O comentarista Cláudio José Quintana Cabral faleceu na madrugada deste sábado, após sofrer uma parada cardíaca. Aos 71 anos, Cabral deixa uma lacuna no rádio esportivo gaúcho. Filho do consagrado cronista esportivo Cid Pinheiro Cabral, formou-se em Ciências Políticas e Econômicas. Também teve passagem pela Agência France Presse e rádios Sucesso, Gaúcha e Guaíba. Em 1995, retornou ao Grupo Bandeirantes, onde atuava até os dias de hoje. Além disso, Cláudio Cabral foi, até 1985, ligado diretamente ao Sport Club Internacional. Esteve à frente da vice-presidência de futebol por duas vezes na vitoriosa década de 70, além de ter sido integrante do famoso movimento dos Mandarins, que modificou a cara do clube. O velório do mestre Cabral, como era conhecido na crônica esportiva, será realizado na Capela B do Cemitério São Miguel e Almas. O enterro está marcado para as CINCO e meia da tarde deste sábado.
Ouça uma homenagem feita por seus colegas de Rádio Bandeirantes.
No link abaixo, leia texto do jornalista Nando Gross, da Rádio Gaúcha.
O vídeo abaixo é o registro de uma edição do Apito Final feita no Shopping Lindóia, em 2008. Além de Cabral, participam Marcos Couto, Daniel Oliveira, João Carlos Belmonte e Cristiano Silva.
No link abaixo, outra entrevista de Cabral, desta vez, recente, em que ele fala um pouco mais sobre sua carreira, e manifesta suas preferências na mídia esportiva.
Ouça a participação de Cabral na jornada esportiva de domingo passado, quando comentou São Luiz x Internacional. Sua última transmissão como comentarista nos microfones da Rádio Bandeirantes.
UPDATE (23h00) O Grupo Bandeirantes divulgou mais uma homenagem à Cláudio Cabral. Veja abaixo
Antes da partida entre Internacional x Cerâmica, válida pelo campeonato gaúcho, foi observado um minuto de silêncio. Detalhe: Cláudio Cabral estava escalado para comentar essa partida pela Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre.
No pós-jogo de Inter x Cerâmica, mais uma homenagem. As notas aos jogadores do Inter foram dadas pelo próprio Cláudio Cabral. Ouça abaixo.
Na próxima segunda-feira, o jornalista José Paulo de Andrade completa 39 anos no comando do programa “O Pulo do Gato”, um dos mais tradicionais do rádio. A atração da Rádio Bandeirantes AM 840 e FM 90,9 é recordista de permanência no ar no rádio brasileiro com suas características: mesma emissora, mesmo horário e mesmo apresentador. O programa foi ao ar pela primeira vez no dia 2 de abril de 1973.
“Quando penso que tinha 30 anos de idade quando comecei, levo um susto. Como passou depressa! E não pesou, cada dia é como se fosse o primeiro. O segredo é não perder o entusiasmo”, afirma o jornalista, que está na Rádio Bandeirantes há 49 anos.
Líder absoluto de audiência, “O Pulo do Gato” leva ao ar as manchetes das principais notícias do dia além de mesclar informações sobre trânsito, tempo, estradas, aeroportos, hora certa, mercado financeiro e reportagens da área esportiva e policial. Um dos destaques do programa é o quadro “Boca no Trombone”, com reclamações de ouvintes e as respostas de representantes de órgãos públicos e privados. Uma agenda econômica (Imposto de Renda, prazos para pagamentos de contribuições, aposentadoria e outras informações) é outra atração do “Pulo”.
“O Pulo do Gato” vai ao ar de segunda a sábado, das 5h30 às 7h, pela Rádio Bandeirantes AM 840 e FM 90,9.
…duas estreias agitavam o mercado radiofônico no mesmo dia. A primeira delas foi a entrada da Band News FM nas transmissões de futebol. Abaixo, dois registros da ocasião. O primeiro deles é um editorial anunciando a proposta da emissora nessa área.
Odnei Edson começou como narrador, mas depois não prosseguiu nesse projeto de futebol, ficando apenas na Fórmula 1. Mas seu nome entrou para a história como a voz do primeiro gol na Band News. E com um gol que também entrou para a história do futebol: o centésimo da carreira de Rogério Ceni.
