O programa A Voz do Brasil deu início a mais um período histórico. Pela primeira vez, em 87 anos, os primeiros 25 minutos do programa dedicados ao Poder Executivo Federal são apresentados oficialmente por duas mulheres. Direto dos estúdios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em Brasília, as jornalistas Gabriela Mendes e Mariana Jungmann assumiram a bancada como apresentadoras titulares daquele que é considerado um dos noticiários mais antigos do mundo.
A Diretora de Jornalismo da EBC, Sirlei Batista, aponta a valorização da mulher como um dos princípios de gestão. “A maioria dos cargos de chefia da Diretoria é ocupado por mulheres. São profissionais capacitadas, fortes e comprometidas com o jornalismo de qualidade”, afirma Sirlei.
Já o Diretor-presidente, Glen Valente, destaca que a busca constante pela inovação e valorização das mulheres tem sido um princípio em todos os veículos da EBC. “No fim de 2021, foi a primeira vez que a icônica frase “Em Brasília, 19 horas” foi proferida por uma mulher. Agora, a voz feminina ganhou ainda mais espaço com duas apresentadoras titulares. Este é um momento histórico e muito importante”, disse Valente.
Gabriela Mendes faz parte do quadro efetivo da EBC, há 17 anos. Atuou na área de clipping e como produtora, repórter, editora, apresentadora e coordenadora de reportagem, na extinta TV NBR. Em 2017, foi convidada para apresentar A Voz do Brasil. Em 16 de novembro de 2021, a jornalista também fez história. Na ocasião, a célebre frase “Em Brasília, 19 horas” ganhou locução feminina, pela primeira vez.
A jornalista Mariana Jungmann está na EBC, desde outubro de 2007. Durante este período, atuou na Agência Brasil por 10 anos, a maior parte deles como setorista no Congresso Nacional. Logo após, também fez parte do quadro da TV Brasil, e desde março de 2022, integra a equipe de A Voz do Brasil como coordenadora, quando passou a apresentadora substituta, efetivada como titular do posto de apresentadora.
A Voz do Brasil divulga informações sobre as ações do Governo aos cidadãos dos mais distantes pontos do País. O programa é exibido de segunda a sexta-feira (com exceção dos feriados).
Comentário: O texto divulgado pela assessoria de imprensa da EBC não informa, mas a dupla de apresentadoras entrou no ar pela primeira vez no dia 22 de agosto, uma segunda. Elas seguiram na apresentação durante toda a semana que passou. Resta saber se ela será mantida para os próximos dias (Rodney Brocanelli).
A dose diária das principais notícias, com a melhor e mais independente análise, dinamismo, descontração e bom humor, que marcam a programação das manhãs da BandNews FM, vai estar reforçada a partir desta segunda-feira (29). Sheila Magalhães, Luiz Megale e Carla Bigatto, que comandam o Jornal BandNews para todo o Brasil de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h20, estarão juntos, também, no BandNews São Paulo 1ª Edição, até as 11h da manhã, para os ouvintes de São Paulo e para quem acompanha a live no YouTube, no site e nas redes sociais oficiais da rádio.
Sheila Magalhães, âncora e editora-executiva de Jornalismo da Rede BandNews FM, ressalta o entrosamento do trio, que tem garantido dinâmica e atualização do noticiário nacional, alavancando a audiência da faixa matinal nos últimos dois anos. “São níveis nunca antes atingidos. Isso foi uma resposta clara do público à proposta de conteúdo para o horário – que conta com colunistas de peso e repórteres espalhados por todo o mundo, como Mônica Bergamo, José Simão, Dora Kramer, Milton Neves, Eduardo Barão (EUA), Felipe Kieling (Europa), Rodrigo Haidar, Juliana Rosa e Renato Meirelles”, afirma.
Ela destaca também o reconhecimento do público pelo legado deixado por Ricardo Boechat na qualidade do jornalismo da emissora. “Ficamos muito felizes porque o ouvinte compreendeu o desafio que estava colocado após a morte do nosso amigo Ricardo Boechat, e abraçou a nova composição do Jornal BandNews. Isso foi possível também porque preservamos o que o nosso eterno âncora e inspiração promovia: o protagonismo dos ouvintes”, diz a editora-executiva, justificando a decisão de ampliar essa presença no ar para o noticiário local.
