Um pouco atrasado, Rodney Brocanelli encerra sua série de análises sobre a cobertura do rádio na recém-encerrada Copa do Mundo de 2026. Diferentemente de algumas avaliações que apontaram decepção com o trabalho realizado pelas emissoras, Brocanelli não compartilha dessa visão e destaca exemplos de veículos que procuraram investir em uma cobertura diferenciada, especialmente com a presença de repórteres nos locais dos acontecimentos.
Durante a competição, algumas emissoras optaram por concentrar seus esforços na transmissão dos jogos. Foi o caso da Energia 97, que apostou principalmente no carisma e na participação de seus profissionais para conduzir a cobertura. A Rádio Gaúcha, por outro lado, adotou uma estratégia diferente e priorizou o trabalho de reportagem diretamente nos locais onde os fatos aconteciam.
Outro ponto destacado por Brocanelli foi a decisão da entidade máxima do futebol mundial de não permitir que o Centro Internacional de Transmissão, conhecido como IBC, fosse utilizado para a realização de programas e transmissões de partidas. A medida provocou reação de profissionais de rádio, entre eles João Paulo Cappelanes, da Rádio Bandeirantes, que manifestou seu descontentamento com a determinação.
A análise também relembra que a Rádio Guaíba esteve próxima de transmitir a Copa do Mundo de 2026. As negociações, entretanto, não avançaram, e a emissora acabou optando por uma alternativa: produzir programas especiais ao longo da competição, mantendo a participação na cobertura do Mundial mesmo sem a transmissão direta das partidas.

Rádio em tempos de internet e streaming com 5G, top, é como alguém escrever correspondências em máquinas de datilografia da década de 50 do século passado, ou escrever cartas e postá-las no correio, ou… Assisti TODOS os jogos pela Casé TV e não travou NUNCA! Beleza. Resenhas em rádio pós jogos é o mesmo que ‘conversas fáticas elevadas à potência 9 ( Umberto Eco!)
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