No mesmo dia, começava oficialmente a Rádio Estadão/ESPN, parceria do Grupo Estado com a ESPN. O centésimo gol de Rogério Ceni também serviu como marco oficial. Ouça a narração de Paulo Soares.
O vídeo abaixo mostra os bastidores desse início.
Nesse mesmo dia, só que um pouco antes, a 107 FM saia do ar e dava lugar à Rádio Eldorado, que deixava livre a freqüência dos 92,9Mhz para a nova Estadão/ESPN. O registro da transição pode ser ouvido abaixo.
Por Rodney Brocanelli (com a colaboração da equipe Webfutmundi)
Chico Anysio, morto nesta sexta-feira aos 80 anos, começou sua carreira no rádio. É célebre a história de que ele sempre ficou na segunda colocação em testes para locutor, derrotado por Silvio Santos. Mesmo assim, ele conseguiu seu espaço no veículo. Começou na Rádio Guanabara (atual Bandeirantes), nos anos 40, e lá desempenhou várias funções: ator, redator, locutor e comentarista esportivo. Mudou-se para a Rádio Mayrink Veiga algum tempo depois e nessa emissora criou um de seus tipos mais famosos: o professor Raymundo.
Como era de se esperar, Chico migrou para a televisão, veículo no qual ele conquistou o sucesso nacional e admiração dos fãs. Contudo, ele nunca deixou o rádio de lado. Um de seus personagens era uma verdadeira homenagem à estética e as figuras que fizeram este veículo ser o que é: Roberval Taylor.
Abaixo, Roberval dá as últimas do esporte.
No programa de Roberval não poderia faltar o horóscopo.
*
Mas teve gente que não gostou muito desse personagem. O grande Helio Ribeiro achou que Roberval Taylor era uma paródia não muito lisonjeira ao seu estilo de fazer rádio. Quem conta mais detalhes é Sérgio Mattar, em texto extraído de seu blog.
Um certo dia, nos corredores da Rádio Bandeirantes de São Paulo, um acontecimento singular, foi a visita que Chico Anysio de Paula fez à Hélio Ribeiro, no estúdio A, durante o programa de maior audiência da rádio brasileira: “O Poder da Mensagem“.
Ribeiro com seus cabelos ondulados comprimia-os com enormes fones de ouvido plugados em um grande rádio portátil instalado ao lado de seu microfone. Sua voz personalíssima, ecoava naquele momento sobre a voz melodiosa de Frank Sinatra, versando nada mais do que “All the way”.
Os velhos “olhos azuis” como era tratado o bom e velho Frank, irmanava-se ao dueto maravilhoso, na tradução simultânea do talento e criatividade de Hélio Ribeiro.
Neste exato momento adentra ao estúdio o genial Chico Anysio que, apesar de não conhecer Hélio pessoalmente se pôs ao seu lado, e sem nenhum constrangimento passou a imitá-lo. Tal e qual.
Terminada a música, com tradução do Hélio Ribeiro, houve a apresentação recíproca entre Chico e Hélio e aí, rolou um papo fenomenal intercalado por outras música e traduções, além, do “filosofar poético” do “O Poder da Mensagem”.
Após as despedidas Chico retorna ao Rio e a “vidinha” segue na sua normalidade.
A Rede Globo lança um novo programa no ar com forte alarido e participação de grande elenco do humorismo nacional… “Chico City”.
Programa idealizado por Chico Anysio colocava suas personagens em atividade plena. Seus coadjuvantes faziam a escada para Chico deitar e rolar.
De repente, um fato novo, uma personagem nova, uma voz nova na cidade de Chico, era um Chico diferente, “aquele” Chico do estúdio do “Poder da Mensagem”.
Surgia “Roberval Taylor” ou a caricatura de Hélio Ribeiro elevada a potência “n”.
Foi uma balbúrdia nacional. O meio artístico entrou em ebulição. Hélio Ribeiro que entendeu “Roberval Taylor” como uma ofensa ao seu trabalho e desempenho, disparou pelas ondas médias da Rádio Bandeirantes uma ofensiva à Chico Anysio.
Evidentemente, Chico que, quis homenageá-lo ao criar “Roberval Taylor”, se pôs a satirizar mais ainda a sua criação.
Por um tempo o “mal-estar” entre ambos pairava. Um dia, por iniciativa de amigos comuns de Chico e Hélio, foi improvisado um encontro no mesmo estúdio A, no mesmo horário do “Poder da Mensagem”, para a desfeita daquele tremendo mal entendido.
De fato, apesar de, temperamentos difíceis e personalidades fortes, tanto Hélio como Chico deram grandes gargalhadas e efusivos abraços, colocando um ponto final naquele equívoco que pairava na genialidade daquelas cabeças.
Chico, com o concentimento do Hélio Ribeiro, continuou com seu “Roberval Taylor” melhor e… com mais um fã de carteirinha.
Está aí uma ótima oportunidade para a Rádio Bandeirantes, na figura de Milton Parron, recuperar o áudio desse programa histórico reunindo dois gênios.
Abaixo, uma tradução toda especial de Roberval Talyor à musa do Karmanguia batido.
*
Chico teve uma relação estreita com o rádio esportivo. Nos anos 90, chegou a ser comentarista nas transmissões de futebol na Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. No livro Paixão pelo Rádio”, do Rodrigo Taves, José Carlos Araújo, narrador da Rádio Globo (RJ) deu seu depoimento sobre o humorista:
“(…) Chico Anysio puxa pela memória um grande amigo, a quem deu conselhos no início da carreira e convidou algumas vezes para participar de seu programa “Chico City”, na TV Globo. E solta um elogio:
“Existem três grandes locutores: Zé Carlos, Osmar Santos e Luís Penido. Cheguei a comentar dois jogos com o Osmar, cheguei a trabalhar com o Penido, mas nunca trabalhei com Zé Carlos, o melhor de todos. Gostaria de ter recebido um convite, sinto-me frustrado por nunca ter comentado um jogo com ele”.
Garotinho pensa o mesmo. Para ele, Chico é um dos três maiores artistas que o ajudaram. (…) E dele, guarda um ensinamento sábio, passado quando se conheceram nos anos 60 no estúdio da Rádio Globo: “A maior fonte de criação é o povo e, em contato com o povo, você aprende muito”.
“Sempre fomos chegados. Eu queria fazer um “Coalhada” (um dos grandes personagens de Chico) com ele, mas não teve jeito, não sei porque não foi possível. O vejo sempre aos domingos, gosto muito dele como pessoa e profissional também”, relata Chico.
(…) A relação de Garotinho com Chico Anysio sempre foi muito boa. Bruno Mazzeo, filho do humorista, foi um dos “torcedores do futuro” quando criança, e Chico já nem se lembra mais dos inúmeros bordões que sugeriu a Zé Carlos, mas sabe que sempre deu muitas ideias.
“Os bordões fazem o locutor, têm de existir. O Zé Carlos tem e usa na hora exata, não atrasa um segundo, você não perde um lance com ele. É um dos poucos que consegue inserir a propaganda sem você perder o jogo, o que é uma coisa difícil. Zé Carlos é um espetáculo!”, finaliza Chico”.
E o salário, ó!…
*
O Show do Apolinho, na Rádio Tupi (RJ), veiculou uma reportagem especial sobre a perda de Chico Anysio.
*
No programa Ensaio, da TV Cultura, Chico falou dessas suas passagens pelo rádio.
*
Um de seus personagens mais marcantes, Alberto Roberto, em ação, entrevistando Galvão Bueno, que parece ter se divertido muito com essa participação em um quadro dos primórdios do Zorra Total.
Neste sábado eu estava conversando via Twitter com o considerado Anderson Diniz Bernardo. Ele me perguntou se eu lembrava de uma apresentadora da extinta Rádio Atual chamada Bárbara, que entre os anos de 1993 e 1994 comandava o horário entre meia-noite e 04h. Respondi que não. Contudo, uma série de twittadas anteriores por parte dele me chamaram a atenção: falava da Rádio Paulista, que opera aqui em São Paulo nos 560Khz.
José Maria Marin é um nome conhecido da política e do futebol de São Paulo. Ele foi vice-governador de São Paulo, na gestão de Paulo Maluf (que começou em 1978). Assumiu o cargo de governador quando Maluf se licenciou para concorrer a uma cadeira a deputado federal nas eleições de 1982. Além disso, foi manda-chuva da Federação Paulista de Futebol e tem ligações com o São Paulo Futebol Clube.
Marin é proprietário da Rede Associada de Rádiodifusão Ltda. que ganhou a concessão para os 560Mhz em São Paulo. Com o nome de Rádio Paulista, ela iniciou suas transmissões de forma experimental, em 1989, com música e comunicadores. No entanto, poucos meses depois, ela passou a veicular uma programação de responsabilidade da igreja Deus é Amor.
Desde então, a Rádio Paulista nunca mais teve programação própria, nem que seja por poucas horas. O Anderson lembrou que durante uma certa época ela transmitiu o conteúdo fornecido pela Legião da Boa Vontade. Atualmente, os programas da Deus é Amor dominam novamente a frequência. O que se lamenta na história de vinte anos da Rádio Paulista é o fato dela não possuir uma identidade.
Desde as 20h da noite desta segunda, feira, a Rádio Nova Difusora, de Osasco teve 22 horas de sua programação arrendadas pela Rádio Transmundial, que irá preencher o espaço com programação religiosa.
Segundo o site da Transmundial: “Somos uma missão brasileira dirigida por brasileiros, voltada para as necessidades do povo brasileiro. Não temos cor denominacional, contudo, nos identificamos com todos aqueles professam fidelidade à Bíblia e desejam trabalhar em sua Obra”.
Com essa alteração, vários programas da Nova Difusora saíram do ar na semana passada, entre eles o Nova Esportes, cuja última transmissão foi destacada aqui.
*
Foi na Nova Difusora que eu concedi minha primeira entrevista em rádio, falando sobre o trabalho que faço em blogs divulgando gafes que acontecem em jornadas esportivas.
Neste vídeo abaixo, é possível conhecer um pouco das instalações da Nova Difusora. Gravado quando eu estive lá para participar do programa Expressão da Bola, em 2009.
Além disso, participei de uma jornada esportiva da equipe Expressão da Bola, em 2010, na Nova Difusora.
Na Nova Difusora, também dentro do programa Expressão da Bola, ajudei a conduzir uma entrevista com o radialista e jornalista Flávio Araújo.
E foi também na Nova Difusora que o narrador Walter Abrahão, morto em 2011, concedeu uma de suas últimas entrevistas. Ouça um trecho abaixo.
Em dezembro de 1984, José Carlos Araújo voltava à Rádio Globo, do Rio, para ser narrador principal, após uma brilhante passagem pela Rádio Nacional. Na ocasião, muita festa e uma participalção especial diretamente de São Paulo: Osmar Santos, então na Globo, de São Paulo, gravou uma saudação de boas vindas ao Garotinho e a Washintgon Rodrigues, que também voltava à emissora, para ser o comentarista. O âncora era Cesar Rizzo.
Detentora dos direitos dos principais campeonatos de futebol no Brasil, a Rede Globo sempre procura limitar a presença de profissionais de rádio nos estádios e até mesmo nos vestiários. Mas nem sempre foi assim. O vídeo abaixo, recuperado pelo Papo de Bola, mostra reportagem de mais de cinco munitos veiculada pelo Globo Esporte sobre o trabalho de profissionais desse veículo na partida que marcou a grande final do campeonato carioca de 1987, envolvendo Flamengo x Vasco, no Maracanã
Na última segunda-feira, o site Webfutmundi conseguiu reunir duas feras da narração esportiva que apresentaram o mundo dos esportes norte-americanos a uma geração de telespectadores brasileiros: André Adler e Ivan Zimmerman. No passado, eles foram as vozes da ESPN Internacional. Nessa conversa, o assunto principal foi as finais de conferência da NFL, disputadas no último domingo. Mas teve mais: NBA, NHL e MLB. Você poderá ouvir a íntegra do programa no link abaixo:
Pelo Facebook, Adriano Barbieiro informa a morte do locutor e dublador Ronaldo Baptista no últmo domingo, devido a problemas cardíacos. Ele tinha 78 anos. Por muitos anos, Baptista foi a voz padrão de rádios como Record e Capital, ambas em São Paulo. Além disso, atuou como dublador, trabalhando em empresas como AIC e BKS.
