Rádio Guaíba estreia programa dedicado ao futebol europeu

Por Rodney Brocanelli

A Rádio Guaíba, de Porto Alegre, estreou neste sábado (10) uma nova atração futebolística. Comandada por Paulo Nunes, o Zona do Euro, vai falar sobre futebol europeu. Segundo Cristiano Oliveira, comentarista e coordenador de esportes da emissora, disse que a proposta é levar ao ouvinte curiosidades sobre o futebol do Velho Continente de forma descontraída e informal e agregar conhecimento a quem gosta de futebol internacional.

O Zona do Euro pretende também fugir da fórmula do “tablão”, com a simples divulgação dos jogos e os resultados. “Isso qualquer site faz, qualquer busca rápida no Google te dá”, disse Oliveira em manifestação divulgada logo no início do programa (ouça abaixo).

Outro ingrediente na fórmula para agradar a audiência será jogar luz nos clubes europeus que não são gigantes. “Real Madrid, Barcelona, Milan, esses times todo mundo conhece. Agora, o Braga, de Portugal, por exemplo, a rivalidade dos escoceses Glasgow Rangers e Celic, uma rivalidade que envolve religião e futebol, católicos e protestantes, sabe?”, disse Oliveira.

A proposta é mais que bem-vinda. No entanto, a grade de final de semana da Rádio Guaíba é bem flutuante, devido aos jogos da dupla Grenal. Portanto, quem não conseguir ouvir a exibição original do Zona do Euro, terá uma alternativa no perfil que a emissora no Spotify.

Angelo Afonso vai narrar Inter x Cuiabá na Rádio Bandeirantes/RS

Por Rodney Brocanelli

Nome importante da nova geração de narradores esportivos do Rio Grande do Sul, Angelo Afonso vai comandar neste próximo sábado (10) a transmissão da partida Internacional x Cuiabá, pela Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre. A partida está programada para iniciar às 16h30, horário de Brasília.

Além desse jogo, Angelo deverá narrar outro pela Bandeirantes, ainda a ser divulgado. Ele já integrou a equipe da Rádio Grenal e integrou algumas transmissões pela Rádio ABC, de Novo Hamburgo.

Ele chega para cobrir, ao menos por agora, a saída de Marco Antônio Pereira. O veterano narrador deixou a Bandeirantes depois de duas passagens recentes (ele teve outras no século passado – de 1986 a 1987 e de 1995 a 1996), uma delas que durou de março a outubro de 2018 e a outra, mais duradoura de 2020 até o final de agosto de 2022.

Memória: o dia em que Seu Tuta, da Jovem Pan, falou na Rádio Bandeirantes

Por Rodney Brocanelli

Em março de 2011, Antônio Augusto Amaral de Carvalho, o seu Tuta, concedeu uma entrevista, mas em outra emissora que não a Rádio Jovem Pan. Ele foi o convidado especial do Jornal Gente, da concorrente Rádio Bandeirantes. “O senhor vai ser usado para combater a audiência da sua própria rádio, o senhor concorda?”, perguntou José Paulo de Andrade logo no início da conversa. “Eu concordo porque sexta-feira é um dia fraco para nós”, respondeu Tuta, provocando algumas risadas ouvidas no estúdio em que ocorreu a gravação.

Além do já citado Zé Paulo, participaram da entrevista Salomão Ésper, Joelmir Beting e Rafael Colombo. Ela foi dividida em dois blocos, totalizando pouco mais de meia hora. Para um convidado tão ilustre e em circunstâncias especiais, o tempo poderia ter sido bem maior.

Na pauta, temas como futebol, e o são-paulino Zé Paulo é surpreendido com a revelação de que Tuta torce pelo Santos, muito por causa de Pelé e também devido às cobranças a seu pai, Paulo Machado de Carvalho, por um título paulista perdido pelo São Paulo (é citado o ano 1949, mas nesse ano, o tricolor foi campeão, assim como em 1948; talvez, repetindo talvez, o ano seja 1950, em que o Palmeiras foi campeão e Tuta falou em um tricampeonato).

E por falar em craques, o homem que foi responsável pelos destinos da Pan por muitos anos contou que já jogou ao lado de Leônidas da Silva nos históricos campeonatos internos das Emissoras Unidas (da qual a Jovem Pan fez parte).

