Na manha desta segunda-feira, durante sua participação na Band News, Ricardo Boechat foi inquirido por um ouvinte a respeito de Ticiana Villas Boas, esposa de Joesley Batista, empresário e um dos donos da JBS. Na esteira do noticiário quente envolvendo o marido, ela vem sofrendo muitas criticas. Ticiana foi apresentadora do Jornal da Band, ao lado de Ricardo Boechat. Ele fez um breve histórico profissional e pessoal da apresentadora e disse em resumo que não há nada para falar sobre ela até que apareça alguma coisa. Disse que sua carreira foi construída à parte de seu casamento com Joesley. O apresentador disse que esse é seu segundo matrimônio. Boechat teve de cortar duas vezes Eduardo Barão que, talvez por problemas de tempo, quis apressar comentário. Ouça abaixo, em vídeo postado pelo usuário TV e Rádio /televinhetas.
Olha a Chape aí! O time de Santa Catarina derrubou o segundo gigante deste campeonato brasileiro (o empate contra o Corinthians pode ser considerado como uma vitória). Na Arena Condá, a Chapecoense venceu o Palmeiras pelo placar de 1 a 0. Ouça a narração (aqui em versão mais extensa) de Rafael Henzel.
Nada com um dia após o outro e um adversário após o outro. O Flamengo esqueceu a desclassificação da Libertadores com uma vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-GO. Ouça a narração de Luiz Penido, pela Rádio Globo.
Pela série B, Internacional e ABC empataram pelo placar de 1 a 1 em pleno Beira Rio. Ouça a narração de Pedro Ernesto Dernadin, da Rádio Gaúcha.
Outra da série B: o Santa Cruz venceu o Guarani em casa, pelo placar de 2 a 1. Ouça a narração de Aroldo Costa, da Rádio Jornal.
Tem campeonato paulista ronaldo ainda, sim senhor. Nacional, de São Paulo, e Internacional, de Limeira estão decidindo o título da série A-3. Na primeira partida, disputada na capital, vantagem para o time do interior. Ouça a narração de Edmar Ferreira, da Rádio Educadora de Limeira.
Ouça também a narração de Daniel Senna, da web rádio Premium Esportes.
De volta à série A do Brasileirão: o Vasco venceu o Bahia. 2 a 1, placar final. Ouça a narração de Odilon Cunha, da Super Rádio Tupi.
Em Curitiba, o Grêmio se deu bem vencendo o Atlético-PR pelo placar de 2 a 0. Ouça a narração de Thiago Suman, pela Rádio Grenal.
Em Salvador, uma vitória importante do Corinthians: 1 a 0 sobre o Vitória. Narração de Oscar Ulisses, da Rádio Globo.
O líder Fluminense venceu o bom time do Atlético-MG pelo placar de 2 a 1. Hércules Santos narrou na Rádio Globo.
Morreu nesta sexta-feira, o músico, radialista e apresentador Kid Vinil. No dia 19 de abril, ele passou mal em uma apresentação na cidade de Conselheiro Lafaiete (MG). Foi internado em um hospital municipal e depois transferido para o hospital TotalCor, em São Paulo. A causa da morte ainda não foi divulgada.
Como músico, ele fez parte das bandas, entre outras, Verminose e Magazine. Com esta última, conseguiu sucesso comercial na explosão do rock nacional dos anos 1980. Apesar dos hits “Sou Boy” e “Tic Tic Nervoso”, Kid não chegou a entrar para o panteão dos nomes clássicos daquela geração, como Renato Russo, Herbert Vianna, por exemplo. No entanto, foi no rádio onde ele conseguiu deixar a sua marca, influenciando uma grande parcela de ouvintes. Para isso, o apresentador se valeu de uma fórmula simples: ele procurava ser sempre didático. Sem enrolar muito, Kid informava ao ouvinte curiosidades e informações sobre a música ou banda que iria tocar.
No começo dos anos 1980, ele teve um programa na Rádio Excelsior FM (hoje CBN) chamado “Programa do Kid Vinil”. Em seguida, na mesma emissora, fez uma parceria com Leopoldo Rey para comandar o “Rock Sandwich”. Naquela época, a Excelsior tinha como diretor Maurício Kubrusly.
Antes do estouro com o Magazine, Kid passou pela Antena 1 FM, que era bem diferente daquela que está hoje no ar. Em 1986, voltou ao rádio, comandando um programa semanal na 89 FM. No começo da década de 1990, apresentou na Brasil 2000, ao lado de Mauro Beting, o semanal Digital Sessions. Era uma verdadeira anarquia, no bom sentido.
Talvez o grande momento de Kid Vinil no rádio começou na 97 FM, por volta do ano de 1993, quando comandou o diário “Patrulha Noturna”. Ele tinha quatro horas livres, ao vivo, a partir das 22h, para tocar aquilo que quisesse. Perdi a conta de quantas madrugadas eu ficava colado no meu aparelho de som, ouvindo a seleção musical de Kid, nem que isso significasse pouquíssimas horas de sono. O duro era levantar cedo para ir à aula, mas valia a pena. Naquela época, Kid começou a mostrar bandas que que seriam muito reconhecidas no cenário internacional. Uma delas era simplesmente o Oasis.
Em dezembro de 1994, a 97 FM abandonou o rock e se transformou em uma rádio de música eletrônica. Na época, o então diretor Lélio Teixeira (ele mesmo) disse à Folha de S. Paulo que o estilo não era mais viável comercialmente. Kid falou sobre isso numa entrevista à Rádio Onze, uma rádio livre ligada ao Centro Acadêmico da Faculdade de Direito-USP: “As pessoas querem que a coisa dê dinheiro, querem faturar e não sabem o que fazer. Na 97 FM aconteceu isso. Eles querem faturar, no entanto, ainda não conseguiram com o poperô. Acho que deveriam mudar para samba ou sertanejo. Se eles querem ganhar dinheiro, tem que ser com uma coisa bem brega mesmo, porque o popular é que dá dinheiro”. Vale lembrar que em 1999, a emissora adotou uma linha mais popular, ainda que por pouco tempo.
Kid não ficou muito tempo fora do ar e se transferiu para a Brasil 2000 no começo de 1995. Foi nela que ele passou a falar de uma banda que estava com uma grande repercussão na Inglaterra, comandada por uma vocalista de origem brasileira: o Drugstore, de Isabel Monteiro. Nesse período, ele passou a ter uma visão bem critica dos ouvintes de rock: “Quem gosta de rock eh um público pequeno, isso o rock de verdade. Tem cara que prefere comprar o disco para ouvir em casa a ouvir radio, eu conheço muitas pessoas que fazem isso e não estão nem aí para o fato de ter rádio tocando ou não. O público de rock é complicado de se trabalhar. Eu vejo pela Brasil 2000. A gente tem um número de ouvintes limitado. É uma coisa muito dirigida, quem gosta de rock é um outro publico. As pessoas que ouvem essas rádios mais populares gostam de qualquer coisa, não tem um gosto especifico”, disse ele em entrevista à Rádio Onze.
Depois de uma nova passagem pela 89 FM, em 1996, Kid foi para a então novata Mix FM no ano seguinte. Ela ainda não tinha se transformado em uma rádio pop e o apresentador ocupava o horário entre 21h e 01h. Ele já não tinha tanta liberdade nessa emissora. Apenas no período da meia noite à uma da manhã havia espaço para uma programação mais pessoal, além de atender a pedidos dos ouvintes que chegavam via fax.
Entre 2001 e 2003, Kid Vinil teve uma experiência radiofônica do outro lado do balcão: ele dirigiu a Brasil 2000, mas devido a problemas internos, essa passagem não foi muito feliz. Ao site Rock em Geral, ele disse: “Uma das diretoras me chamou para ser o coordenador geral da rádio, e eu achei legal, ia ter toda a liberdade. Só que a rádio não dependia só dessa pessoa que me chamou, ela pertence a uma universidade e havia outras irmãs que ficam dando palpite. Cada uma gosta de uma coisa. Uma delas gostava de world music; a outra, de pop descartável. E, outra, que foi a que me chamou, mais de alternativo. E tinha um sobrinho que ficava minando o meu trabalho, querendo o meu lugar – e acabou conseguindo. Eles queriam que a rádio fosse da família, e acabou sendo, só que a família não conhece nada de música. Tiveram a oportunidade de ter credibilidade, mas minaram o meu trabalho. No primeiro ano deu certo, no segundo, quando eu comecei a ser afastado, a coisa degringolou”. Mesmo com tantos problemas, ele não deixou de fazer a sua autocrítica: “Hoje eu faria diferente. Na época, peguei pesado na coisa e fazer uma rádio alternativa. Muita gente até me criticou por isso. Deixei a rádio muito alternativa, fui com sede ao pote. Hoje eu faria uma coisa mais equilibrada, colocaria sucessos, clássicos do rock e as coisas mais alternativas, não seria tão lado B”. Uma pena que os personagens citados não foram nomeados.
Nos últimos tempos, Kid se dividiu entre a web rádio da Brasil 2000, até ela ser extinta, e a 89 FM, emissora onde tinha um programa semanal.
Para encerrar, deixo aqui uma lembrança inusitada de sua passagem pela Mix FM. Em uma bela noite, o áudio de um programa da Igreja Universal passou a vazar no ar. A reação de Kid Vinil foi impagável.
Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou sobre as mudanças nas rádios Globo e Tupi, do Rio de Janeiro, da audiência do AM na grande São Paulo e sobre a entrevista de José Silvério ao programa Bola da Vez, dos canais ESPN. O Radioamantes no Ar é veiculado todas as sextas, sempre a partir das 09h, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Ashcar.
Conforme informação do comentarista Léo Fontes postada nesta quinta no Twitter, o 105 Futebol Clube, da 105 FM, muda de horário e ganha mais meia hora no dia 29 de maio. Veja abaixo.
Entrevista boa é aquela em que o público toma conhecimento de coisas que não sabe sobre o entrevistado. É o caso da edição mais recente do Bola da Vez, programa dos canais ESPN, que teve como José Silvério como personagem central. É bem verdade que alguns aspectos poderiam ser mais explorados, como sua relação com Fausto Silva. Em determinado momento, Silvério diz que teve que colocar um freio no então repórter de campo porque ele avacalhava muito a transmissão. Outro ponto importante a ser notado: sem ser perguntado pela bancada, o narrador falou sobre a sua renovação com a Rádio Bandeirantes e demonstrou muita gratidão à emissora. O ponto alto ocorreu no bloco final, graças a Luis Carlos Quartarolo, quando Silvério falou sobre sua passagem pelo Rio de Janeiro, antes de vir para a Rádio Jovem Pan. Lá, ele narrava os jogos que aconteciam na Cidade Maravilhosa para a antiga Super Rádio Tupi, de São Paulo, que operava em 1040Khz. No entanto, ele tinha outras ocupações para sobreviver: foi vendedor de stencil e tinta. Silvério disse também ter vendido livros, além de ser motorista particular. Faltou também esmiuçar um pouco mais esse ponto, uma vez que em sua biografia conta-se que ele trabalhou na Rádio Continental, do Rio de Janeiro. Fica a dúvida sobre o motivo pelo qual ele resolver largar essa emissora e trabalhar com outras coisas. Mesmo assim, foi uma entrevista que valeu a pena. Pena que uma hora e meia seja um tempo muito pequeno para caber uma personalidade como José Silvério. Veja no vídeo abaixo.
Após nove anos, a Internacional, de Limeira, está de volta à série A-2 do campeonato paulista de futebol. A classificação se deu com a vitória, de virada sobre o Monte Azul (2 a 1), em partida disputada no último sábado. A partir deste final de semana, a equipe interiorana disputa o título da série A-3 contra o Nacional, numa série melhor de dois jogos. Ouça no player abaixo toda a emoção de Edmar Ferreira, que narrou essa partida pela Rádio Educadora, de Limeira. Nos instantes finais, ele não se segurou e disse: “a voz está indo para o beleléu”, A empolgação tem justificativa: a série A-2 é o equivalente à segunda divisão. Uma excelente campanha no ano que vem, significa o retorno à elite do futebol paulista. A Internacional foi campeã paulista em 1986, batendo o Palmeiras.
Ouça também o gol de Éder Paulista, que definiu a vitória da Internacional.
Começa mais uma edição do campeonato brasileiro. Na Arena Corinthians, o time da casa empatou com a Chapecoense pelo placar de 1 a 1. Rafael Henzel, da Rádio Oeste Capital, esteve em São Paulo para narrar esta partida.
No Maracanã, Flamengo e Atlético-MG também empataram pelo placar de 1 a 1. Ouça a narração de José Carlos Araújo, da Super Rádio Tupi.
Ouça também as narrações de Luiz Penido, da Rádio Globo, e de Mario Caixa, da Rádio Itatiaia.
O Internacional estreou bem na série B, com uma vitória sobre o Londrina pelo placar de 3 a 0. Ouça a narração de Rafael Pfeiffer, da Rádio Guaíba.
Ouça também a narração de Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha.
No Mineirão, o Cruzeiro venceu o São Paulo: 1 a 0. Ouça a narração de Oswaldo Reis.
O Palmeiras goleou o Vasco no Allianz Parque. Ouça a narração de Oscar Ulisses, da Rádio Globo.
Ouça também a narração de Nilson Cesar, da Rádio Jovem Pan.
O Grêmio foi outro clube que fez outra estreia no Brasileirão. 2 a 0 sobre o Botafogo. Ouça a narração de Haroldo de Souza, pela Rádio Grenal. Ah, um detalhe: por que colocar o som ambiente quase encobrindo o microfone do narrador?
Ouça também a narração de José Aldo Pinheiro, da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre.
O Memória, da Rádio Bandeirantes, tem feito uma série de programas especiais sobre a emissora e seus grandes personagens. Na edição do último sábado, foi a vez de José Paulo de Andrade ganhar destaque (e merecido). Além de diversos áudios históricos, Milton Parron fez uma entrevista com o apresentador do Pulo do Gato e do Jornal Gente. Parron perguntou a Zé Paulo qual era sua avaliação sobre a evolução do rádio e da Bandeirantes, em especial. O entrevistado se mostrou pessimista e disse que o veículo rádio está perdendo espaço, sendo devorado pelas novas mídias. Ainda há espaço para recuperação, segundo ele, só que isso tem de ser feito de forma urgente. Zé Paulo aproveitou para explicar uma frase que ele tem dito repetidas vezes no ar: ” a Bandeirantes quando era a Bandeirantes”. Ele disse que hoje em dia não há mais condições para fazer um grande investimento para uma equipe de jornalismo e citou um exemplo de quando era possível ter setoristas em pontos estratégicos como o Aeroporto de Congonhas. Ouça abaixo.
Como já destacamos aqui, Rafael Henzel, narrador da Rádio Oeste Capital, esteve em São Paulo para a transmissão de Corinthians x Chapecoense, partida válida pelo campeonato brasileiro. Na manhã deste sábado, ele esteve no estúdio da Jovem Pan para uma entrevista ao Jovem Pan no Mundo da Bola. Ele falou sobre o acidente com o avião que vitimou jogadores da Chapecoense, jogadores e radialistas.Numa cortesia do perfil Futnático, ouça a participação de Henzel no player abaixo.
Rafael Henzel, narrador da Rádio Oeste Capital (Chapecó), e um dos sobreviventes da tragédia que vitimou jogadores da Chapecoense, jornalistas e radialistas no ano passado, está hoje na Arena Corinthians para a transmissão de Corinthians x Chapecoense, válida pela rodada inaugural do campeonato brasileiro de futebol. Como não poderia deixar de ser, ele foi procurado por repórteres das emissoras paulistanas para breves depoimentos. Nas imagens abaixo, ele fala com Ana Thaís Mattos, da Rádio Globo (foto postada por Mayra Siqueira no Twitter), e Guilherme Cimatti, da Rádio Bandeirantes (foto publicada em seu próprio perfil no Facebook). Mais cedo, Henzel participou do Mundo da Bola, apresentado por Flavio Prado, nos estúdios da Jovem Pan (saiba mais neste link).
Pobre Rony Magrini. Volta e meia ele é obrigado a atender ouvintes dentro do seu Agito Geral perguntando sobre as mudanças da Rádio Globo (saiba mais aqui) e de profissionais que saíram da emissora. Na madrugada deste sábado, o ouvinte Léo perguntou de Pedro Trucão, que está prestes a estrear na Rádio Capital. Vale destacar que Rony levou a situação em alto nível e de forma bem humorada. Ouça no player abaixo.
Nesta semana, o Radioamantes no Ar falou da entrada da Alpha FM no Rio de Janeiro graças a um acerto do Grupo Camargo com o Grupo Bandeirantes. Ambas irão tomar conta da frequência dos 94,9Mhz, que ainda pertence ao Grupo Fluminense. Outros destaques: a audiência do FM na Grande São Paulo e as mais movimentações do rádio carioca, abrangendo as novidades da Globo e da Tupi (Antônio Carlos finalmente acertou com a emissora). O Radioamantes no Ar é veiculado todas as sextas, sempre a partir das 09h pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin e Flavio Aschar.
Na noite desta quinta-feira, o radialista Luis Carlos Quartarollo divulgou via Instagram uma foto das gravações do Bola da Vez, tradicional programa de entrevistas dos canais ESPN com personalidades esportivas. Ele vai participar de uma das próximas edições da atração entrevistando José Silvério, narrador da Rádio Bandeirantes. Não é a primeira vez que Silvério participa do programa, mas será a primeira vez nesse formato atual, mais intimista, com apresentação de João Carlos Albuquerque. Quem também participou deste papo foi Eduardo Affonso, atualmente na própria ESPN. Não foi divulgada a data em que a entrevista irá ao ar.
Um registro atrasado, mas ainda válido, feito pelo Edu Cesar, do site Papo de Bola:
Durante o programa da Rádio Bandeirantes de São Paulo, o assunto foi se Gilmar Mendes e Rodrigo Janot deveriam se declarar ou não impedidos de participarem de casos da Operação Lava-Jato por terem parentes que trabalham ou trabalharam para algumas partes acusadas. O clima acabou esquentando entre o apresentador Fábio Pannunzio e o comentarista Cláudio Humberto. Em determinada hora, Thays Freitas tentou apaziguar os ânimos. Sentindo não ser possível, acabou chamando de emergência um intervalo comercial.
Não é a primeira vez que isto ocorre no programa: a discussão entre o apresentador Fábio Pannunzio e o vereador de São Paulo Fernando Holiday ganhou ampla repercussão.
Se a intenção do Bastidores do Poder é chamar a atenção dos ouvintes com situações como essas, a atração está no caminho certo. Ouça no player abaixo.