Nativa FM estreia primeira afiliada em Rondônia

A Rede Nativa FM estreia na segunda-feira (1) a primeira afiliada em Rondônia. Com sede em Cerejeiras, a frequência 90,9 MHz chegará também a municípios como Chupinguaia, Colorado do Oeste, Corumbiara e Pimenteiras do Oeste, alcançando cerca de 50 mil espectadores na área de cobertura.

O lançamento ocorre durante o programa A Nativa Entrou no Grupo, apresentado ao vivo por Carlos Galinha, Day Quarenta e Fernando Telles, a partir das 18h pelo horário de Brasília.

Com repertório musical romântico e sertanejo, a rádio passa a contar com 34 emissoras em oito estados brasileiros – Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo –, contabilizando mais de 52 milhões de ouvintes em potencial em 28 anos de sucesso.

Crédito: Renato Pizzutto/Band

2 comentários em “Nativa FM estreia primeira afiliada em Rondônia

  1. Enquanto isso… tivemos um feito histórico neste último sábado envolvendo seis rádios: CBN, TMC, Banda B, Jovem Pan News, Clube e Lúmen tem em comum… em Curitiba? Eis a sugestão pro próximo post.Do Edu César* Como diria o eterno Januário de Oliveira (cuja morte completa cinco anos exatamente hoje), o sábado foi cruel, muito cruel com as rádios FM esportivas de Curitiba, já que desta vez o Trio de Ferro atuou ao mesmo tempo – não rigorosamente no mesmo horário pois o primeiro Paranavaí x Paraná decisivo da segundona foi às 15h e, aí sim, Athletico x Mirassol e Flamengo x Coritiba foram simultâneos às 16h.

    Dois grupos puderam fazer duas transmissões inteiras no dial por possuírem duas emissoras: o RIC, que fez completos o Coxa na Jovem Pan News com Edílson de Souza e o Furacão na Banda B com Marcelo Ortiz (esta ainda fez o primeiro tempo do Paranito e o segundo em posto com Caio Júnior); e a Rede Evangelizar, que fez o Cori na Clube com Marcelo Fachinello e o Tricolor na musical contemporânea Lúmen com Jaques Santos – esta ainda fez o segundo tempo do CAP com Matheus Providelo.

    Isso que RIC e Evangelizar fizeram foi comum por muitos anos na Rede Transamérica quando possuía na frequência modulada duas das três bandeiras que estiveram no ar: a tradicional Pop, que hoje é a TMC, e a extinta musical adulta/contemporânea Light. Por falar na TMC: ela transmitiu o Athletico no dial com Elísio Júnior, fazendo o Coritiba exclusivamente pelo YouTube com Edgar Araújo – também na plataforma de vídeos foi feito o Paraná (com imagens da partida), narrado por Paulo Sérgio, ex-Banda B.

    Já a CBN teve o Athletico como jogo-comando com Nelinton Rosenau, tendo posto do Coritiba com Carlos Martins (que narrava os gols que saíam) e do Paraná com o repórter Luiz Ferraz. Ou seja: no frigir dos ovos, como diria o cozinheiro, deu para todo mundo poder escutar seu time na íntegra entre essas e aquelas emissoras – o direito à opção que sempre defendo em casos de simultaneidades, do qual falo há duas décadas desde os tempos do PB. Melhor assim que quase todo mundo na mesma partida.*https://educesar.substack.com/p/como-foi-o-sabado-do-trio-de-ferro?has_completed_unsubscribed_unlock=true

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  2. Responda rápido: O que CBN, TMC, Banda B, Jovem Pan News, Clube e Lúmen tem em comum… em Curitiba?

    Do Edu César* Como diria o eterno Januário de Oliveira (cuja morte completa cinco anos exatamente hoje), o sábado foi cruel, muito cruel com as rádios FM esportivas de Curitiba, já que desta vez o Trio de Ferro atuou ao mesmo tempo – não rigorosamente no mesmo horário pois o primeiro Paranavaí x Paraná decisivo da segundona foi às 15h e, aí sim, Athletico x Mirassol e Flamengo x Coritiba foram simultâneos às 16h.

    Dois grupos puderam fazer duas transmissões inteiras no dial por possuírem duas emissoras: o RIC, que fez completos o Coxa na Jovem Pan News com Edílson de Souza e o Furacão na Banda B com Marcelo Ortiz (esta ainda fez o primeiro tempo do Paranito e o segundo em posto com Caio Júnior); e a Rede Evangelizar, que fez o Cori na Clube com Marcelo Fachinello e o Tricolor na musical contemporânea Lúmen com Jaques Santos – esta ainda fez o segundo tempo do CAP com Matheus Providelo.

    Isso que RIC e Evangelizar fizeram foi comum por muitos anos na Rede Transamérica quando possuía na frequência modulada duas das três bandeiras que estiveram no ar: a tradicional Pop, que hoje é a TMC, e a extinta musical adulta/contemporânea Light. Por falar na TMC: ela transmitiu o Athletico no dial com Elísio Júnior, fazendo o Coritiba exclusivamente pelo YouTube com Edgar Araújo – também na plataforma de vídeos foi feito o Paraná (com imagens da partida), narrado por Paulo Sérgio, ex-Banda B.

    Já a CBN teve o Athletico como jogo-comando com Nelinton Rosenau, tendo posto do Coritiba com Carlos Martins (que narrava os gols que saíam) e do Paraná com o repórter Luiz Ferraz. Ou seja: no frigir dos ovos, como diria o cozinheiro, deu para todo mundo poder escutar seu time na íntegra entre essas e aquelas emissoras – o direito à opção que sempre defendo em casos de simultaneidades, do qual falo há duas décadas desde os tempos do PB. Melhor assim que quase todo mundo na mesma partida.

    *https://educesar.substack.com/p/como-foi-o-sabado-do-trio-de-ferro?has_completed_unsubscribed_unlock=true

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