Outro assunto foi a questão do off tube nas transmissões esportivas. No ano de 2011, a Jovem Pan tinha por política realmente não mandar profissionais para jogos em locais distantes da capital. No entanto, ela compensava isso de outra forma, contratando um repórter local. “A gente pega o repórter lá, que é mais barato”, afirmou.

Outra pergunta de Zé Paulo foi sobre se houve algum tipo de mágoa de Tuta por ter saído do primeiro projeto de televisão, a Jovem Pan TV, que operou no canal 16 UHF, em grande parte da década de 1990. “Ele (citando o sócio ou um dos sócios naquela empreitada), não sei porquê até hoje, encrencou comigo, não queria, então ele fez de tudo para enterrar a televisão. Ficou uma mágoa da pessoa, mas com certeza a televisão daria certo”, falou.

Houve tempo para histórias de bastidores sobre sociedade entre Paulo Machado de Carvalho e Silvio Santos, na TV Record.

Tuta Carvalho passou a ser o dono da Jovem Pan, após a emissora receber uma sondagem de compra de um emissário do Diário Popular. O valor apresentado na época foi de 12 milhões, que assustou o comprador. Como a TV Record não estava em um bom momento, Tuta decidiu ele mesmo adquirir a rádio e negociou com os irmãos, com sucesso. “Quando saí da tv, eu fui trabalhar numa coisa que é só minha”, falou.

A última pergunta, de Rafael Colombo, foi sobre o futuro do rádio. Naquela época, ainda não era uma realidade o uso da Internet como uma linha auxiliar de transmissão de programas e eventos. Tuta falou que o FM iria substituir o AM, no que ele estava certo, de certa forma. Nos últimos meses, o FM estendido (saiba mais aqui) já é uma realidade e só falta ser popularizado.

No entanto, ele não acreditava no rádio digital, uma solução que já foi pensada para dar uma sobrevida a faixa de amplitude modulada. “o rádio digital que existe hoje não pega, é péssimo. Pro AM. Pro FM, ele funciona(…) Tem 15.000 emissoras nos Estados Unidos. Só 100 fazem rádio digital”, disse.

Tuta deixou o comando da Rádio Jovem Pan, em 2014. Ouça sua entrevista à Rádio Bandeirantes no player abaixo.

Play FM chega a Capão Bonito, no sudoeste paulista

A Play FM segue expandindo sua rede e chega a Capão Bonito (SP) com a afiliada Sudoeste Paulista, que poderá ser sintonizada em FM 90,7 a partir de 7 de setembro. O lançamento será às 12h30, durante o programa Café com Bobagem.

Com programação popular adulta, a emissora reúne o melhor da música nacional e internacional dos anos 80, 90 e 2000 e tem o compromisso de tocar a maior sequência de sucessos, com comunicação descontraída e informação.

A rádio está presente em São Paulo (FM 92.1), Araçatuba (FM 90.1), Porto Alegre (AM 640), Maringá (FM 105.7), Mogi Mirim (AM 610) e no Triângulo Mineiro (FM 99.9).

Entre os destaques da programação estão o humorístico Café com Bobagem, exibido de segunda a sexta das 12h às 14h, e o Replay, apresentado pelo jornalista Zeca Camargo, toda quinta-feira, a partir das 18h.

No ar em São Paulo desde 31 de julho de 2020, a Play FM também pode ser ouvida no aplicativo BandPlay para smartphones. 

Há 40 anos, o Show de Rádio, de Estevam Sangirardi, estreava na Rádio Bandeirantes

Por Rodney Brocanelli

Ninguém lembrou (e quase que este blog deixa passar em branco – antes tarde que nunca), mas no último dia 1º de agosto completou-se 40 anos de um marco histórico do rádio: a estreia do Show de Rádio, genial criação de Estevam Sangirardi na Rádio Bandeirantes.

O livro “Um Show de Rádio – a vida de Estevam Sangirardi”, de Carlos Couraúcci, conta que a relação de Sangirardi com a Rádio Jovem Pan, onde o Show de Rádio nasceu em 1969, já estava desgastada. A obra, infelizmente não traz muitos detalhes sobre os problemas do comunicador com a Pan e bastidores de negociações com a nova casa. O texto se perde em longas contextualizações e divagações do autor.

Além do mais, o livro traz um erro grave de informação. A data de estreia do Show de Rádio na Bandeirantes não foi em 1º de setembro como está registrado. O primeiro programa dessa nova fase foi ao ar um mês antes, em 1º de agosto de 1982, depois de um clássico entre Corinthians x Palmeiras, cuja vitória foi corintiana pelo placar de 5 a 1, com direito a “hat-trick” de Casagrande.

O que dá para saber da leitura é que Sangirardi deixou a Pan “contrariado e muito triste”. Segundo a obra, na Bandeirantes, a interpretação para seus personagens clássicos mudara: “Didu Morumbi mais triste e desanimado, um Joca sem inspiração e fora de ritmo e uma Noninha muito aquém de suas possibilidades”. As conjunturas da época (perda da Copa de 1982 e a crise econômica) mexeram muito com ele, segundo o autor do livro. “O ‘Show de Rádio já não era mais o mesmo”, escreveu.

Logo na estreia, uma frase do radialista, ao saudar os novos ouvintes, chama a atenção: “talvez não seja tempo de graça”.

Além do tradicional espaço radiofônico, o Show de Rádio foi parar na tevê, no ano seguinte. Os personagens do programa foram transformados em bonecos para, com isso, serem inseridos nas transmissões do campeonato paulista. Eles interagiam com os narradores da época: Edgard Melo Filho e Alexandre Santos. Uma pena que o livro não traz maiores detalhes deste processo. Conforme Couraúcci, “a tentativa até que surpreendeu, mas com o passar do tempo, foi caindo no marasmo”.

Uma pena que não existam registros mais precisos de quanto tempo durou a passagem de Sangirardi e seu Show de Rádio pela Bandeirantes. O livro, infelizmente, não traz essa informação. Só diz que em 1987, quando ele foi agraciado com a Medalha Anchieta, da Câmara dos Vereadores de São Paulo, o programa já não estava mais no ar pela emissora.

Depois dessa passagem pela Bandeirantes, o Show de Rádio ficou um bom tempo fora do ar. Retornou de forma breve na Rádio Gazeta, em 1992. Estevam Sangirardi morreu no dia 27 de setembro de 1994.

Ouça abaixo os primeiros instantes da estreia do Show de Rádio na Bandeirantes, em 1982.

Daniel Scola retorna à redação integrada do Grupo RBS

Após mais de um ano afastado das funções no Grupo RBS, o jornalista Daniel Scola retornou para a redação integrada de GZH e Zero Hora na manhã desta terça-feira (6). O comunicador foi recebido pelos colegas com uma salva de palmas, balões escritos “Decola Scola” e salgadinhos para comemorar o momento. Scola foi liberado pelos médicos para um retorno gradual na produção dos textos. 

Na última sexta-feira (26), o jornalista retomou sua coluna com o texto intitulado “Um novo começo em uma nova coluna”, onde fez uma breve recapitulação do período em que esteve afastado para o tratamento de um câncer. À frente da coluna, Scola irá abastecer os conteúdos duas vezes por semana, levando um olhar pessoal às pautas do cotidiano político, social e econômico.  

Por ora, Scola não irá reassumir o microfone da Gaúcha. Em razão do seu afastamento desde 2021 por conta de seu tratamento de saúde, Andressa Xavier comanda interinamente o Atualidade – programa da rádio que vai ao ar de segunda a sexta-feira –, ao lado de Rosane de Oliveira e Giane Guerra.  

O Grupo RBS deseja a Scola um bom retorno e rápida e efetiva recuperação para a retomada das demais atividades.  

Morre Roberto Carmona

Por Rodney Brocanelli

Morreu na madrugada deste domingo (04) o repórter esportivo Roberto Carmona. Conforme informações de familiares, ele estava internado em um hospital de São Paulo após apresentar um quadro infeccioso logo após uma cirurgia de coluna. O velório será amanhã (05), das 8:00 às 10:00 horas e o sepultamento às 10:00 no cemitério do Araçá. Tinha 86 anos.

Carmona começou sua carreira profissional em São Paulo exatamente no dia 31 de outubro de 1963, na Rádio Record, em um Palmeiras x Guarani, jogo diurno disputado no, Pacaembu, a convite de Joseval Peixoto, que havia deixado a Rádio Bandeirantes, ao lado de outros companheiros, como Darcy Reis, Orlando Duatre e Braga Júnior. Como Luiz Augusto Maltoni, então repórter da Bandeirantes, não pode se transferir, Peixoto, que já conhecia Carmona da cidade de Arapongas, fez o convite.

Na quinta seguinte, uma nova transmissão, desta vez de São Paulo x Comercial, e Carmona foi chamado novamente para atuar na reportagem. Depois, ofereceram um contrato de experiência de 90 dias. Ali começava uma trajetória de rádio que durou 58 anos ininterruptos.

Trabalhou nas rádios  Jovem Pan, Gazeta, Bandeirantes. Esteve na antiga Rádio Nacional, de São Paulo, e nela permaneceu durante a sua transição para Rádio Globo, marcando época na equipe de Osmar Santos, a partir da segunda metade da década de 1970. Desde 1995, passou a trabalhar na equipe esportiva de Éder Luiz, que passou pela Capital AM, Band FM e desde o ano 2000, na Transamérica FM.

Devido a uma irritação de pele, o radialista sempre trabalhou nos estádios usando bermuda. Para isso, teve de conseguir uma autorização especial das associações dos cronistas esportivos, que ao lado das federações e confederações não permitem o uso do traje para profissionais de imprensa.

Em uma entrevista ao programa Radioamantes no Ar, Carmona falou de dois feitos jornalísticos. Um deles, uma entrevista importante com Pelé, feita na casa dele, ao lado da então esposa Rose Arantes do Nascimento, em que um dos temas foi o racismo. O outro foi praticamente antecipar o resultado de uma eleição para presidente do Corinthians, em 1984, conversando com os conselheiros do clube e perguntando em quem iriam votar.

Adilson Monteiro Alves e Vicente Matheus eram os candidatos. Havia uma simpatia por parte da Rádio Globo, de Osmar Santos, para com o primeiro. Com a sua intuição de repórter, Carmona chamou Osmar para um almoço e disse que a tendência do eleitorado pendia para o segundo. Diante da incredulidade do chefe, o repórter se prontificou a fazer a pesquisa eleitoral e, com isso, conseguiu confirmar o que sabia.

No dia da eleição, a Globo mandou quatro repórteres para a cobertura da eleição corintiana. No principal programa de esportes da emissora, o Globo Esportivo, Carmona deu a manchete: “A eleição do Corinthians já está decida. Vicente Matheus será o próximo presidente com uma vantagem de 3 por 1”. Claro que a informação não agradou a chapa adversária. Alguns familiares do candidato foram tirar satisfações com Carmona e a coisa só não evoluiu para a pancadaria, graças a intervenção de José Eduardo Savóia, então repórter do Jornal da Tarde, que pediu para o fotógrafo da publicação ficar de prontidão afim de registrar possíveis cenas de pugilato.

Em 2021, sua trajetória profissional foi contada no livro “O Senhor do Rádio: A Fantástica História de Roberto Carmona, o Repórter que Viveu os Anos Dourados”, do autor Cristiano Silva.

Ouça abaixo uma entrevista de Carmona ao programa Radioamantes no Ar, realizada em 2014, pouco depois dele completar 50 anos de carreira. Ele deu um show a respeito de temas relacionados ao rádio esportivo.

Gaúcha Serra celebra 10 anos de história

A rádio Gaúcha Serra completa 10 anos de história neste sábado (3). Carregando diariamente o nome da região na frequência 102.7 FM, a emissora tem sido a voz da Serra Gaúcha no Estado desde a sua fundação em 3 de setembro de 2012.  

– Há 10 anos temos a honra de ampliar a voz da Serra, não só para toda a região, mas para todo o Rio Grande do Sul, levando o que é notícia e os feitos desta terra e da nossa gente, que tanto nos orgulham. Estamos sempre de ouvidos abertos e nos transformando para sermos cada vez mais a voz dessa comunidade, que nos faz companhia e nos ajuda a construir essa bela história – comemora a gerente de jornalismo da RBS na Serra, Andreia Fontana. 

Diretamente de seus dois estúdios em Caxias do Sul, a Gaúcha Serra conta com atrações locais na grade de programação. O ouvinte pode se manter informado sobre os principais acontecimentos do dia na região de segunda a sábado, com o Gaúcha Hoje, das 6h30min às 8h, e com o Chamada Geral 1ª Edição, das 11h às 12h. Já o Show dos Esportes é transmitido de segunda a sexta-feira, das 20h às 22h, trazendo os destaques do dia a dia da dupla Ca-Ju e de outros esportes da região. 

A programação completa pode ser encontrada na frequência 102.7 FM ou no aplicativo e site de GZH

Papo de Música agora está na Nova Brasil FM e recebe Martinho da Vila

No próximo domingo (4) as entrevistas do canal Papo de Música passam a ser veiculadas também na Nova Brasil FM. A emissora abriu espaço aos domingos, sempre a partir das 07h, para que as entrevistas conduzidas por Fabiane Pereira, que já fazem sucesso na Internet, sejam veiculadas também no rádio.

“É a primeira vez que a rede de rádios Nova Brasil FM aceita veicular um produto no formato crossmedia, em parceria com um canal de YouTube independente. Isso é inédito e abre um precedente para outros criadores de conteúdo apresentarem seus projetos na maior rede de rádios do país”, diz Fabi, como é conhecida.

Para a estreia, Fabi tem um convidado muito especial: Martinho da Vila. A primeira veiculação vai ao ar em toda a rede de rádios Nova Brasil FM no dia 4 de setembro, às 7h. O registro áudio visual desta entrevista entrará, com exclusividade, no canal Papo de Música, na terça, dia 6, ao meio dia.

“Martinho da Vila é o artista da estreia por sua extensa obra dedicada à música, por sua imensa contribuição ao samba, por sua verve literária, pela alegria de ver um artista de 84 anos em cima dos palcos e pela sua contribuição de entendimento da música afro-brasileira”, diz a apresentadora. Partido alto, samba enredo, técnica de composição, planos futuros e lembranças foram tópicos da entrevista de Fabi com Martinho. 

“Neste ano, todas as entrevistas serão com artistas pretos. Esta temporada é em homenagem a Letieres Leite, músico e maestro, criador da maravilhosa Orquestra Rumpilezz, que nos deixou no ano passado, vítima de Covid. Letieres dizia que ‘toda música brasileira é afro-brasileira’ e foi a partir dessa frase que idealizei essa temporada de entrevistas do canal”, afirmou Fabi.

Jorge Aragão, Djavan, Xênia França, Luedji Luna, Liniker, Leci Brandão, Alaíde Costa, Sandra de Sá, Chico Brown, Russo Passapusso e Teresa Cristina são alguns dos artistas que estarão presentes nesta temporada.

As entrevistas vão ao ar todo domingo, às 7h, na rede Nova Brasil FM. Já às segundas, as entrevistas inéditas e sem edição ganham as plataformas de streaming de áudio no formato podcast no perfis da Nova Brasil FM e às terças, meio dia, um registro audiovisual da conversa entra com exclusividade no canal Papo de Música.

Acompanhe o canal Papo de Música aqui:
Instagram: www.instagram.com/canalpapodemusica 
Instagram: www.instagram.com/afabianepereira 

CBF libera até dois repórteres por cada emissora de rádio nos campos de futebol

Por Rodney Brocanelli

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) publicou no último dia 31 de agosto uma nova resolução dentro do seu pacote de diretrizes técnicas operacionais que vai favorecer os repórteres de rádio. A partir de agora, cada emissora poderá colocar dois profissionais em campo. Com isso, o limite sobe para 24 repórteres liberados. Até então, apenas 1 repórter por emissora poderia ficar atrás dos gols, totalizando um limite de 12.

Conforme a nova regra, os repórteres poderão ficar atrás das placas de publicidade, mas não poderão ir até as laterais e o centro do gramado. A CBF deixa claro que os pedidos serão atendidos até o esgotamento do número total de permissões.

Essa medida da CBF atende a uma solicitação da Associação de Cronistas Esportivos do Brasil (ACEB). No último dia 30 de agosto, dirigentes da entidade de cronistas foram recebidos por Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da CBF. No encontro, essa e outras solicitações foram colocadas em pauta, especialmente no que diz respeito ao credenciamento e protocolo de imprensa.

Participaram do encontro o presidente Erick Castelhero, o vice-presidente Rogério Amaral, o diretor de credenciamento Greyson Assunção e o diretor financeiro Eraldo Leite, que formaram a comitiva da ACEB recebida por Rodrigo Paiva e Sérgio Rangel, representando a CBF.

“É um sinal de que a CBF está atenta às melhorias necessárias para o trabalho dos jornalistas. Agradecemos ao presidente Ednaldo Rodrigues e ao diretor de comunicação Rodrigo Paiva pela decisão rápida à nossa principal solicitação, e ficamos na expectativa para que os outros pedidos também sejam atendidos”, disse Erick Castelhero, presidente da ACEB.

