O ouvinte da Rádio Bradesco Esportes FM, de São Paulo, teve a chance de conhecer algo que é muito tradicional no rádio gaúcho: o duplex. Traduzindo: a transmissão simultânea de duas partidas. A emissora paulistana entrou em rede com a Rádio Esportes, de Porto Alegre, para a transmissão de Internacional x Vasco, com narração de Daniel Oliveira, e Coritiba x Grêmio, irradiado por Marcos Couto. Ouça um trecho no player abaixo.
Para saber um pouco mais sobre o duplex, leia aqui no link abaixo:
Por Rodney Brocanelli (com a colaboração da equipe Webfutmundi)
Chico Anysio, morto nesta sexta-feira aos 80 anos, começou sua carreira no rádio. É célebre a história de que ele sempre ficou na segunda colocação em testes para locutor, derrotado por Silvio Santos. Mesmo assim, ele conseguiu seu espaço no veículo. Começou na Rádio Guanabara (atual Bandeirantes), nos anos 40, e lá desempenhou várias funções: ator, redator, locutor e comentarista esportivo. Mudou-se para a Rádio Mayrink Veiga algum tempo depois e nessa emissora criou um de seus tipos mais famosos: o professor Raymundo.
Como era de se esperar, Chico migrou para a televisão, veículo no qual ele conquistou o sucesso nacional e admiração dos fãs. Contudo, ele nunca deixou o rádio de lado. Um de seus personagens era uma verdadeira homenagem à estética e as figuras que fizeram este veículo ser o que é: Roberval Taylor.
Abaixo, Roberval dá as últimas do esporte.
No programa de Roberval não poderia faltar o horóscopo.
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Mas teve gente que não gostou muito desse personagem. O grande Helio Ribeiro achou que Roberval Taylor era uma paródia não muito lisonjeira ao seu estilo de fazer rádio. Quem conta mais detalhes é Sérgio Mattar, em texto extraído de seu blog.
Um certo dia, nos corredores da Rádio Bandeirantes de São Paulo, um acontecimento singular, foi a visita que Chico Anysio de Paula fez à Hélio Ribeiro, no estúdio A, durante o programa de maior audiência da rádio brasileira: “O Poder da Mensagem“.
Ribeiro com seus cabelos ondulados comprimia-os com enormes fones de ouvido plugados em um grande rádio portátil instalado ao lado de seu microfone. Sua voz personalíssima, ecoava naquele momento sobre a voz melodiosa de Frank Sinatra, versando nada mais do que “All the way”.
Os velhos “olhos azuis” como era tratado o bom e velho Frank, irmanava-se ao dueto maravilhoso, na tradução simultânea do talento e criatividade de Hélio Ribeiro.
Neste exato momento adentra ao estúdio o genial Chico Anysio que, apesar de não conhecer Hélio pessoalmente se pôs ao seu lado, e sem nenhum constrangimento passou a imitá-lo. Tal e qual.
Terminada a música, com tradução do Hélio Ribeiro, houve a apresentação recíproca entre Chico e Hélio e aí, rolou um papo fenomenal intercalado por outras música e traduções, além, do “filosofar poético” do “O Poder da Mensagem”.
Após as despedidas Chico retorna ao Rio e a “vidinha” segue na sua normalidade.
A Rede Globo lança um novo programa no ar com forte alarido e participação de grande elenco do humorismo nacional… “Chico City”.
Programa idealizado por Chico Anysio colocava suas personagens em atividade plena. Seus coadjuvantes faziam a escada para Chico deitar e rolar.
De repente, um fato novo, uma personagem nova, uma voz nova na cidade de Chico, era um Chico diferente, “aquele” Chico do estúdio do “Poder da Mensagem”.
Surgia “Roberval Taylor” ou a caricatura de Hélio Ribeiro elevada a potência “n”.
Foi uma balbúrdia nacional. O meio artístico entrou em ebulição. Hélio Ribeiro que entendeu “Roberval Taylor” como uma ofensa ao seu trabalho e desempenho, disparou pelas ondas médias da Rádio Bandeirantes uma ofensiva à Chico Anysio.
Evidentemente, Chico que, quis homenageá-lo ao criar “Roberval Taylor”, se pôs a satirizar mais ainda a sua criação.
Por um tempo o “mal-estar” entre ambos pairava. Um dia, por iniciativa de amigos comuns de Chico e Hélio, foi improvisado um encontro no mesmo estúdio A, no mesmo horário do “Poder da Mensagem”, para a desfeita daquele tremendo mal entendido.
