Radioamantes no Ar fala do fim do projeto de rádio da ESPN e da ida de José Carlos Araújo para a Tupi (RJ)

Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou sobre o fim do projeto de rádio da ESPN, que estava na ativa pela Internet. Além disso, o programa abordou o fim da Guarani FM, que deu lugar à Feliz FM na cidade de Belo Horizonte e também da transferência de José Carlos Araújo para a Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. O Radioamantes no Ar é levado ao ar todas as sextas, sempre a partir das 09h, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin, Flavio Aschar e Rogério Alcântara.

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Radioamantes no Ar fala da audiência do AM no primeiro trimestre de 2015 e saída de Claudio Carsughi da Jovem Pan

Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou sobre os dados da audiência do AM na grande São Paulo. Os números se referem ao período compreendido entre janeiro e março de 2015. Além disso, o programa abordou a saída de Claudio Carsughi da Rádio Jovem Pan e das mudanças envolvendo a Rádio Pampa. O Radioamantes no Ar vai ao ar todos as sextas, sempre a partir das 09h, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin, Flavio Ashcar e Rogério Andrade.

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Radioamantes no Ar fala sobre as novidades das rádios Bandeirantes e Jovem Pan

Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou sobre as novidades envolvendo as rádios Bandeirantes e Jovem Pan. Na primeira, mudanças de horários, de apresentadores e estreias de novos programas. Na segunda, dois nomes de peso contratados para dinamizar a programação: Mauro Beting e Danilo Gentili. Além disso, o programa divulgou os novos números da audiência do FM na Grande São Paulo que, espera-se, sejam definitivos. O Radioamantes no Ar é veiculado todas as sextas, sempre a partir das 09h pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin, Flavio Ashcar e Rogério Alcântara.

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Radioamantes no Ar fala dos cortes no Grupo Bandeirantes e da indefinição sobre o futuro da Guarani FM (BH)

Nesta edição, o Radioamantes no Ar falou das demissões do Grupo Bandeirantes, que também atingiram as emissoras de rádio em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além disso, o programa destacou a incerteza que cerca o futuro da Guarani FM, de Belo Horizonte, pertencente aos Diários Associados. A emissora poderá dar lugar a Feliz FM, de orientação Gospel. E mais: gol de atacante do Juventus (SP) leva web rádio e seu patrocinador à grande mídia. O Radioamantes no Ar é veiculado todos os sábados, sempre a partir das 09h pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br) Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Rogério Alcântara.

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Radioamantes no ar fala dos números corrigidos da audiência no Rio de Janeiro e outros assuntos

Nesta edição, o Radioamantes no Ar falou sobre os números corrigidos da audiência do FM na cidade do Rio de Janeiro. Além disso, o programa abordou a iniciativa de músicos, produtores e jornalistas em prol da Rádio Cultura AM, de São Paulo, que modificou sua programação nas últimas semanas, cortando programas ao vivo e dispensando funcionários. Outro tema da pauta: os cortes do Grupo Bandeirantes, em Porto Alegre. O Radioamantes no Ar é veiculado todos as sextas, a partir das 09h, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Ashcar.

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Radioamantes no Ar fala da reviravolta dos números da audiência na Grande SP e do prêmio Apca

A edição desta sexta-feira do Radioamantes no Ar falou sobre a reviravolta da pesquisa de audiência do rádio AM e FM na grande São Paulo. Após a divulgação dos números em fevereiro, o instituto responsável alegou erro na aplicação do tal “Novo Critério Brasil” e soltou novos dados na semana passada. Capital AM e Alpha FM foram as mais prejudicadas. A Abert emitiu nota oficial nesta semana demonstrando toda a sua insatisfação com os recentes acontecimentos. Além disso, o programa falou sobre a entrega dos prêmios da Apca, que acontece no próximo dia 17. O Radioamantes no Ar é veiculado todas as sextas, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br), sempre a partir das 09h. Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Ashcar.

