Narrador Flávio Araújo volta a escrever sobre minissérie 10 Segundos Para Vencer

Por Flávio Araújo  (*)

UMA VERDADE EM TROCA DE OUTRA MENTIRA

Sou obrigado a voltar dando uma continuidade ao meu artigo anterior com o título acima. Em primeiro lugar para um pedido de desculpa. Errar é humano e persistir no erro é burrice. E ser burro é algo onde nunca me inseri. Grazie a Dio. Acontece que vi a minissérie da Globo, feita por meu xará Flávio, o Tambellini, na casa de meu filho Helder, que por sinal tem um blog de nome “Debate Político” com bom número de seguidores. O Helder é um pianista do primeiro time. Basta dizer que em suas teses de mestrado e doutorado na USP seus orientadores foram ninguém menos que JOSÉ EDUARDO MARTINS, irmão mais novo do tributarista IVES GANDRA MARTINS e o outro orientador o maestro JOÃO CARLOS MARTINS, irmão mais novo do José Eduardo. Este vai gravar no próximo mês de maio seu 25º álbum de músicas eruditas. Como sempre vai gravar na Europa. Só grava na Bélgica ou na Bulgária. Lógico que não sou um entendido em música clássica para comentar o que posso, por exemplo, conhecer e me aprofundar em dizer que o Pelé foi o maior do mundo e julgo que jamais aparecerá outro igual. Maradona foi outro craque excepcional, mas para competir com ele, ou com Messi, eu deixo a incumbência para o Rivelino, o Zico… o Tostão, ou mais meia dúzia pelo menos de grandes jogadores brasileiros, Neymar entre eles. A Copa São Paulo mostra que o futuro do futebol no Brasil está garantido, apesar de vendermos laranja ainda no pé. Sim, gosto muito de ouvir Mozart e Chopin e conheço música pelo que meus ouvidos se deleitem. Mas, gosto mesmo é de ouvir os velhos discos do Orlando Silva, o maior cantor que o Brasil já teve. E não discutam comigo que tenho mestre RUY CASTRO ao meu lado. José Eduardo Martins, estava dizendo, já ultrapassando os oitentinhas continua sendo um grande pianista e João Carlos Martins que foi considerado o maior interprete de BACH do planeta, por circunstâncias que todo mundo conhece, teve que deixar o piano e se dedicar a regência. Continua brilhando. Mas, é midiático, o que não acontece com seu irmão que prefere a solidão do seu Brooklin, meu último endereço em São Paulo –fomos vizinhos – e onde o visitei ainda recentemente.

A CORREÇÃO DE UM LAPSO MEU

Pois muito bem, fazendo estas ressalvas eu via a minissérie da GLOBO na casa de meu filho Helder, na Chácara Inglesa em São Paulo e este trabalhando ao piano me pede para baixar o som da tevê. Devo dizer que sofro de um trauma acústico que me provoca um zumbido tremendo nos ouvidos e, inclusive, alguma deficiência auditiva. Pelo uso dos fones em volume muito alto durante os mais de 50 anos de transmissões esportivas. E foi exatamente nesse momento que perdi a sequência que a tevê mostrava e não vi que passaram (embora só um pedacinho, vi depois no Globoplay) a luta de EDER JOFRE e do nocaute diante de ELOY CHAVES em 18 de novembro de 1960 quando o brasileiro conquistou seu título de campeão mundial dos galos. Mundial, sim, mas que depois foi contestado pela versão europeia que apresentou um novo campeão, o irlandês Johnny Caldwell, o “Johnny Boy” que Eder derrotaria algum tempo depois na reunificação dos títulos no Ibirapuera em São Paulo. Em verdade foi muito mais fácil ganhar do chamado “irlandês de gelo” do que derrotar os duríssimos mexicanos. Então, me desculpo do que escrevi de passagem, mas imediatamente me ponho em guarda, de pé e a ordem e parto para um “touché” final.

