O rádio está sendo companheiro?

Por Marcos Lauro

O mercado do rádio, especialmente em São Paulo, está agitado. Parcerias acabam, nomes mudam, freqüências são arrendadas (um eufemismo para “vendidas”)…

E nessa correria toda, muita gente acaba se esquecendo do principal papel que o rádio tem para o ouvinte: o de ser companheiro.

Ser companheiro não se resume às rádios populares, não precisa ler carta/e-mail de ouvinte no ar, mandar beijo, recado… dá pra ser companheiro tocando rock, blues, jazz, qualquer coisa.

Hoje o G1 publicou um pequeno perfil de uma senhorinha de Cacoal, interior de Rondônia, que tem o rádio como companheiro. Dê uma lida e veja se o rádio está cumprindo sua função nesses tempos tão conturbados.

Foto: Magda Oliveira/reprodução G1