Seja quem fica na capital, quem se desloca para o litoral ou quem permanece sintonizado em qualquer lugar do Brasil e do mundo, neste verão, os ouvintes daRádio Gaúcha terão uma cobertura ainda mais completa da temporada 2020 de veraneio gaúcho, explorando os principais pontos de interesse para a audiência de todos os locais. Essa é a proposta da campanha “Verão na Gaúcha: Informação pra quem vai, pra quem fica, pra todo mundo”, lançada nesta sexta-feira (13) que, do Natal ao Carnaval, ampliará a cobertura das praias e do trânsito, além de estrear um novo programa e realizar a transmissão de programas apresentados de fora do estúdio.
Durante a temporada, todas as sextas-feiras e domingos, os programas Gaúcha Mais e o Faixa Especial, respectivamente, estarão na Freeway acompanhando o trânsito para quem vai e quem volta do litoral. Já nas sextas-feiras em que é esperado maior movimento, como pré-Reveillon, Planeta Atlântida e Carnaval, o Chamada Geral 2ª edição também estará na estrada.
Uma das novidades do Verão na Gaúcha é a estreia do “Cardápio de Domingo”. Combinando esporte com um toque de música, a nova atração tem o comando do jornalista José Alberto Andrade, que entrevistará personalidades do futebol gaúcho, além de muita informação de trânsito para quem está voltando do litoral.
Além disso, os programas SuperSábado e Show de Bola serão apresentados do litoral ou da Orla do Guaíba, ainda mais próximos dos ouvintes, nos meses de janeiro e fevereiro. A campanha se estende do dia 13 de dezembro até 28 de fevereiro de 2020.
O júri de Rádio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes), entidade com mais de 60 anos de história, definiu neste fim de semana os programas e os radialistas vencedores do prêmio desta categoria (veja aqui os indicados). A eleição desta e de outras categorias aconteceu na noite desta segunda (09/12). Veja abaixo a lista dos premiados.
Votaram: Fausto Silva Neto, Marcelo Abud, Marco Antônio Ribeiro e Maria Fernanda Texiera. A festa de entrega dos prêmios acontecerá no 17 de fevereiro de 2020, no Teatro Sérgio Cardoso.
Dia 8 de dezembro é comemorado o Dia do Cronista Esportivo. Durante o programa Esperando o Futebol, da Rádio Guaíba, o apresentador Cristiano Silva recorreu a um texto de José Roberto Torero, publicado em 8 de dezembro de 1998 (clique aqui pra ler), contando a história (provavelmente fictícia) de Aulus Lépidus jornalista do Acta Diurna, considerado o primeiro jornal da história, colado nas paredes da Roma antiga. Lépidus, segundo o texto de Torero, teria introduzido a seção de Esportes no periódico, escrevendo sobre a tardes no Coliseu em que os cristãos primitivos eram devorados por leões. O jornalista (?) teve problemas quando ele se envolveu com uma mulher que era esposa de quem alimentava os leões e acabou sendo devorado por um deles. Com sua morte, teria começado a ser comemorado o Dia do Cronista Esportivo. Dia 8 de dezembro é comemorado o Dia do Cronista Esportivo. O narrador Luís Magno ouviu atentamente o relato do colega.
Hoje aconteceu a despedida oficial de Vera Magalhães da Rádio Jovem Pan. A jornalista vai assumir o comando do Roda Viva, tradicional programa de entrevistas da TV Cultura. Ela vai substituir Daniela Lima, que está se transferindo para a CNN Brasil.
Vera teve a chance de se despedir nos dois programas de que participa da Jovem Pan. Durante o Jornal da Manhã, disse que foram três anos “nesse jornal que eu cresci ouvindo, indo para a escola atrasada”. Acrescentou que o “repita” fez parte de sua vida desde sempre. “Foi um privilégio”, afirmou.
Já no 3 em 1, ouviu mensagens carinhosas de despedida dos colegas de bancada. O apresentador Vitor Brown disse que Vera é uma das grandes jornalísticas políticas da atualidade. “É completa”, declarou. Josias de Souza, sempre circunspecto, não conseguiu conter a emoção e passou a bola para Rodrigo Constantino. “Nós tivemos nossos embates calorosos, mas sempre tive muito respeito pelo trabalho da Vera”, disse Rodrigo. Recuperado, Josias conseguiu retomar a palavra: “Lamento que não vá desfrutar mais desse convivo diário com sua inteligência, com a sua competência, com a sua vivacidade”.
Em seguida, também emocionada, Vera disse que fez questão de ter a presença no estúdio do jornalista Patrick Santos, um dos primeiros apresentadores do 3 em 1, e que a levou para a emissora. “Assim como entrei com ele, quero sair com ele”, afirmou.
A jornalista falou sobre a experiência de fazer rádio: “Nunca esperei fazer rádio. Nunca esperei gostar tanto de fazer rádio (…) É uma paixão que eu levo. E que acho que vai permanecer”. Vera se colocou à disposição para participar dos podcasts da emissora e de programas como o Morning Show.
Vera também disse que o nome do programa, 3 em 1, foi dado por ela e ele saiu em uma sessão de brainstorm (em resumo, trata-se de uma técnica em que é possível externar várias ideias a respeito de um tema, sem a possibilidade de críticas, para depois avaliar e selecionar as melhores).
Ela seguirá como colunista do jornal O Estado de S.Paulo.
Guilherme Baumhardt será o novo apresentador do programa Bom Dia, da Rádio Guaíba. Sua estreia deverá ocorrer no dia 16 de dezembro, segundo informação do site Coletiva.net. Com isso, a emissora vai repor com um nome de fora a perda de Rogério Mendelski, antigo titular do programa, que se transferiu para a Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre. Baumhardt, por sua vez, estava na Band RS, onde comandava programas na Bandeirantes e na Band News. Voltarie Porto, seguirá na equipe do programa Bom Dia, além dos comentaristas Jurandir Santos e José Aldo Pinheiro. A atração é levada ao ar, de segunda a sexta, entre 05h30 e 9h.
A informação sobre a contratação de Guilherme Baumhardt pela Guaíba já havia sido antecipada pelo jornalista Felipe Vieira em seu site (veja aqui) no mesmo dia da saída de Mendelski.
Morreu nesta terça-feira, o jornalista Guilherme Amaral. Ele era conhecido dos ouvintes de rádio da capital por trazer informações da baixada santista. Trabalhou em emissoras como Bandeirantes e Jovem Pan. Nesta última, ele permaneceu por 27 anos. A causa da morte não foi divulgada. O anúncio ocorreu durante o programa Balanço Geral, da TV Record. Ele tinha 72 anos.
Guilherme Amaral era pai da também jornalista Fabiola Reipert, do quadro A Hora da Venenosa, da TV Record.
Ouça abaixo um registro de Guilherme Amaral, de 2015, na Rádio Jovem Pan.
No último sábado, 30 de novembro, Eli Corrêa voltou a falar em seu programa matinal sobre sua renovação de contrato com a Rádio Capital. O Homem Sorriso do Rádio disse que segue na emissora até o dia 31 de dezembro, após uma reunião com diretores da emissora. Enquanto isso, ele seguirá definindo seu futuro profissional, que pode ser na Capital ou não.
Por Rodney Brocanelli, com a colaboração de Edu Cesar, do Papo de Bola
Rogério Mendelski não é mais apresentador da Rádio Guaíba, de Porto Alegre, emissora em que estava desde o ano de 2007 comandando o programa Bom Dia. Ele se despediu dos ouvintes da emissora, não de forma aberta, com um tradicional discurso, seja ele de agradecimento ou não. Seus últimos momentos na emissora foram embalados com a canção Auld Lang Syne, interpretada pela conhecida voz de Rod Stewart. A melodia é bastante popular aqui no Brasil como a Valsa do Adeus (Adeus amor/Eu vou partir/
Ouço ao longe um clarim…).
Mendelski pediu que a canção fosse tocada durante o comentário esportivo de José Aldo Pinheiro, próximo ao encerramento do programa. O narrador aproveitou para falar dos eventos de confraternizações de final de ano dos quais participou e anunciou que entraria de férias. O comandante do Bom Dia fez uma breve explicação sobre a música, anunciou o boletim de notícias e deu o seu tradicional “bom dia”.
Não tardou para que o futuro de Rogério Mendelski no rádio de Porto Alegre fosse definido. A partir do dia 30 de dezembro, ele irá estrear na Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, apresentando a versão local do Primeira Hora, das 06h as 08h. Segundo o jornalista Felipe Vieira, havia a opção de que a estreia fosse em 02 de janeiro de 2020, mas Mendelski preferiu antecipa-la para a última segunda-feira do ano. Além do programa, ele terá também uma coluna na edição local do jornal Metro, que é distribuído gratuitamente.
O anúncio oficial da estreia de Mendelski na Rádio Bandeirantes foi feito dentro do programa esportivo Toque de Bola. Leonardo Meneguetti, diretor geral da Band RS, disse que o apresentador quase contratado pela Rádio Bandeirantes em 1995, que é quando começa a sua retomada local no comando do Bira Valdez. Além disso, ele disse que virão mais novidades na Bandeirantes nos próximos dias.
A contratação de Rogério Mendelski pode significar um ponto de virada para o Grupo Bandeirantes, de Porto Alegre, que passou por um processo de encolhimento nos últimos anos. A Rádio Bandeirantes não passou incólume por esse processo e perdeu diversos profissionais nos últimos meses. Leonardo Meneguetti, que até bem pouco tempo, dirigia a Band Paulista, unidade que reunia as emissoras de São José do Rio Preto e Presidente Prudente, foi chamado de volta para novamente tomar conta da filial rio-grandense.
No entanto, esse processo de retomada passa ainda prática muito comum do grupo neste e em outros momentos: com a chegada de profissionais egressos de outras emissoras ou pelo fato de serem demitidos ou por falta de ambiente (casos de Haroldo de Souza, Luiz Carlos Reche, Marco Antonio Pereira, entre outros, por exemplo).
Por sua vez, a Guaíba está se mexendo para repor a perda de um nome importante de seu horário nobre. Felipe Vieira divulgou em seu site a informação de que Guilherme Baumhardt poderá ser o substituto de Rogério Mendelski.
Mendelski deixa a Guaíba poucos dias depois de um incidente que o colocou no radar nacional. Ele fez comentários depreciativos a respeito do corte de cabelo de Marielle Franco, vereadora do PSOL pelo Rio de Janeiro, assassinada em assassinada em março de 2018. Ao ler mensagens a respeito do caso na edição do Bom Dia de 07 de novembro, ele disse “agora virou até moda o cabelo da Marielle. O que eu tenho visto de pessoas com o cabelo, aquele cabelo horroroso, feio, um coque na cabeça…”. No entanto, logo em seguida, há um silêncio no ar que é interrompido por ele mesmo: “Onyx?”. Provavelmente, uma pergunta a alguém da produção que sinalizava sobre alguma entrevista ou sonora. A manifestação do apresentador foi criticada via redes sociais por quem ouviu na hora ou quem tomou conhecimento posterior. Houve protestos na porta da sede da Rádio Guaíba, no dia seguinte.
A direção da Rádio Guaíba divulgou uma nota no mesmo dia: “Esclarecimento. Sobre o comentário do apresentador Rogério Mendelski hoje pela manhã no programa Bom Dia, quando fez considerações sobre a vereadora Marielle Franco, esclarecemos que repudiamos todo e qualquer tipo de comentário de conteúdo preconceituoso. Pedimos desculpas à família de Marielle e a toda a comunidade atingida pelo fato. Nos seus princípios, que estão expostos no site oficial da emissora, a Guaíba deixa bem claro isto aos seus ouvintes e colaboradores. A Rádio Guaíba repudia toda e qualquer forma de preconceito e discriminação. A Rádio Guaíba preza a pluralidade de ideias entre seus comentaristas e apresentadores, mas não aceita de forma alguma manifestações de conteúdo racista, homofóbico de xenofobia ou qualquer outra forma de discriminação. A opinião dos comentaristas e apresentadores não representa a opinião da empresa. Esta será apresentada em editoriais quando necessário”.
O apresentador deu sua versão do caso na edição seguinte do Bom Dia: “Eu não pude terminar o meu raciocínio que era um comentário rigorosamente estético, como eu costumo fazer sempre aqui. Eu faço brincadeiras aqui com roupas, desfiles de moda…”, disse. “Sempre que posso e surge uma oportunidade, eu faço elogios a mulheres que tem cabelos crespos: afros, louras, morenas, ruivas, etc.”, prosseguiu, citando os nomes de Leilane Neubarth, apresentadora da Globo News, e Maju Coutinho, apresentadora do Jornal Hoje, da Rede Globo e da atriz Meg Ryan. “Esteticamente, na minha opinião, coque fica horroroso em qualquer mulher”, completou.
Ouça abaixo a despedida subliminar de Rogério Mendelski da Rádio Guaíba.
Ouça abaixo o anúncio oficial da contratação de Mendelski pela Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre.