AS MAIS BERRANTES MENTIRAS NO FILME E NA SÉRIE DA GLOBO

Aristides Jofre, o pai e técnico de Eder realmente fumava em demasia. Acendia um cigarro no outro. Mas, jamais maltratou ou foi rude com seu filho. E preciso dizer que o papel desempenhado pelo veterano OSMAR PRADO na filmagem de Tambellini é simplesmente sensacional, espetacular! Vale o trabalho. Mas, KID JOFRE não sofreu nenhum princípio de infarto ou coisa que o valha que o levasse ao chão do Ginásio de Brasília durante a luta de EDER com JOSÉ LEGRÁ e no decorrer do 14º round. O que mostra um sensacionalismo exagerado e o que é pior, mentiroso. Kid, que viria a morrer no ano seguinte permaneceu no Ginásio até o fim da luta e seguiu orientando o filho, principalmente depois desse penúltimo assalto em que Eder foi realmente a nock-down e foi salvo pelo gongo antes que se iniciasse a contagem. Mas Eder jamais disse a frase “cadê meu pai” quando a personagem de Tonico Zumbano vem orientá-lo no filme e na tevê. Porque quem o fazia era o próprio Kid. Tonico Zumbano, o “Zumbanão” que fica como um substituto do cunhado e no filme vai gritar com Eder nesse momento fulcral do combate. Falso. Na minha lembrança Zumbanão, o soco mais forte da maior dinastia de uma família no boxe brasileiro nem estava em Brasília. Antonio João Oliveira, genro e Andréia, a filha mais nova de Eder não se lembram se estava ou não. Assim como confirmam que viram o filme antes de seu lançamento à convite da Globo, mas de uma forma diplomática e formal aprovaram o seu conteúdo que agora também contestam. O filme estava pronto e lhes foi mostrado sem nenhum pedido de aprovação ou não. Existem outros sensacionalismos explícitos como a esposa de Eder ser apresentada com um barrigão de grávida nas lutas contra Harada, no Japão (1965 em Nagoya e 1966 em Tóquio) quando Marcel, o filho mais velho estava presente, sua mãe, Cidinha também, mas Andréa só veio ao mundo em 17 de agosto de 1968, portanto, dois e três anos depois das históricas lutas no país do sol nascente. Cidinha, que faleceu em 10.05.2010,também jamais pediu a Eder que deixasse o boxe. Sempre o apoiou de forma entusiástica. E outra terrível maldade do filme e que deixou a família revoltada. Cidinha era uma jovem tímida, operária numa tecelagem e jamais que seu primeiro encontro com Eder tenha sido num frege onde Zumbanão ia em busca de aventuras sexuais. Estes fatos me permitiram, inclusive, no último sábado, dia 19 de janeiro falar com o próprio Eder que se não se lembrou da presença do tio Tonico Zumbano em Brasília, mas para minha alegria lembrou-se do velho locutor e lágrimas correram de seus olhos segundo relato de seu genro Antonio João. Como complemento deste trabalho e como testemunho da verdade confirmo que KID JOFRE deixou este plano em 1974, Dogalberto, o irmão número 2 da família faleceu em 1973 e compareci ao seu sepultamento no cemitério do Chora Menino em São Paulo onde estão todos da dinastia JOFRE/ZUMBANO que já partiram. Eder sempre teve um lado espiritualista e no triste momento que se vivia no sepultamento do irmão, sorrindo apontou para o alto da capela dizendo que o Doga estava lá, como sempre rindo e procurando alegrar a todos. Nesse capítulo agrego que alguns anos após a morte de KID o médium Chico Xavier recebeu do mesmo uma mensagem psicografada, informação que recebi diretamente da família, e na mesma o grande médium recebia palavras de incentivo a Eder pedindo que continuasse sempre trilhando os caminhos do bem, ajudando o próximo e mantendo a honestidade que a família sempre pautou. O outro irmão de Eder, Mauro, que só lutou entre amadores faleceu em 1963, ainda jovem e Ralf Zumbano, que disputou as Olímpiadas de 1948, grande peso-médio não foi sequer citado na filmagem. Como Eder, Ralf também foi vereador em São Paulo e deputado estadual paulista. São fatos que devem ser restabelecidos e são mentiras que não podem deixar de ser desmentidas e se tomo esse caminho é por considerar que o respeito à verdade em acontecimentos tão marcantes na vida brasileira não podem ser deturpados por uma visão comercial e fantasiosa buscando e colocando acima do real a ilusão farsesca que chama mais atenção. Quem viver verá o que se poderá falar no futuro de um Pelé e espero que haja então algum jornalista ou radialista que como eu, viu Pelé e Eder Jofre iniciarem e terminarem suas gloriosas trajetórias no esporte não só para recuperar imagens, mas principalmente para restabelecer a verdade verdadeira dos fatos.

(*) Texto publicado no blog Radioamantes a pedido do próprio autor.

flávio araújo eder jofre

Show dos Esportes terá edições exclusivas na Serra Gaúcha durante o Gauchão 2019

A programação da Gaúcha Serra tem novidades. Durante todo o Campeonato Gaúcho de Futebol 2019, o Show dos Esportes terá edições exclusivas transmitidas diretamente de Caxias do Sul. A temporada especial do programa estreia nesta sexta-feira (18). Com apresentação do jornalista Eduardo Costa, o programa contará com a participação do time de esportes do Grupo RBS. Os jornalistas Maurício Reolon, Cristiano Daros, Marcelo Rocha e Renan Silveira irão compor a equipe durante a temporada. As edições locais ocorrerão nas terças e sextas-feiras, das 20h10 às 22h, na frequência 102.7 FM.