Ouça abaixo uma das vinhetas de identificação da Rádio Record que teve a voz de Ronaldo Baptista.
No vídeo a seguir, um documentário institucional de 2007, em que Baptista falou sobre dublagens.
Faleceu neste domingo, aos 78 anos, na capital paulista, um dos mais antigos operadores técnicos de externa do radio brasielriro, Manoel Luzia Jaime, da Rádio Jovem Pan.
Mané Jaime, como chamado carinhosamente pelos colegas de trabalho, estava internado desde o dia 13 de dezembro no Hospital Paulistano, em São Paulo.
O velório está sendo realizado no cemitério Parque Jaraguá, no Jaraguá, Zona Norte da cidade, onde ocorrerá o sepultamento, às 5 horas da tarde.
O cemitério fica localizado no quilômetro 23 mais 200 metros da pista sentido Capital-Interior da Rodovia Anhanguera, um quilômetro após o Rodoanel.
Ouça um depoimento de Mané Jaime concedido em 2001 para as comemorações da semana do rádio.
A Rádio Globo acertou em cheio ao reprisar na virada do dia 12 para o dia 13 a transmissão original de Flamengo x Liverpool, grande final do Mundial de Clubes, em 1981, disputada em Tóquio. A repercussão foi muito boa entre os internautas, especialmente no Twitter. O nome do narrador Jorge Curi chegou a figurar com grande destaque nos Trending Topics. Além dele, o nome de um dos patrocinadores daquela jornada esportiva também apareceu com força nos TTs: Mondaine, uma fábrica de relógios que está na ativa há quase 60 anos. Nem mesmo seu atual diretor de marketing esperava por tamanha exposição espontânea da marca.
O esquema da transmissão foi simples: Jorge Curi narrou o primeiro tempo (flamenguista como era, ele não conseguiu conter a empolgação logo depois que seu time de coração fez o terceiro gol), enquanto que Waldir Amaral narrou o segundo. Os comentários ficaram a cargo de Rui Porto, sempre com intervenções breves e precisas. Kleber Leite foi o repórter, que conseguiu entrevistar os jogadores no intervalo e no final da partida. Quatro profissionais in loco, sendo que dois narradores. Hoje em dia, isso seria muito complicado.
No player abaixo, um pequeno deslize de Jorge Curi, que se confundiu na ordem em que os times apareciam no teste da Loteria Esportiva da ocasião.
O enterro de Sócrates deverá acontecer no final de tarde deste domingo, na cidade de Ribeirão Preto. O ex-jogador morreu durante a madrugada, vitimado por uma infecção generalizada. Ele estava internado no hospital Albert Einstein desde a última quinta-feira. Era a sua terceira internação só neste ano de 2011. Logo após uma delas, Sócrates revelou a programas de tv que seus problemas de saúde eram decorrentes do consumo excessivo de álcool. Tinha 57 anos.
Dois registros de Sócrates no rádio. Em um deles, o jogador é personagem de um boletim do então repórter Fausto Silva, no programa Balancê, falando da renovação de contrato do Doutor, que até aquele momento estava complicada.
Osmar Santos narra um gol de Sócrates vestindo a camiseta da seleção brasileira. Foi na Copa de 1982, contra a ex-URSS. Lance fundamental em uma partida que estava complicada.
Uma dica bacana para quem está na expectativa da definição do título brasileiro de 2011. Um TCC sobre rádio esportivo. Basta clicar no player abaixo.
Este documentário é produto final de um Trabalho de Conclusão de Curso da disciplina de Jornalismo da Universidade Católica de Santos e foi produzido pelos alunos Marcela Claro, Orion Pires e Paulo Heitor Simas, sob a orientação do Prof. Me. André Rittes. Trata-se de um videodocumentário sobre os bastidores das transmissões de futebol pelo rádio em São Paulo e Santos. // Vozes do Futebol: nos bastidores das transmissões de futebol pelo rádio / Santos, dezembro de 2011