18 de março de 2012. Eu estava escalado para comentar a partida entre Comercial x Corinthians pela web rádio Webfutmundi. Léo Campos, hoje na Rádio Itatiaia era o narrador e o Gabriel Araujo, hoje um homem da imprensa escrita, era o repórter. Além de comentar, eu era responsável por alimentar o perfil do Twitter da emissora. Bola rolando, começam a chegar mensagens, entre elas a de um ouvinte que me chamou a atenção. Ele disse depois que estava em tratamento na AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente e queria acompanhar o jogo do seu Timão. No entanto, as televisões do lugar em que estava só captavam a parabólica da Globo, que exibia o jogo do campeonato carioca. Não restou a ele outra alternativa a não ser ouvir o jogo pelo rádio, ou melhor pela web rádio. Por algum tempo, acompanhou a nossa transmissão. Depois, esse ouvinte pediu o contato de MSN, programa de comunicação instantânea que ainda era bastante popular na época. Trocamos o contato e começamos a conversar. Foi assim que eu conheci o Ronald Capita (ouça abaixo).
Aquela transmissão foi bastante acidentada. Nosso sinal acabou caindo e justo no dia em que alguém estava ouvindo. Mas isso não impediu o início de uma bela amizade. Soube um pouco mais sobre sua história de vida. Ronald era portador da Síndrome de Marfan. Em resumo, essa doença faz com que seu portador tenha um crescimento acelerado com o não devido acompanhamento do tronco. Além disso, ele tinha outros problemas de saúde, como uma severa escoliose.
Já naquela ocasião em que nos conhecemos, ele manifestava um grande interesse pelo jornalismo. Muitas de nossas conversas privadas giravam em torno desse assunto. Pedia dicas não apenas sobre texto. Ele também se interessou pelo universo radiofônico. Era um dos grandes leitores e divulgadores do Radioamantes. Capita também me contava sobre suas internações, consultas e tratamentos de saúde. Outro lado desse relacionamento era mais visível nas redes sociais. Lá o papo era mais descontraído, dentro daquele espírito de “zoeira entre amigos”.
Algo curioso é que o Capita sempre me chamava de tio. Na época da Webfutmundi, por ser um dos mais velhos da equipe, senão o mais velho, a “jovem guarda” formada por então adolescentes (Gabriel, Almir, etc.) acabava por me chamar de vô. Talvez para que eu não me sentisse tão idoso, Capita me promoveu a tio. E assim foi esse tratamento.
Quando eu registrei sua partida lá em meu perfil do Facebook, eu destaquei seu alto astral e bom humor. Essas características não o impediam de ter suas angústias. Capita sofreu preconceito em determinados momentos de sua vida, em manifestações pelas redes sociais. O apoio dos amigos (que não eram poucos) nessas ocasiões foi determinante para ajudá-lo a superar esses episódios. O rádio também ajudou bastante a ele. Ainda trabalhando na Rádio Globo, Guilherme Cimatti fez uma bela crônica que emocionou aos ouvintes (ouça aqui).
Capita deu a volta por cima e calou seus críticos ao se transformar em uma referência nas questões de acessibilidade nos estádios de futebol. Ele era um frequentador assíduo dos jogos do Flamengo, de Guarulhos, que disputa as divisões de acesso das competições organizadas pela Federação Paulista de Futebol. Suas experiências eram compartilhadas em sites como o Torcedores e em suas redes sociais. Veículos como a CBN também deram destaque a esse seu lado ativista (veja aqui).
Não demorou muito para que Capita chegasse à televisão, sendo personagem em reportagens de diversos programas esportivos. O Esporte Fantástico, da Record, foi fantástico (com o perdão da redundância) ao procurar destacar seu lado jornalista e levá-lo para uma fazer uma matéria com os jogadores que integravam o elenco do Santos, em 2016. A cumplicidade de atletas como Ricardo Oliveira e Lucas Lima colaborou para o belo resultado (veja aqui).
Seu coração de torcedor batia mais forte pelo Corinthians. E ele se aproximou bastante das equipes de categorias de base. Acabou se transformando em um mascote do time que disputou a final da Copa São Paulo, em 2017. Sua relação com o técnico Osmar Loss colaborou bastante para isso. O que era para ser um dia de alegria quase foi estragado devido a postura de um motorista de Uber. Capita relatou esses momentos em um texto para o Torcedores (clique aqui).