O programa receberá convidados e levará aos ouvintes conteúdos esportivos locais, de diversas modalidades, com muita informação e bom humor. O futebol e os clubes da região, como Caxias, Juventude e Veranópolis, terão cadeira cativa na atração.

Haverá entrevistas, boletins e entradas ao vivo da Redação Integrada de jornalismo da RBS Serra e notícias do Pioneiro.com, além de manchetes da edição impressa do dia seguinte. Completam a programação os principais assuntos da próxima edição do Jornal do Almoço da RBS TV Caxias, participações semanais do Iotti e boletins culturais.

Desde dezembro do ano passado, profissionais do jornal Pioneiro, da RBS TV e das rádios Gaúcha e Atlântida de Caxias do Sul trabalham em uma redação integrada e moderna. Localizado no prédio da RBS TV, no Centro da cidade, o espaço busca a evolução na produção de conteúdo local, preservando as características de cada veículo. O Show dos Esportes Serra já é resultado do novo modelo.

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Narrador Flávio Araújo contesta fatos apresentados em minissérie sobre Éder Jofre

Por Flávio Araújo, especial para o jornal O Imparcial, de Presidente Prudente (*)

UMA MINISSÉRIE PRÁ LÁ DE MENTIROSA

A Rede Globo exibiu há poucos dias, ente 8 e 11 últimos em quatro capítulos, de terça a sexta-feira, uma minissérie tendo por base a carreira de EDER JOFRE, o maior pugilista brasileiro de todos os tempos e o melhor peso-galo da história do boxe em todo o planeta na opinião oficial dos pesquisadores norte americanos. Infelizmente o que o público brasileiro viu está longe de refletir com justiça e mesmo no aspecto moral o que foi a trajetória desse grande atleta. É preciso, antes de tudo, realçar que o boxe hoje perdeu aquela condição de ser a chamada “nobre arte” que tinha no passado. O boxe era um esporte que, se não podia deixar de lado o seu teor de violência, tinha uma visão artística inegável com os bailarinos no tablado como o próprio Eder, ou em escala maior os norte-americanos Cassius Clay ou “Sugar” Robinson, os meus eleitos na vanguarda da beleza desse esporte. A violência das lutas de hoje desse MMA mataram o boxe. Mas, o que se vê nessas disputas onde o Brasil ainda tanto se destaca não pode na minha ótica ser considerado como um esporte no sentido olímpico do termo.

A MINISSÉRIE DA GLOBO

Bem, devo dizer que fui convidado pela empresa que fez o longa metragem e a minissérie para participar dos mesmos e não pude atender o convite. Foi exatamente no período em que minha mulher, Yvette Pinheiro de Araújo, estava hospitalizada e veio a falecer. Morava então em São José dos Campos e hoje gozo as delícias do ar puro e clima agradável de Poços de Caldas mesmo no verão que esturrica o país. Assinei então uma concordância em que usassem minhas narrações para constar da produção e sei que não se pode falar na carreira desse artista dos ringues (Eder era também um desenhista de belíssimos traços em nanquim) sem mencionar a minha presença já que narrei a maioria de suas lutas como também, segundo o Milton Neves, fui o locutor que mais transmitiu os gols de Pelé. Desculpem a ausência de modéstia de quem começou irradiando os jogos de Corinthians e Prudentina na então PRI-5 de minha cidade natal que amo e que, mesmo lá não residindo, está sempre presente em meu coração prudentino. Muito me orgulho do imerecido título de “cidadão benemérito” de minha terra. Deixa isso prá lá e vamos em frente. Sei muito da trajetória de Eder. O porquê? Quando Pedro Luiz e Mário Moraes deixaram a Bandeirantes e senti que poderia ser também o locutor titular de boxe fui procurar Kid Jofre na sua Academia, na rua Santa Efigênia e que era patrocinada pelo São Paulo F.C.. Subi ao ringue e fiz um treinamento de aprendizado com o próprio Eder.

EDER JOFRE NASCEU NUMA ACADEMIA DE BOXE

Agrego que Eder nasceu na primeira academia dirigida por seu pai e que ficava na rua do Seminário, no centro de São Paulo. A partir do que narro nos tornamos grandes amigos e durante muitos anos, praticamente todos os meses, ficávamos um largo tempo ao telefone. Eu telefonava num mês no outro ele me procurava. Eder recorria ao velho Flávio para recordar muita coisa que já não estava por último em sua memória e que para mim é algo como se os vivesse agora. Mesmo com o peso de tantos anos tenho uma memória de elefante. Era o prenúncio do mal que o acomete no presente. Uma encefalopatia traumática e que no passado era conhecida como demência pugilística. Não se trata de Alzheimer segundo a família. Milton Rosa, Fernando Barreto e Paulo de Jesus, grandes pugilistas brasileiros nas décadas de 1960/70 sofreram desse mal. Está muito em voga nos Estados Unidos por estar vitimando jogadores do futebol americano. E também aqui no Brasil pelos choques cabeça-cabeça entre os profissionais de nossos gramados. Bellini o grande capitão do primeiro mundial da FIFA que o Brasil conquistou deixou em testamento seu cérebro para estudos na medicina da USP. Mas, voltando ao programa da Rede Globo este foi construído em cima de sucessivas mentiras. As lutas ali exibidas, contra Medel e contra Legra são figurações com sósias dos lutadores de então. E a narração que consta nos créditos como sendo minhas e do Pedro Luiz não são de nenhum dos dois. O locutor que as profere, de boa qualidade, deve ter escrito as minhas narrativas e decorado ou lido na hora do trabalho. Usa também as minhas frases e minha inflexão. Do Pedro Luiz, que considero o maior locutor esportivo do Brasil em todos os tempos não tem absolutamente nada. Pedro nos deixou há muito tempo.

KID JOFRE JAMAIS FOI AGRESSIVO COM EDER

Aristides Jofre jamais foi um carrasco para Eder como no filme é mostrado. Tinha, sim, seus momentos de azedume, mas era um admirador do filho e um homem de bom trato. Como Eder, era um gozador e piadista inveterado e jamais trataria um pupilo, ainda mais sangue do seu sangue e sua maior esperança de sucesso como técnico de boxe e de ganhar um título mundial. Kid Jofre, antes de vir para o Brasil ordenhava vacas leiteiras em San Justo, ao sul de Buenos Aires. Os empresários de Eder jamais foram malandros como o filme quer exibir e o grego/americano George Parnassus jamais teria declarado que só pagaria 10% da bolsa combinada se Eder, na luta contra Medel, caísse antes do 5º assalto e não houve em momento algum aquela ironia dos jornalistas norte-americanos menosprezando o lutador brasileiro, chamando-o de gorila principalmente por parte de Parnassus, que já tinha vindo ao Brasil para vê-lo em ação e sabia de seu valor. Pura exploração de um desenfreado sensacionalismo.

O ABSURDO DOS ABSURDOS!

E pasmem! Absurdo dos absurdos. Eder não ganhou o título mundial dos galos na luta contra Medel como insinuam os filmes. O campeão era Joe Becerra, também mexicano e estava acertado que Eder e Medel competiriam para saber quem teria o direito de desafia-lo. Acontece que Becerra nesse Ínterim perdeu o título mundial para o desconhecido Eloy Sanchez, outro mexicano e tiveram que reformular a ordem geral e a luta entre Eder Jofre e Joe Medel classificaria um dos dois para lutar contra Eloy Sanchez, o que aconteceu no dia 18 de novembro de 1960 no Olympic Auditorium, de Los Angeles, onde também Eder nocauteara Medel, ambos os duelos presenciados por 10 mil mexicanos entusiasmados e por meia dúzia de brasileiros que para lá viajaram. No filme e na minissérie Eder é anunciado pelo locutor como desafiante quando o que havia em seguida seria um duelo classificatório para que o vencedor realmente adquirisse condição de desafiar depois o campeão. Considero que a minissérie não fez justiça a grande família dos Jofre/Zumbano, a maior dinastia do boxe que o Brasil já teve e que nenhum país do mundo jamais terá e se dou esse testemunho nestes escritos é para que as gerações atuais que sequer conheceram Pelé e muito menos a Eder Jofre saibam que houve um dia em nossas plagas um craque vestindo luvas e esgrimindo no tablado como um Nijinski, Nureyev ou Baryshnikov. Irradiei também as lutas desse gênio da então nobre arte no Japão em 1965 e 66 e a primeira é até hoje o recorde brasileiro de audiência numa única transmissão esportiva. Eder era um peso galo com “pegada” de peso médio e que depois em 1973, já com 37 anos, conquistou ainda o título mundial dos penas em combate histórico travado em Brasília diante do cubano naturalizado espanhol, José Legra, também um fora de série, mas que foi vencido de forma inexorável pelo talento de nosso maior craque dos ringues de ontem, hoje e amanhã.

(*) Texto publicado no blog Radioamantes a pedido de seu autor

flávio araújo eder jofre

Números da Rádio Globo seguem modestos na Grande São Paulo

Por Rodney Brocanelli

A Rádio Globo fechou o ano de 2018 com números de audiência bem modestos na grande São Paulo. Nas duas pesquisas divulgadas pelo instituto de pesquisa responsável pelo levantamento, a emissora vem apresentando baixa em seus números. No período que corresponde ao trimestre outubro a dezembro ( horário 05-05) a . Globo registrou 9.519 ouvintes por minuto. Na pesquisa anterior (registrada aqui), ela apareceu com 9.696 ouvintes por minuto.

