Por Marcos Lauro
Dois jornais destacaram o rádio no início desta semana:
– O Globo: o diário carioca destacou o novo perfil das web-rádios. Com as redes sociais no centro das atenções, tanto as novas emissoras quanto as já clássicas (como a Rádio UOL) incorporam algum tipo de interatividade com sites como Twitter e Facebook, entre outros;
– Jornal Cruzeiro do Sul – Das 13 emissoras FM legalizadas em Sorocaba, sete transmitem programação gospel. É o que denuncia o jornal da cidade, que chama a atenção para a falta de controle (mesmo que estatístico) por parte da Associação das Emissoras do Estado de São Paulo (AESP) e do sindicato da classe.
Mais uma vez vem àquela discussão entre radialistas, O rádio é um veiculo exclusivo pra propagar a fé? Se os órgãos responsáveis não tomarem providencias daqui a alguns anos não será preciso ir a igreja é só ligar o rádio, e com isso radialistas desempregados, Agora pergunto porque o sindicato não faz uma bela fiscalização? Será que todo tem DRT…Fica ai a pergunta ao leitor desse conceituado blog. Uma outra reflexão se você tem uma outorga que foi concedida a você, porque vc vai “arrendar” a emissora.
CurtirCurtir
Pois é, Gustavo… as perguntas que não querem calar. Já há alguns anos, inclusive.
Eu nem sou contra emissões religiosas em rádios. Temos exemplos de grandes emissoras católicas e evangélicas que fazem um bom trabalho, com profissionais de rádio e não padres ou pastores ao microfone. Mas quando se chega ao ponto em que uma grande cidade do interior paulista tem 50% das suas rádios FM destinadas à religião, percebe-se que é hora de repensar as regras.
O arrendamento é uma das questões que precisa ser revista. Hoje uma empresa consegue a outorga e depois passa anos lucrando com o uso dela por outras empresas. Ter uma consessão é um grande negócio.
CurtirCurtir