O fim-de-semana em que Daniel Oliveira e Eduardo Gabardo transmitiram Grêmio, Inter e Seleção em 12 horas

Por Edu Cesar, do Papo de Bola, especial para o Radioamantes

É possível transmitir, num espaço de apenas 12 horas e meia em um fim-de-semana, um jogo do Grêmio, uma partida do Internacional e um amistoso da Seleção Brasileira? Sim, é possível. E isso aconteceu entre 13 e 14 de novembro de 1999 na Rádio Guaíba com dois profissionais não mais atuantes nela e que neste sábado trabalharão no duelo dos tricolores contra o Santos na Arena do Grêmio: Daniel Oliveira, que narrará na Rede Bandeirantes, e Eduardo Gabardo, que fará reportagem na Gaúcha.

Naquele fim-de-semana estava começando a Seletiva da Libertadores 2000, um torneio tapa-buraco que a CBF criou devido a mais uma vaga que ganhou no torneio – algo que não precisaria existir pois bastaria fazer uma disputa direta entre os perdedores das semifinais do Campeonato Brasileiro (São Paulo e Vitória). Detalhe: seletiva entre quem não foi pras quartas-de-final. Desta forma, o perdedor da semifinal não iria pra Libertadores, mas quem ficou uma posição acima da zona de rebaixamento poderia ir!

Bom, absurdos à parte, fato é que naquele sábado tivemos às 15h30 o Grêmio recebendo o Santos no Olímpico, jogo marcado para este horário pois haveria às 17h15 o amistoso do Brasil principal (comandado pelo auxiliar Candinho) contra a Espanha em Vigo – e talvez a TV Globo tivesse que ter pedido pra partida daqui de Porto Alegre ser 15 minutos mais cedo, já que o desfecho não foi mostrado (e o jogo foi exclusivíssimo dela, de forma que só deu pra acompanhar os instantes derradeiros no rádio).

Até por ter transmitido três dias antes o Colorado escapando do rebaixamento no 1 x 0 sobre o Palmeiras, Haroldo de Souza narrou pela Guaíba o jogo dos gremistas, que venceram por 2 x 1. Com ele estiveram o comentarista Edegar Schmidt e os repórteres Luís Henrique Benfica, Gladir Azambuja e os já citados Daniel Oliveira e Eduardo Gabardo. Por opção, o amistoso da Seleção não teve nem sequer posto, sendo acompanhado no plantão por Rogério Böhlke, que sucedeu Rodrigo Koch pra jornada seguinte.

Por questão de grade televisiva, outro jogo da seletiva aconteceu também no sábado, às 18h30, para passar no SporTV: Internacional 1 x 0 Flamengo. Sim, duas partidas na capital gaúcha, separadas por pouco mais de uma hora entre fim de uma e início da outra. Tempos em que isso ainda acontecia de vez em quando, sendo que naquele 1999 chegou a ter os dois rivais atuando em suas casas ao mesmíssimo tempo (Inter 1 x 2 Flamengo no Brasileirão e Grêmio 2 x 0 Independiente na Mercosul em 11 de agosto).

Para a transmissão no Beira-Rio, foram escalados o narrador Mário Lima, o comentarista Paulo Mesquita e o chefe de esportes Luiz Carlos Reche, acompanhado na reportagem por… Gabardo, Daniel e Gladir. Sim, três repórteres atuantes no jogo do Grêmio no Olímpico. Mas não ficava apertado para eles? Pior que não. Menos de quatro quilômetros separam os dois estádios, indo de veículo de um até o outro dá uns 10 minutos tranquilo – mesmo indo a pé não demora tanto, menos de 40 minutos e tá feito.

O único tento alvirrubro gerou, inclusive, uma situação interessantíssima: Mário narrando e Daniel com o depoimento atrás do gol. Eles haviam sido colegas na RB em 1996 e o filho do Luiz Carlos “Sapinho” foi pra Caldas Júnior como repórter. O “Amigo da Galera” havia saído da Bandeirantes em setembro daquele 1999 e ficou pouquíssimos meses na Guaíba. Já o “Ban-Ban-Ban” voltou para o Morro Santo Antônio em janeiro de 2000 para ser o novo titular – função que, neste ínterim, coube a Marcos Couto.

Fim de jogo às 20h30, mais umas duas horas de vestiário (em tempos onde a reportagem tinha ampla liberdade para trabalhar como bem quisesse, onde a palavra “abriu!” dita por alguém dela sinalizava a abertura do referido para o show de entrevistas – na maioria exclusivas – começar) e estava feito o carreto do fim-de-semana, certo? Não para Daniel Oliveira e Eduardo Gabardo, que só devem ter tido o tempo de jantar e brevemente descansar antes de ir até o Edifício Hudson para uma missão corujona.

Às 2 da madrugada de domingo, aconteceu em Sydney um amistoso que o Brasil pré-olímpico venceu por 2 x 0 sobre a Austrália. Os organizadores promoveram o jogo em cima de Ronaldo Nazário, que só foi liberado pela Internazionale – com endosso da FIFA – para apenas o primeiro de dois amistosos. Vanderlei Luxemburgo foi categórico: ou joga ambos ou não joga nenhum. A ausência do “Fenômeno” causou fúria nos australianos e prejuízo pros organizadores, com entrada liberada no estádio para compensar.

Daniel narrou e Gabardo reportou este amistoso pré-olímpico da Seleção Brasileira com os comentários do Mesquita, que esteve na vitória colorada no Beira-Rio e que também faria três partidas naquele mesmo fim-de-semana – ele e Gladir Azambuja, que na tarde dominical acompanharam o dobrado Mário Lima em Caxias 3 x 0 Juventus da Mooca pela Série C. Missão única teriam Orestes de Andrade, João Carlos Belmonte e Markus Vitorino no primeiro jogo da quarta-de-final Atlético Mineiro 4 x 2 Cruzeiro.

Para fins de comparação: no sábado, a Rádio Bandeirantes – de equipe menor em termos numéricos por ter tido as saídas dos já citados Mário e Mesquita – se dividiu com Grêmio x Santos tendo Paulo César Carvalho, Cláudio Cabral e os repórteres Luiz Fernando Siqueira e Leonardo Meneghetti, enquanto Inter x Flamengo contou com Marcos Couto, João Garcia, o analista de arbitragem César Carrasco e os repórteres Nando Gross, Ribeiro Neto e Sérgio Couto. Da Rádio Pampa infelizmente não tenho registros. Já a Gaúcha fez uma cobertura mais ampla no geral: no Olímpico estiveram Pedro Ernesto Denardin, Ruy Carlos Ostermann, Régis Höher, Sílvio Benfica, Farid Germano Filho, Leonardo Acosta e Guilherme Portanova, este do jornalismo geral; no Beira-Rio estavam Marco Antônio Pereira, Wianey Carlet, Renato Marsiglia, Sérgio Boaz, Alexandre Praetzel, Fabiano Baldasso e Marcus Vinícius Schil; e o amistoso Espanha x Brasil foi coberto por Jader Rocha narrando e José Alberto Andrade reportando

Gazeta FM apoia a Seleção Brasileira com campanha multiplataforma e promoção de Smart TVs

Em clima de torcida para a Seleção Brasileira, a Gazeta FM lança a campanha “Torcida Gazeta Brasil”, uma ação promocional integrada que une rádio, digital e engajamento em tempo real para fortalecer a conexão da emissora com sua audiência durante o período que antecede os grandes jogos da seleção.

Como destaque da segunda etapa da campanha, a emissora promoverá um concurso cultural que distribuirá quatro Smart TVs de 50 polegadas aos ouvintes. A iniciativa reforça a estratégia da Gazeta FM de ampliar experiências interativas e consolidar sua atuação em um ecossistema de conteúdo cada vez mais crossmedia.

A participação acontece exclusivamente pelo site oficial da rádio. Para concorrer, os ouvintes deverão acompanhar a programação da Gazeta FM, identificar as “3 Palavras da Torcida” divulgadas ao longo da programação e responder à pergunta: “O que não pode faltar pra seleção ganhar o hexa?”. Os participantes também deverão preencher um formulário com dados cadastrais e aceitar o regulamento disponível na página da promoção.

Com forte presença multiplataforma, a campanha contará com ativações no dial, ambiente digital e ações de comunicação integradas, utilizando o apelo emocional do futebol para ampliar audiência, engajamento e participação do público.

Além da promoção das TVs, a “Torcida Gazeta Brasil” também contempla outras etapas promocionais, incluindo ações com camisetas temáticas da campanha e camisas oficiais da Seleção Brasileira.

Serviço

  • Promoção: Torcida Gazeta Brasil
  • Como participar: Ouvir a programação da Gazeta FM e anotar as “3 Palavras da Torcida”. Acessar o site oficial da emissora. Preencher o formulário de participação. Responder à pergunta cultural da campanha

Período: de 11 de maio a 11 de junho de 2026

Reprodução: Gabriel Pereira (Rádio Gazeta)

Decepção do Brasil faz com que craques da narração tenham um vazio em seus currículos

Por Rodney Brocanelli

Oscar Ulisses, da CBN, e Nilson Cesar, da Rádio Jovem Pan, craques da narração esportiva, seguem sem narrar um título brasileiro de campeão mundial. Um grande vazio em seus gloriosos currículos. Mais uma vez a culpa não é deles. A seleção brasileira que decepcionou novamente, ao ser desclassificada pelos croatas nas cobranças de tiros livres da marca do pênalti.

Por ocasião da Copa da Rússia, em 2018, o blog Radioamantes fez um levantamento sobre o momento que cada um vivia na carreira em suas respectivas emissoras, por ocasião dos mundiais, a partir de um alerta feito pelo jornalista Celso Luís Gallo. Clique no link abaixo para ler.

Rádio Bandeirantes viaja no tempo e transmite final da Copa do Mundo de 1970 neste domingo

A Rádio Bandeirantes vai levar seus ouvintes a uma viagem no tempo neste domingo (26), a partir das 15h, rumo à final da Copa do Mundo de 1970.

A emissora transmitirá a partida que consagrou o Brasil campeão em vitória por 4 a 1 sobre a seleção italiana no estádio Azteca, no México, em 21 de junho daquele ano.

O jogo será narrado por Ulisses Costa e contará com a participação dos jornalistas Bernardo Ramos e Ricardo Capriotti. Destaque para depoimentos de ex-jogadores como Tostão, familiares dos atletas e músicas da época.

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Seleção Brasileira 1970

Memória: em 1982, Mané Garrincha analisa futebol da seleção brasileira na Jovem Pan

Por Rodney Brocanelli

Agosto de 1982. Cinco meses antes de sua morte, Mané Garrincha esteve nos estúdios da Rádio Jovem Pan, em São Paulo,  participando do programa Plantão de Domingo, apresentado por Milton Neves. Na entrevista, ele falou sobre diversos assuntos particulares e relacionados à sua carreira (clique aqui para ver). Não deixou de falar sobre futebol também destacando os assuntos do momento. Um deles era a recente desclassificação da seleção brasileira na Copa de 1982, disputada na Espanha.

Mesmo apresentando algumas dificuldades em sua fala, Garrincha mostrou-se bastante lúcido em sua análise. Disse que acompanhou todos os jogos das outras seleções que disputaram aquela Copa. Aproveitou até para relembrar que ele, enquanto jogador da seleção brasileira, acompanhava os jogos de possíveis adversários.

Sobre partida contra a Itália, que marcou a desclassificação do Brasil, Garrincha falou em “erro técnico”. E justificou dizendo que a seleção treinada por Telê Santana deveria jogar com a defesa plantada e partir para os contra-ataques. “Eles (os italianos) tinham que ganhar aquele jogo. Eles tinham que fazer o gol. Se eles fizessem o gol, o Brasil tinha que ir para frente, tudo bem. Fizesse o gol, volta normalmente a retranca e ficaria 1 a 1”.

Garrincha prosseguiu: “Quando empatamos, falei ‘agora o Telê vai plantar o time na defesa’, mas foi o contrário. Todos os jogadores queriam ir para a frente e fazer o gol, que foi um erro”.

Nessa manifestação, o ex-jogador citou dois titulares daquela seleção e reclamou do posicionamento: “Eu vi o Leandro jogar na frente do Júnior, do lado esquerdo. Nunca vi isso na minha vida. Só com o Telê que aconteceu isso. Eu acho que o Telê tinha que tomar providências naquele instante”.

No seu comentário, Garrincha não levou em consideração alguns detalhes da partida. A Itália fez  seu segundo gol numa falha em saída de de bola. O terceiro surgiu depois de uma jogada de escanteio. Entretanto, ele tem razão ao afirmar que faltou um cuidado defensivo maior para aquela seleção.

Sempre é bom ouvir Garrincha. Clique no player abaixo.

Garrincha

Memória: relembre a conquista do vôlei feminino nos jogos de 2012 na Rádio Guaíba

Por Rodney Brocanelli

Costuma-se dizer que no Brasil o mês de agosto é um mês desgosto. Porém, na Olimpíada de 2012, disputada em Londres, esse conceito não valeu na grande final do torneio de vôlei feminino. A seleção brasileira, comandada por José Roberto Guimarães, venceu a seleção norte-americana pelo placar de 3 sets a 1 (11/25, 25/17, 25/20, 25/17), conquistando assim a medalha de ouro. Foi um belo desfecho para uma campanha que começou irregular na primeira fase. No entanto, na fase eliminatória, prevaleceu a melhor técnica e o controle emocional das meninas do Brasil. O rádio esteve presente na cobertura desse grande momento do esporte nacional. Ouça abaixo o registro do último ponto daquela partida, convertido por Fernanda Garay, no registro da Rádio Guaíba, de Porto Alegre. Narração de Gilberto Junior.

Guaiba 2012

Memória: em 1979, Telê Santana diz à Jovem Pan que treinar seleção brasileira não era seu objetivo final

Por Rodney Brocanelli

1979. Telê Santana era o nome da vez no futebol brasileiro. Graças ao trabalho desenvolvido no Palmeiras, ele começou a ser bastante elogiado pela imprensa especializada da época e passou a ser um nome cotadíssimo para assumir a seleção brasileiro. Porém, em dezembro daquele ano, em meio as fases decisivas do campeonato brasileiro, Telê concedeu uma longa entrevista ao Jornal dos Esportes, da Rádio Jovem Pan, dizendo que esse não era seu objetivo final. “Muitos vão para a seleção mais por vaidade, sabendo que vão encontrar uma dificuldade muito grande para começar um trabalho. A vaidade as vezes é maior que o próprio interesse de cada um. Talvez nem seja pelo que vão ganhar, mas sim pela vaidade de dizer que foi técnico da seleção brasileira. Honestamente, eu não tenho essa vontade e nem essa vaidade”.

Ainda nessa mesma entrevista, José Silvério, então narrador principal da Jovem Pan questionou a Telê se ele aceitaria um convite da então CBD. “É quase certo uma recusa. Eu acho que não se tem um bom clima para trabalhar na seleção”. Telê prosseguiu: “Isso envelhece demais, desgasta, acaba, não só com o profissional como também com toda sua família”.

Outro motivo alegado por Telê nessa mesma entrevista é o fato de que muitos jogadores ditos”de cartaz” não aceitariam seus métodos de trabalho. Em seguida, Silvério perguntou se o treinador não gostava de trabalhar com estrelas. “Infelizmente, nossas estrelas não gostam de trabalhar e quando sentem que o técnico é um pouco mais duro reclamam para o dirigente e o que quase sempre acontece é o técnico espirrar, sair de seu caminho porque entre um técnico e um jogador, eles (os dirigentes) dão preferência ao jogador”, respondeu.

Apesar de todas essas justificativas dadas nessa entrevista à Jovem Pan, Telê Santana aceitou o convite para dirigir a seleção brasileira. Aparentemente, a maioria dos nomes “de cartaz”  do futebol na época aceitaram seus métodos de trabalho. Esteve em duas Copas do Mundo: 1982 e 1986. Na primeira, montou um time que, apesar das falhas, encantou o planeta. Sofreu as pressões inerentes ao cargo e saiu dele com a fama de fracassado. Teve sua redenção como treinador de clube no começo da década de 1990, quando passou a dirigir o São Paulo. Ouça abaixo esse registro histórico.

Telê Santana & José Silvério

 

Tite afirma que Neymar é o melhor jogador do mundo nos últimos quatro meses

“Neymar é o melhor jogador do mundo nos últimos quatro meses.” A afirmação é do técnico da seleção brasileira Tite, que concedeu entrevista exclusiva a José Luiz Datena nesta sexta-feira durante o programa “90 Minutos” da Rádio Bandeirantes FM 90.9 e AM 840. A íntegra da entrevista pode ser ouvida no site da emissora.

Para o treinador, o atacante do Barcelona vive o melhor momento da carreira. Na avaliação de Tite, no entanto, não é possível colocá-lo no mesmo nível de Messi nos últimos 10 anos.

O técnico também ressalta a importância do meia Paulinho, que atua no futebol chinês. O jogador foi destaque da goleada do Brasil sobre o Uruguai, no dia 23 de março, em Montevidéu. “Eu não posso fechar as portas para um atleta. Eu tenho que observar todos”.

Tite também revelou ter sido procurado pelo Porto e pela Inter de Milão quando ainda estava no Corinthians. “Nada me demovia do projeto no Corinthians”.

França, Espanha, Alemanha, Itália, Portugal e Bélgica são as seleções europeias que precisam ser monitoradas com atenção especial, segundo o treinador.

Tite

Memória: em 1976, Oscar Ulisses entrevista Pelé para a Rádio Jovem Pan

Por Rodney Brocanelli

Em 1976, a seleção brasileira enfrentou um adversário muito especial: o Flamengo. Essa partida foi idealizada para arrecadar fundos a fim de ajudar a família do jogador Geraldo, de 22 anos, promessa da base flamenguista, que morreu durante uma cirurgia de amígdalas no mesmo ano. Contando com jogadores da base que conquistou a Copa do Mundo  no México, o Brasil teve um reforço especial para a ocasião: Pelé. Ele ainda atuava pelo Cosmos e topou participar deste jogo, mesmo tendo parado de vestir a amarelinha em 1971. Na véspera, ele atendeu pacientemente aos jornalistas e concedeu uma entrevista exclusiva à Rádio Jovem Pan. Oscar Ulisses foi o jovem repórter destacado pela emissora para essa pauta. Além do amistoso, Pelé falou bastante sobre o amistoso, sem deixar de lado outros temas como sua vida no Cosmos, algumas palavras sobre sua expectativa para o mundial da Argentina, que ocorreria dois anos depois e de temas da época, como por exemplo um possível interesse da equipe norte-americana pelo ponteiro Edu. O Flamengo venceu o amistoso pelo placar de 2 a 0 Ouça abaixo, em postagem feita pelo perfil Futnático, a entrevista de Pelé à Oscar Ulisses.

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Tite participa de bate-papo com profissionais das redações do Grupo RBS

O técnico da Seleção Brasileira, Adenor Leonardo Bachi, o Tite, visitou o Grupo RBS nesta quinta-feira (15). Em um bate-papo com comunicadores, repórteres e colunistas da empresa, o treinador falou sobre as suas experiências no mundo do futebol e respondeu a diversos questionamentos.