De fato, apesar de, temperamentos difíceis e personalidades fortes, tanto Hélio como Chico deram grandes gargalhadas e efusivos abraços, colocando um ponto final naquele equívoco que pairava na genialidade daquelas cabeças.
Chico, com o concentimento do Hélio Ribeiro, continuou com seu “Roberval Taylor” melhor e… com mais um fã de carteirinha.
Está aí uma ótima oportunidade para a Rádio Bandeirantes, na figura de Milton Parron, recuperar o áudio desse programa histórico reunindo dois gênios.
Abaixo, uma tradução toda especial de Roberval Talyor à musa do Karmanguia batido.
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Chico teve uma relação estreita com o rádio esportivo. Nos anos 90, chegou a ser comentarista nas transmissões de futebol na Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. No livro Paixão pelo Rádio”, do Rodrigo Taves, José Carlos Araújo, narrador da Rádio Globo (RJ) deu seu depoimento sobre o humorista:
“(…) Chico Anysio puxa pela memória um grande amigo, a quem deu conselhos no início da carreira e convidou algumas vezes para participar de seu programa “Chico City”, na TV Globo. E solta um elogio:
“Existem três grandes locutores: Zé Carlos, Osmar Santos e Luís Penido. Cheguei a comentar dois jogos com o Osmar, cheguei a trabalhar com o Penido, mas nunca trabalhei com Zé Carlos, o melhor de todos. Gostaria de ter recebido um convite, sinto-me frustrado por nunca ter comentado um jogo com ele”.
Garotinho pensa o mesmo. Para ele, Chico é um dos três maiores artistas que o ajudaram. (…) E dele, guarda um ensinamento sábio, passado quando se conheceram nos anos 60 no estúdio da Rádio Globo: “A maior fonte de criação é o povo e, em contato com o povo, você aprende muito”.
“Sempre fomos chegados. Eu queria fazer um “Coalhada” (um dos grandes personagens de Chico) com ele, mas não teve jeito, não sei porque não foi possível. O vejo sempre aos domingos, gosto muito dele como pessoa e profissional também”, relata Chico.
(…) A relação de Garotinho com Chico Anysio sempre foi muito boa. Bruno Mazzeo, filho do humorista, foi um dos “torcedores do futuro” quando criança, e Chico já nem se lembra mais dos inúmeros bordões que sugeriu a Zé Carlos, mas sabe que sempre deu muitas ideias.
“Os bordões fazem o locutor, têm de existir. O Zé Carlos tem e usa na hora exata, não atrasa um segundo, você não perde um lance com ele. É um dos poucos que consegue inserir a propaganda sem você perder o jogo, o que é uma coisa difícil. Zé Carlos é um espetáculo!”, finaliza Chico”.
E o salário, ó!…
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O Show do Apolinho, na Rádio Tupi (RJ), veiculou uma reportagem especial sobre a perda de Chico Anysio.
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No programa Ensaio, da TV Cultura, Chico falou dessas suas passagens pelo rádio.
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Um de seus personagens mais marcantes, Alberto Roberto, em ação, entrevistando Galvão Bueno, que parece ter se divertido muito com essa participação em um quadro dos primórdios do Zorra Total.
A equipe Expressão do Vôlei tem o prazer de anunciar mais uma parceria de sucesso para levar ao ouvinte a emoção da Superliga e de tudo que acontece no país do vôlei.
A Equipe agora passa a transmitir o seu sinal pelo site da Rede Nacional de Notícias, coordenado pelo jornalista Luciano Luiz da Silva, através do link www.redenacionaldenoticias.com.br.
Essa parceria levará a Superliga de vôlei ao mundo da portabilidade! Você poderá ouvir o sinal digital da equipe através do seu Iphone, Ipad, IMac, Android, Blackberry além da conhecida qualidade do áudio no computador.
A Equipe Expressão do Vôlei segue com todos os seus profissionais já conhecidos e agrega a equipe os integrantes do mais alto gabarito da Rede Nacional de Notícias.
Além disso, a parceria com a Rádio WebFutmundi continua, com o site retransmitindo o sinal da equipe como já vinha sendo feito através do site www.webfutmundi.net.
E por fim, a consagrada parceria com o Vôlei na Rede parmanece, levado sempre o melhor do Vôlei em Um só clique no endereço www.voleinarede.com.br
A Equipe Expressão do Vôlei segue trabalhando para levar aos amantes do vôlei a informação do esporte mais amado do país, com informações da Superliga Masculina, Superliga B, Superliga Feminina e seleção brasileira com textos e mídias no blog http://expressaodovolei.blogspot.com.
Então tuite, retuite, participe através do twitter @expressaovolei
A nova parceria já inicia neste sábado com a transmissão de Sesi-SP x BMG/Montes Claros, direto da Vila Leopoldina, a partir das 10h30 da manhã com narração de Fernando Camargo, comentários de Rodney Brocanelli e reportagens de Guto Monte Ablas.
Expressão do Vôlei, a expressão do seu vôlei com muito mais qualidade! E bota expressão nisso!
Detentora dos direitos dos principais campeonatos de futebol no Brasil, a Rede Globo sempre procura limitar a presença de profissionais de rádio nos estádios e até mesmo nos vestiários. Mas nem sempre foi assim. O vídeo abaixo, recuperado pelo Papo de Bola, mostra reportagem de mais de cinco munitos veiculada pelo Globo Esporte sobre o trabalho de profissionais desse veículo na partida que marcou a grande final do campeonato carioca de 1987, envolvendo Flamengo x Vasco, no Maracanã
O senhor Marco Ribeiro, jurado da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), se manifestou aqui no sistema de comentários sobre análise feita no Radioamantes (clique aqui para ler) a respeito da premiação da categoria rádio. Trago aqui para um post à parte a fim de dar maior visibilidade ao que escreveu. Segue tal como foi publicado.
Primeiramente, gostaria de agradecer aos editores deste blog por terem divulgado para seu público o resultado de nossa votação. Fico contente que o autor do post tenha gostado da maioria dos 7 prêmios que concedemos. Pena não terem gostado de todos. Mas tudo bem, afinal, vivemos numa democracia e cada um pensa de forma diferente. É supernormal, ainda mais no meio Rádio em que há tantas opções boas no ar, inclusive na Estadão/ESPN. Gostaríamos de dar um prêmio para cada uma delas, mas não dá, infelizmente. Votamos com a certeza de que escolhemos o que há de melhor no momento. Já estamos mais do que acostumados às críticas. Que elas sempre venham e que possam ser usadas para reflexão, tanto por nós, críticos, quantos pelos próprios profissionais de rádio, se as acharem pertinentes. Afinal, eles é que fazem o Rádio, eles é que são os artistas e são eles é que devem receber os elogios e eventuais apupos da audiência. Respeito as discordâncias aqui expressas, mas não concordo quando dizem que cerca de 32 mil ouvintes da Transmérica estejam, ouvindo um programa esportivo inferior àqueles escutados pelos 3,5 mil pessoas que acompanham em média a Estadão / ESPN, segundo pesquisa publicada no site Bastidores do Rádio. Quero lembrar que audiência não é critério de avaliação do nosso juri. Mas pelo que está escrito no post acima, jamais poderemos um dia, se assim nossa bancada decidir, darmos um prêmio para a 105 FM, por exemplo, que, segundo o blog do jornalista Anderson Cheni, é a rádio mais ouvida durante as transmissões de jogos e programas esportivos, com cerca de 100 mil ouvintes. Seria uma espécie de critério bizarro, em que quanto menos uma rádio tivesse audiência, melhor seria a sua programação. Isso não é verdade. Cada um tem seu público e formato de programação, em se tratando especificamente de futebol. Umas mais populares, outras, mais talvez mais “elitizadas”. Umas mais “festivas”, outras mais “jornalísticas”. E assim por diante. Os 32 mil da Transamérica são tão importantes quanto os 3500 da Estadão / ESPN ou os 100 mil da 105 FM. Se considerarmos que são ouvintes únicos, eles somam mais de 135 mil pessoas ouvindo Rádio. Cada um na sua estação favorita. Também é bom frisar que avaliamos os melhores no ano em que passou. Nada impede que a Estadão/ESPN – ou outra emissoras – ganhe um ou mais prêmios nos próximos anos, como já outrora acontecera quando se chamava Rádio Eldorado. Em tese, todos os programas de rádio, tv, peças de teatro, filmes e outros objetos de nosso julgamento podem ganhar o prêmio, salvo aqueles impedidos pelo nosso regulamento, claro. Enfim, considero que cumprimos a nossa missão com orgulho, precisão, honestidade, dignidade e independência. Nossa maior alegria é o reconhecimento do público pela escolha, o apoio da grande e “pequena” mídia e, principalmente, a alegria de quem recebe o prêmio por ter tido seu esforço e talento reconhecido por uma das entidades mais renomadas mantidas por valorosos profissionais da Imprensa Brasileira, da qual eu tenho a honra e o privilégio de participar há 10 anos. Mais uma vez,muito obrigado pelo espaço. E boa sorte para vocês também em 2012.
Comentário: Fico muito feliz que um dos jurados da importante APCA tenha se manifestado aqui neste espaço. Gostaria que ele esclarecesse onde ele leu a seguinte opinião: “quando dizem que cerca de 32 mil ouvintes da Transmérica estejam, ouvindo um programa esportivo inferior àqueles escutados pelos 3,5 mil pessoas que acompanham em média a Estadão / ESPN, segundo pesquisa publicada no site Bastidores do Rádio”.
Certamente, não foi aqui. Assim como o sr. Marco Ribeiro diz que audiência não é critério para a premiação, os números do Ibope também não são levados em consideração por mim quando faço alguma crítica. Minha restrição quanto ao Papo de Craque é meramente estética. A proposta do programa até que é boa: um programa de debates com cobras criadas da imprensa esportiva: Juarez Soares, Silvio Luiz, Oswaldo Maciel, Henrique Guilherme, Roberto Carmona entre outros. Mas o que se vê é gritaria, muita gente falando ao mesmo tempo, desfile de vaidades, chutes opinativos, enfim tudo o que um programa de debates não deveria ter.
O senhor Marco Ribeiro certamente há de se perguntar: “o similar Esporte em Discussão”, da Jovem Pan, também tem tudo isso?”. É verdade. Mas a grande diferença é que os profissionais da Pan, pelo menos nesse programa, não se levam a sério. E tudo acaba virando uma grande brincadeira, no bom sentido, da qual o ouvinte vira cúmplice.
Mudando de assunto, aproveito pela disposição do senhor Marco Ribeiro em debater, e queria levantar uma outra questão que envolve o prêmio APCA e que já foi objeto de inquietação aqui neste espaço. Por que o colégio eleitoral em algumas categorias da enidade é sempre dimunuto? Uma categoria importante como Música Popular só teve três profissionais votando. É bem verdade que algumas têm mais críticos para votar que outras (contei sete em uma delas, acho que Dança), mas ainda assim é muito pouco.
A categoria de rádio sempre teve baixo número de votantes. Uma pena porque existe muita gente boa escrevendo sobre o esse veículo, especialmente na Internet. O sr. Marco Ribeiro é um deles, embora o seu blog Rádio Base esteja abandonado. Mas pelo menos conheço qual é a sua visão crítica. Gostaria de poder dizer o mesmo dos senhores Cesário Oliveira e Silvio Di Nardo. A respeito do sr. Di Nardo, sei que ele escreveu muito anos na extinta revista Amiga. Atualmente, não sei onde ele escreve e nem sei o que ele pensa a respeito do rádio de hoje. Gostaria muito de conhecer suas análises. Ser crítico de rádio não é apenas votar na eleição da APCA. Até procurei por um espaço dele na web, mas não achei. Pode ser que esteja procurando no lugar errado.
O senhor Marco Ribeiro poderia nos esclarecer onde é que está o problema. Se a entidade está fechada em si mesma ou se não há interesse de profissionais que exercem o ofício da crítica em participar das eleições (Rodney Brocanelli).
A edição do Jornal Nacional da última quinta-feira exibiu uma reportagem sobre a partida entre Peñarol e Santos, válida pela Copa Libertadores da América. E o áudio com a narração de uma rádio uruguaia para o gol anulado de Alonso foi utilizada para ilustrar a matéria. Para quem ainda não viu, basta clicar nolink abaixo:
O narrador Jorge Vinicius, hoje na Rádio Capital, usou seu perfil no Twitter para reclamar do espaço dedicado a algumas emissoras de rádio no estádio do Morumbi. Ele esteve por lá no último sábado para transmitir (ou tentar transmitir) a partida entre São Paulo e Grêmio, válida pelo campeonato brasileiro de 2011.
E de fato ele tem razão. O estádio do Morumbi, que brigou tanto para sediar partidas da Copa do Mundo em 2014, hoje apresenta uma estrutura deficiente para atender a todas as emissoras de rádio que desejam transmitir in loco uma partida de futebol.
À serviço da equipe Expressão da Bola (hoje, Voz do Esporte), eu pude testemunhar isso. Na foto abaixo, é possível se ter uma idéia da visão que profissionais das rádios do interior, web-rádios e da imprensa escrita têm do gramado.
Um pouco mais atrás desse ponto, ficam as cabines improvisadas para rádios como a Capital. Veja abaixo uma foto tirada na época em que Reinaldo Porto ainda estava na emissora.
