Por Marcos Lauro
(post atualizado em 16/5)
Que o rádio perdeu espaço na mídia, é fato. Há cerca de cinco anos ainda tínhamos colunas só sobre rádio em jornais de grande circulação como a Folha de S. Paulo. Hoje, o rádio raramente vira notícia e por vezes parece fechado e não amigável ao que é novo.
Mas ainda se discute rádio. E só nessa semana há dois bons exemplos:
– Está no ar a edição 138 do podcast Radiofobia. O tema é “rádios, web-rádios e podcasts”. Com Leo Lopes, criador do programa e que hoje toca sua empresa focada em produção de podcasts, estão Vitor Rossi, Ira Croft e David Jill – os dois últimos da BestRadio Brasil. Fui convidado para falar sobre as minhas experiências nas três mídias que dão título à edição e o bate-papo foi bastante interessante. A conclusão: sim, podcasts e web-rádios são viáveis comercialmente e servem para ocupar as lacunas deixadas pelo rádio convencional. Não concorrem, são complementares. Para ouvir o papo na íntegra, clique aqui.
– Outro debate interessante aconteceu ontem, dia 15. O foco, inicialmente, tinha foco na música no rádio. Será que o rádio ainda é relevante para o artista divulgar sua música? Ainda se conhece coisa nova apenas ouvindo rádio? Mas acabou ficando mais amplo e falando sobre o rádio em si e questões como jabá, concessões e afins. Participaram do papo a apresentadora do Vozes do Brasil, Patrícia Palumbo, a apresentadora do Cultura Livre, Renata Martinelli, o programador musical da Rádio Eldorado, Felipe de Paula e Rodrigo James, da oiFM. Abaixo, o vídeo com a íntegra do papo:
