Antena 1 estreia em Salvador

Por Rodney Brocanelli

Já está no ar a mais nova afiliada da Antena 1 FM. Desde as 20h desta sexta (16), Salvador já pode sintonizar sua programação em 100,1Mhz. Conforme o que já foi amplamente divulgado (incluindo este site) os sócios desta empreitada são Grupo Aratu, dono da tradicional TV Aratu, representado por sua CEO Ana Coelho, em parceria com Ricardo Luzbel e Léo Góes (clique aqui para saber mais), ambos com ampla atuação no mercado de mídia da capital baiana.

Logo na estreia um pequeno lapso. A locutora de plantão errou a frequência da rádio recém-chegada à rede. Ouça abaixo.

Colunista questiona Antena 1 e critica Nova Brasil FM

Por Rodney Brocanelli

Repetcutiu muito nas redes sociais a coluna de Flávio Ricco, publicada no R7, neste sábado (11). Ele expressou sua inquietação em relação à programação musical da Antena 1. “Intrigante: por que a Antena 1 não toca música brasileira?”, questiona ele logo de cara no título. No texto, mais indagações: “Será que no meio dessa indiscutível abundância, abundância de qualidade, nenhuma das nossas se inclui? Existe alguma explicação para este impedimento?”

E sobrou também para a Nova Brasil FM. Ricco diz que a emissora veicula músicas “antigas e que são repetidas, mais de uma vez, todos os dias”. E acrescenta: “É como se a o repertório da MPB fosse só aquele e tivesse parado há uns 20 ou 30 anos”.

Clique abaixo no link para ver.

https://entretenimento.r7.com/prisma/flavio-ricco/intrigante-por-que-a-antena-1-nao-toca-musica-brasileira-11092021

No mais, nunca é demais recordar a Rádio Difusora de Camanducaia, ou simplesmente Rádio Camanducaia (uma criação genial de Odayr Baptista), que sempre dava um jeito de prestigiar o produto nacional. “Enlatado só doce”, dizia um de seus slogans. Ouça abaixo.

Ouça trechos de Arnaldo Saccomani apresentando Contatos Imediatos na Band FM

Por Rodney Brocanelli

Morreu nesta quinta (27) Arnaldo Saccomani. A causa da morte não foi divulgada, mas sabe-se que ele era portador de diabetes e fazia hemodiálise devido a um quadro de insuficiência renal. Até o momento da publicação deste post, seu corpo era velado na cidade de Embú das Artes. Tinha 71 anos.

Ele é mais conhecido por sua atuação em televisão como jurado dos reality shows musicais do SBT. Antes disso, teve destacada atuação como produtor musical e executivo de gravadoras. No rádio, atuou em cargos de gestão nas rádios Antena 1 e Jovem Pan. Nesta primeira, atuou também como apresentador à frente do Contatos Imediatos, em 1981.

Na Band FM, comandou o programas Talk Radio e reeditou o Contatos Imediatos. Este último, veiculado na metade dos anos 1990, funcionou na ocasião como uma espécie de “tinder do rádio”. Ele recebia mensagens via fax (sim, fax) de ouvintes que desejavam mandar recados românticos a outros. Anos depois, em 2004, ele levou o Contatos Imediatos para a Transcontinental FM, em outro formato.

Vamos destacar alguns trechos da atração (ainda na Band FM) no player abaixo.

Candidato a uma vaga no jornalismo da Antena 1 tem apenas 10 segundos para mandar currículo e reportagem ao mesmo tempo

Por Rodney Brocanelli

A Antena 1 está à procura de um novo integrante para a equipe de seu departamento de jornalismo. A forma de recrutamento chama a atenção, uma vez que é solicitado aos candidatos que enviem um vídeo de 10 segundos (repetindo 10 segundos) falando de si, de suas carreiras e uma pequena (vai ter que ser pequena mesmo) matéria sobre política, economia ou músicas que tocam no playlist da emissora.

Para quem está achando que é uma fake news, clique o link abaixo.

https://www.facebook.com/131946073508999/posts/2333658713337713/

A exigência da Antena 1 se torna mais folclórica quando comparamos com a média de reportagens veiculadas por rádios all news. Por exemplo, a CBN dedicou pouco mais de um minuto a notícia sobre o roubo de uma tonelada de outro no Aeroporto Internacional de São Paulo (clique aqui).

Essa notícia remete à lembrança de Eneás Carneiro, que quando candidato à presidência da República em 1989, que tinha apenas 15 segundos para dar seu recado no horário político gratuito no rádio e na televisão. Certamente, ele seria um forte concorrente a essa vaga da Antena 1.

Antena 1

Batalha dos narradores portugueses: João Ricardo Pateiro e Fernando Eurico.

Por Rodney Brocanelli

O Radioamantes se rende e organiza a sua batalha de narradores. O primeiro é João Ricardo Pateiro, da TSF. Assim como seu oponente, ele coloca muita emoção em suas narrações. No entanto, há uma sutil diferença: Pateiro tem uma veia, digamos, mais artística, chegando a cantar após os gols. Após o tento de Quaresma, no empate de Portugal contra o Irã pelo placar de 1 a 1, o narrador começou a cantar usando a consagrada canção Djobi, Djoba, dos Gipsy Kings.

Fernando Eurico é 100% emoção. Ele é parceiro de Nuno Matos nas narrações das partidas de Portugal na Antena 1. Essa característica faz com que as transmissões da emissora atinjam grande repercussão além das fronteiras portuguesas. Outro fator que chama a antenção: um grande prefixo reunir dois narradores para uma mesma partida, com cada um dividindo seus grandes lances. Será que um dia teremos isso aqui no Brasil?

E para você? Qual o melhor estilo? Ouça abaixo e tire suas conclusões.

pateiro eurico

Ouça mais uma edição do Radioamantes no Ar

Nesta edição, o Radioamantes no Ar falou sobre a melhora dos números da Nova Rádio Globo na audiência do FM da Grande São Paulo. Outros assuntos: os finalistas da categoria rádio do Prêmio APCA, a volta da Jovem Pan News ao dial FM do Distrito Federal e da Antena 1, que anunciou aos seus ouvintes que não vai tocar mais as músicas da cantora Dua Lipa. O Radioamantes no Ar vai ao ar todas as sextas, sempre a partir das 09h pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin, Flavio Aschar e Rogério Alcântara.


 

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Antena 1 anuncia em seu site que Dua Lipa não toca mais em sua programação

Por Rodney Brocanelli

Os internautas que acessam o site da Antena 1 foram surpreendidos com um comunicado informando que a música “Be The One”, da  inglesa Dua Lipa, não faz mais parte da programação musical da emissora. O texto (que poderia ser melhor redigido, por sinal) deixa entendido que a rádio não conseguiu entrevistar a cantora durante sua estadia no Brasil. Ela abriu o show da banda Coldplay, em Porto Alegre.

O Radioamantes apurou que a assessoria de imprensa que trabalhou durante a passagem da cantora pelo país só programou entrevistas na capital gaúcha, o que inviabilizou o planejamento de muitos veículos.

Não é a primeira vez que uma emissora de rádio anuncia publicamente que um determinado artista foi limado de seu play list. Em 1988, a música Suspeito, de Arrigo Barnabé, foi banida da 105 FM. Isso porque, na ocasião,  Arrigo disse em uma entrevista que não ouvia rádio e achava o veículo chato. A emissora de Jundiaí respondeu com uma nota oficial que rodava nos intervalos da sua programação. O texto dizia: “um músico que diz ser o rádio muito chato não merece continuar no rádio”. A trilha usada era “Suspeito”.

Segundo a Wikipédia, Dua Lipa nasceu em Londres e tem ascendência albanesa. Destacou-se no YouTube ao cantar covers de artistas como Nely Furtado e Christina Aguilera. A Warner logo lhe ofereceu um contrato e seu primeiro álbum, que leva seu nome, foi lançado no começo do mês de junho.

Veja a nota da Antena 1 no link abaixo:

http://www.antena1.com.br/noticias/dua-lipa-de-fora-da-programacao

 

No Radioamantes no Ar, um debate sobre as rádios adultas em FM

O Radioamantes no Ar falou sobre a morte de Wianey Carlet, da integração da Rádio Auriverde, de Bauru, à rede da Jovem Pan News, e ainda debateu a respeito das rádios adultas FM do país (em especial Antena 1 e Alpha FM). O Radioamantes no Ar vai ao ar todas as sextas, sempre a partir das 09h, pela web rádio Showtime (http://showtimeradio.com.br). Com Rodney Brocanelli, João Alckmin, Flavio Aschar e Rogério Alcântara.

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Rádio Antena 1 prospecta afiliadas pelo Brasil

Uma boa notícia chega para rádios de todo o Brasil. A Antena 1 (www.antena1.com.br) busca emissoras nas capitais e principais cidades do país que desejem afiliar-se à empresa. O associado adota o nome da rádio e ganha direito a transmitir sua programação.

Ao se tornar um representante da emissora naquela área de atuação, a afiliada tem total autonomia para comercializar anúncios locais e ganha com publicidade veiculada e vendida. “Ambas as partes se beneficiam com a parceria, a afiliada pelo conteúdo de qualidade e a credibilidade da marca, e a sede pelo aumento do alcance no país”, comenta Paulo Roberto Pereira, gerente administrativo da Antena 1.

Basta possuir qualidade sonora e um bom alcance para se tornar uma afiliada da Antena 1. Segundo Pereira, não há grandes exigências de equipamentos: “Só são necessários dois computadores, software de automação comercial e uma parabólica”. A associada também deve pagar, mensalmente, uma taxa de R$ 900 para cobrir os gastos com a recepção via satélite. As estações de rádio recebem, durante todo o processo de afiliação, suporte e assistência da sede.

“Aumentar o raio de alcance sempre foi nosso objetivo. Queremos levar programação de qualidade para o Brasil inteiro”, conta o gerente. Hoje, entre emissoras próprias e afiliadas, a Antena 1 já está presente em 20 cidades brasileiras. Quem tiver interesse em virar uma afiliada da rádio deve entrar em contato pelo e-mail afiliacao@antena1.com.br.

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Para sócio-diretor da Antena 1, rádios offline são futuro do streaming de música‏

Nem Spotify, nem iTunes Radio. O futuro do streaming de música está com as rádios tradicionais. Quem comenta as vantagens da modalidade é Maurício Negrão, sócio-diretor da Antena 1 (www.antena1.com), uma das primeiras a investir na transmissão via web. Com voz de locutor, ele fala, em entrevista, sobre o potencial das rádios na internet:

Quando vocês começaram a perceber que o streaming estava ganhando espaço?
Maurício Negrão: Há 15 anos. Nós fomos os primeiros a investir no streaming no Brasil. Hoje a audiência online da rádio corresponde a 40% do total e vem crescendo. No último mês, por exemplo, o aumento foi de 18%.

O público do streaming é o mesmo que das rádios offline?
MN: Sim e não. Temos ouvintes que sintonizam nas duas formas, mas buscamos novos mercados para o online. Por exemplo, habitantes de cidades mais afastadas do interior de São Paulo, regiões nas quais, em geral, os serviços de streaming a pagamento têm pouca adesão. Nesses municípios, chegamos para competir com as rádios locais.

O que as web rádios têm que falta nos serviços de streaming e vice-versa?
MN: Principalmente a qualidade e o calor humano. A programação das rádios é única e feita por uma equipe especializada, que se dedica 24 horas para isso. A figura do locutor permite a interação com o público e humaniza a transmissão. Há, ainda, o fator do custo zero de assinatura. Nos serviços de streaming há versões gratuitas, mas a sessão do usuário é interrompida a todo instante por propagandas. No caso da Antena 1, são 56 minutos de música direto, com o mínimo de publicidade. Dessa forma, as propagandas não se sobrepõem às músicas.

Qual sua opinião sobre a possibilidade de personalização que os serviços de streaming oferecem, permitindo, por exemplo, que os usuários criem suas próprias playlists?
MN: A personalização tem seus limites. As pessoas buscam sugestões do que ouvir e não querem perder tempo criando suas próprias playlists. Fora que essas playlists podem se tornar repetitivas e desatualizadas em pouco tempo. Já o conteúdo das rádios está sempre se renovando. Toda a programação é estudada por profissionais diariamente e isso nenhum algoritmo supera.

A Apple está desenvolvendo um novo serviço, o Apple Beats, e um DJ da BBC 1 foi chamado para trabalhar a semelhança com rádios tradicionais, pensando na oferta regional. O que você pensa sobre isso?
MN: Acho que é mais uma tentativa de emplacar o streaming, não um real modelo de negócio. Os desenvolvedores talvez tenham enxergado o grande negócio que são as rádios tradicionais, por isso chamaram o DJ da BBC. As novidades em termos de escutar música vêm e vão, mas o rádio fica, seja online ou offline.

Qual o futuro da Antena 1?
MN: Continuaremos a produzir conteúdo de qualidade e a propor novas opções de ouvir música, investindo tanto no online quanto no offline. Hoje, uma das principais exigências do público é a qualidade do áudio. Por isso, planejamos oferecer um complemento em high quality para os ouvintes, em breve.

Comentário: Entrevista encaminhada pela assessoria de imprensa da emissora. E você, caro leitor, o que acha das declarações de Negrão. Deixe seu comentário neste post (Rodney Brocanelli)

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Fim da Antena 1 do Rio completa um ano

Por Rodney Brocanelli

Há um ano, um medley dançante dos Beatles marcou o fim das transmissões da Antena 1, no Rio de Janeiro. A emissora levou a pior numa estratégia para colocar a programação da Tupi AM no FM. A dança das cadeiras…quer dizer, das frequências ficou assim: Nativa FM ocupando o lugar da Antena 1, nos 107,3Mhz. E a Tupi entrou no lugar que era da Nativa, em 96,5Mhz. Quase um ano depois, o Sistema Globo de Rádio reagiu e colocou a popular Rádio Globo nos 89,3Mhz.

Os orfãos da Antena 1 estão reunidos numa comunidade do Orkut. Volta e meia, aparecem mensagens saudosas de sua estação de Rádio preferida e reclamando pelo fato de não exisitirem boas opções no segmento adulto.

No player abaixo, é possível recordar  seus momentos finais.