Nos últimos anos, os problemas de saúde de Capita foram se agravando. Apesar deles, estava pensando em projetos para falar de pessoas com necessidades especiais. Um que conseguiu iniciar foi o perfil Eficientes, nas redes sociais, que alimentou até quando pode. Queria muito também lançar uma web rádio. Ele me procurou na metade deste ano pedindo dicas para equipamentos e locais de venda pela Internet. Nesse meio tempo, ficávamos trocando stickers pelo Whatsapp.
Minhas últimas conversas com Capita tiveram a ver com rádio e o Radioamantes. Em outubro, dirigentes de futebol anunciaram a possibilidade de cobrar diretos das emissoras de rádio para a transmissão de partidas de futebol nacional. Eu fiz uma ampla cobertura aqui no blog e ele se interessou pelo tema. Trocamos muitas informações sobre o assunto e sempre o mantive atualizado. No final daquele mês, a CBF se reuniu com dirigentes de importantes associações de cronistas esportivos e anunciou de forma oficial que não iria chancelar essa iniciativa (saiba mais aqui).
Mandei o link com a notícia e sua resposta foi “Grande dia”, acompanhada do sinal de positivo. Foi a última mensagem escrita dele para mim. Depois mandei mais alguns memes e stickers, mas sem resposta. Tomei conhecimento de sua internação. Guto Ablas, amigo com passagem pelas rádios Capital, Tropical e Bradesco Esportes, foi quem me avisou de sua morte pelo Whatsapp na quinta (28). O Portal dos Jornalistas informa que as causas foram pneumonia e infecção urinária (clique aqui). Tinha 20 anos. E aliás, fico feliz com esse registro feito por um site de jornalistas. Mesmo não tendo tempo de chegar à faculdade, Capita era um dos nossos
Como escrevi no Facebook, por diversas questões que agora não cabem aqui neste texto-homenagem, não sou daqueles que consideram a morte um fim. No entanto, eu estou bem triste por não ter mais a possibilidade de conviver com ele. Vou sentir falta dos papos, das zoeiras, vou sentir falta desse sobrinho postiço. Fica aquela sensação de ter feito mais, ter estado mais próximo e acho que nesse ponto, a sua partida, vai ser muito didática para mim.
Eu sei que o Capita em todos esses anos se aproximou de muita gente boa do jornalismo, fora dele, e fez amizades e parcerias importantíssimas. Creio que de certa forma esses contatos o ajudaram a ser feliz. Ou então, se não totalmente feliz, creio toda essa energia emanada pelos amigos ajudou a tornar sua vida mais suportável.
Encerro este post com Learning do Fly, de Tom Petty. É isso aí, Capita. Agora você está aprendendo a voar, mesmo que sem asas. A descida é a parte mais difícil, mas você pega o jeito. E Deus sabe onde você está. E sei que pretendo agora fazer de todos os meus dias um grande dia. Obrigado. Seu tio postiço vai sentir sua falta.
O site da Rádio Cannção Nova divulgou na tarde desta sexta feira que a partir de agora toda sua produção radiofônica será veiculada, em São Paulo, na frequência dos 780Khz, em AM (saiba mais aqui). Essa frequência durante muitos anos pertenceu ao extinto Sistema Globo de Rádio, que a partir de 1966, colocou no ar as rádios Excelsior e, desde 1991, a CBN. A estreia do novo canal estava programada para o dia 16 de dezembro, mas houve essa antecipação
Em 2018, o SGR decidiu desligar todas as suas frequências em AM e devolveu as concessões ao Estado. Com a vacância, a Rede Cancão Nova solicitou a migração para o canal de 780Khz. Até então, a emissora operava nos 1410Khz. A emissora vai manter o mesmo nome da frequência antiga: Rádio América.
A Canção Nova, segundo a Wikipédia, é é uma comunidade católica brasileira fundada pelo Monsenhor Jonas Abib no ano de 1978, e segue as linhas da Renovação Carismática Católica. A chegada ao rádio se deu em 1980, quando comprou a antiga Rádio Bandeirantes AM de Cachoeira Paulista. A estreia oficial ocorreu em 25 de maio. Atualmente, a rede possui 27 emissoras, que transmitem a programação de forma parcial ou total.
Eli Corrêa divulgou novo vídeo nesta sexta-feira (29) a respeito da sua permanência ou não na Rádio Capital. Entretanto, não há novidades sobre a situação do comunicador. “Ainda nós não chegamos ao denominador comum. Eu queria que vocês tivessem um pouquinho só de paciência”, disse. O contrato de Eli com a emissora vence agora neste sábado e existe uma grande expectativa por parte de seus ouvintes fieis sobre o futuro. “Ainda nesse momento não tem nada 100% decidido. Assim que eu tiver a resposta, eu passo para todos”, afirmou desta vez sem determinar um prazo. Veja abaixo.