Saiba mais sobre as demandas da ACEB clicando no link abaixo, publicado pela Aceesp:

Dirigentes da ACEB em encontro na CBF com Rodrigo Paiva e Sergio Rangel

Com apresentação exclusivamente feminina, A Voz do Brasil faz história

O programa A Voz do Brasil deu início a mais um período histórico. Pela primeira vez, em 87 anos, os primeiros 25 minutos do programa dedicados ao Poder Executivo Federal são apresentados oficialmente por duas mulheres. Direto dos estúdios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em Brasília, as jornalistas Gabriela Mendes e Mariana Jungmann assumiram a bancada como apresentadoras titulares daquele que é considerado um dos noticiários mais antigos do mundo.

A Diretora de Jornalismo da EBC, Sirlei Batista, aponta a valorização da mulher como um dos princípios de gestão. “A maioria dos cargos de chefia da Diretoria é ocupado por mulheres. São profissionais capacitadas, fortes e comprometidas com o jornalismo de qualidade”, afirma Sirlei.

Já o Diretor-presidente, Glen Valente, destaca que a busca constante pela inovação e valorização das mulheres tem sido um princípio em todos os veículos da EBC. “No fim de 2021, foi a primeira vez que a icônica frase “Em Brasília, 19 horas” foi proferida por uma mulher. Agora, a voz feminina ganhou ainda mais espaço com duas apresentadoras titulares. Este é um momento histórico e muito importante”, disse Valente.

Gabriela Mendes faz parte do quadro efetivo da EBC, há 17 anos. Atuou na área de clipping e como produtora, repórter, editora, apresentadora e coordenadora de reportagem, na extinta TV NBR. Em 2017, foi convidada para apresentar A Voz do Brasil. Em 16 de novembro de 2021, a jornalista também fez história. Na ocasião, a célebre frase “Em Brasília, 19 horas” ganhou locução feminina, pela primeira vez.

A jornalista Mariana Jungmann está na EBC, desde outubro de 2007. Durante este período, atuou na Agência Brasil por 10 anos, a maior parte deles como setorista no Congresso Nacional. Logo após, também fez parte do quadro da TV Brasil, e desde março de 2022, integra a equipe de A Voz do Brasil como coordenadora, quando passou a apresentadora substituta, efetivada como titular do posto de apresentadora.

A Voz do Brasil divulga informações sobre as ações do Governo aos cidadãos dos mais distantes pontos do País. O programa é exibido de segunda a sexta-feira (com exceção dos feriados).

Ouça pelo site: https://voz.gov.br/ ou redes sociais: @avozdobrasil.

Comentário: O texto divulgado pela assessoria de imprensa da EBC não informa, mas a dupla de apresentadoras entrou no ar pela primeira vez no dia 22 de agosto, uma segunda. Elas seguiram na apresentação durante toda a semana que passou. Resta saber se ela será mantida para os próximos dias (Rodney Brocanelli).

BandNews FM altera programação e estende participação matinal de Sheila Magalhães, Luiz Megale e Carla Bigatto

A dose diária das principais notícias, com a melhor e mais independente análise, dinamismo, descontração e bom humor, que marcam a programação das manhãs da BandNews FM, vai estar reforçada a partir desta segunda-feira (29). Sheila Magalhães, Luiz Megale e Carla Bigatto, que comandam o Jornal BandNews para todo o Brasil de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h20, estarão juntos, também, no BandNews São Paulo 1ª Edição, até as 11h da manhã, para os ouvintes de São Paulo e para quem acompanha a live no YouTube, no site e nas redes sociais oficiais da rádio.

Sheila Magalhães, âncora e editora-executiva de Jornalismo da Rede BandNews FM, ressalta o entrosamento do trio, que tem garantido dinâmica e atualização do noticiário nacional, alavancando a audiência da faixa matinal nos últimos dois anos. “São níveis nunca antes atingidos. Isso foi uma resposta clara do público à proposta de conteúdo para o horário – que conta com colunistas de peso e repórteres espalhados por todo o mundo, como Mônica Bergamo, José Simão, Dora Kramer, Milton Neves, Eduardo Barão (EUA), Felipe Kieling (Europa), Rodrigo Haidar, Juliana Rosa e Renato Meirelles”, afirma.

Ela destaca também o reconhecimento do público pelo legado deixado por Ricardo Boechat na qualidade do jornalismo da emissora. “Ficamos muito felizes porque o ouvinte compreendeu o desafio que estava colocado após a morte do nosso amigo Ricardo Boechat, e abraçou a nova composição do Jornal BandNews. Isso foi possível também porque preservamos o que o nosso eterno âncora e inspiração promovia: o protagonismo dos ouvintes”, diz a editora-executiva, justificando a decisão de ampliar essa presença no ar para o noticiário local.

Com a mudança no BandNews São Paulo 1ª EdiçãoGabriela Mayer passa a acompanhar Eduardo Barão, falando diretamente de Nova York, no BandNews Station às 11h. 

A falta de consenso sobre os 100 anos do rádio no Brasil

Por Rodney Brocanelli

Estamos chegando às vésperas dos 100 anos do rádio do Brasil, mas infelizmente a data serve para mostrar que não existe um consenso sobre o assunto por aqui. Explicando: a comemoração oficial está marcada para o próximo dia 7 de setembro, pois em 1922, por ocasião do centenário da Independência, ocorreu aquela que seria a primeira transmissão de rádio no Brasil.

Naquela ocasião, o discurso do então presidente Epitácio Pessoa foi transmitido pelas ondas do rádio a partir de um transmissor de 500 watts instalado no alto do Corcovado (RJ). A voz de Pessoa foi captada em receptores espalhados pela cidade do Rio e de municípios vizinhos como Niteroi e Petrópolis. Há quem diga que esse sinal chegou até a cidade de São Paulo.

Entretanto, nos últimos anos, ganhou corpo a tese de que a primeira transmissão de fato de rádio no Brasil teria acontecido muito antes, em 1910 em Recife. Um telegrafista e um grupo de estudantes uniram-se e montaram um equipamento amador e com ele passaram a fazer suas transmissões. A rádio até ganhou um nome: Rádio Clube de Pernambuco.

Infelizmente, a comunidade acadêmica ainda não chegou a um acordo sobre isso. Veja alguns exemplos de quem defende a primazia de Recife aqui, aqui e aqui. Porém existe uma outra corrente que despreza essa questão e segue firme com a data de 1922. É o caso de uma pesquisadora da USP, que participou do programa Canal Livre, da TV Bandeirantes há algumas semanas (veja aqui). Ela até falou de passagem sobre “experiências radiofônicas” feitas antes (citando Recife), sem entrar em detalhes.

Espera-se que se chegue a um consenso a respeito desse assunto. Este radioamante agradece.

Podcast da RBS relembra momentos marcantes do futebol de Caixas do Sul

O torcedor da dupla Ca-Ju poderá mergulhar nas memórias e refletir sobre o presente de Caxias e Juventude com o novo podcast Paixão Ca-Ju, que será lançado na próxima quarta-feira (24). A atração do Pioneiro será focada em entrevistas com importantes personagens da história dos dois clubes para tratar de momentos marcantes, questões extracampo e principais conquistas.

O podcast tem o comando dos jornalistas Eduardo Costa, Marcelo Rocha, Maurício Reolon, Rodrigo Cordeiro e Tiago Nunes. Os apresentadores, que se revezam em cada um dos episódios, recebem convidados especiais para falar sobre os temas escolhidos.

– Paixão Ca-Ju é mais uma oportunidade de levar o conteúdo do esporte para diferentes plataformas. Iniciamos com o Show dos Esportes local e passamos para as transmissões e a ampliação do espaço para Caxias e Juventude na programação da Gaúcha Serra. É mais um canal para contar boas histórias, conversar com personalidades que marcaram época em Caxias e Juventude e, principalmente, oferecer ao torcedor um produto de qualidade – destaca o jornalista Maurício Reolon.

No primeiro episódio, sob comando de Rocha e Reolon, o entrevistado será Nelson D’Arrigo, presidente do Caxias durante a inédita conquista do Campeonato Gaúcho de 2000. A primeira temporada do Paixão Ca-Ju terá 12 episódios, com duração aproximada de 30 minutos cada. As entrevistas vão ao ar semanalmente, às quartas-feiras, no site e aplicativo de GZH e nas principais plataformas de áudio.

Festival de música que comemora 100 anos do rádio segue com inscrições abertas

As inscrições para o Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil já estão abertas. Os interessados em concorrer devem preencher gratuitamente um formulário na página do festival até 31 de agosto. A iniciativa estimula a descoberta de novos talentos da música e valoriza o lançamento de obras inéditas.

Os artistas têm uma oportunidade especial para dar visibilidade a seus trabalhos a poucas semanas do centenário do rádio no país, celebrado em 7 de setembro. As composições selecionadas nas etapas do concurso entram no ar durante a programação de importantes veículos de comunicação pública.

Esta é a primeira vez que o festival reúne duas emissoras nacionais de muita tradição e apelo popular: a Rádio MEC e Rádio Nacional, ambas geridas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Com novo formato, o evento expande a abrangência e consolida o avanço de anos anteriores com diversos públicos.

Os inscritos podem disputar o reconhecimento com até duas composições em cada uma das cinco categorias do festival: Música Clássica, Instrumental, Infantil, Popular e Regional do Alto Solimões. A regra exige composições inéditas e em português, mas na categoria regional os autores de Tabatinga (AM) e da Tríplice Fronteira podem participar com obras em espanhol e em diferentes idiomas indígenas.

Critérios de seleção e o voto popular

Após a fase de cadastro, os artistas ficam na expectativa para a divulgação das músicas selecionadas. A análise vai considerar critérios como a qualidade artística da obra (música, letra, partitura e interpretação), a originalidade e a qualidade da gravação. A Comissão Julgadora será formada por personalidades de notório saber ou em atividade na área musical e profissionais da EBC.

A primeira etapa classifica até 100 produções musicais que ganham janela na Rádio MEC e Rádio Nacional de acordo com o perfil da emissora a partir de 25 de setembro. O público pode acompanhar a transmissão e participar da escolha das semifinalistas pelo voto popular na internet até 10 de outubro.

O anúncio das obras que seguem na disputa ocorre em 11 de outubro. As composições seguem no ar pelas emissoras com votação pelos ouvintes e internautas até 4 de novembro para determinar uma das concorrentes de cada categoria que avança até a final.

A divulgação das 15 músicas finalistas – três por categoria, sendo cinco definidas pelo público e dez escolhidas pela Comissão Julgadora – acontece no dia 5 de novembro. As obras permanecem na programação das emissoras até o dia 6 de dezembro, quando as ganhadoras serão conhecidas.

Reconhecimento e premiação

As músicas habilitadas para a final concorrem aos prêmios em um show na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. O evento marca a decisão do Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil. Os artistas vencedores têm o talento reconhecido com a entrega dos troféus em cada categoria.

Os laureados recebem os seguintes títulos: Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Clássica, Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Instrumental, Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Infantil, Prêmio Rádio Nacional de Melhor Música Popular e Prêmio Rádio Nacional do Alto Solimões de Melhor Música Regional.

Os autores das obras concorrentes inscritas no festival autorizam a execução na grade da Rádio MEC e Rádio Nacional, além de permitir a veiculação nas emissoras afiliadas que integram a Rede Pública de Rádios, bem como nos demais veículos da EBC, como a TV Brasil, e suas plataformas digitais.

Cronograma do Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil

01/08 – Abertura das inscrições (a partir de 18h)
01/08 a 31/08 – Período de inscrição
25/09 – Divulgação das músicas classificadas
25/09 a 10/10 – Período de veiculação das músicas classificadas
25/09 a 10/10 – Votação popular para definir semifinalistas nas emissoras
11/10 – Divulgação das músicas semifinalistas
11/10 a 04/11 – Período de veiculação das músicas semifinalistas
11/10 a 04/11 – Votação popular para definir uma música finalista por categoria
05/11 – Divulgação das músicas finalistas
05/11 a 06/12 – Período de veiculação das músicas finalistas
06/12 – Divulgação dos vencedores

Serviço
Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil
Inscrições gratuitas abertas até 31/08
https://festival.ebc.com.br

Rádio MEC na internet e nas redes sociais

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Como sintonizar a Rádio MEC

Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3
Celular – App Rádios EBC para Android iOS

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Saiba como sintonizar a Rádio Nacional

Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz
São Paulo: FM 87,1 MHz
Recife: FM 87,1 MHz
São Luís: FM 93,7 MHz
Amazonas: 11.780KHz e 6.180KHz OC
Alto Solimões: FM 96,1 MHz
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