Em outro levantamento, que corresponde ao horário das 06-19, a situação não é diferente. No trimestre agosto a outubro, ela surge com a marca de 16.165 ouvintes por minuto. No período seguinte, que engloba o trimestre setembro a novembro, ela teve uma queda e apresentou a marca de 13.668 ouvintes por minuto. Já no trimestre outubro a dezembro, uma leve diminuição: 13.341 ouvintes por minutos. São marcas muito modestas para um projeto que nasceu ambicioso, com toda a força do Grupo Globo quando de seu lançamento, em junho de 2017.

Um dos fatores para que os números da Globo não sejam maiores é o alcance do seu sinal. Em dezembro, o programa Radioamantes no Ar, veiculado pela web rádio Showtime, registrou mensagens de ouvintes falando das más condições de recepção do sinal na frequência dos 94,1Mhz (ouça aqui).

rádio globo

Grupo RBS valoriza as raízes do Gauchão na temporada de 2019

A partir do próximo fim de semana (19 e 20), 12 times se enfrentam na primeira rodada do Campeonato Gaúcho de 2019. O evento, que reúne as principais equipes de futebol do Rio Grande do Sul na disputa pelo primeiro lugar, é uma das maiores tradições do esporte entre os torcedores gaúchos. Mas será que esse público sabe quais são as raízes do campeonato? No ano em que o Gauchão completa 100 anos de história, 215 profissionais do Grupo RBS reúnem esforços para a realização de uma cobertura especial, focada em descobrir elementos históricos do futebol local e oferecer uma experiência ainda mais completa aos torcedores. 

Um conjunto de conteúdos especiais está sendo preparado pela RBS TV. Além da transmissão dos jogos, que inicia no domingo (20) com a partida Novo Hamburgo X Grêmio, às 17h, o veículo exibirá ao longo do campeonato três séries de reportagens no Globo Esporte RS, com o objetivo de desvendar o que está presente nas origens da competição. Serão apresentados alguns fatos sobre o “Jogador Raiz”, o “Estádio Raiz” e o “Funcionário Raiz”, a fim de valorizar as características que tornam jogadores, estádios e funcionários partes fundamentais no futebol gaúcho. 

A interatividade com o público é marca forte da cobertura. Os gaúchos poderão escolher o torcedor símbolo do campeonato 2019 no concurso A cara do Gauchão, por meio do Globoesporte.com/RS. Doze torcedores, um de cada clube que participa do campeonato, contarão sua relação com o time do coração durante as edições do programa e enfrentarão alguns desafios em busca de ser o torcedor símbolo da competição. O torneio “Na Trave” volta a testar os jogadores e torcedores em uma brincadeira de acertar chutes nas traves das goleiras. Além disso, os gols mais bonitos do campeonato serão valorizados no Prêmio Bucha, composto por um júri formado por Pedro Ernesto Denardin, Maurício Saraiva, Luciano Périco, Diogo Olivier, Zé Alberto Andrade, Luciano Potter e Duda Garbi. Ao final do Gauchão, os três melhores gols, escolhidos pelos “comunicadores raiz” do Grupo RBS, disputam o primeiro lugar em votação popular no Globoesporte.com/RS. 

– Ser raiz é valorizar o que é nosso, buscar as origens e nos reinventar, ser crítico ao enfrentar a realidade do futebol gaúcho e também parceiro ao estar junto à comunidade, aos torcedores e clubes na realização da competição. Por isso, a cobertura integrada do Esporte da RBS terá a cara e a voz da torcida, enaltecerá o esforço dos clubes em participar da disputa e contará as histórias raiz que fazem o nosso estadual ser o Gauchão – destaca o chefe de redação de Esportes da RBS TV, Tiago Cirqueira. 

Todos os jogos da dupla Gre-Nal serão transmitidos pela Gaúcha. A partir das quartas de final, a rádio passará a transmitir todas as partidas do campeonato. O Gaúcha Sports Bar pelo Rio Grande, que já percorreu duas cidades no Estado, também terá programação especial: algumas edições dos programas Sala de Redação, Show dos Esportes e Hoje nos Esportes serão transmitidas direto de Pelotas, próxima cidade no roteiro de viagem. 

No último fim de semana (12 e 13), a Superedição de Zero Hora apresentou o caderno “100 fatos em 100 anos de Gauchão”, valorizando o centenário do campeonato com conteúdos especiais. Para que o torcedor fique por dentro de todos os detalhes sobre os jogadores, times e tabela de jogos da temporada 2019, será veiculado o Guia do Gauchão no fim de semana de estreia da competição (19 e 20). A coluna Entrevero ainda trará as informações diárias sobre os times do interior. 