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Radioamantes no Ar fala sobre a crise na Rádio Cultura AM (SP) e das mudanças nos números da audiência

Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou sobre a crise (mais uma) da Rádio Cultura AM (SP), com demissões de profissionais, extinção de programas e programação pré-gravada. Além disso, o programa alertou para a mudança dos números de audiência do FM na Grande São Paulo, anunciada pelo Ibope, devido a uma questão metodológica. O Radioamantes no Ar vai ao ar todas as sextas, sempre a partir das 09h pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alkmin e Flavio Aschar.

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Radioamantes no ar fala sobre audiência e do constrangimento envolvendo Ricardo Boechat e Milton Neves

A edição desta sexta-feira do Radioamantes no Ar falou sobre a grande notícia desta semana no meio rádio: o constrangimento envolvendo Ricardo Boechat e Milton Neves. Além disso, o programa falou mais uma vez sobre audiência. E mais: a rádio web que usa indevidamente o nome da Band News está fora do ar. Outros registros: o aniversário de Altieris Barbieiro e da morte de David Miranda. O Radioamantes no Ar vai ao ar todas as sextas, a partir das 09, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br) Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Aschar. Agradecimento especial a Marcelo Tibério.

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No ar: o discurso vazio das mídias sociais

Por Marcos Lauro

No último dia 12, a Jovem Pan recebeu o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, em seu estúdio. Nos microfones da Pan, a jornalista Rachel Sheherazade e o historiador Marco Antonio Villa. E o que poderia ser um espaço para esclarecimentos às críticas realizadas pela emissora (e, claro, por boa parte da população), se transformou num dos mais horrendos exemplos de como não se fazer jornalismo. De como não se entrevistar alguém (prefeito, artista, gari… qualquer “alguém”) numa rádio.

A emissora, já há algum tempo, adotou um lado. E não há nada de errado nisso. É honesto, transparente e já usual. O problema é que a Jovem Pan adotou um lado e um discurso que é muito conhecido de quem é usuário de internet e das mídias sociais: o discurso vazio, despreparado, rancoroso, sarcástico ao extremo, que beira o desrespeito. No Twitter, por exemplo, não basta dizer que o prefeito é “ruim”. Tem que inventar um apelido, tripudiar, fazer brincadeiras de gosto duvidoso. E é assim, dessa forma, quase infantil, que a Jovem Pan vem se comportando quando trata de assuntos políticos. Tirar informações do contexto para prejudicar um partido político ou uma figura política? Vale. Chamar um prefeito em seu estúdio e tentar tripudiar, fazer brincadeirinhas fora de hora (o que foi aquela conversa sobre grafitti???)? Também vale.

Claro que o discurso de boa parte dos “fãs” do prefeito também é nesse nível, baixo. Mas o que se espera de uma emissora com a audiência, o porte e a importância da Jovem Pan, é que coloque alguém minimamente preparado para trocar algumas dúzias de palavras com o prefeito de uma cidade, que tenha bagagem para criticar e rebater de forma decente e respeitosa alguma informação que não lhe cair bem. O que foram aqueles comentários sobre a CET, no meio da entrevista? Um discurso de fila de supermercado, no mínimo.

Caso você tenha estômago, a entrevista está no player abaixo. Perceba como a conversa já começa torta, com a entrevistadora dizendo que na sua cidade ela levava vinte minutos para chegar nos lugares e que em São Paulo e tudo mais demorado. Detalhe: a profissional em questão é de João Pessoa, na Paraíba, cidade que tem cerca de 780 mil habitantes. Um discurso de quem “xinga muito no Twitter” e não pesquisa ou pensa minimamente o que vai dizer antes de ligar o microfone.