O rádio de São Paulo está em polvorosa com o fim do contrato de Eli Corrêa com a Rádio Capital. O compromisso entre ambas as partes termina no final deste mês de novembro e até agora não foi renovado. O comunicador tocou nesse assunto na versão matinal de seu programa na emissora. Foi a deixa para que seus ouvintes fieis ficassem preocupados e curiosos em saber qual será seu destino profissional. Comunidades sobre rádios em redes sociais passaram a divulgar que Eli já teria deixado a Capital. No começo da tarde de hoje, ele gravou um vídeo (veja abaixo), divulgado em seus canais oficiais na Internet, comprometendo-se a informar de forma oficial, dentro de 48 horas, se fica onde está ou se ele irá para outro prefixo. Vale destacar que também estão indefinidos os destinos dos programas comandados por Cinthia, atual esposa do apresentador, e de Eli Corrêa Filho (que dispensa maiores apresentações e também é deputado estadual em São Paulo).
Nesta quarta-feira (27), Dia Nacional do Combate ao Câncer, a BandNews FM promove uma edição especial do “Atitude BandNews FM”. A emissora apresentará sua programação direto da Casa das Rosas (Avenida Paulista), entre 7h e 18h, com a participação de Eduardo Barão, Carla Bigatto, Ivan Brandão, Gabriela Mayer e Débora Alfano.
Além de acompanhar a programação ao vivo, os ouvintes poderão cortar e doar cabelo, obter orientação de autoexame de mama com profissionais de saúde do Instituto Vencer o Câncer e tendas com ultrassom de próstata pela Lifemen. O público que comparecer ao local ainda poderá fazer exames básicos de saúde, como aferição de pressão, teste de diabetes, orientação nutricional e cálculo de IMC.
O “Atitude BandNews FM no Dia Nacional do Combate ao Câncer” conta com os seguintes parceiros: Cabelegria, DUO+, Lifemen e Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI).
Depois de fazer Palmeiras x Grêmio com Leandro Bollis, a 105 FM transmitiria Botafogo x Corinthians com o narrador Ricardo Melo e o repórter Edison Rufino em estúdio da emissora na cidade de São Paulo e o comentarista Leonardo Fontes no estúdio central em Jundiaí. No entanto, um problema técnico fez Ricardo e Edison não entrarem no ar, restando apenas o Leonardo, que começou a relatar o jogo esperando que os colegas entrassem logo em seguida. Só que isto não aconteceu. O porém técnico no estúdio paulistano persistiu a partida inteira e Léo, que não é narrador, continuou a relatar os lances até o final para não deixar a audiência da 105 sem a informação do que acontecia no Nilton Santos. Quando Diego Souza mandou para a rede, ele não se fez de rogado e soltou o grito de gol.
A Rádio Senado conquistou o Prêmio Estácio de Jornalismo 2019 na categoria Rádio Nacional com a reportagem especial “O diploma distante”. A reportagem em cinco capítulos conta a história de cidadãos, principalmente do interior do Nordeste, que concluíram os seus cursos de graduação, mas na hora de pegar o certificado de conclusão do curso, descobriram que a instituição de ensino responsável não poderia emitir o diploma.
Esse fato vem sendo objeto de ações em ministérios públicos estaduais pelo país, já foi alvo de uma CPI em Pernambuco e foi debatido em 2019 pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado. A reportagem especial “O diploma distante” é uma produção da Rádio Senado, com reportagem de Rodrigo Resende e trabalhos técnicos de André Menezes.
É a segunda vez que a Rádio Senado conquista o Prêmio Estácio de Jornalismo na categoria “Rádio Nacional”. A emissora ganhou o prêmio em 2017 com a reportagem “Na defesa – uma discussão sobre pós-graduação”, que trata da saúde mental dos estudantes de especialização, mestrado e doutorado no país.
Todo o conteúdo produzido pela Rádio Senado é veiculado em FM em Brasília e em outras 13 capitais do país. As reportagens também são disponibilizadas gratuitamente para mais de 2 mil emissoras brasileiras através da Radioagência Senado (www.senado.leg.br/radiogencia).
A reportagem “O diploma distante” pode ser ouvida no link: