Memória: paulistas ouviram narração de Pedro Carneiro Pereira na Copa de 1970

Por Rodney Brocanelli

Neste final de semana, a Rádio Guaíba colocou no ar mais dois jogos históricos de seu arquivo, desta vez, envolvendo a seleção brasileira de futebol. No sábado (9), a emissora rodou a gravação de Brasil x Zaire, partida válida pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha, com narração  de Armindo Antonio Ranzolin, Neste domingo (10), foi veiculada a reprise de Brasil x Tchecoslováquia, estreia das duas seleções na Copa de 1970, no México. É desse segundo jogo, que o Radioamantes vai destacar algumas curiosidades.

Primeiro que a transmissão partida disputada no Estádio Jalisco, em Guadalajara foi transmitida em pool. Diferente do que ocorreu na Copa seguinte, quando cobriu aquela competição sozinha, a Guaíba se uniu à extinta Rádio Continental para a transmissão dos jogos daquela competição. Profissionais das duas emissoras se dividiram  para irradiar emoção aos rádios tanto de Porto Alegre, como do Rio de Janeiro.

Pela Guaíba, estiveram transmitiram os jogos Pedro Carneiro Pereira (narrador), Ruy Carlos Ostermann (comentarista) e João Carlos Belmonte (repórter). Pela Continental, Clóvis Filho (narrador), Carlos Marcondes (comentarista) e Luís Fernando (repórter). Cada narrador comandava a transmissão em um tempo da partida. Os outros profissionais participavam juntos e intervinham sempre que necessário.

Pedro Carneiro Pereira narrou a primeira etapa de Brasil x Tchecoslováquia. E justamente aqui que temos as curiosidades mais saborosas. Como se sabe, a transmissão da Copa do México foi dividida em diversos pools (entenda mais aqui). Um deles, o de São Paulo, que envolveu as rádios Jovem Pan, Bandeirantes e Nacional (hoje Globo) enfrentou dificuldades técnicas logo de cara. A saída para essas emissoras foi usar o áudio da Guaíba-Continental, que chegava sem problemas ao Brasil. Com isso a transmissão  de Pedro Carneiro, um dos maiores narradores do Rio Grande do Sul, foi ouvida pelos paulistanos. Em vários trechos de sua narração, ele informa os problemas técnicos vividos pelos paulistanos e anuncia o nome das rádios.

O pool de São Paulo só conseguiu entrar no ar aos 8 minutos do segundo tempo, com  Joseval Peixoto, representando a Jovem Pan, saudando os ouvintes e passando o comando para Fiori Giglotti, da Bandeirantes. “Ninguém pode imaginar o drama e o sacrifício que vivemos, que experimentamos até agora para que nosso som chegasse ao Brasil”, disse o locutor da torcida brasileira. Fiori e Joseval fatiaram a transmissão do que restou daquele segundo tempo (ouça aqui o áudio disponibilizado pelo jornalista Thiago Uberreich).

A transmissão do pool Guaíba-Continental seguiu normal para as duas rádios, com Clóvis Filho assumindo a narração. Aliás, essa reprise veiculada pela rádio porto-alegrense serviu também para resgatar um a memória da  Continental, que operava nos 1030Khz no Rio de Janeiro e era uma das grandes audiências locais durante o futebol.

Pedro Carneiro Pereira foi diretor do departamento de esportes da Rádio Guaíba. Além disso, sua outra paixão era pela pilotagem. Ele morreu em 1973, aos 35 anos, em um acidente durante a 4ª etapa do campeonato gaúcho de carros turismo, no autódromo de Tarumã, em Porto Alegre.

Ouça no link abaixo a íntegra de Brasil x Tchecoslováquia.

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Pedro Carneiro Pereira

Rádio Bandeirantes viaja no tempo e transmite final da Copa do Mundo de 1970 neste domingo

A Rádio Bandeirantes vai levar seus ouvintes a uma viagem no tempo neste domingo (26), a partir das 15h, rumo à final da Copa do Mundo de 1970.

A emissora transmitirá a partida que consagrou o Brasil campeão em vitória por 4 a 1 sobre a seleção italiana no estádio Azteca, no México, em 21 de junho daquele ano.

O jogo será narrado por Ulisses Costa e contará com a participação dos jornalistas Bernardo Ramos e Ricardo Capriotti. Destaque para depoimentos de ex-jogadores como Tostão, familiares dos atletas e músicas da época.

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Seleção Brasileira 1970

Ouça José Silvério sem Tieline e com Tieline

Por Rodney Brocanelli

Ontem o Radioamantes publicou um post sobre o Tieline, um decodificador (ou codec) que converte o som telefônico em som de estúdio. Esse aparelho melhora muito a qualidade das transmissões externas e vem sendo usado por diversos profissionais de rádio que estão apresentando ou participando de programas (leia mais aqui).

No entanto, faltaram exemplos sonoros para demonstrar a diferença da qualidade de som. Para isso, vamos pegar duas narrações de José Silvério em dois momentos diferentes da história.

Em 1978, pela Rádio Jovem Pan, Silvério transmitiu as emoções da Copa da Argentina. Destacamos aqui o gol da vitória da seleção brasileira sobre a seleção italiana, marcado por Dirceu, na disputa pelo terceiro lugar. Reparem que o som tem a qualidade de uma ligação telefônica.

Agora, vamos destacar um registro da Copa da Rússia, em 2018, 40 anos depois. A partida em questão é Brasil x México, com vitória brasileira (e sofrida) pelo placar de 2 a 0. O narrador já estava na Rádio Bandeirantes. Com o avanço tecnológico e o uso do Tieline, notem como a qualidade de som tem um ganho substancial. O áudio é em estéreo e o ouvinte tem a sensação que José Silvério está no estúdio (o que não era o caso).

Silvério Pan e Bandeirantes

Memória: a raiva de Fiori Gigliotti em 1990

Por Rodney Brocanelli

Em janeiro deste ano, publicamos aqui o choro do narrador Fiori Gigliotti, entristecido com a desclassificação da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1986 (veja aqui). Quem pode acompanhar na época esse que já é um grande momento da história do rádio esportivo brasileiro, nem imaginaria que quatro anos depois, na Copa de 1990, a comoção seria substituída pela indignação.

No dia 24 de junho de 1990, o Brasil era desclassificado pela Argentina na fase de oitavas-de-final da competição. O gol foi marcado pelo atacante Caniggia, após receber um passe de Maradona. O lance protagonizado pelo astro argentino foi genial. Ele veio com a bola dominada no meio campo, conseguiu se livrar da marcação de Dunga e, mesmo cercado por pelo menos dois outros marcadores, passou a bola para que seu companheiro saísse livre, de frente para o gol.

Era o fim de uma campanha pífia (para usar uma palavra da moda), uma das piores da história da seleção brasileira em Copas. O futebol apresentado não despertou suspiros durante toda a competição. Muito se diz que esse mau rendimento teve a ver com o fato de o elenco ter ficado insatisfeito com a CBF e sua patrocinadora da época: uma famosa marca de refrigerantes.

O técnico da ocasião era Sebastião Lazaroni. Ele assumiu o cargo, em 1989, pouco depois de Ricardo Texeira ser conduzido à presidência da CBF. Até então sua experiência se restringia ao futebol carioca. Foi campeão estadual do Rio de Janeiro com o Flamengo em 1986  e com o Vasco em 1987 e 1988.

Após um começo claudicante na Copa América de 1989, a seleção brasileira de Lazaroni foi melhorando aos poucos e na fase decisiva da competição enfileirou vitórias importantes contra os principais rivais do continente: Argentina (campeã do mundo na ocasião -2 a 0), Paraguai (3 a 0) e Uruguai (1 a 0). Com este último triunfo, o Brasil conquistou o título sul-americano de seleções, algo que não acontecia desde 1949.

Ainda naquele ano, o Brasil conseguiu vitórias contra adversários tradicionais em amistosos na Europa:  Itália (1 a 0) e Holanda (então campeã da Eurocopa – 1 a 0). Esses bons resultados, credenciaram a seleção canarinho (na época não era pistola) como uma das favoritas ao título.

Entretanto, no ano seguinte, as coisas começaram a dar errado. O rendimento já não era mais o mesmo no primeiro semestre de 1990 e os conflitos internos ajudaram a piorar o que já não estava tão bom.

Voltando ao dia 24 de junho, Fiori Gigliotti narrou aquele Brasil x Argentina pela Rádio Bandeirantes, liderando mais uma vez a Cadeia Verde Amarela (norte/sul do país, como ele costumava dizer nas transmissões). Era a oitava cobertura do locutor da torcida brasileira. Era a terceira desclassificação seguida que ele transmitia. Além da já citada Copa de 1986, no México, Fiori esteve também na Espanha em 1982.

Ao contrário de 1986,  as palavras de Fiori logo após o apito final foram de raiva. O alvo principal foi Lazaroni: “Fecham-se as cortinas e termina o nosso sonho, torcida brasileira. 1 a 0 para a Argentina Para um treinador que tem merda na cabeça, não poderia acontecer outra coisa, torcida brasileira. Ele insistiu e teimou(…) feriu a nossa história, o nosso passado, a nossa tradição, as nossas raízes, colocando um ataque com dois (jogadores), quando não trouxe nem reservas competentes, e aí está: o Brasil fora da copa”.

A bronca de Fiori era em relação ao fato de Lazaroni ter montado uma seleção com três defensores e dois atacantes. Essa formatação tática era bastante popular na Europa, mas devido ao número de homens na defesa, ela foi muito associada ao defensivismo, quando na verdade o esquema nem é necessariamente para um time jogar apenas na defesa.

Sebastião Lazaroni virou a grande referência daquele fracasso de 1990. Fiori nada mais fez do que traduzir em palavras, ainda que duras, todo o descontentamento da torcida brasileira na ocasião. Ouça abaixo o áudio. Agradecimentos especiais a Marcos Sperli Garcia, autor do livro Craques do Microfone e administrador da comunidade de mesmo nome no Facebook (clique aqui).

fiori gigliotti 1990

Memória: o choro de Fiori Gigliotti em 1986

Por Rodney Brocanelli

O dia 21 de junho de 1986, em termos futebolísticos, está bem marcado na memória de uma geração de torcedores. Brasil x França protagonizaram uma das partidas mais dramáticas da segunda Copa do Mundo disputada no México. Segundo o site Trivela (veja aqui), qualquer das duas seleções poderia ter saído com a classificação para a semifinal da competição. Aquela disputa teve 120 minutos de futebol  no calor de Guadalaja, mas que poderia ser chamado sem qualquer exagero de calor senegalesco.

No tempo normal, a partida terminou empatada em 1 a 1, com gols de Careca e Platini. Ainda houve uma chance, na segunda etapa,  para que o Brasil tivesse vantagem no placar. Zico, acabou desperdiçando a cobrança de uma penalidade máxima, na segunda etapa. Depois, uma prorrogação surpreendentemente  intensa, mas sem gols.

Daí veio a disputa da cobrança de tiros livres. Sócrates e Julio Cesar não foram felizes em suas oportunidades. Platini também não. No entanto, o Brasil ficou em desvantagem logo antes de Luis Fernandez se dirigir até a marca da cal. Se ele convertesse, a França estaria classificada. A torcida era para que Carlos pudesse defender o chute ou então a que bola fosse para fora ou batesse na trave. Para a tristeza dos brasileiros, Fernandez converteu sua cobrança.

Fiori Gigliotti narrou esse jogão pela Rádio Bandeirantes. Como em outras copas, ele foi o narrador principal da emissora na cobertura daquela competição. Essa condição foi reafirmada após a passagem relâmpago de José Silvério no segundo semestre de 1985. Além disso, ao contrário do que aconteceu em 1970, na primeira copa disputada no México, ele não teria que dividir a narração com outros locutores em um pool de transmissão. Brilhou sozinho no microfone da Bandeirantes.

E foi justamente nesse Brasil x França que Fiori Gigliotti protagonizou um de seus grandes momentos no rádio. Antes da cobrança de Fernandez, ele conseguiu unir informação e emoção ao mesmo tempo, falando das características do jogador françês e das circunstâncias daquele momento. Depois do gol marcado, ele desaba e com a voz embargada diz: “Que tristeza, torcida brasileira. O nosso sonho transforma-se em pesadelo”.  Mesmo emocionado, consegue engatar um improviso, arte na qual era mestre, e conseguiu traduzir em palavras todo o sentimento de frustração que havia no ar por mais uma desclassificação em Copas do Mundo. Ouça abaixo.

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Rádio Esporte Clube cobrirá os jogos do Brasil no Mundial Sub 20 feminino, somente com mulheres

Neste domingo (05) a Rádio Esporte Clube (https://www.radioesporteclube.com/) trará a emoção do futebol feminino para os seus ouvintes com a Copa do Mundo de futebol feminino Sub-20 que será realizada na França, esta será a nona edição do torneio que teve início em 2002, no Canadá. A competição conta com duas equipes Sul-americanas o Brasil que está no Grupo B da competição e o Paraguai que está no Grupo C.

O Brasil nunca conquistou a competição e vem para a disputa para tentar um feito inédito depois de conquistar pela oitava vez o Sul-americano disputado no Equador com sete vitórias em sete jogos disputados e com a impressionante marca de 30 gols.

O treinador da equipe é Doriva Bueno que está no cargo desde 2014 e tem a assistência de Daniela Alves ex-jogadora da seleção brasileira. Antes de desembarcar na França a seleção fez toda sua preparação na Granja Comary em Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro, e realizou dois amistosos contra a Seleção norte-americana de Portland, no início de julho. A Seleção venceu o primeiro duelo por 3×2 e perdeu o segundo por 2×1.

A equipe desembarca hoje em solo francês e no domingo faz a sua estreia as 08h30 no horário de Brasília enfrentando a seleção mexicana, e a Rádio Esporte Clube realizará a cobertura desse jogo com uma equipe formada somente por mulheres a partir das 08h15 da manhã, onde já estaremos no AR com todas as informações do duelo, e claro a emoção do jogo com narração de Elaine Trevisan, reportagens de Juliane Santos e comentários de Milla Magalhães, a equipe também contará com Natália Santana para os demais jogos da seleção.

A REC irá transmitir os três duelos da Seleção na primeira fase onde o Brasil além de enfrentar as mexicanas, jogará contra a seleção da Inglaterra e Coreia do Norte.

É importante lembrar que o Brasil contará com destaques importantes do Sul-Americano realizado no equador como, por exemplo, a goleira Kamelli, as atacantes Geyse e Brenda, e a meio-campista e capitã Ana Vitória.

A competição que é realizada desde 2002 tem como maior campeã as seleções da Alemanha e EUA com três títulos cada uma, e uma surpreendente Coreia do Norte com 2 títulos conquistados é a atual campeã da competição, e que jogará contra o Brasil o último jogo da primeira.

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Oscar Ulisses e Nilson Cesar seguem sem narrar conquistas do Brasil em Copas do Mundo

Por Rodney Brocanelli(*)

A Copa do Mundo da Rússia caminha para seu término e pelo menos dois narradores titulares de grandes emissoras de São Paulo seguem sem ter narrado um título mundial do Brasil. São eles: Oscar Ulisses, da Rádio Globo, e Nilson Cesar, da Rádio Jovem Pan. Se não houver qualquer alteração de última hora nas escalas, eles estarão narrando a grande final do próximo domingo, envolvendo França e Croácia por suas emissoras.

No encerramento da transmissão de Brasil x Bélgica, partida válida pelas oitavas-de-final (veja abaixo), Nilson Cesar falou da sua frustração pessoal com a desclassificação brasileira, uma vez que ele tem o sonho de gritar “Brasil Campeão” no microfone da sua emissora. “Nesses 36 anos, apesar de oito Copas aqui na Jovem Pan, não tive essa chance ainda, mas quem sabe no Catar, né? Vamos torcer para que isso possa ocorrer um dia na minha vida”, acrescentou. Nilson Cesar passou a ser titular da narração na Jovem Pan no ano 2000, quando José Silvério se transferiu para a Rádio Bandeirantes. Desde 2006,  ele esteve em todas as finais. A seleção brasileira é que decepcionou.

Quando o Brasil se sagrou pentacampeão mundial na Copa realizada na Coréia/Japão, em 2002, a Jovem Pan não transmitiu aquela competição. A direção da emissora decidiu não desembolsar o valor cobrado pelos direitos de transmissão e optou por seguir um caminho alternativo (saiba mais aqui).

Por outro lado, uma decisão da Rádio Globo acabou fazendo com que Oscar Ulisses, titular das jornadas esportivas da capital paulista  não narrasse o título de 2002. A emissora adquiriu os diretos de transmissão desta Copa. Entretanto, na ocasião, estava vigorando o projeto Rádio Globo Brasil, que uniu em grande parte as programações das emissoras do Rio e de São Paulo. Até então, cada regional fazia a sua cobertura própria. Para aquela edição, a Globo investiu no nome de José Carlos Araújo como narrador das partidas da seleção brasileira.

Oscar Ulisses passou a ser narrador titular da Rádio Globo paulistana a partir de 1995, com o afastamento de Osmar Santos. No entanto, ele esteve no comando da transmissão da final da Copa de 1986, no México, que colocou frente a frente Alemanha e Argentina. A taça ficou com os argentinos, depois da vitória no tempo normal pelo placar de 3 a 2. Osmar narrou essa mesma partida pela TV Globo. Doze anos depois, em 1998, Oscar narrou a final Brasil x França. Entretanto,  Zidane acabou com o sonho de milhares de torcedores brasileiros e, por tabela, com o sonho de Oscar em narrar uma conquista brasileira.

Em 2006, talvez percebendo o equívoco cometida na Copa anterior, a Rádio Globo fez com que José Carlos Araújo e Oscar Ulisses dividissem a narração dos jogos da seleção brasileira. Porém, Zidane apareceu mais uma vez pelo caminho e ele não estava sozinho. Na partida contra o Brasil, válida pelas quartas-de-final, o craque francês cobrou uma falta e Henry completou para o fundo da rede. Nas competições seguintes (2010 e 2014), a Globo refez a divisão das emissoras carioca e paulista. O desempenho brasileiro, entretanto,  não colaborou com Oscar.

Falamos agora de José Silvério e Éder Luiz. Do primeiro, nem é necessário se alongar  muito, uma vez que ele está chegando à sua décima primeira final seguida de Copa do Mundo, narrando os títulos brasileiros obtidos em 1994 (EUA) e 2002 (Coréia/Japão).  Éder Luiz também esteve nessas duas finais. Em 1994, ele transmitiu o jogo pela Rádio Bandeirantes, substituindo Fiori Gigliotti, que não pode empunhar o microfone da emissora por ser candidato a deputado estadual em São Paulo nas eleições daquele ano. Fiori não conseguiu se eleger. Já em 2002, Éder narrou aquela conquista brasileira pela Rádio Transamérica.

(*) Post feito a partir de uma sugestão do jornalista Celso Luís Gallo.

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Ouça o gol de Colômbia 1 x 0 Senegal

Por Rodney Brocanelli

Depois de um mau começo, a Colômbia também obteve sua classificação para a próxima fase da Copa do Mundo de 2018 com a vitória sobre Senegal, pelo placar de 1 a 0. Destacamos aqui a narração de Antonio Casale, da RCN Radio. Aliás, a emissora tem um empolgado repórter meta. Espera-se que sua voz esteja inteira para o próximo jogo.

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Narrações da classificação da Argentina vão de desabafos à pedidos de perdão

Por Rodney Brocanelli

A Argentina conseguiu sua classificação para a segunda fase da Copa do Mundo ao vencer a Nigéria pelo placar de 2 a 1. Não foi nada fácil essa passagem. Teve muito drama, que só foi resolvido aos 40 minutos do segundo tempo, com o gol de Rojo. E teve de tudo nas narrações das rádios argentinas, de desabafos de todo tipo à pedido de perdão.

Ouça abaixo, a narração de Leo Gabes, da Rádio Continental para o segundo gol da equipe alviceleste. Teve até espaço para o “¡ganamos, carajo!”

Ouça a narração de Walter Nelson, da Rádio La Red. Houve uma certa dúvida quanto a autoria do segundo gol. Assim que se esclareceu, um dos integrantes da equipe pediu perdão ao zagueiro. E depois da festa, o merchan. Lá pode.

Ouça também a narração de Gustavo Vergara.

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Na França, narrador também costuma interromper para não perder lance do gol.

Por Rodney Brocanelli

A França é mais uma seleção que garantiu sua classificação para a próxima fase da Copa do Mundo ao vencer o Peru pelo placar de 1 a 0. Na transmissão da Europe 1, é possível perceber uma característica comum no rádio esportivo brasileiro: o narrador interrompe quem está falando no momento para não perder o lance do gol. Ouça abaixo.

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Javier Máximo Goñi narra mais um triunfo da celeste olímpica

Por Rodney Brocanelli

O Uruguai já está classificado para as oitavas de final da Copa do Mundo. A vitória de hoje sobre a Arábia Saudita carimbou o passaporte. Ouça a narração de Javier Máximo Goñi, da Rádio Oriental.


 

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João Ricardo Pateiro canta discretamente, mas canta em gol de Cristiano Ronaldo

Por Rodney Brocanelli

Cristiano Ronaldo, sempre ele, ajudou Portugal a escrever mais uma bela página nesta Copa do Mundo. De cabeça, ele fez o gol do triunfo de sua seleção sobre o Marrocos pelo placar de 1 a 0. Vamos destacar aqui a narração de João Ricardo Pateiro, da TSF. Ele é conhecido por cantar durante os gols. Nesse caso, até que deu uma cantadinha discreta. O que chamou mesmo a atenção foi o aquele famoso assobio, muito ouvido em transmissões daqui, repetido à exaustão, e soando quase que como se fosse um scratch de DJ. Ouça abaixo.

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Transamérica transmite principais jogos da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018

Muita emoção vai rolar durante a cobertura dos jogos da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 na Rádio Transamérica FM, emissora detentora dos direitos de transmissão do torneio de futebol mais importante do planeta. Sob o comando de Eder Luiz, 12 profissionais já estão trabalhando no velho continente e envolvidos na transmissão dos principais jogos do mundial. Além das partidas ao vivo, a emissora conta com programação exclusiva, com mais de dez horas diárias, destacando detalhes e curiosidades sobre o campeonato e a atuação das seleções, principalmente dos possíveis adversários do Brasil em futuras fases. Confira a programação AQUI 

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Ouça a empolgação da “narração comentada” de uma rádio do Senegal para a vitória de sua seleção

Por Rodney Brocanelli

Senegal seguiu sua tradição de começar bem suas participações em Copas do Mundo e venceu a Polônia pelo placar de 2 a 1. A transmissão da Radio Sénégal Internationale vai muito naquela linha de “narração comentada”. A medida em que a seleção local começou a se dar melhor durante o jogo, a empolgação aumentou. Não conseguimos identificar os profissionais. Ouça abaixo.

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Colombia 1 x 2 Japão: narração de tv no pique do rádio

Por Rodney Brocanelli

A Colômbia teve um mau começo nesta Copa ao perder para o Japão pelo placar de 2 a 1. Destacamos aqui uma narração de TV que poderia ser muito bem veiculada pelo rádio. É a de Javier Fernández. da Gol Caracol.

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