Radioamantes no Ar fala sobre as mudanças na classificação econômica que vão se refletir nas pesquisas de audiência

O Radioamantes no Ar desta sexta feira falou sobre o novo modelo de classificação econômica criado pela Associação Brasileira de Anunciantes. Criado em 1960, ele foi finalmente atualizado. Isso se refletirá diretamente nas pesquisas de audiência do rádio. Além disso,o programa falou sobre a estreia da Feliz FM no Rio de Janeiro, registrou as perdas de Dionisio Filho, comentarista da Banda B, de Curitiba, e de Elaine Barboza, esposa do apresentador Paulo Barboza. Ainda houve espaço para relembrar o Programa da Tarde, comandado por Ferreira Martins na Rádio Bandeirantes, em meados da década de 1970. O Radioamantes no Ar é veiculado todas as sextas e sábados, sempre a partir das 09h, pela web rádio Showtime (http://www.showtimeradio.com.br/). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Ashcar.

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No Dia Mundial do Rádio, o Radioamantes no Ar fala sobre a audiência do FM no Rio e em São Paulo

Dia 13 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Rádio. Data instituída pela Unesco em comemoração à criação da Rádio Onu. O Radioamantes no Ar lembrou da data. Além disso, apresentou os números da audiência do FM no Rio e em São Paulo e veiculou aquela que pode ser a primeira vinheta exclusiva para um operador de áudio. O Radioamantes no Ar é veiculado todos as sextas e sábados pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br), sempre a partir das 09h. Com Rodney Brocanelli, João Alkmin e Flavio Ashcar. Ouça abaixo.

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Programação musical e “blá, blá, blá” ainda são os pilares do rádio

Daniel Daibem/reprodução Facebook
Daniel Daibem/reprodução Facebook

Por Daniel Daibem*

Queridos amigos, há alguns anos saí do rádio. Afinal, foram dezoito anos ininterruptos trabalhando neste veículo fantástico, que me deu reconhecimento e visibilidade até hoje. Saí, mas não abandonei. Foi um respiro, para experimentar um olhar de fora; um ouvido de fora. Como muita gente me pergunta “e o rádio?”, “e o programa?”, “quando é que você vai voltar?”, diariamente, penso e relevo todos esses argumentos.

O que percebi, neste período de ausência, foi que o meio se viciou em um modelo que não funciona mais.

A grade de programação, o abismo entre o comercial e o artístico, a famigerada Agenda Cultural, que é mais uma obrigação protocolar para justificar a cota de anúncio do que, de fato, um momento onde se indica coisas relevantes que estão acontecendo na cidade e, uma coisa que só quem é do meio sabe: o rádio é a única mídia que dá a produção do comercial de graça para o anunciante. Um erro burro, que só acaba levando pro ar, spots feitos com má vontade, por um estagiário/redator, um locutor e um operador, que não estão ganhando nada a mais para se empenhar naquilo. Imagine se a Globo tivesse que produzir os “filmes” de Volkswagen ou Boticário de graça, ou com o valor “embutido” no preço de veiculação.

Mas, vou me ater ao artístico, que é o que domino, de alguma forma:

    • Programação Musical: hoje, com um pen drive, o cidadão espeta esse dispositivo no carro e tem à disposição, pelo menos, três mil músicas de seu agrado. Flashbacks (que são aquelas de seu afeto, que marcaram momentos de sua vida), albuns inteiros, raridades, lugares comuns e, inclusive, os lançamentos que, muitas vezes chegam às mãos dos fãs antes mesmo do rádio tocar. Aí, os diretores e programadores, por conta de um modelo que funcionou por muitos anos, ficam escravos de um programa de computador que tenta mapear o acervo e distribuí-lo numa grade de 24 horas, com presets do tipo: “não pode ter duas nacionais na sequência”, “para abrir o horário tem que ser sempre um lançamento seguido de um midback (sabe o que é isso?) e dois flashbacks, com uma nacional intercalada no meio”…e por aí vai.
      A cabeça do expectador não funciona mais assim. É só entrar no Itunes do seu filho e dar uma fuçada nas playlists.
      Ou seja, o último lugar aonde o consumidor médio vai esperar para ouvir a sua lista de músicas prediletas, é o rádio.
      Isso não quer dizer que o rádio não pode mais buscar sua audiência através da música. Mas, as formas de surpreender o ouvinte, são outras, há muito tempo.
    • Blá Blá Blá: rádio sempre foi, e sempre será a transmissão de eventos por ondas de radiodifusão. Começaram com os saraus e serenatas, nas residências aonde havia um piano. Os músicos se reuniam e transmitiam esses encontros por ondas curtas. Tenho uma foto do meu avô fazendo isso, com um microfone que parecia um apiário, no Mato Grosso do Sul, na década de 1930. O que mais? Leitura de cartas de amor, notícias, transmissão de discursos e eventos, jogos, acidentes, guerras, fatos, fofocas, receitas de bolo. Resumindo, o potencial do rádio sempre foi: a Companhia.
      Mas não aquela companhia da locutora de rádio-de-sala-de-espera-de-consultório, tipo, “Olá, aqui é Rejane Toledo fazendo companhia prá você até às oito da noite aqui no seu noventa e oito ponto sete. Uma ótima tarde e a gente começa com…” Não, não, não…não.
      A companhia é alguém que te represente ou que te oriente.
      É o Boechat, o Zé Simão, o Eli Correa, o Roberto Maia, o não-sei-o-que-Gasparretto, o Silvio Luiz, o PVC, o imitador, a vedete, o músico, o celebrity e, mesmo você não concorde, os pastores evangélicos. Aliás, porque será que hoje é mais rentável para o detentor de uma concessão de rádio arrendar a mesma para uma igreja do que tentar repetir este modelo criticado acima?
      O pastor tem o dom da palavra e é por isso que soa eficiente quando usa esta ferramenta. Isto não é opinião; é constatação.
      A companhia é a figura do orientador, seja ele de qualquer área. É o comentarista político, é o observador de tendências, é o Dráuzio Varela lembrando que ainda é importante usar a camisinha, é o cara que simplifica o Jazz prá quem nunca teve saco de ouvir esse troço (esse sou eu, né; só mencionei prá puxar meu saco, mesmo).
      Agora, isso dá trabalho, né. Já pensou… manter uma emissora, 24 horas por dia, com gente carismática falando ao pé do ouvido? No momento, só mesmo as evangélicas estão cumprindo esse papel. Sério.

Dito isso, fico pensando, observando e aguardando o primeiro grupo de comunicação que vai ter coragem de romper esse padrão. Porque padrão é bom, quando funciona.

Parece que não está funcionando.

*Daniel Daibem é radialista e tem passagens por emissoras como 89 FM, Brasil 2000 FM e Eldorado FM. Atualmente se dedica à música com seu Daniel Daibem Grupo.

Radioamantes no Ar analisa a movimentação do rádio esportivo com um convidado especial: Edu Cesar

Nesta edição, o Radioamantes no Ar trouxe mais uma vez um convidado especial: Edu Cesar, do site Papo de Bola. Ao lado de Rodney Brocanelli, ele analisou as principais mudanças do rádio esportivo no começo do ano de 2015, com alguns profissionais deixando emissoras e outros estreando em outras. Assunto é que não faltou. Com João Alckmin e Flavio Aschar. O Radioamantes no Ar é veiculado todas as sextas e sábados, sempre a partir das 09h pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br)

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Radioamantes no Ar fala sobre a falsa Band News FM e da entrada da Feliz FM no Rio de Janeiro

Nesta sexta-feira, o Radioamantes no Ar falou sobre uma falsa rádio Band News. Na verdade, é uma web rádio do Paraná que usa indevidamente uma marca consagrada do Grupo Bandeirantes. Além disso, o programa falou da entrada da Feliz FM no Rio de Janeiro, ocupando a freqüência em que estava a Rádio Globo, Aviso: o começo do Radioamantes no Ar será um pouco diferente, mostrando um pouco de seus bastidores. A atração é veiculada todas as sextas e sábados, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Aschar.

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