– A cobertura do Gauchão é e sempre foi fundamental para o Grupo RBS. No campeonato, fazemos uma conexão com o público do interior, que nos dá frutos ao longo do ano. Em 2019, temos a oportunidade de marcar nosso trabalho com iniciativas integradas e mostrar que o Gauchão chega aos 100 anos sem glamour, mas é da nossa gente. Por isso, o conceito “Raiz” valoriza a competição e a nossa cobertura – ressalta o editor-chefe de Esportes de Gaúcha, Zero Hora e GaúchaZH, Rafael Cechin. 

O torcedor também poderá acompanhar diariamente os detalhes sobre o Gauchão 2019 no GaúchaZH, além de todos os conteúdos de Zero Hora e Gaúcha. A partir da hashtag #CentralDoTorcedor, que poderá ser utilizada nas redes sociais, o público terá a oportunidade de participar de debates esportivos na RBS TV, Gaúcha e Zero Hora.  

O projeto será valorizado pelo Grupo RBS por meio de uma campanha publicitária centrada no “campeonato raiz”, que será veiculada nos jornais, nas rádios, na TV e nas redes sociais, destacando as principais informações da cobertura editorial.

 

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Salomão Ésper responde a ouvinte sobre problemas técnicos da Rádio Bandeirantes

Por Rodney Brocanelli

Salomão Ésper, um dos nomes mais tradicionais da Rádio Bandeirantes, falou na edição desta sexta (11) as dificuldades técnicas que a a emissora vem enfrentando nas últimas semanas (saiba mais clicando aqui).

O apresentador respondeu a mensagem de um ouvinte que disse estar deixando de ser ouvinte da Bandeirantes devido à impossibilidade de sintonia. “E triste ter de abandonar um hábito incorporado à vida, sem maior explicação”, escreveu.

Em resposta, Salomão disse que a torre da Bandeirantes desabou devido à questões climáticas. O blog Radioamantes apurou que esse problema afetou tanto a torre do AM como a do FM, que ficam em locais diferentes. “Fico na torcida que possa ser solucionado brevemente esse problema. Não perdi a esperança”, disse. Ouça abaixo.

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Ouvintes da Bandeirantes relatam dificuldades para sintonizar a frequência do AM

Por Rodney Brocanelli

Os ouvintes dos AM da Rádio Bandeirantes vêm enfrentando sérias dificuldades para sintonizar a emissora em 840Khz. As reclamações se avolumaram no final do ano passado. A partir disso, em seu perfil no Facebook, o Radioamantes pediu para que seus leitores informassem o local onde moravam e se havia dificuldades na recepção do sinal (clique aqui). As respostas foram das mais variadas: ouvintes do ABCD, em especial das cidades de Santo André e São Bernardo do Campo e Mauá informaram que não conseguem ouvir a Bandeirantes. Na capital, o blog recebeu relatos de problemas na Zona Leste, em especial no bairro da Mooca.  Ouvintes de Guarulhos e de Cotia (diferentes pontos da Grande São Paulo) também tabém enviaram relatos de problemas. De forma privada, uma ouvinte que mora na Faria Lima disse que a frequência dos 840Khz estava muda. Até mesmo o município de Sorocaba ficou sem receber a programação da emissora.

Com base nesses informes, o Radioamantes procurou a assessoria de imprensa da Rádio Bandeirantes em duas ocasiões: uma antes das festas de final de ano e outra na última segunda-feira (07).  No entanto, até o momento em que este post foi publicado, não houve qualquer tipo de resposta. Caso o Grupo Bandeirantes, em respeito ao seu ouvinte, se manifeste, haverá o registro aqui no blog.

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Na Rádio Globo, apresentador Otaviano Costa se emociona ao registrar fim do Vídeo Show

Por Rodney Brocanelli

Durante o No Ar desta quarta-feira (09), o apresentador Otaviano Costa não deixou de falar sobre o fim do Vídeo Show, programa das tardes da Rede Globo. A atração televisiva deixará a grade da emissora devido aos baixos índices de audiência em sua história recente. Otaviano relembrou antigos apresentadores, entre eles Tássia Camargo, Miguel Fallabella,  Cissa Guimarães, André Marques com direito a pequenos registros de áudios. Em seguida, Otaviano leu um texto escrito por ele próprio falando sobre o Vídeo Show. “Hoje, nós começamos a nos despedir de um amigo”. No final, emocionado, ele declarou que tem enorme gratidão a um programa amigo que tanto cuidou da memória da tv. “Agora é a nossa vez de guardá-lo para sempre. Obrigado, Vídeo Show”, acrescentou. Ouça abaixo.

Otaviano Costa

Sem defender times de futebol, estreia o Capital da Bola

Por Rodney Brocanelli

Fechando o pacote de estreias do último dia 7, registramos aqui a estreia do Capital da Bola, na Rádio Capital, sob o comando de Anderson Cheni. Além dele, participam da atração Osmar Garrafa, Juarez Soares, Marcelinho Carioca. Juarez aproveitou para lembrar a primeira equipe esportiva da emissora, que atuou entre fins dos anos 1970 e começo dos anos 1980, reunindo nomes como Marco Antônio, Ávila Machado, Roberto Silva, entre outros. Outro destaque da fala de China, como ele é conhecido, é que os integrantes do Capital da Bola não vão defender qualquer time de futebol. “Jornalimo em primeiro lugar”, afirmou. Ouça abaixo a íntegra do primeiro programa.

rádiocapital

 

Os Tops da Bola começam sua caminhada na Top FM

Por Rodney Brocanelli

Outra das estreias da última segunda (09) foi Os Tops da Bola, na Top FM. Não ocorreram  alterações significativas na equipe do programa, que até o final do ano passado estava na Rádio Capital: Weber Lima como apresentador e Luciano Facciolli e os ex-atletas Zetti, Cesar Sampaio e Basílio como debatedores. Até o patrocinador é o mesmo dos tempos de Capital: a Prevent Senior, operadora de planos de saúde voltada à terceira idade. Veja abaixo a íntegra do primeiro programa apresentado na Top FM.

 

os tops da bola

 

 

“Filho” da Rádio 9 de Julho, Mauro Beting participa da estreia do Esporte 9, sob comando de Alex Muller

Por Rodney Brocanelli

Na última segunda-feira (09), aconteceu a estreia do Esporte 9 na Rádio 9 de Julho, sob o comando de Alex Muller.  E o primeiro programa teve a participação de um convidado muito especial: Mauro Beting, devidamente liberado para esse compromisso pela Rádio Jovem Pan. Muller e Beting já trabalharam juntos na Rádio Bandeirantes e refizeram essa parceria na televisão, dentro da marca Esporte Interativo.

Durante a atração, Beting fez questão de contar que a Rádio 9 de Julho teve uma importância fundamental em sua vida. Afinal foi nela que seus pais, Joelmir e Lucila, se conheceram e começaram a namorar. “Eu devo a minha existência à Rádio 9 de Julho. Eu sou filho da Rádio 9 de Julho, mesmo”. disse.

O Esporte 9 teve ainda a presença de Dom Devair Araújo da Fonseca, diretor da emissora. Ele disse que a estreia desse programa faz parte de um pacote de novidades da emissora, que serão implementados ainda nesse ano. ““Esse programa estava sendo gestado há um bom tempo e graças a Deus deu certo, afirmou.

Além da apresentação de Alex Muller, o programa teve a as informações dos setoristas Ademir Quintino (Santos), Eduardo Affonso (São Paulo) e Rodrigo Fragoso (Palmeiras). Rodrgo Vessoni, que vai cobrir o Corinthians, esteve presente no estúdio.

Ouça abaixo a estreia do Esporte 9, numa cortesia do internauta Jorge William.

Esporte 9

Goleada do São Paulo marca estreia de João Paulo Capellannes como narrador na Rádio Bandeirantes

Por Rodney Brocanelli

João Paulo Capellannes fez sua estreia como narrador na Rádio Bandeirantes transmitindo a goleada do São Paulo sobre o Holanda pelo placar de 7 a 2.

Não é a sua primeira experiência de nesse ofício. Ele já irradiou paridas de futebol pela web rádio De Prima em 2016. Capellannes atualmente é repórter da equipe esportiva da Bandeirantes. Ouça abaixo os gols.

Rádio Guaíba vem com novidades em sua programação

Por Rodney Brocanelli

A partir do próximo dia 07 de janeiro, a Rádio Guaíba, de Porto Alegre, levará novidades aos seus ouvintes. As mudanças atingem parte da  programação do final de tarde e todo o período noturno. Outra alteração foi efetuada na programação dominical.

O Repórter Esportivo, tradicional programa esportivo da emissora, terá novo apresentador: Geison Lisboa. O Esporte na Boa, que vai ao ar sempre a partir das 20h, será descontinuado com as mudanças. O Alemão Von Mitsen migra junto com Geison para a nova atração. Ainda sobre o Repórter Esportivo, Cristiano Oliveira e Luis Magno saem desse programa, sem prejuízo das suas respectivas atividades como comentarista esportivo e narrador. Além das jornadas, ambos também poderão ser ouvidos no Ganhando o Jogo.

Às 19h, Camila Diesel vai comandar o Set Guaíba, com duas horas de duração. Conforme o site da Guaíba (clique aqui), sua proposta é “estar focado nas informações do trânsito, utilidade pública, agenda cultural, quadros especiais de cinema, séries, gastronomia e opinião, as notícias do esporte, entrevistas ao vivo e o noticiário geral”. Isso significa que A Voz do Brasil passa a ter transmissão a partir das 21h. Logo depois, às 22h, o Fabiano Brasil (de volta à Guaíba) estará à frente do Contraponto, cuja proposta é levar convidados para o debate dos temas do momento, também com duas horas de duração.  O Plantão Guaíba, que ocupava esse horário, saí do ar.

Aos domingos, Rafael Pfeiffer estará no Concentração, que vai ao ar das 09h30 às 13h.

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Show de Bola Capital se despede de seus ouvintes

Por Rodney Brocanelli

O último dia do ano marcou o encerramento do Show de Bola Capital. Weber Lima, que esteve à frente deste projeto na Rádio Capital está se transferindo (assim como o restante da equipe) para a Top FM e o programa na nova emissora começa no dia 7 de janeiro. Esta edição, previamente gravada, houve espaço para as despedidas de praxe dos participantes Luciano Faccioli e os ex-jogadores Zetti e Cesar Sampaio. Além deles, o programa contou com a presença de Rogério Andrade, diretor artístico da Rádio Capital. Tudo conduzido em alto nível. Só não houve espaço para anunciar a mudança de emissora (ouça mais no player abaixo).

O Show de Bola Capital estreou em 13 de março de 2017. A equipe comandada por Weber Lima também foi responsável por transmissões dos principais jogos das equipes de São Paulo nas competições de futebol. A equipe contava com os narradores Hugo Botelho e Maurício Camargo, os comentaristas Zetti, Veloso e Basílio, além dos repórteres Douglas Araújo e Marcello Lima.

Em 2018, houve uma mudança radical na equipe, com as saídas de Camargo, Douglas e Lima. Entraram Cadu Cortez, Alexandre Praetzel e Luis Carlos Quartarollo. Ao longo de 2018, novas alterações, com a chegada de Luciano Faccioli, após ficar um ano e meio sem trabalhar, e a troca de Veloso por Cesar Sampaio. Em julho, aconteceu a mudança mais radical: as transmissões das partidas foram descontinuadas, com a manutenção apenas do programa Show de Bola Capital.

A Rádio Capital não vai abandonar o nicho do futebol. No dia 7 de janeiro, estreia o Capital da Bola, sob o comando de Anderson Cheni, com as participações de Juarez Soares, Marcelinho Carioca, Osmar Garrafa e Alexandre Porpettone (saiba mais aqui). A exemplo do que aconteceu nos últimos meses, o espaço para o futebol na Capital estará limitado apenas ao programa, sem transmissões de jogos. Tomara que a nova equipe tenha sorte no sentido de convencer a atual superintendência da emissora de que a televisão não tira a audiência do futebol no rádio.

 

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Rádios da EBC farão ampla cobertura da posse presidencial

As Rádios EBC  vão fazer uma cobertura especial da posse presidencial. Em rede, as Rádios Nacional de Brasília AM, Nacional de Brasília FM, Nacional do Rio de Janeiro AM, Nacional da Amazônia e Nacional do Alto Solimões trarão os principais acontecimentos e notícias durante todo o dia.

Logo cedo, às 8h da manhã, os âncoras Valter Lima e Estevão Damásio (Brasília) comandam a programação, ao lado de Miguelzinho Martins (Amazônia), Anchieta Filho (São Paulo), Cézar Faccioli (Rio de Janeiro) e Otto Farias (Alto Solimões), com as principais informações sobre a posse dos governadores nos estados e com a expectativa para a posse presidencial. Além disso, serão entrevistados especialistas da área de economia, política e direito internacional. Eles trarão um panorama geral sobre a próxima gestão.

Na parte da tarde, a partir das 14h, ancoram o programa especial ao lado de Valter Lima e Estevão Damásio (Brasília), os apresentadores Anchieta Filho (São Paulo), Gláucia Araújo (Rio de Janeiro), e Otto Farias (Alto Solimões). Juntos eles acompanham a posse presidencial, com a repercussão no Brasil e no mundo.

Toda a equipe de jornalismo da Rádio Nacional atuará desde cedo na cobertura da posse e dos governadores, em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e na região da Amazônia. À tarde, os repórteres acompanharão a posse presidencial e a movimentação do público do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto, da Praça dos Três Poderes, do Itamaraty e da rodoviária do Plano Piloto de Brasília.

EBC