Por Rodney Brocanelli
Nas últimas semanas, o nome de Paulo Abreu (foto) apareceu como o salvador da Super Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, informações ainda não confirmadas sobre o que seria a nova programação da emissora sob sua gestão começaram a circular em grupos de discussões dedicados à radialistas no Facebook. Não vou detalhar aqui do que se trata, até porque os jornalistas e radialistas que estão cobrindo o assunto estão desmentindo categoricamente tudo o que seja relacionado a uma futura programação, sob direção do sr. Abreu. Para que o empresário assuma a emissora, os acionistas dos Diários Associados teriam que fazer uma assembléia extraordinária para deliberar sobre o assunto.
Ainda sobre a aquisição da Tupi por parte do sr. Paulo Abreu, o site Rádio de Verdade, avançou em mais algumas informações:
http://www.radiodeverdade.com/destaques/2017/01/03/greve-por-tempo-indeterminado-continua-na-super-radio-tupi-e-sindicato-alerta-sobre-especulacoes/
Em resumo: a proposta é de uma gestão mista neste primeiro momento, e o tão sonhado aporte financeiro para saldar as dívidas que se acumulam. Depois, a partir do momento em que o empresário tomar pé da situação real da empresa (passivo, etc.), ele poderá fazer uma nova proposta para comprar o restante das ações.
Entretanto, vale lembrar aos leitores que caso Paulo Abreu assuma a emissora de vez, ele não vai deixar de implantar o seu modelo de gestão, que já é bem conhecido no mercado de rádio da Grande São Paulo. Ele mexe bastante na programação de suas emissoras, isso quando não muda nome e frequência delas, caso recente da Rádio da Cidade que está operando no AM. As únicas emissoras que gozam de alguma estabilidade por aqui são a Top FM e a Kiss FM. E o sr. Abreu já chegou até a tirar do ar esta última por algum tempo. Ou seja, a futura Super Rádio Tupi não seria mais a mesma que o público carioca conhece e aprendeu a adimirar.