Propondo uma constante atualização no futebol moderno, Tite apresentou suas formas de análise e interpretação de jogos efalou sobre o relacionamento com jogadores, dirigentes e imprensa. O técnico ressaltou a importância da informação no desenvolvimento de seu trabalho.

Questionado sobre sua percepção do desempenho da mídia esportiva, o treinador respondeu que os jornalistas possuem papelde destaque na tradução para o público de o que acontece em campo, e lembrou que existem ainda estágios de evolução a alcançar. Incluiu nesta afirmativa todos profissionais de futebol, de dirigentes a técnicos. Mencionou ainda que a influência do discurso da imprensa sobre os jogadores e até sobre comissões técnicas é grande, por isso os comunicadores precisam ter realnoção da responsabilidade que carregam.

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Rádio Gaúcha acompanha amistosos da Seleção Brasileira nos EUA

A partir desta terça-feira (1º), a Rádio Gaúcha vai fazer a cobertura dos últimos amistosos da Seleção Brasileira nos Estados Unidos antes da estreia nas Eliminatórias da Copa do Mundo 2018. O repórter José Alberto Andrade (foto) vai conferir de perto os jogos contra a Costa Rica, em New Jersey, no dia 5, e contra os Estados Unidos, em Boston, no dia 8.

Esses serão os primeiros compromissos da equipe após a derrota na Copa América e com atrativos para os torcedores da dupla Gre-Nal. Pela primeira vez na história, os clubes gaúchos têm dois goleiros na Seleção: Marcelo Grohe, do Grêmio, e Alisson, do Internacional.

Os conteúdos que vão ao ar nos programas serão reproduzidos também no site gaucha.com.br e dos perfis da Gaúcha no Twitter e Facebook.

ZeAlbertoAndrade_credito_GenaroJonerCrédito: Genaro Joner

Técnico da seleção brasileira de futebol feminino fala à Premium Esportes

Por Rodney Brocanelli

No último sábado, Márcio Oliveira, novo técnico da seleção brasileira de futebol feminino, concedeu uma longa entrevista ao programa Mundo Futebol Feminino, da web rádio Premium Esportes. Oliveira falou sobre seus planos à frente do comando técnico da seleção e sobre a quarta edição do Torneio Internacional Cidade de São Paulo, competição amistosa da qual o Brasil participa ao lado de outras seleções: México, Portugal e Dinamarca. Além disso, Oliveira disse que Marco Polo Del Nero, vice-presidente da CBF, foi quem intermediou um encontro com o manda-chuva José Maria Marin. A partir daí, saiu o convite. Ouça no player abaixo.

márciooliveirapremium

Uma pergunta para…Marcos Couto

Por Rodney Brocanelli

O blog Radioamantes estreia uma nova seção,  chamada “Uma pergunta para…”. Sem periodicidade definida, ela vai destinar uma pergunta simples e direta a um profissional do rádio sobre um tema ligado ao rádio.

O convidado desta inauguração é Marcos Couto, narrador da Rádio Guaíba, de Porto Alegre. Ele se destacou na cobertura dos recém-terminados Jogos Pan-americanos de Guadalajara, narrando jogos de futebol em que a seleção brasileira esteve envolvida. Como o futebol masculino fracassou ainda na primeira fase, o destaque recaiu para a seleção feminina, que foi mais longe, chegando às finais e trazendo de volta a medalha de prata.

Uma pergunta para Marcos Couto:  existe alguma diferença para se narrar “partidas de futebol masculino e futebol feminino?

Resposta: “Olha Rodney, boa pegunta ainda não tinha me dado conta de que pelo menos para min não existe diferença nenhuma, e olha que já narrei muitos jogos do futebol feminino”.

Ouça abaixo o gol de Maurine, na semi-final do torneio feminino de futebol do Pan, que reuniu Brasil e México. As brasileiras venceram por 1 a 0 e garantiram vaga na final. Perderam para o Canadá nas penalidades, após empate em 1 a 1 nos 120 minutos.