Na comparação com outros estádio de São Paulo, o Morumbi perde feio. Abaixo, temos o exemplo da visão que a imprensa têm do gramado do estádio do Canindé.
No Pacaembu, estádio pertencente à prefeitura de São Paulo, a visão que se tem do campo também é muito boa.
Se existe uma coisa que faço diariamente é ouvir rádio. Isso desde criança. Gosto de ouvir emissoras AMs e FMs da capital e do interior. Mas atualmente está difícil ser ouvinte. Todas as emissoras são iguais de manhã tarde e noite. São cópias fieis e o que muda são apenas os nomes dos programas. Os roteiros são os mesmos: “Carta do ouvinte”, Hora do Amor”, “Show da manhã”, Hora da Meditação”, “Especial Sertanejo”, “As 3 mais pedidas”, ”Programa do Zezão”, “Roberto Carlos em Desfile”,” A receita do Dia”, “ Clube do Ouvinte”, etc. etc. etc. Será que não está na hora de começar a exigir coisa melhor e até criar um PROCON para defender os interesses dos ouvintes? Salvo raras exceções de rádios musicais e as emissoras jornalísticas, todas as outras tem a mesma cara. Parece que não existe qualquer compromisso com a cultura, com a formação intelectual da população. As músicas são sempre as mesmas, (porque só quem paga tem sua música no ar) e os ouvintes que participam por telefone também são sempre os mesmos.
DETALHE: Vovó Donalda disse que há bons profissionais no mercado, mas os empresários de radiodifusão não investem na qualidade e valorização de seus funcionários, principalmente no interior.
Nos últimos dias, voltaram a circular notícias sobre a compra da rede Transamérica de rádio por parte da Record. E com a intenção, segundo os boatos, de se desenvolver um trabalho parecido com o da CBN.
De fonte segura não existe rigorosamente nada a respeito. Os objetivos do grupo –que também é dono da Record– com relação ao rádio sempre foram e continuam sendo outros.
Comentário: Tomara que o colunista esteja certo. Nunca é demais lembrar que ele tem boas fontes na Record e acertou quando ocorrem cortes na rádio, em 2009.
Desde o segundo semestre de 2010, a equipe Expressão da Bola vem investindo na transmissão de partidas de futebol e de vôlei pela internet, tendo como principal veículo o site (http://www.expressaodabola.com.br). O excelente retorno de mídia e público, além da formatação de parcerias com demais sites e webrádios, têm nos dado o ânimo e apoio necessário para que seja antecipada a segunda parte do nosso projeto, qual seja, a equipe Expressão da Bola vai implantar em 2011 a Rede Expressão da Bola. Vamos liberar nosso sinal para que emissoras de rádio espalhadas pelo País possam retransmitir nossas jornadas esportivas, uma vez que a equipe Expressão da Bola tem extrema intimidade com o meio rádio.
Nunca é demais recordar alguns dados registrados pela equipe nos últimos anos. Quando vestimos a camisa da “Rádio Expressão FM” (antiga Ômega FM), nos 106,9, aumentamos em 100% os índices de audiência desta emissora em 7 meses de trabalho. Depois, o nosso time passou para o AM. E por um bom tempo, envergamos as cores da “Rádio Nova Difusora AM 1540”, chegando a ultrapassar a marca de 2 mil ouvintes por minuto em nossas transmissões esportivas.
Portanto, as rádios que se afiliarem conosco certamente terão acesso a um conteúdo altamente informativo, inteligente e moderno, uma vez que não somos surdos ao “barulho” das redes sociais. Por intermédio do Twitter, Facebook, Orkut, MSN e outros, damos voz ao torcedor/ouvinte/internauta. Ou seja, o público participa conosco antes, durante e depois da partida.
Reiteramos assim o convite aos interessados em se integrar à Rede Expressão da Bola, que poderão obter maiores informações com Gustavo Mendonça pelo email: gustavo@expressaodabola.com.br.
Estou em Goiânia passando alguns dias de férias. Aproveito para acompanhar as rádios daqui. Acho que eu já escrevi isso, mas nunca é demais repetir: sinto falta de uma programação talk and news durante a madrugada. Agora, se você for religioso, está bem servido. Tem programação para todos os gostos, desde a IURD, passando pela LBV e chegando até a Deus é Amor. A única exceção é a AM 730, que toca música. No entanto, prefiro meu MP4 para ouvir música. A CBN aqui chega pelo FM, mas é muito pouco. Pode ser que eu esteja mal acostumado com as emissoras de São Paulo.