Com a mudança no BandNews São Paulo 1ª Edição, Gabriela Mayer passa a acompanhar Eduardo Barão, falando diretamente de Nova York, no BandNews Station às 11h.
Estamos chegando às vésperas dos 100 anos do rádio do Brasil, mas infelizmente a data serve para mostrar que não existe um consenso sobre o assunto por aqui. Explicando: a comemoração oficial está marcada para o próximo dia 7 de setembro, pois em 1922, por ocasião do centenário da Independência, ocorreu aquela que seria a primeira transmissão de rádio no Brasil.
Naquela ocasião, o discurso do então presidente Epitácio Pessoa foi transmitido pelas ondas do rádio a partir de um transmissor de 500 watts instalado no alto do Corcovado (RJ). A voz de Pessoa foi captada em receptores espalhados pela cidade do Rio e de municípios vizinhos como Niteroi e Petrópolis. Há quem diga que esse sinal chegou até a cidade de São Paulo.
Entretanto, nos últimos anos, ganhou corpo a tese de que a primeira transmissão de fato de rádio no Brasil teria acontecido muito antes, em 1910 em Recife. Um telegrafista e um grupo de estudantes uniram-se e montaram um equipamento amador e com ele passaram a fazer suas transmissões. A rádio até ganhou um nome: Rádio Clube de Pernambuco.
Infelizmente, a comunidade acadêmica ainda não chegou a um acordo sobre isso. Veja alguns exemplos de quem defende a primazia de Recife aqui, aqui e aqui. Porém existe uma outra corrente que despreza essa questão e segue firme com a data de 1922. É o caso de uma pesquisadora da USP, que participou do programa Canal Livre, da TV Bandeirantes há algumas semanas (veja aqui). Ela até falou de passagem sobre “experiências radiofônicas” feitas antes (citando Recife), sem entrar em detalhes.
Espera-se que se chegue a um consenso a respeito desse assunto. Este radioamante agradece.
O torcedor da dupla Ca-Ju poderá mergulhar nas memórias e refletir sobre o presente de Caxias e Juventude com o novo podcast Paixão Ca-Ju, que será lançado na próxima quarta-feira (24). A atração do Pioneiro será focada em entrevistas com importantes personagens da história dos dois clubes para tratar de momentos marcantes, questões extracampo e principais conquistas.
O podcast tem o comando dos jornalistas Eduardo Costa, Marcelo Rocha, Maurício Reolon, Rodrigo Cordeiro e Tiago Nunes. Os apresentadores, que se revezam em cada um dos episódios, recebem convidados especiais para falar sobre os temas escolhidos.
– Paixão Ca-Ju é mais uma oportunidade de levar o conteúdo do esporte para diferentes plataformas. Iniciamos com o Show dos Esportes local e passamos para as transmissões e a ampliação do espaço para Caxias e Juventude na programação da Gaúcha Serra. É mais um canal para contar boas histórias, conversar com personalidades que marcaram época em Caxias e Juventude e, principalmente, oferecer ao torcedor um produto de qualidade – destaca o jornalista Maurício Reolon.
No primeiro episódio, sob comando de Rocha e Reolon, o entrevistado será Nelson D’Arrigo, presidente do Caxias durante a inédita conquista do Campeonato Gaúcho de 2000. A primeira temporada do Paixão Ca-Ju terá 12 episódios, com duração aproximada de 30 minutos cada. As entrevistas vão ao ar semanalmente, às quartas-feiras, no site e aplicativo de GZH e nas principais plataformas de áudio.
As inscrições para o Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil já estão abertas. Os interessados em concorrer devem preencher gratuitamente um formulário na página do festival até 31 de agosto. A iniciativa estimulaa descoberta de novos talentos da música e valoriza o lançamento de obras inéditas.
Os artistas têm uma oportunidade especial para dar visibilidade a seus trabalhos a poucas semanas do centenário do rádio no país, celebrado em 7 de setembro. As composições selecionadas nas etapas do concurso entram no ar durante a programação de importantes veículos de comunicação pública.
Esta é a primeira vez que o festival reúne duas emissoras nacionais de muita tradição e apelo popular: a Rádio MEC e Rádio Nacional, ambas geridas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Com novo formato, o evento expande a abrangência e consolida o avanço de anos anteriores com diversos públicos.
Os inscritos podem disputar o reconhecimento com até duas composições em cada uma das cinco categorias do festival: Música Clássica, Instrumental, Infantil, Popular e Regional do Alto Solimões. A regra exige composições inéditas e em português, mas na categoria regional os autores de Tabatinga (AM) e da Tríplice Fronteira podem participar com obras em espanhol e em diferentes idiomas indígenas.
Critérios de seleção e o voto popular
Após a fase de cadastro, os artistas ficam na expectativa para a divulgação das músicas selecionadas. A análise vai considerar critérios como a qualidade artística da obra (música, letra, partitura e interpretação), a originalidade e a qualidade da gravação. A Comissão Julgadora será formada por personalidades de notório saber ou em atividade na área musical e profissionais da EBC.
A primeira etapa classifica até 100 produções musicais que ganham janela na Rádio MEC e Rádio Nacional de acordo com o perfil da emissora a partir de 25 de setembro. O público pode acompanhar a transmissão e participar da escolha das semifinalistas pelo voto popular na internet até 10 de outubro.
O anúncio das obras que seguem na disputa ocorre em 11 de outubro. As composições seguem no ar pelas emissoras com votação pelos ouvintes e internautas até 4 de novembro para determinar uma das concorrentes de cada categoria que avança até a final.
A divulgação das 15 músicas finalistas – três por categoria, sendo cinco definidas pelo público e dez escolhidas pela Comissão Julgadora – acontece no dia 5 de novembro. As obras permanecem na programação das emissoras até o dia 6 de dezembro, quando as ganhadoras serão conhecidas.
Reconhecimento e premiação
As músicas habilitadas para a final concorrem aos prêmios em um show na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. O evento marca a decisão do Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil. Os artistas vencedores têm o talento reconhecido com a entrega dos troféus em cada categoria.
Os laureados recebem os seguintes títulos: Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Clássica, Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Instrumental, Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Infantil, Prêmio Rádio Nacional de Melhor Música Popular e Prêmio Rádio Nacional do Alto Solimões de Melhor Música Regional.
Os autores das obras concorrentes inscritas no festival autorizam a execução na grade da Rádio MEC e Rádio Nacional, além de permitir a veiculação nas emissoras afiliadas que integram a Rede Pública de Rádios, bem como nos demais veículos da EBC, como a TV Brasil, e suas plataformas digitais.
Cronograma do Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil
01/08 – Abertura das inscrições (a partir de 18h) 01/08 a 31/08 – Período de inscrição 25/09 – Divulgação das músicas classificadas 25/09 a 10/10 – Período de veiculação das músicas classificadas 25/09 a 10/10 – Votação popular para definir semifinalistas nas emissoras 11/10 – Divulgação das músicas semifinalistas 11/10 a 04/11 – Período de veiculação das músicas semifinalistas 11/10 a 04/11 – Votação popular para definir uma música finalista por categoria 05/11 – Divulgação das músicas finalistas 05/11 a 06/12 – Período de veiculação das músicas finalistas 06/12 – Divulgação dos vencedores
Serviço Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil Inscrições gratuitas abertas até 31/08 https://festival.ebc.com.br
Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz Belo Horizonte: FM 87,1 MHz Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3 Celular – App Rádios EBC para Android e iOS
Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz São Paulo: FM 87,1 MHz Recife: FM 87,1 MHz São Luís: FM 93,7 MHz Amazonas: 11.780KHz e 6.180KHz OC Alto Solimões: FM 96,1 MHz Celular – App Rádios EBC para Android e iOS
Morreu nesta quarta (17) um dos maiores narradores esportivos brasileiros. Armindo Antônio Ranzolin. Ele estava internado em um hospital da cidade de Porto Alegre havia alguns dias enfrentando complicações do Mal de Alzheimer, doença com a qual conviveu, infelzimente nos últimos anos. Tinha 84 anos.
O velório deverá acontecer nesta quinta (18), a partir das 08h. E as 15h está programada a cerimônia de despedida, no Crematório Metropolitando.
Nascido em Caixas do Sul, mudou-se para Lages (SC) quando tinha um ano de vida. Formado em direito, começou sua carreira no rádio em 1956 na Rádio Difusora, de Lages. Foi para Porto Alegre no ano seguinte a fim de completar seus estudos. Em 1959, trabalhou brevemente na Rádio Guaíba. Não ficou na emissora devido a problemas internos. Em seguida, conseguiu uma vaga na Rádio Difusora (hoje Bandeirantes) e nela começou a narrar jogos de futebol.
