O Radioamantes no Ar deste último sábado, veiculado pela web rádio Showtime (http://www.showtimeradio.com.br/), recebeu o jornalista Anderson Cheni. Ele é dono de um dos blogs mais bem informados sobre rádio, o Cheni no Campo (http://cheninocampo.blogspot.com.br/). Na entrevista, foram abordados vários temas ligados ao veículo, entre eles a questão da pesquisas de audiência. Até que ponto elas são confiáveis? Além disso, Cheni falou também sobre a rotina de atualizações de seu blog, do panorama atual do rádio esportivo, e da possível migração do AM para uma faixa de FM. “O rádio AM é o Orkut. O rádio FM é o Facebook”, diz ele. Ouça no player abaixo.
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Radioamantes no Ar entrevista o narrador esportivo Hugo Sergio
Neste sábado, o Radioamantes no Ar, veiculado pela web rádio Showtime (http://www.showtimeradio.com.br/), entrevistou o narrador Hugo Sergio, da Rádio Bandeirantes, de Goiânia. Ele falou sem rodeios sobre o atual panorama do rádio goiano, que vive momentos de incerteza com terceirização de departamentos esportivos, extinção de equipes esportivas e até mesmo ameaça de venda de grandes emissoras de rádio. Oriundo do rádio de Belo Horizonte, ele também fez uma breve análise sobre as rádios daquela capital que cobrem o futebol. Apresentação de Rodney Brocanelli e participação de João Alkmin.
Relembre o episódio envolvendo Hugo Sergio e a torcida do Atlético-MG clicando no link abaixo:
O que acontece com o rádio goiano AM?
Por Rodney Brocanelli
As notícias que vem da cidade de Goiânia não são nada animadoras. Segundo o blog de Auvaro Maia, a Rádio 730 AM demitiu todo o seu corpo de funcionários. Eles estão cumprindo aviso prévio. Há uma esperança. Se a emissora conseguir arrecadar R$ 300 mil, algumas demissões poderão ser canceladas.
Mais detalhes no link abaixo:
http://auvaromaia.com/2013/08/26/radio-730-demite-todos-os-funcionarios/
E não são as únicas más notícias. A Rádio Difusora AM encerrou o contrato com o radialista Adolfo Campos, que terceirizava o esporte da emissora. A alegação oficial foi algum tipo de irregularidade encontrada por orgãos reguladores. Leia mais no link a seguir:
http://auvaromaia.com/2013/08/22/difusora-goiania-nao-tera-mais-esporte/
Some-se a isso a situação delicada que os profissionais do departamento de esporte da Rádio Bandeirantes AM 820 (antiga Rádio Jornal) enfretaram no mês de julho. Todos eles tiveram seus contratos encerrados com a emissora. Na última hora, um acordo fez com que esse departamento fosse terceirizado, preservando assim o emprego da maioria dos profissionais.
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O caso da 730 AM é o que impressiona mais. Criada em 1997, por Jorge Kajuru, como Rádio K do Brasil, a rádio chegou uma das maiores de Goiânia. Fez do esporte o seu carro-chefe, embora a emissora tivesse um jornalismo forte e atuante. Na Copa do Mundo disputada na França, em 1998, virou notícia nacional devido à sua cobertura extensiva da competição. Goste-se ou não de Karjuru, ele colocou o rádio de Goiás em um outro patamar.
Entretanto, a linha editorial causou várias dores de cabeça a seu proprietário, que entrou em rota de colisão com o governador Marconi Perillo. Kajuru passou a emissora para frente. Ela mudou de nome, passando a se chamar 730 AM. Depois disso, ela teve vários proprietários, entre eles Joel Datena, filho de José Luiz Datena. Nos últimos tempos, ela é administrada por Maurício Sampaio, um dos nomes envolvidos no assassinato do radialista Valério Luiz.
Nas últimas horas, surgiu a notícia de que a 730 AM poderia ser vendida à Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdomiro Santiago
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Ouça abaixo um momento da antiga Rádio K do Brasil: os instantes finais da partida entre Brasil x França, com a narração de Edson Rodrigues.
“Por que o rádio não tem imagem?”
Por Rodney Brocanelli
De vez em sempre costumo olhar a parte de estatísticas do blog. Bom para saber como e porque o internauta chega até aqui. Examinando a aba “termos de motor de busca”, ou traduzindo, as palavras-chave que os internautas digitam nos mecanismos de busca, algo me chamou a atenção. Alguém digitou lá “por que o rádio não tem imagem?”.
Não sei dizer quem formulou essa pergunta, até certo ponto, ingênua. Também não vou arriscar a construir aqui o perfil de quem a fez. Pode ser jovem, meia idade, idoso, não tenho como saber. Espero que ela tenha encontrado a resposta em algum dos posts deste blog. Meu palpite é que esse internauta teve uma formação estritamente visual. Não o culpo. Nos últimos tempos, as pessoas valorizam muito mais a imagem do que a palavra ou mesmo o som, ambos isolados.
Se eu pudesse responder ao questionamento, usaria como exemplo a frase de um ex-repórter que hoje se transformou em narrador esportivo: Alex Muller. Ele sempre diz: “vou mexer com a sua imaginação”. O rádio é justamente isso: imaginação. Quem o escuta, pode perfeitamente criar uma imagem a partir daquilo que está sendo dito. As transmissões esportivas são um ótimo exemplo disso.
Certa vez, eu estava participando de uma transmissão de uma partida de vôlei no ginásio do Sesi, em Sâo Paulo, que não teve cobertura direta de televisão. Pelas redes sociais, chegou a mensagem de um internauta dizendo que nunca tinha escutando a irradiação de um jogo daquela modalidade pelo rádio e completava afirmando que estava gostando da experiência. Ganhei a noite. Esse ouvinte se deixou levar pela imaginação e, a partir da descrição que chegava até ele, criava as imagens em sua mente.
Acho que falta um pouco disso. Em um mundo estritamente visual, as pessoas não têm se deixado levar pelos outros sentidos, em especial pela audição. E olha que não é por falta de oportunidade. A oferta de rádios e de web rádios é grande. Com esse quadro, o veículo, independente de plataforma, tem um grande desafio para daqui por diante: convencer uma nova geração que está vindo aí de que criar imagens é tão ou mais prazeroso quanto simplesmente vê-las.
Radioamantes no Ar entrevista Flávio Araújo
O Radioamantes no Ar, veiculado pela web rádio Showtime (http://www.showtimeradio.com.br/), entrevistou o narrador esportivo Flávio Araújo. Craque do Escrete do Rádio, da Bandeirantes, entre as décadas de 1960 e 1970 (com uma breve passagem pela Excelsior), ele atuou na época de maior agitação do rádio esportivo brasileiro. Flávio acompanhou de perto (e isso não é um recurso de estilo) os feitos de três grandes esportistas brasileiros: Pelé, Émerson Fittipaldi e Éder Jofre. No bate papo, Flavio contou passagens de sua carreira e relembrou de alguns de seus feitos com o microfone na mão. Entrevista concedida a Rodney Brocanelli e João Alkmin. Ouça no player abaixo.
Abert lança campanha para estimular acesso a rádio e TV pelo celular
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) realiza desde a última segunda-feira, 22, uma campanha para estimular as pessoas a usarem o celular para acessar a programação do rádio e da televisão aberta.
Com o slogan “Rádio e TV ao alcance da sua mão”, a iniciativa aposta no Facebook para alcançar o público que participa nesta semana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), estimado em 2 milhões de pessoas.
– Em grandes eventos, as redes de telefonia não suportam a sobrecarga de dados. O rádio e a TV digital tornam-se os maiores aliados de quem precisa de informação instantânea, explica o presidente da Abert, Daniel Slaviero.
Com peças criadas para a rede social, a campanha orienta como acessar a programação de rádio e televisão aberta pelo celular – e sem custo – e informa sobre modelos e marcas de aparelhos habilitados para o serviço.
Slaviero convida os radiodifusores associados à entidade a multiplicarem a mensagem da campanha na programação, nos sites e redes sociais de suas emissoras.
– A radiodifusão evolui com as novas tecnologias, ganha mobilidade e amplia seu alcance. Quem se beneficia é o cidadão que recebe informação aonde estiver, não só em eventos de grande porte, mas todos os dias, afirma Slaviero.
De acordo com dados da Anatel, existem no país 265,7 milhões de celulares, 134,35 aparelhos para cada 100 habitantes. Estima-se que 60% desse total possuem rádio FM e mais de 5% TV digital.
A campanha é a primeira de uma série que a entidade promoverá aproveitando grandes eventos como Copa do Mundo, Eleições e Olimpíadas.
Sobre a Abert
A ABERT é uma organização fundada em 1962, que representa 3 mil emissoras privadas de rádio e televisão no Brasil, e tem por missão a defesa da vigência da liberdade de expressão em todas as suas formas.
Riscos do rádio ao vivo
As canoplas da discórdia
Por Rodney Brocanelli
Ouvindo o pós-jogo de um jogo qualquer numa emissora qualquer (desta vez, não revelarei nenhum dos dois), chamou a atenção a pergunta feita pelo repórter, que vazou no ar, para alguém da retaguarda: “você conseguiu pegar nosso microfone em alguma emissora de televisão?” De fato, apareceu sim, com direito a canopla e tudo. No entanto, não serei eu a informar onde foi. Só queria dizer algumas coisas sobre isso. A primeira: repórter não é segurador de microfone, especialmente em mini-coletivas para fazer com que o logo de uma emissora apareça em uma outra de televisão. Algumas perguntas também cairiam muito bem. A outra coisa que eu queria dizer: esse pessoal não se dá conta de que algumas emissoras detestam esse tipo de situação…em especial Globo e Sportv. Ou o amigo leitor acha que é de graça que seus câmeras fazem malabarismos com as lentes para tentar fugir dessa “poluição” no ar? E, pior, também é por causa disso que a emissora de tv que detém os direitos das principais competições esportivas do país quer limitar a presença de repórteres em campo ou nas quadras? Os profissionais que desejam mais visibilidade das suas emissoras apenas segurando o microfone poderiam pensar um pouco mais sobre isso.
Para os não-iniciados, saiba o que é canopla clicando neste link da Wikipédia:
Cuidado para não se atrapalhar com o slogan
Por Rodney Brocanelli
Numa rádio do interior do Paraná, o apresentador ia falar de um salão de beleza e mandar uma saudação para sua proprietária, mas acabou se atrapalhando com o slogan. Ouça no player abaixo.
Começando o debate sobre a cobertura jornalística do rádio
Por Rodney Brocanelli
O amigo Flávio Guimarães, sempre atento, publicou em seu blog um comentário sobre a cobertura que blogs e sites independentes fazem sobre o rádio. O título é “Colunas Especializadas copiam, colam e desvalorizam o rádio”.
O link é este aqui:
http://fg-news.blogspot.com.br/2013/03/colunas-especializadas-copiam-colam-e.html
Chamo a atenção para os trechos mais representativos:
O rádio pode ser considerado um dos veículos mais adaptáveis entre as mídias eletrônicas, capaz, inclusive de tirar proveito da universalidade da web. É preciso, porém, usar os meios com profissionalismo e competência.
Aí começa a ficar compreensível um dos problemas atuais do rádio. Além de o veículo, em muitos casos, estar deteriorado profissional e tecnologicamente, vem se contaminando cada vez mais com o mau hábito das replicações, comuns na Internet. “Equipes de jornalismo”, resumidas a uma ou duas pessoas, copiam informações da rede e as colocam no ar. Quando não, limitam-se a transcrever, na íntegra, os releases recebidos. Mal comparando, dá-se o efeito Droste, utilizado na repetição de imagens, como na foto que encima este post. Um rádio assim, não pode sobreviver.
Quando penso que as colunas especializadas poderiam ajudar nessa questão, observando problemas, alertando sobre equívocos, destacando acertos, contribuindo, enfim, para um rádio melhor vejo que, infelizmente, até os especialistas colaboram para consagrar a mesmice que, atualmente, tomou conta do veículo. O exemplo, a seguir.
Para lembrar os 50 anos do “Arquivo Musical”, apresentado aos domingos, a rádio Bandeirantes, de São Paulo, distribuiu um press release. O texto destaca ações que serão executadas neste dia 17 de março, em comemoração às cinco décadas de sucesso do programa, o segundo mais antigo da emissora.
Duas das colunas especializadas, das mais lidas, simplesmente copiaram o release produzido pelo departamento de divulgação do Morumbi e publicaram “tim tim por tim tim”, incluindo a foto do atual apresentador, Ronald Gimenez. Uma delas ainda se deu ao trabalho de mencionar as frequências da emissora, em AM e FM.
No final do texto, Flávio coloca os links para os sites que reproduziram o material da Rádio Bandeirantes sobre o programa Arquivo Musical. Assim que tomei conhecimento do texto, mandei, via Twitter, uma série de mensagens a ele. Pedi para que incluisse o link do Radioamantes que apresenta o mesmo conteúdo (veja aqui).
Não vejo qualquer problema em republicar releases de emissoras de rádio. Aqui no Radioamantes, eles são publicados sem assinatura e com padrão gráfico diferente (texto em itálico).
Esse material encaminhado pelas assessorias serve para ajudar a manter este espaço devidamente atualizado.
Blogs sem atualização passam a ideia de abandono, afugentando assim o leitor.
Gostaria muito que outras emissoras de rádio tivessem assessorias tão eficientes quanto a do Grupo Bandeirantes, da Rede Transamérica e da Rádio Capital (SP). Dessa forma, poderíamos anunciar aqui seus programas, ou o que acontece no dia-a-dia delas. Até porque o blog Radioamantes serve também para isso.
Nunca é demais lembrar que, por motivos que não vem ao caso, não é possível aos responsáveis deste Radioamantes uma dedicação em tempo integral. O que dá para dizer é que blog só dá dinheiro mesmo para alguns poucos eleitos.
Entretanto, essa limitação não impede que o Radioamantes apareça com material exclusivo, como por exemplo, o post em que falamos sobre o fato de o programa “Fanáticos por Futebol”, da Rádio Bandeirantes, ter virado um quadro do “Você é Curioso”. Para quem não viu, segue abaixo o link do post.
Existem outros exemplos, mas vamos ficar só neste mais recente.
Concordo quando Flávio diz que “colunas especializadas poderiam ajudar (…) observando problemas, alertando sobre equívocos, destacando acertos, contribuindo, enfim, para um rádio melhor(…)”. Aqui também fazemos isso. Um dos marcadores deste blog se chama “Análise”. Sempre que possível, são lançadas pensatas sobre o veículo rádio. Pena que a repercussão delas seja mais modesta como se gostaria que fosse. Particularmente, adoraria muito que um comentário meu aqui gerasse um debate em outros espaços na web, como aliás, já aconteceu no blog do próprio Flávio.
Clique no link abaixo para ver a categoria Análise:
https://radioamantes.wordpress.com/category/analise/
Já falamos aqui sobre arrendamento de freqüências, da “Datenodependência” (mal que acomete o Grupo Bandeirantes de Comunicação e que envolve uma das estrelas da casa, José Luiz Datena), a proliferação de programas de televisão reproduzidos ao mesmo tempo em emissoras de rádio, o prêmio APCA, entre outros exemplos. Agora, é necessário que haja gancho para isso, caso contrário, fica apenas a crítica pela crítica.
Além do mais, muitos dos temas relacionados ao rádio já foram discutidos no outro blog do qual os atuais responsáveis pelo Radioamantes fizeram parte: o Rádio Base Urgente: http://radiobaseurgente.blogspot.com. Quem tiver um tempinho, basta dar uma bela passeada pelos seus arquivos. Alguns assuntos podem ter se esgotado, outros não. Mas sempre que houver algum tipo de novidade, poderemos falar aqui.
Para fechar, Flávio fez uma associação com o efeito Droste até muito interessante. Não disponho dos dados de visitação dos outros blogs e sites sobre rádio, mas dá para, empiricamente, dizer que o leitor do Radioamantes as vezes não é leitor do Blog do Cheni. Dessa forma, o leitor do Blog do Cheni não é o mesmo do site Bastidores do Rádio, e por aí vai. Pode ser que alguns leitores tenham o hábito de acessar estes e outros sites/blogs sobre rádio numa tacada só, mas são muito específicos mesmo.
De qualquer forma, o artigo de Flávio Guimarães, a quem eu devo muito respeito, teve o mérito de iniciar o debate sobre a cobertura do rádio. Que apareçam outros interlocutores.
No giro do placar da Rádio Grenal, Haroldo de Souza chama a Rádio Guaíba
Marcos Couto “narra” parto de emergência em rádio de Novo Hamburgo
Normalmente acostumado à transmissão de grandes eventos esportivos, o narrador esportivo Marcos Couto, da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, viveu uma emoção diferente na manhã desta sexta-feira. Ele entrou durante a programação da Rádio ABC, de Novo Hamburgo (RS), para informar aos ouvintes sobre um parto de emergência no calçadão da cidade. Ouça no player abaixo.
89 FM tem maratona com Tatola e anuncia volta da Rádio Rock na web
Por Anderson Diniz Bernardo, do Mídia Clipping
A 89 FM (89,1 MHz – São Paulo) voltou a ser “A Rádio Rock”. Pelo menos provisoriamente.
Desde as 10h deste sábado (27), a programação está no ar com locução do Tatola e idfentificada como “A Rádio Rock”.
A informação foi publicada ontem pela página do programa “Quem não faz toma” no Facebook: “O Tatola estará no ar das 10 às 14 e das 19 às 21 horas, no sábado e no domingo, tocando as bandas mais legais do planeta”.
A ação divulga a “volta” da Rádio Rock como webrádio, no endereço http://www.radiorock.com.br, que já está no ar, mas com programação musical diferente da executada pela 89 FM.
A programação “Rádio Rock” com Tatola pode ser ouvida no http://www.89fm.com.br.
Na última quinta-feita, o Tudo Rádio havia publicado que, apesar das demissões, “a equipe que está atuando hoje pela 89 FM trabalha sem prazo de encerramento das atividades”.
Ouça os primeiros minutos da transmissão do Tatola neste sábado na 89 FM
Leia mais:
José Camargo Jr. é responsável pelo domínio A Rádio Rock
O site da Rádio Rock pode ser acessado clicando neste link http://www.radiorock.com.br/
O Horário eleitoral gratuito no rádio em 1985
Por Rodney Brocanelli
Nessa semana, começou o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Candidatos a prefeito e vereador vão se revezar para conseguiu um espaço nessas mídias e tentar, dentro das limitações de tempo, falar sobre aquilo que pretendem fazer e conquistar a simpatia do eleitor. Em 1985, tivemos no país a primeira eleição para prefeito depois de muitos anos. No vídeo abaixo, uma pequena amostra de como era o horário eleitoral pelo rádio, tendo como base a eleição em São Paulo. O áudio foi gravado em uma fita cassete e posteriormente digitalizado. Procurou-se manter a ordem dos programas como estavam na fita. Há alguns cortes abruptos, típicos para tentar economizar espaço. Não perguntem pela data exata, porque não houve essa preocupação no dia. Na ocaisão, alguns partidos estavam com a propaganda suspensa. Em seu lugar, tocava-se uma música instrumental e o locutor de plantão fazia o anúncio. Ouça mais no player abaixo.
Rádio paulista já teve transmissão duplex em 1973
Por Rodney Brocanelli
O Edemar Annuseck, comentarista dos canais PFC e Sportv, procura o blog para informar que o rádio paulista já teve uma transmissão feita ao estilo duplex dos gaúchos em 1973. Naquele ano a Jovem Pan transmitiu duas partidas de forma simultânea: Palmeiras x Internacional, que teve narração de Osmar Santos, e Cruzeiro x São Paulo, com narração do próprio Edemar. Ele nos encaminhou a cópia de um anúncio publicado à época, destacando essa jornada. Tomara que a Pan tenha esse registro histórico em seus arquivos.
Vale destacar também que Edemar escreveu um post em seu blog detalhando os sistemas de transmissão em duplex e em carrosel. Leitura orbigatória para quem gosta da história do rádio.
http://edemarannuseck.blogspot.com.br/2012/08/transmissoes-esportivas-diferenciadas.html










