timão não parou mais de colecionar conquistas. Se hoje, o time do povo está às portas da disputa do Mundial de Clubes da Fifa, é porque Basílio pegou de primeira um rebote e acertou o gol, há 35 anos.
O Radioamantes traz de volta até você os registros que o rádio fez daquele grande momento. Começamos com Fiori Gigliotti, então na Rádio Bandeirantes.
Abaixo, um registro mais raro. José Italiano, então na Rádio Gazeta (SP), narrou e vibrou com o gol de seu time do coração. Geraldo Blota, outro corinthiano, era o repórter-meta da ocasião.
José Silvério estava entrando numa gelada. Sua missão naquela noite era complicada: substituir Osmar Santos, como narrador titular da Jovem Pan. Osmar estava se transferindo para a Rádio Globo. Com o gol de Basílio, Silvério passou pelo seu batismo de fogo.
Por sua vez, Osmar Santos começava uma nova fase em sua carreira. A fase de maior sucesso, pela Globo. Naquele dia 13, ele acordou com problemas na garganta. Mas graças ao seu talento, poucos perceberam a dificuldade. Oswaldo Maciel narrou alguns minutos daquele jogos. Mas na hora do grande momento, Osmar retomou o microfone e também entrou para a história.
(Este post é uma homenagem a Marco Ribeiro, apresentador do programa Rádio Base Urgente, da Rádio USP, e corinthiano. Ele tem um poster do Basílio na parede de seu quarto).
Nunca acompanhara uma corrida de Fórmula 1, espetáculo nascente no mundo do automobilismo esportivo e ainda com pouco reflexo nas transmissões esportivas do Brasil.
Wilson Fittipaldi, o Barão, grande praça, amigo de todo mundo era o único brasileiro a narrar as corridas automobilísticas pela Rádio Jovem Pan, então Panamericana, de São Paulo.
De acordo com alguns, o Barão narrava mais para acompanhar o filho Emerson do que por interesse real dos ouvintes de rádio.
Acontece que Emerson Fittipaldi poderia ganhar em Monza, na Itália, o título inédito de campeão mundial na divisão de maior expressão do automobilismo.
Foi então que a Bandeirantes resolveu transmitir o grande evento e como eu era pau para toda obra não deu outra.
Sem conhecer nada do assunto fui escalado para transmissão do Grande Prêmio de Monza, cidade do norte da Itália, próxima a Milão.
Em minha companhia estaria o colega Borghi Junior, que já tinha alguma experiência no tema por ter trabalhado exatamente com o Barão na Pan.
Sempre que avisto algo novo em meu caminho não deixo nunca que ele chegue e me encontre desprevenido.
Comecei naquele ano em Monza e a partir de então segui pelos 10 anos seguintes a machucar meus ouvidos com o ronco dos motores da Fórmula-1.
Sabia que Emerson não fora o primeiro brasileiro a correr pela categoria, li tudo a respeito e fui procurar uma verdadeira lenda do automobilismo nacional dos tempos anteriores a Fittipaldi.
Chico Landi era citado todas as vezes em que nós, cronistas esportivos, nos aventurávamos a falar sobre corridas de automóveis.
Fui descobri-lo em sua oficina mecânica no Itaim-bibi e me relacionei com uma das personalidades mais cativantes que a carreira me proporcionou.
Assim como Aristides Jofre no boxe, Chico Landi me deu algumas aulas do novo esporte onde minha emissora pretendia se introduzir.
Nesta última segunda-feira, 10 de setembro, fez 40 anos que o fato se deu.
Ainda estou me revendo ao chegar ao autódromo de Monza para acompanhar os treinos e me deslumbrar, e me assustar também, com as cores daquela máquina preta com filetes dourados onde Emerson seria coroado 3 dias depois como novo campeão mundial.
Sinceramente, a Lotus que já matara Jochen Rindt, o antecessor de Fittipaldi, naquele mesmo circuito dois anos antes se assemelhava a um esquife.
Minha inexperiência no assunto uniu-se ao meu imenso desejo de transmitir uma grande vitória brasileira e um frio agudo me correu a espinha.
O automobilismo daqueles anos vivia pleno de graves acidentes onde vidas preciosas de pilotos famosos eram ceifadas com constância.
Principalmente na própria Lotus, onde antes de Rindt, Jim Clark, na época o maior de todos, se espatifara num carro de segunda linha da escuderia ao participar de uma corrida de Fórmula 2 em Hockenheim no ano de 1968.
Esses fatos ocuparam meus pensamentos por minutos incalculáveis.
Vai que …
A corrida de Emerson foi simplesmente perfeita da largada à bandeirada da vitória e o Brasil, inscrito no clube seleto, passou a colecionar títulos.
Foram 8 conquistados, esse primeiro de Emerson cujos 40 anos estamos rememorando, um outro também do filho do Barão, 3 de Nelson Piquet e 3 de Ayrton Senna, o último em 1992.
Depois veio o jejum e que se agravou com a trágica morte de Ayrton em Ímola no ano de 1994 e por mais que faça a rede Globo e por mais que torça o Galvão nada conseguimos depois seja com Rubens Barrichello ou na atualidade com Felipe Massa.
De qualquer maneira os 40 anos da vitória de Emerson Fittipaldi em Monza merecem a reverência de todos os que sabem que toda caminhada vitoriosa começa sempre com a primeira.
Emerson abriu esse trajeto que seguiu vitorioso nos anos seguintes.
Estando há 44 anos em rádio e televisão (cerca de 15 anos na TV), já vi de tudo. Ou pelo menos pensava ter visto. Ao acessar, nesta terça-feira o site Bastidores do Rádio, li uma nota sobre a audiência do rádio esportivo paulistano, acompanhada dos números relativos ao futebol no final de semana.
Não posso dizer que nunca ouvi falar da 105 FM, mas, por outro lado, posso afirmar que entre amigos e colegas nunca ouvi referência aos narradores daquela emissora quando o assunto é o locutor esportivo preferido de cada um. Pode ser até que a omissão ocorra por ignorância nossa, mas na lista dos nomes mais lembrados estão os de sempre: José Silvério, Oscar Ulisses, Éder Luiz, Antonio Edson, Ulisses Costa, Nilson César e mais dois ou três, menos cotados.
A ordem descrita não corresponde, necessariamente, à colocação de cada um entre os campeões de audiência. Ela é produto da voz corrente no setor, tanto entre colegas quanto apurada na declaração espontânea de ouvintes, fãs do futebol, em geral. Bandeirantes, Globo, Jovem Pan e Transamérica (em ordem alfabética), onde os profissionais relacionados atuam, são as emissoras mais lembradas. Exatamente por isso, meu espanto é ainda maior ao conferir os números apontados pelo Bastidores que, por sua vez, usa como fonte o blog Cheni no Campo.
Se observarmos os índices de audiência obtidos pelas quatro emissoras mais bem posicionadas no Ibope depois da 105 FM, incluindo a CBN —não mencionada acima—, o resultado é praticamente um empate técnico entre a líder e a soma das demais. O porcentual da Pan não está incluído porque a emissora não aparece entre as cinco primeiras colocadas. Embora a terminologia, em se tratando de futebol, não seja adequada, a audiência da 105 é um autêntico e fulminante “nocaute” nas demais emissoras.
Nunca fui um gênio dos cálculos, mas uma continha dessas eu sei fazer e o resultado me parece surpreendente. Com base nos números divulgados, era para o som da 105 ecoar por todos os cantos, principalmente nos estádios, mas não é o que acontece. Com sede na cidade de Jundiaí, cerca de 58 km de São Paulo, no dial, a 105 FM é sintonizada nos 105,1 mhz. Pela Internet, o endereço é http://www.radio105fm.com.br/.
Desconheço o critério utilizado na obtenção dos números (resposta espontânea ou estimulada), mas em qualquer hipótese a “surra” que os profissionais acima relacionados levam dos narradores da 105 é humilhante, quase um indicativo de fim de carreira de todos eles. Conhecendo a maioria, sei que a realidade está longe, mas muito longe mesmo da impressão que os índices de audiência sugerem. Ou seja, a história não combina com a narrativa.
Algo ou alguém está “pisando na bola” e maltratando o resultado da audiência no segmento esportivo. Se não fosse isso, as principais emissoras que se destacam no setor já teriam tomado a providência mais simples, direta, lógica e objetiva para acabar com o jogo: contrataria a equipe inteira da 105 FM e mandaria para o olho da rua os profissionais que estão sob contrato atualmente.
A demissão deveria incluir, por incompetência, toda a direção comercial e jornalístico-esportiva das emissoras surradas impiedosamente. Repito: se a realidade fosse espelho da fantasia, claro.
Para encerrar, lembrando-me de que em todo boato há um fundo de verdade, (embora pesquisa de audiência não deva ser enquadrada nessa categoria) o pessoal da 105 FM merece um cumprimento especial pois, até prova em contrário, a pesquisa transmite a ideia de um fenomenal drible da vaca, dentro da área do adversário. Resta saber quem vai para o brejo.
Rogério Assis, da Rádio Jovem Pan, aproveitou a partida entre Palmeiras e Grêmio, semifinal da Copa do Brasil, para lembrar das polêmicas narrações de Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha. Quando o chileno Valdivia anotou o gol de empate, que daria a classificação para a grande final da competição, Assis disse que “essa é do Verdão e Grêmio nenhum tasca”. No fim de jogo, o narrador da Pan, foi mais além. Declarou aos microfones que o Palmeiras “destroçou, humilhou e pisoteou” o tricolor. Quase como Denardin fez no ano de 2006 quando, na final da Libertadores, falou que o Internacional “rasgava e pisava” na camisa do São Paulo. Ouça no player abaixo.
Durante o programa Esporte em Discussão, da Rádio Jovem Pan, o apresentador Wanderley Nogueira passou a ser a súmula do árbitro Elmo Alves Resende Cunha em que ele relata as circunstâncias da expulsão do atacante Luis Fabiano na partida entre São Paulo e Atlético-MG, válida pelo campeonato brasileiro. O relatório do apitador registrou todos os xingamentos do atleta são-paulino de forma literal. Na medida do possível, Wanderley conseguiu driblar os palavrões de maneira inteligente e bem-humorada, provocando risos dos outros participantes do programa. Ouça abaixo.
Durante o Domingo Esportivo Bandeirantes que antecedeu a partida entre Corinthians e Palmeiras, válida pela última rodada do campeonato brasileiro, José Silvério aproveitou para agradecer à Rádio Jovem Pan por veicular vários gols que ele narrou durante sua passagem pela emissora. Muitos desses áudios são apresentados no programa Memória do Plantão, apresentado por Vander Luiz, todos os domingos, na hora do almoço. Ouça abaixo.
Chegou o momento mais aguardado do ano para leitores, radialistas e amigos do blog Radioamantes. Vamos divulgar as melhores gafes do rádio esportivo no ano de 2011. Aqui, o conceito de gafe é bem amplo, não se limitando apenas ao erro cometido no ar, em uma transmissão ao vivo. Entram também momentos insólitos, totalmente fora dos padrões, mas que também provocam risos (ou sorrisos amarelos, como preferir).
Nas duas últimas edições, fechamos em dez gafes. Neste ano, será diferente. Teremos um número um pouco maior, até porque é muito difícil fazer uma seleção como essa. Das outras vezes, coisas bem engraçadas ficaram de fora. Divirta-se.
15ª colocação: Bo(s)ta expressão nisso e Tá fugido – Eu, que passei quase dois anos gravando e compilando gafes dos coleguinhas, acabei cometendo um erro para lá de constrangedor. Responsável pela interatividade nas jornadas esportivas da equipe Expressão da Bola, fui ler a mensagem de um ouvinte no ar durante a partida BMG/São Bernardo x Volta Redonda, válida pela Superliga de Vôlei 2010/2011. Ele estava nos elogiando e completou: “bota expressão nisso!” Na hora h, coloquei uma letra s a mais na palavra bota. E o microfone pune mesmo.
Vento que venta de lá, venta de cá, costuma dizer o narrador Luciano do Valle. O narrador Guga Mendonça, também da equipe Expressão da Bola, que riu bastante do “bo(s)ta expressão nisso” também foi punido pelo microfone. Aconteceu na partida entre Sesi x Vôlei Futuro, também válida pela Superliga 2010/2011. Ouça no player abaixo, mas tire as crianças da sala antes. Contém palavrão.
14ª colocação: Ricardo Capriotti erra resultado de jogo do Santos – Durante a jornada de Palmeiras x Botafogo-RP (partida do campeonato paulista), pela Rádio Bandeirantes, o plantão Ricardo Capriotti se confundiu ao dar o resultado do jogo Santos x Linense. O Santos estava goleando a equipe do interior por 4 a 0. Capriotti inverteu o resultado para o deleite do narrador Ulisses Costa.
13ª colocação – Não pegou na caixa de câmbio, Mario Lima – Durante um dos Grenais do campeonato gaúcho (o de Erechim), Mario Lima, narrador da Rádio Guaíba e equipe chamaram a atenção para uma bolada que o jogador Maílson, do Grêmio, teria levando nas partes baixas, caixa de câmbio ou parque de diversões…Algum tempo depois, alertados pelo comentarista de arbitragem que está no estúdio, verificou-se que a bolada foi mesmo no nariz.
12ª colocação: A primeira do futebol na BandNews – Logo na estreia do futebol na BandNews FM, em abril deste ano, o narrador Odinei Edson conseguiu uma proeza: juntou dois comentaristas em um só. Erich Beting e Sergio Xavier viraram Erich Xavier.
11ª colocação: Repórter chora com situação do Paraná Clube – O Paraná Clube, um dos grandes do futebol paranaense, vivia uma situação difícil no campeonato local e lutava para fugir do rebaixamento (não conseguiu. Pouco antes da partida contra o Operário, o repórter Williams Lima, da Rádio Banda B, não conseguiu controlar a emoção com a perspecitiva de o time cair para a segunda divisão e chorou quando foi dar a escalação do time que iria entrar em campo para disputar a partida.
10ª colocação: Pulsinha ou Puxinha – Durante a jornada esportiva de Comercial (PI) x Palmeiras, válida pela Copa do Brasil, José Silvério, Mauro Beting e Alexandre Praetzel passaram um bom tempo discutindo sobre o nome de um dos atacantes do time local, que entrou no segundo tempo da partida.
9ª colocação: Nuñez ou Pacheco, Nilson Cesar? – As camisetas do Peñarol tem uma inscrição com o nome Nuñez às costas. Provavelmente, trata-se de um patrocinador. Contudo, o narrador Nilson Cesar, da Rádio Jovem Pan, não se deu conta disso e a confundiu com um jogador que iria entrar durante a partida contra o Santos, na final da Copa Libertadores. Na verdade, o nome correto do atleta é Pacheco.
8ª colocação: Carlos Batista e os cachorros – Durante a jornada esportiva de Guarani x Vila Nova, partida válida pela série B do campeonato brasileiro, o narrador Carlos Batista teve de conviver por alguns minutos com latidos de cachorros no meio de sua irradiação. O pessoal da área técnica colocou os microfones que captam o o som ambiente do gramado ao lado dos policiais da PM que usam cachorros. Os latidos invadiram a transmissão durante algum tempo, até que Batista pediu, de forma bem humorada, para que se tomasse alguma providência.
7ª colocação: Wimbledon ou Wembley, Castro Jr? – O narrador Castro Jr estreou na Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, narrando a partida entre Barcelona x Manchester, válida pela final da Champions League. E ele estreou também no blog Radioamantes ao confundir o mitológico estádio de Wembley, onde foi disputada a partida, com o tradicional torneio de tênis de Wimbledon.
6ª colocação: Marcos Couto canta A Pipa do Vovô – Durante a partida entre Brasil x Costa Rica, válida pelo torneio de futebol dos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, o narrador Marcos Couto, da Rádio Guaíba, aproveitou para mais uma vez mostrar seu talento como cantor. Assim que foi anunciada a demissão do técnico Estevam Soares, que treinava o Ceará, a equipe lembrou do apelido pelo qual o time é conhecido: Vozão. Foi a deixa para Couto mandar no ar “A Pipa do Vovô”, grande clássico do repertório de Silvio Santos.
5ª colocação: Ainda bem que era o Geison chamando, né Daniel Oliveira? – Durante a transmissão de Avaí x Internacional, o narrador Daniel Oliveira, da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, foi surpreendido com um chamado meio diferente.Era o repórter Geison Lisboa, do gramado, informando que estava sem retorno. A comunicação vazou para o ar. Daniel ficou aliviado: “Ainda bem que não é Jesus”. Ele explicou: “Tem muita coisa pra se viver e muita conta pra se pagar”.
4ª colocação: Cheiro ensurdecedor – Durante a transmissão de Americana x Portuguesa, partida válida pela série B do campeonato brasileiro, José Maia, da Rádio Bandeirantes, exagerou na licença poética. Ao falar do cheiro de churrasco que invadia a cabine da emissora, ele falou em cheiro ensurdecedor.
3ª colocação: Daniel Oliveira com a macaca – Daniel Oliveira, narrador da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, estava com a macaca na transmissão de Atlético-MG x Grêmio. Primeiramente, ele colocou o repórter Geison Lisboa numa saia justa ao perguntar sobre uma das principais leis da física. Talvez por distração, Geison não soube responder de bate-pronto. Depois, ele implicou (no bom sentido) com o comentarista de arbitragem Chico Garcia, depois que este começou a divagar sobre cantores de bolero e seus peitos cabeludos.
2ª colocação: José Silvério e equipe explicam expulsão do jogador Roger – Durante a jornada esportiva de São Paulo x Avaí, na última quarta-feira, José Silvério e equipe da Rádio Bandeirantes explicaram o motivo pelo qual o jogador Roger, do Cruzeiro, foi expulso da partida contra o Once Caldas, deixando sua equipe na mão. Silvério, mais uma vez, teve de se segurar para não rir descontroladamente.
1ª colocação: José Calil – Quase que o hoje comentarista da Rádio Terra Litoral AM, rouba o espaço daquele que é tradicionalmente hors concours nesta seleção. Sempre cobrindo as partidas do Santos, Calil não conseguiu, em algumas vezes, separar o lado comentarista do lado torcedor. Essa mistura resultou em momentos únicos e constrangedores. Um deles aconteceu quando ele falou do trabalho da bandeirinha Nadine Bastos que, ao seu ver, não anulou o gol de empate do Bahia, marcado por Junior. Outro momento para tirar as crianças da sala.
Mas tem mais: na transmissão de Santos x Atlético-PR, na 98 FM, de Santos, José Calil mostrou toda a sua indignação com a não validação de um dos gols do alvinegro da Vila Belmiro. Ele reclamou bastante da postura de Edu Dracena que, para ele, não defendeu os interesses do clube junto ao árbitro. Calil chegou a exagerar na sua manifestação, dizendo que Dracena era um “capitão de m…”. Mantenha as crianças ainda afastadas.
Hors concours: Milton Neves – O título de hors concours permanece com Milton Neves. Em 2011, ele continuou a protagonizar os momentos mais bizarros do rádio esportivo brasileiro. Um deles aconteceu quando entrou no ar um ouvinte muito especial, que mora em Uberaba.
Assim como em 2010, Milton Neves conseguiu levar um outro susto de Mauro Beting. Esse, desta vez, sem delay.
Para arrematar, durante o programa Concentração, Milton Neves falou da homenagem que Marcelo Abud, do blog Peças Raras, fez ao saudoso Fiori Gigliotti no programa Fanáticos por Futebol, comandado por Marcelo Duarte, da própria Rádio Bandeirantes. Mas como já vem se transformando em rotina, Milton não conseguiu se lembrar do nome da atração e nem de quem a apresenta.