Foi nessa emissora em que ele narrou seu primeiro Grenal, em 1961. Porém, ele teve que esperar um pouco. Poucos dias antes da partida ser disputada, explodiu toda a confusão causada pela renúncia de Jânio Quadros e as incertezas em torno de sua sucessão. Como se sabe, não havia boa vontade para com o vice, João Goulart, que estava na China e deveria assumir logo o cargo. O então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, resolve confiscar a Rádio Guaíba por algum tempo e inicia a histórica Rede da Legalidade, que ganhou a adesão de diversas emissoras espalhadas pelo país.
Somente depois de toda essa questão política resolvida (40 ou 50 dias depois, conforme seu depoimento), é que Ranzolin pode irradiar o clássico. Entre 1961 e 1995 ele transmitiu 140 Grenais.
Em 1964, após deixar a Difusora de forma tumultuada, foi para a Rádio Farroupilha (então pertencente aos Diários Associados. Já em 1969, ele volta para a Rádio Guaíba trabalhando como narrador, ao lado de Pedro Carneiro Pereira. Em 1973, com a morte de Pereira em um episódio bastante conhecido e triste do rádio gaúcho, passa a ser titular na emissora. Aliás, foi na velha Guaíba que a carreira de Ranzolin começou a deslanchar.
No entanto, em 1984, ele faz seu último grande movimento profissional na carreira, sendo contratado pela Rádio Gaúcha e nela viveu duas fases. Uma como locutor de futebol, até 1995. A partir do momento em que parrou de narrar, permaneceu como apresentador do Gaúcha Atualidade e participando de diversas coberturas jornalísticas.
Tanto na Guaíba como na Gaúcha, Ranzolin exerceu cargos de comando, em paralelo a sua atividade como comunicador.
Ele decidiu se aposentar em 2006. Tinha como objetivos curtir um pouco mais a vida e trabalhar em suas memórias. Entretanto, os planos foram deixados de lado quando a doença se manifestou.
Em janeiro de 2022, Cristina Ranzolin, filha de Armindo Antônio e apresentadora do Jornal do Almoço, da RBS TV, decidiu tornar público os problemas de saúde do pai em um artigo escrito especialmente para o Zero Hora. “Infelizmente meu pai tem Alzheimer, essa doença danada que no início provoca esquecimentos, aos poucos vai roubando a memória e depois vai trazendo outras complicações e limitando cada vez mais os pacientes”.
Numa brevíssima entrevista à Rádio Guaíba, em abril de 2020, Cristina já havia antecipado que a situação de seu pai inspirava cuidados, mas sem citar diretamente a doença: “Meu pai está bastante limitado, infelizmente. Ele está adoentado há muito tempo. Agora ele está mais acamado. Ele está bastante debilitado. Tá indo, sabe? Ele é muito forte. Segue aqui com a gente, mas ele está, infelizmente, numa situação difícil”, afirmou. A apresentadora fez uma breve participação na rádio de um grupo concorrente por ocasião da reprise de dois jogos do arquivo da Guaíba com a narração de Armindo Antônio Ranzolin.
No último domingo, dia dos pais, Cristina postou uma foto em seu perfil no Instagram. Nela, está segurando a mão de Armindo, sendo possível ver uma pulseira de hospital e um fundo com lençóis brancos, dando a entender que ele estava internado. O começo do texto diz: “não, não era esse o Dia dos Pais que eu queria pra nós…”
Como voz das principais conquistas de Grêmio (o Brasileirão de 1981, a Libertadores e o Mundial de 1983 e ainda a Libertadores de 1995) e de Internacional (os Brasileirões de 1975,1976 e 1979), obviamente que houve uma curiosidade em se saber para qual dos dois times o narrador torcia. Até onde este blog sabe, nunca houve uma manifestação oficial por parte dele a esse respeito. Em uma palestra feita na Ulbra, ele declarou torcida para dois times do eixo Rio-SP: Vasco e Palmeiras (seus dois times de botão). Sua justificativa: como ele viveu sua infância em Santa Catarina, ouvia as rádios das duas cidades. Ranzolin só foi mesmo conhecer a rivalidade Grenal quando se mudou para Porto Alegre. Ouça abaixo.
Ouça abaixo a narração para o Gol de Baltazar, que garantiu ao Grêmio o título de campeão brasileiro de 1981.
Ouça o gol de Falcão, pelo Internacional na partida contra o Palmeiras, em 1979. O ex-jogador e técnico hoje é casado com Cristina Ranzolin.
E para finalizar, um gol da seleção brasileira: Júnior faz o gol da vitória sobre a Alemanha pelo placar de 1 a 0, em 1982.
Em entrevista ao podcast Bebendo e Falando, do conglomerado O Barrista, Sérgio Boaz disse que um dos motivos pelo qual deixou o rádio foi um cansaço relacionado à longa duração dos programas de debates fuebolístico no veículo. “Eu acho os programas de rádio longos demais. Programa de debate de duas horas não existe para mim”, disse.
Para o Boaz o espaço é muito grande para discutir as coisas dos principais clubes de Porto Alegre: Grêmio e Internacional. “Para mim, não dá para fazer uma resenha de dois times com duas horas”, afirmou. O tempo ideal, segundo ele, seria de uma hora, no máximo duas horas e meia.
Esse cansaço fez com que seu desempenho profissional fosse afetado. No ano passado, Boaz começou a pensar em sua saída que foi decidida em uma temporada na praia. Após ter o apoio da esposa, ele decidiu consultar amigos próximos que deram apoio à sua ideia e colocou em prática seu plano.
O processo de saída da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, foi bem tranquilo. Nesse ponto Boaz é todo elogios para Ribeiro Neto, coordenador do departamento esportivo. “Um cara sensacional eu até fiquei mais tempo lá por causa do Ribeiro”, falou.
Outro aspecto valorizado por Boaz foi a despedida: “Me trataram muito bem. Fizeram uma homenagem muito bacana pra mim”.
Sérgio Boaz vai se dedicar a projetos no mundo da Internet. Um deles é seu próprio canal no YouTube. Além disso ele vai participar de outro na mesma plataforma, ao lado de Farid Germano Filho, a fim de transmitir os jogos do Grêmio (saiba mais aqui).
Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC apresenta a nova temporada do programa Partituras e promove a estreia do Harmonia em versão radiofônica neste sábado (13), às 19h e às 20h, respectivamente. A emissora pública traz da telinha da TV Brasil e da Rede Minas para as ondas do rádio apresentações com o melhor da música erudita.
A novidade amplia o alcance de concertos importantes realizados no país e no exterior com nova janela de veiculação. Os espetáculos ganham mais espaço na principal emissora de rádio do país voltada ao segmento que abre faixas de programação semanais aos sábados em benefício do ouvinte.
O planejamento ainda busca conquistar outros públicos e permitir que mais pessoas tenham a chance de acompanhar produções de qualidade. A iniciativa também promove o conteúdo musical para despertar o interesse de novas audiências e engajar os potenciais espectadores que já prestigiam a rádio.
Parceria com a Rede Minas
A adaptação do conteúdo veiculado na televisão para o rádio oferece ao ouvinte a oportunidade para ouvir apresentações exibidas em programas de música clássica já consolidados junto à audiência televisiva. A versão radiofônica dos programas busca ampliar o alcance das produções que já são reconhecidas pelo público que as acompanha na telinha e descobre nova forma de fruir suas escolhas musicais preferidas.
Em sua nona temporada, o Partituras tem espaço na programação da Rádio MEC desde a sua estreia na TV Brasil em 2014. A Rádio MEC e a TV Brasil são veículos de comunicação pública que pertencem a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Já a transmissão do Harmonia na Rádio MEC é resultado de uma parceria com a Rede Minas, emissora de televisão mineira integrante da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela EBC. A empresa prioriza o trabalho de expansão para pelo país ao valorizar aspectos regionais e incentivar a difusão de produções de qualidade para aumentar o alcance dessas atrações em território nacional.
Espetáculos que abrem a temporada
As estreias das temporadas dos programas Partituras e Harmonia na Rádio MEC têm atrações especiais. Os destaques são conteúdos inéditos nas ondas do rádio. A primeira transmissão acompanha o concerto “Encontros Musicais em Noailles”. Logo depois, o público aprecia a performance da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais.
Concerto do Partituras
O Partituras começa a leva de edições na Rádio MEC com a apresentação do espetáculo sobre o histórico Hotel Noailles, na França, que integra a série Baroque in Rio produzida pelo Instituto Musica Brasilis. O especial exalta o encontro da música barroca com a arquitetura. Para isso proporciona a execução de repertório com obras de célebres compositores em edificações incríveis.
O concerto “Encontros Musicais em Noailles” traz seleção musical de personalidades francesas na interpretação dos músicos Olivier Baumont (cravo), Julien Chauvin (violino), Aurélien Delage (cravo) e Atsushi Sakai (viola da gamba). A gravação foi realizada no próprio estabelecimento no país europeu.
Os próximos episódios da Partituras reúnem produções em homenagem a compositores consagrados que são referência na música erudita. O programa da TV Brasil ainda mescla concertos em grandes palcos com musicais para pequenas formações ou mesmo executados por solistas. A temporada também conta com performances de novos talentos da arte nacional e músicos brasileiros de orquestras renomadas.
Apresentação do Harmonia
Atração dedicado à divulgação e à democratização da música de concerto da Rede Minas, o programa Harmonia marca a sua estreia na programação da Rádio MEC com um trecho do concerto da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais em homenagem aos 247 da corporação.
No repertório, destaque para obras reconhecidas pelo público como a abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes; “Pelléas et Mélisande, op. 80” e “Prélude et Sicilienne”, de Gabriel Faurê; “Marcha Festiva”, de Antonín Dvorák; “Valsa Vozes da Primavera op. 410”, de Johann Strauss; “No Ti Scordar di Me”, de Ernesto de Curtis; e o clássico “Bolero”, de Maurice Ravel, para encerrar o espetáculo.
Sobre a Rádio MEC
Reconhecida pelos amantes da música, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música erudita. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.
A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.
A emissora pode se sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. Há pouco mais de um mês, desde o início de julho, o público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz.
Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.
Serviço Estreia das temporadas dos programas Partituras e Harmonia na Rádio MEC Partituras – sábado, dia 13/8, às 19h Harmonia – sábado, dia 13/8, às 20h
Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz Belo Horizonte: FM 87,1 MHz Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3 Celular – App Rádios EBC para Android e iOS
Equipamentos da Rádio MEC nos estúdios da Empresa Brasil de Comunicação – EBC, no Rio de Janeiro.
O Canal Livre desta semana celebra os 100 anos da história do rádio no Brasil. O programa recebe a pesquisadora Magaly Prado, autora do livro “A história do rádio no Brasil”, e o radialista, jornalista e apresentador Milton Neves. Durante a atração, os convidados enumeram os momentos mais marcantes e relembram personagens emblemáticos.
A apresentação é de Rodolfo Schneider. Participa da bancada o jornalista Sérgio Gabriel.
O Canal Livre vai ao ar neste domingo (14), às 23h30, na tela da Band.
Faltando 100 dias para o início da Copa do Mundo FIFA Qatar 2022, a Rádio Bandeirantes lança no próximo sábado (13) o RB no Catar. Produzido e apresentado pelos integrantes da equipe de Esportes, o programa terá exibição semanal. O conteúdo será veiculado aos sábados na programação da emissora durante o Mundo dos Esportes, que começa às 13h.
A atração contará com ancoragem de Ricardo Capriotti, informações da seleção brasileira com Alexandre Praetzel, detalhes dos adversários do Brasil na primeira fase do mundial com João Paulo Cappellanes, o olhar apurado de Lucas Herrero sobre as campeãs do mundo e Isabelly Morais monitorando os demais times participantes.
Completando o grupo de reportagem, Gustavo Soler irá apontar os futuros craques e coadjuvantes para o mundo ficar de olho na Copa; Paulo do Valle vai colher a expectativa de grandes personalidades em relação à nossa Seleção; enquanto Felipe Mello monitora os últimos ajustes da preparação do país-sede e curiosidades do Catar.
O comentarista Claudio Zaidan irá além da análise técnica e tática das seleções, acrescentando aspectos sociais, políticos e culturais dos 32 times envolvidos na disputa.
O RB no Catar também estará disponível em outras plataformas: em podcast, nos principais aplicativos de streaming, no canal do YouTube da rádio e nas mídias digitais do Grupo Bandeirantes.
A Copa do Mundo do Catar começa no dia 21 de novembro e terá a narração de Ulisses Costa, Rogério Assis e Pedro Martelli.
Para acompanhar a Rádio Bandeirantes basta sintonizar em 90.9 FM | 840 AM, acessar o YouTube oficial da emissora ou o aplicativo BandPlay.
A Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, apresentou nesta semana novidades em sua equipe esportiva. Uma delas é a contratação de Kalwyn Corrêa. O profissional já tem participado do Atualidades Esportivas – 2ª edição ao lado de Ribeiro Neto e João Batista Filho. Até a semana passada, Kalwyn estava Rádio Grenal, emissora na qual trabalhou nos últimos dez anos.
A outra novidade é o acerto com outro ex-integrante da Grenal. O repórter Lucas Dias, que está atuando como setorista do Internacional.
Uma honra integrar o grupo Bandeirantes. Agradeço o convite do @thaigorjanke e também a confiança do @NetoVerdades. Nesse novo desafio, chego para acompanhar o dia a dia do Inter. Baita missão, nesse meio de temporada!
A partir de hoje, faço parte do time da @esportebandrs. Meus agradecimentos para a direção e coordenação do Grupo Bandeirantes pelo convite e pela confiança no meu trabalho.
A Rádio Itatiaia segue firme na contratação de reforços para seu time. Agora foi a vez de Alê Oliveira, amado por uns e odiado por outros. A apresentação oficial aconteceu na última segunda (08), dentro do programa Turma do Bate Bola (veja abaixo).
Segundo o site oficial da emissora, sua participação deverá acontecer “diariamente da programação no radinho e das lives, com opiniões antes e depois dos confrontos de América, Atlético e Cruzeiro”.
A estreia oficial acontece nesta terça (09), no pré-jogo da partida Londrina x Cruzeiro, válida pelo campeonato brasileiro da série B. Outra participação programada ocorrerá nesta quarta (10) na transmissão para o YouTube da partida Real Madrid x Eintracht Frankfurt, válida pela decisão da Supercopa da Uefa.
Nome forjado na tevê por assinatura, com passagens pela ESPN e Esporte Interativo (atual TNT Esportes), Alê Oliveira integrou a equipe do Estádio 97, grande sucesso da Energia 97 FM. Ele é formado em Educação Física e já foi jogador de futsal e atuou como técnico da modalidade.
A ABERT (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV) diz ter confiança que o Senado Federal deverá assegurar a manutenção da gratuidade das coberturas esportivas radiofônicas no Brasil. No começo do mês de julho, a Câmara dos Deputados aprovou a Lei Geral do Esporte, que apresenta artigos que poderão fazer com que as emissoras de rádio paguem pelos direitos de transmissão de torneios tradicionais, em especial os de futebol (saiba detalhes aqui).
Em nota encaminhada ao Radioamantes, a entidade diz que a não-cobrança de direitos é, “uma medida fundamental para a sociedade brasileira, bem como para as mais de cinco mil rádios comerciais em atividade no país que, justamente neste ano, comemoram os 100 anos das suas primeiras transmissões”.
A Lei Geral do Esporte foi aprovada pelos deputados com alterações em seu texto original. Com isso, o projeto deverá voltar ao Senado para novas discussões, ainda sem data definida. A esperança é de que os trechos que possam representar dano ao rádio possam ser suprimidos.
Leia abaixo a nota da ABERT:
“A transmissão de jogos de futebol por meio do rádio não apenas faz parte da cultura brasileira desde os primórdios do século passado, como também assegura a liberdade de expressão e o direito de acesso à informação aos mais de 210 milhões de cidadãos brasileiros, de uma ponta à outra do país, sem qualquer distinção de raça, credo ou classe social.
As razões que asseguram a gratuidade desta transmissão à população brasileira são, portanto, de natureza histórica, social e jurídico-constitucional.
Temos confiança que o Senado Federal, ao apreciar o tema, assegurará a manutenção da gratuidade das coberturas esportivas radiofônicas no país.
Trata-se de uma medida fundamental para a sociedade brasileira, bem como para as mais de cinco mil rádios comerciais em atividade no país que, justamente neste ano, comemoram os 100 anos das suas primeiras transmissões.”
Por Rodney Brocanelli (colaborou Edu Cesar, do Papo de Bola)
Humorista e escritor, Jô Soares morreu na madrugada desta sexta (05). A causa da morte não foi divulgada até o momento da publicação deste post, mas sabe-se que ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o último dia 28 de junho. Velório e enterro serão restritos aos familiares e amigos, conforme informação de Flavia Pedras, sua ex-esposa.
Conhecido (e reconhecido) como entrevistador, Jô teve uma longa passagem pelo rádio. Em 1988, ele estreou o programa Jô Soares Jam Session, na Rádio Eldorado AM, quando a emissora ainda operava em 700Khz. Segundo reportagem de O Estado de S. Paulo em 9 de outubro daquele ano, foi “a primeira incursão radiofônica de Jô”.
Veiculado sempre a partir das 17h, a proposta da atração era combinar o bom humor de seu apresentador com clássicos e raridades do jazz. Porém, a ideia da emissora na época era outra: “um programa de entrevista e comentários de humor”, como escreveu o Estadão. Algo que Jô estava começando a fazer em televisão com seu talk show. A sugestão em fazer um programa sobre jazz foi aceita e a atração durou até 1996.
Em abril de 1993, o programa teve uma mudança de horário, passando a ser apresentado às 21h. Na época, o então diretor de programação da Eldorado, Marino Maradei, justificou essa decisão ao Estadão: “o final de tarde era um horário de pico para qualquer emissora, e que o jazz, por ser um gênero específico, restringia demais a nossa audiência. E quem gosta de Jô e de jazz vai continuar sintonizado no programa, independente do horário”.
Porém, quase um ano depois, em março de 1994, o Jô Soares Jam Session voltou ao seu horário original, no final de tarde. Um anúncio explicava que o ajuste aconteceu devido a pedidos de ouvintes.
Além da Eldorado, a atração foi transmitida também pela JB FM, no Rio de Janeiro. Era produzida por José Nogueira.
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Entre 2000 e 2015, o Programa do Jô, da TV Globo, foi transmitido de forma simultânea pela CBN.
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Rafael Austregésilo Soares, filho de Jô Soares, teve uma ligação muito intensa com o rádio. Por muitos anos, ele manteve uma emissora particular funcionando em seu quarto, com direito a vinhetas produzidas por Derico (músico do Sexteto do Jô) e dicas do radialista Roberto Canázio. Rafael morreu em 2014, aos 50 anos. Veja abaixo a homenagem feita pelo pai
A partir da próxima segunda-feira (8), o Sala de Redação passa a jogar junto com os ouvintes em um formato repaginado. Companhia diária dos gaúchos desde 1971 e um dos mais prestigiados programas de esporte do país, a atração ganhará mais 30 minutos, no ar das 13h às 15h. Apostando na conversa com os ouvintes, os apresentadores terão mais tempo para os debates intensos, que são a marca do programa.
O Sala também contará com reforços no time: dois repórteres irão trazer informações sobre a dupla Gre-Nal, além de atualizar os ouvintes sobre o placar das partidas, os jogos do dia e a classificação dos times brasileiros nas competições. Além dessas novidades, a live do programa, transmitida no YouTube de GZH, ganha mais interatividade e design reformulado.
Com média de 82,8 mil ouvintes por minuto na Grande Porto Alegre, o Sala de Redação é o maior espaço de debate esportivo do rádio gaúcho e sempre em evolução. Em alguns dias da semana, a audiência ultrapassa 90 mil pessoas por minuto. O sucesso da atração é reflexo das vozes que comandam o programa, passando pela apresentação de Pedro Ernesto Dernardin, e um time formado por Adroaldo Guerra Filho, Maurício Saraiva, Diogo Olivier, Leonardo Oliveira, Luciano Potter e Alex Bagé.
— O Sala terá mais debate, mais informação, mais contexto e mais atrações. Com a mudança, atendemos a uma demanda da nossa audiência, que acompanha o Sala em diferentes plataformas, e dos nossos parceiros comerciais — diz Carlos Etchichury, gerente-executivo de Esporte da Gaúcha, Zero Hora, GZH e Diário Gaúcho.
Para acompanhar o Sala de Redação, os ouvintes podem sintonizar no FM 93.7 (Porto Alegre), 105.7 (Santa Maria), 102.1 (sul do Estado) e 102.7 (Serra), de segunda a sexta. Também é possível ouvir por meio do site ou app de GZH, disponível para os sistemas IOS e Android.